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TRIGO III: Falta de opção prejudica produtores

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Em Assaí e Santa Cecília do Pavão, no Norte Pioneiro, a situação não é diferente. De acordo com o engenheiro agrônomo da Cooperativa Integrada, Vanildo José Paes Pinto, em anos anteriores as lavouras de trigo ocupavam 90% da região. ''Hoje 50% da área da regional está plantada com trigo e os outros 50% com milho safrinha'', revela.

Mudança - O agricultor Mário Hatori planta trigo desde 1975, mas nesta safra, pela primeira vez, optou por cultivar o milho safrinha. Agora, o trigo ocupa apenas 45,98 hectares de sua propriedade, em Assaí, enquanto os 50,98 hectares restantes estão tomados pelo milho. ''No ano passado produzimos bem, mas a comercialização foi um desastre. Hoje, só o trigo não dá mais sobrevivência'', argumenta. Hatori afirma que só manteve o trigo porque possui contrato com a cooperativa que garante a troca da produção por insumos. Dessa forma, ele cobre os custos de produção, mas não obtém renda. Hatori conta que só conseguiu vender a safra passada por meio dos leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP).

 

Saudade - ''Tenho saudade de quando o comércio de trigo era bom. Precisamos de garantia de compra e venda e de melhora no preço. Hoje plantamos, mas é inseguro'', reclama. O produtor afirma que há cinco anos pensa na possibilidade de produzir milho, mas continuava ''teimando'' no trigo. Segundo o agrônomo da Integrada, nos casos em que há empate de rentabilidade entre trigo e milho, os produtores preferem o trigo por ser mais seguro no inverno. ''É uma opção triste ter que mudar para o milho. Sempre gostei de plantar trigo, mas hoje infelizmente está acontecendo isso e tive que mudar'', lamenta Hatori.

 

Sem opção - Para o triticultor Sergio Munhoz, o problema é mais grave. Sem a opção de plantar milho no inverno, devido às condições climáticas de Santa Cecília do Pavão, o produtor precisou deixar metade de sua área em pousio. Cultivando trigo há mais de 20 anos, Munhoz deixou cerca de 278 hectares de terra sem plantar. ''É a primeira vez que deixo sem plantar nada'', salienta. Para ele, o preço deveria estar em R$ 32 para compensar.

 

Orientação técnica - O produtor adotou a medida mesmo contrariando as orientações técnicas, tendo em vista que a terra desprovida de cobertura pode sofrer erosão, causar aumento de ervas daninhas e falta de palhada. ''Estou deixando de produzir e de gerar emprego. A cadeia produtiva deixa de funcionar'', ressalta. Sobre a possibilidade de cultivar outras culturas de inverno, como canola, Munhoz argumenta que não há empresas para as quais possa comercializar na região. ''O objetivo do agricultor é plantar, produzir, comercializar bem e continuar plantando. Mas com esse preço, não dá'', lamenta.

 

Cobertura de solo - Em parte da propriedade, Munhoz está plantando aveia para a cobertura de solo. Sem intenções comerciais, ele arca com o custo, mas não tem rentabilidade. ''Vou ter uma redução de 50% na renda'' revela. Se a situação não mudar, Munhoz pretende manter a estratégia na próxima safra. ''Imagino o caos, porque solução em curto prazo não se vê. A sensação é de tristeza e frustração. O que fazemos é uma espécie de greve silenciosa para que o poder público sinta através da alimentação'', ressalta Munhoz.(Folha Rural / Folha de Londrina)

AGROTÓXICOS II: Senado aprova dois anos para registro de novos produtos

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou, na última quarta-feira (24/05), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 88/11, que estabelece prazo de dois anos para o início da produção e comercialização de novos agrotóxicos no Brasil após o registro dos produtos. O objetivo da proposta, de autoria da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, é alterar a legislação vigente, que não define prazos para a fabricação e a venda destes insumos. A matéria também prevê a suspensão do registro caso a fabricação e a venda não comece no período definido pelo projeto.

Concentração - Ao defender a proposta, a senadora Kátia Abreu alega haver alta concentração no segmento, prejudicando a ampliação da concorrência. Ela defende a oferta de mais defensivos no mercado para baratear os custos de produção da atividade rural. "Muitas empresas que registram seus produtos se preocupam apenas em aumentar o seu valor comercial. Não estão interessadas em colocar o produto no mercado. O registro serve mais para compor o ativo patrimonial do que para incrementar a concorrência", justifica a presidente da CNA. A relatora do PLS na CAS foi a senadora Ana Amélia (PP-RS), que encaminhou parecer favorável à matéria.

 

Custos de produção - Na avaliação da presidente da CNA, a baixa disponibilidade de produtos comercializados é um dos vários problemas enfrentados pelos produtores rurais em relação aos insumos, que estão entre os itens que mais pesam nos custos de produção da agricultura. A senadora Kátia Abreu afirma que as seis maiores empresas de agrotóxicos no País, controlam 85% do mercado. O Brasil hoje responde por 16% do mercado mundial, movimentando cerca de US$ 7,2 bilhões.

 

Tramitação - O PLS está agora na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado, onde será relatada pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO). A matéria será analisada em decisão terminativa, ou seja, se aprovada na CRA, não precisará ser votada em Plenário e será encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados. (CNA)

PORTOS III: Paranaguá tem plano de R$ 2 bi para acabar com filas da safra

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As longas filas de caminhões carregados de soja que se formaram à beira da BR-277, rodovia que liga Curitiba ao litoral do estado do Paraná, durante o transporte da safra 2011 expõem um dos vários problemas de infraestrutura do Porto de Paranaguá. A demora no embarque em dias de chuva é um dos principais gargalos do maior porto graneleiro do Brasil. Na tentativa de minimizar essas dificuldades, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) planeja investir R$ 2 bilhões até 2014.

Mazelas históricas - "O porto tem mazelas históricas" diz Airton Vidal Maron, superintendente da Appa. Funcionário da autarquia há 31 anos, ele assumiu o cargo em janeiro, a convite do governador Beto Richa (PSDB), com a promessa de resolver os antigos problemas e de fazer o porto recuperar o espaço perdido no cenário nacional ao longo da última década.

Pré-plano - A intenção inicial é de que todo o recurso seja obtido por meio do pré-plano apresentado recentemente à Secretaria Especial de Portos do governo federal. Se disponível, o dinheiro será utilizado para pelo menos nove projetos de melhoria da infraestrutura portuária. O anúncio deve ocorrer entre os meses de setembro e outubro. Caso a quantia não seja liberada em sua totalidade, a autarquia estuda atrair a iniciativa privada para participar dos investimentos futuros.

Recursos - "A história do Porto de Paranaguá sempre foi de parceria com a iniciativa privada. Se o governo não puder fazer, eu vou buscar recursos com empresas", aponta o superintendente. "É abrir a boca que a turma vem. Está cheio de gente querendo fazer investimento aqui", comenta, sem revelar o nome dos possíveis parceiros em potencial, alegando questões estratégicas. Ele confirma apenas que são companhias das mais diversas áreas - cooperativas, indústrias, fundos de investimento, entre outras - e que estão entre as maiores do mundo.

Prioridade - No momento, a Appa só pode contar com seus recursos próprios. Assim, a prioridade é utilizar os R$ 440 milhões em caixa em obras menores, mas que podem surtir resultados imediatos. "O caixa alto é ilusão. Ele está elevado porque as administrações anteriores deixaram de investir o que tinha que ser investido. Vamos gastar com as obrigações", afirma Maron. É preciso considerar, ainda, as ações trabalhistas. Em 2010, a Appa acumulou despesas do tipo na ordem de R$ 65 milhões. A estimativa é que o passivo alcance R$ 350 milhões.

Potencial - Uma das primeiras ações, já visando a safra de 2012, será expandir em 30% o potencial do atual corredor de exportação. A Appa vai gastar cerca de R$ 15 milhões para ampliar a capacidade dos equipamentos. Com a troca de algumas peças, os seis carregadores de navio passarão a operar, cada um deles, com capacidade para movimentar 2 mil toneladas/hora - atualmente é de 1,5 mil toneladas/hora.

Dragagem de manutenção - Outra obra programada para ser executada com recursos próprios é a dragagem de manutenção do Canal da Galheta e da bacia de evolução. A Appa aguarda as licenças ambientais do Ibama para iniciar a dragagem do Canal da Galheta e da bacia de evolução. A expectativa é que a autorização seja concedida nos próximos 30 dias e que o serviço, orçado em R$ 100 milhões, comece em julho. Paranaguá planeja reassumir o posto de maior exportador de soja até 2014.

Necessária - "Uma medida necessária em curto prazo é a dragagem. O porto fez um quebra galho, mas não é suficiente. O processo tem que ser permanente", aponta José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo Agroindustrial Cooperativa. Segundo o superintendente do porto, a intenção é realizar as dragagens de manutenção a cada dois anos. "O gasto anual com todas as dragagens é em torno de R$ 20 milhões. Gastou [esse valor], o porto está em condições", rebate Maron.

 

Estudo - A Appa estuda, ainda, uma forma de acabar com os problemas gerados pela chuva que impossibilita carregar os navios. Nos últimos anos, a interrupção no processo durante o mau tempo gerou atrasos no embarque da safra e, consequentemente, filas ao longo da estrada de acesso ao porto. Uma possibilidade estudada é a cobertura da área de embarque. Porém, a autarquia não sabe se a obra teria resultado satisfatório, observa Maron.

 

Solução complexa - "É uma solução bem mais complexa. Seriam US$ 60 milhões para cobrir cada berço e não se sabe se resolve, outra solução é uma cobertura específica do porão", diz Maron. A ampliação do pátio de triagem também é um objetivo da autarquia. O projeto prevê o aumento da área em 250 mil metros quadrados, possibilitando abrigar mais mil caminhões, além das 900 vagas atuais. Outra opção seria a parceria com a Ecovia, concessionária de pedágio que administra a BR-277. "Já fizemos contato. Eles têm o mesmo interesse que nós", ressalta Maron. Caso a parceria seja viabilizada, seria uma cópia do Ecopátio Logística Cubatão. O estacionamento para 3,5 mil vagas - passam cerca de 10 mil caminhões por dia pelo local. O sistema futuro terá píers formando uma espécie de "T" avançando no mar, perpendicular ao cais, e dobrará a capacidade de embarque atual de 9 mil toneladas/hora. A obra está avaliada em R$ 670 milhões. "O projeto ficaria pronto em três anos e Paranaguá voltará a ser o principal terminal de soja do País". (Valor Econômico)

CLIMA: Semana começa com baixas temperaturas e geadas no Sul

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A semana começa com temperaturas próximas a 0 grau Celsius (°C) e o registro de geadas em grande parte do Sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), só não geou na madrugada desta segunda-feira (30/05) ao longo da faixa litorânea entre o Paraná e o Rio Grande do Sul e no norte e oeste do Paraná. Os termômetros (30) devem oscilar nesta segunda-feira entre -2°C e 22°C.

Geada - Segundo Fernando Mendes, do serviço de meteorologia do Paraná (Simepar), a temperatura baixa, com a ausência de ventos e nuvens, favorece a formação de geadas. "O ar seco segue mantendo o dia ensolarado, mas as temperaturas ficam amenas, com sensação de frio mais intenso à tarde, em todas as regiões. A umidade do ar atinge índices baixos no período da tarde. A menor temperatura registrada  no estado nessa madrugada foi de  0°C em São Mateus do Sul [estação do Inmet]".

 

Madrugada mais fria - A madrugada mais fria do ano foi neste domingo (28/05). A mínima registrada pelo Simepar foi em Guarapuava, de -0,5 ºC. Em Curitiba, a temperatura mínima registrada  nesta segunda  foi de  5°C (a sensação térmica é de 2°C), e os termômetros  devem  permanecer marcando mínimas abaixo dos 10°C até o fim de semana. A previsão é de chuva na tarde de sexta-feira(3).

 

Chuva - Não chove há mais de um mês nas regiões oeste, noroeste e sudoeste do Paraná, o que vem prejudicando as lavouras de trigo e milho da segunda safra, que estão no  período reprodutivo, mais exigente em água. Nos boletins diários divulgados pelo Departamento Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura, os produtores reclamam que o que já foi plantado está com baixa germinação. 

 

Maior produtor - O Paraná é o maior produtor nacional de trigo. A previsão para este ano é colher 2,85 milhões de toneladas, o que corresponde a 56,6% da produção brasileira prevista para 2011. A segunda safra de milho deve ser de  7,32 milhões de toneladas. As duas safras de milho devem totalizar um volume de 13,18 milhões de toneladas. O Paraná poderá ter participação de 29,7% na produção nacional, com área de plantio de 1,65 milhão de hectares. (Agência Brasil)

ENCONTRO DE NÚCLEOS IV: Plano estratégico Sescoop/PR 2011/13 é apresentado

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CRÉDITO: CMN aprova remanejamento de recursos do Prodecoop para o Procap-Agro

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira (26/05), o remanejamento de R$ 350 milhões do Programa para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) para o Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), para aplicação na safra 2010/11. Dessa forma, o volume de recursos do Procap-Agro totaliza R$ 2,35 bilhões e o do Prodecoop R$ 1,65 bilhão, ambos a serem aplicados até o próximo dia 30 de junho, com até seis anos para pagamento no Procap-Agro e até 12 anos no Prodecoop. A medida contempla pleito do cooperativismo.

Clique aqui e confira a Resolução nº 3.974, do CMN, que trata do remanejamento de recursos do Prodecoop para o Procap-Agro

HOMENAGEM: Reinhold Stephanes, cidadão do Paraná

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AUTOGESTÃO: Experiência do Paraná será mostrada em vídeo

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AGRONEGÓCIO: Ocepar coordena painel em seminário sobre perspectivas para o setor

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A BM&FBOVESPA e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizou nesta quinta-feira (26/05), em São Paulo, o Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2011 e 2012. O encontro, em sua décima edição, reuniu importantes nomes do cenário agropecuário brasileiro e mundial para um debate sobre as tendências dos mercados dos principais produtos do agronegócio nacional e os reflexos macroeconômicos no setor. O evento também teve o objetivo de divulgar as ferramentas de gestão de riscos e os mercados futuros agropecuários. O seminário foi voltado para empresas, produtores, investidores, governo, entidades e instituições ligadas ao agronegócio.  O evento teve seis painéis sobre os cenários de mercado na perspectiva de 2011 e 2012, que discutiu as principais cadeias produtivas do agronegócio. O painel sobre milho, aves e suínos foi coordenado pelo superintendente adjunto da Ocepar, Nelson Costa, teve como palestrante Carsten Wegener, da ADM do Brasil e como debatedor Moacir Henrique Martins, da Marfrig Group.

ARENITO CAIUÁ: BB e parceiros apresentam projeto para a região

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O Banco do Brasil apresenta em Paranavaí, nesta sexta-feira (27/05), às 14h30, o projeto de Desenvolvimento da Região do Arenito Caiuá. Para o lançamento do projeto estarão presentes diversas lideranças do agronegócio paranaense, bem como a senadora Gleisi Hoffmann e o governador do Estado, Beto Richa, entre outras. O Banco do Brasil estará representado por seu vice-presidente de Agronegócios, Osmar Dias, entre outros executivos.  A apresentação será feita pelo superintendente estadual do Paraná, Paulo Roberto Meinerz, que mostra a proposta de atuação do BB e seus parceiros na região do Arenito.

O Arenito Caiuá - A região do Arenito Caiuá fica no Noroeste do Paraná e abrange 107 municípios, que têm como característica comum a formação por solo arenoso, correspondendo uma área total de 3,2 milhões de hectares. De acordo com dados do Iapar (em 2006), o solo da região é ocupado em sua maioria por pastagens (72%), seguido de lavouras (16%), florestas (6%) e outros usos (6%).

 

A pesquisa técnica - O corpo técnico do Banco do Brasil e seus parceiros consolidaram os diagnósticos da região com objetivo de identificar as principais demandas do local e de mapear as atividades agropecuárias desenvolvidas. Foram realizadas consultas a materiais bibliográficos e sítios, visitas a entidades e empresas da região, além de reuniões com lideranças. Os técnicos do banco, formados em agronomia, veterinária, entre outras profissões pertinentes, junto das entidades parceiras, verificaram que em alguns municípios da região do Arenito Caiuá existe uma degradação do solo e erosão, baixa produtividade, baixo índice de aplicação de tecnologia no campo, desinteresse dos sucessores e êxodo rural, acima da média do estado (conforme dados do IBGE em 2010).

 

Proposta de Atuação - O projeto de desenvolvimento do BB para a região envolve parcerias, firmadas com as principais entidades do agronegócio paranaense, pois a atuação de cada uma delas é o que garantirá o sucesso da iniciativa. Serão envolvidas universidades, institutos técnicos e órgãos públicos. Alguns exemplos dos parceiros: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (SEAB), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Prefeituras Municipais, Emater, Embrapa, Conab, Iapar, IAP, Incra, Universidade Estadual de Maringá (UEM), Unipar, Ocepar, Faep, Fetaep, Senar, Sebrae, Faciap, Associações, Cooperativas, Empresas de Assistência Técnica Privadas e empresas que beneficiam a produção na região. Muitos desses parceiros já sinalizaram positivamente em prol do desenvolvimento da região. A Ocepar será representada no evento desta sexta pelo diretor José Fernandes Jardim Júnior. (Com informação da assessoria de imprensa do BB)

COOPERJOVEM: Abertas as inscrições para 4º Prêmio Professor

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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) deu início às atividades para realização do 4º Prêmio Professor do Programa Cooperjovem - edição 2011. O objetivo da premiação é reconhecer e valorizar o trabalho e a dedicação do professor que atua na primeira fase do Programa, dando visibilidade às boas práticas desenvolvidas. Serão selecionados trabalhos realizado por professores do ensino fundamental das escolas públicas e cooperativas educacionais adimplentes com o Sistema OCB/Sescoop, que realizam com seus alunos atividades fundamentadas nos conteúdos do Programa Cooperjovem.

Duas etapas - As inscrições dos trabalhos são realizadas em duas etapas. Na primeira (de 4 a 22 de julho), os professores se inscrevem junto às Unidades Estaduais do Sescoop. Na segunda (de 25 a 29 de julho), as Unidades Estaduais encaminham as fichas à Unidade Nacional. Os professores responsáveis pelos três melhores trabalhos receberão 01 tablet (1º lugar) e 01 notebook (2º e 3º lugares). E ainda, os trabalhos selecionados na primeira fase receberão menção honrosa e serão publicados pela unidade nacional do Sescoop.

 

Novas categorias - Como forma de proporcionar melhorias e uma constante evolução na qualidade do Programa, este ano a 4ª edição do evento vai premiar trabalhos que apresentarem, além dos critérios estabelecidos nas edições anteriores, duas novas categorias: inovação da metodologia e dos materiais aplicados em sala de aula e integração cooperativa madrinha-comunidade escolar (professores, empregados das escolas ou cooperativas educacionais, alunos e seus familiares).  Clique aqui para acessar o regulamento. (Informe OCB)

COPACOL: Restaurante e cafeteria são instalados no supermercado

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COCAMAR I: Mudança de postura é benéfica a produtor de soja

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O desafio de evoluir na produtividade da lavoura de soja requer do agricultor que ele se disponha a familiarizar-se com outros tipos de parâmetros, como os de perdas, e trabalhar a gestão dos problemas em sua atividade a partir de uma mudança de postura. "A simples renovação do processo operacional pode render um ganho de 10 sacas a mais por hectare", assegurou Afonso Peche Filho, um dos palestrantes do Encontro Cocamar de Produtores de Soja, evento realizado na manhã desta quinta-feira (26/05) na Associação Cocamar, em Maringá. Promovido pela cooperativa, contou com a participação de cerca de 600 produtores e técnicos.

Ritmo - O pesquisador disse que, por ter uma "janela curta" de plantio e ainda sujeita a intempéries, o produtor tende a acelerar o plantio, empregando uma velocidade acima do recomendado. Ao mesmo tempo, advertiu, há "perdas crônicas" de tempo nas operações que poderiam ser melhor gerenciadas. "Na propriedade, há diferentes ambientes operacionais e para cada um existe um jeito de se trabalhar, mas a tendência é uniformizar o procedimento de plantio", afirmou.

 

Qualidade - Para Peche, não adianta investir em insumos e equipamentos de baixa qualidade. "O agricultor pensa que está ganhando na compra, mas ele perde na prática, na produtividade." O Encontro foi completado com a palestra da especialista da Universidade de Rio Verde (Fesurv), Jurema Fonseca Rattes, cujo foco foi o combate ao percevejo e a estratégia a ser adotada diante de grandes populações.

 

Conhecimentos - "São produtores escolhidos a dedo, altamente profissionais e tecnificados, que podem nos auxiliar na multiplicação das novas tecnologias", disse o vice-presidente da Cocamar, José Fernandes Jardim Júnior, na abertura do evento. Segundo ele, a incorporação de novos conhecimentos ao campo "é um processo constante e dinâmico, sempre com novos desafios". Segundo ele, o papel da cooperativa, nesse caso, é o de possibilitar uma ponte entre as novidades e a sua aplicação nas lavouras. "A busca pelo incremento da produtividade e o aperfeiçoamento do processo produtivo pode significar a competitividade do agricultor", completou. Ainda de acordo com o gerente técnico da Cocamar, Aparecido Fadoni, que coordena o trabalho dos profissionais da cooperativa realizado a campo, tem sido fundamental discutir com os agricultores os pontos relacionados à gestão das propriedades e incentivar o uso de tecnologias adequadas para ampliar produtividade e a renda dos cooperados.  (Com informações da Imprensa Cocamar)