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DEBATE SOBRE A QUESTÃO ENERGÉTICA NO BRASIL

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O Sescoop Nacional participa, hoje e amanhã, do Seminário sobre Eficiência Energética, conduzido pelo Sebrae, com o objetivo de promover amplo debate sobre a atual situação energética brasileira, seus impactos e dimensões sociais e econômicas. O evento tem por objetivo final apresentar diferentes formas de contribuição, das entidades participantes, para a construção de um Programa de Eficiência Energética dirigido a micro e pequenas empresas. A união de esforços Sebrae e Sescoop, também nessa questão de abrangência nacional, já é resultado de ações da aliança estratégica que vem se desenvolvendo entre as duas entidades. (Fonte: OCB/Sescoop)

GOVERNO DECRETA VACINAÇÃO EM TODO O GADO DO RS

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O ministro da Agricultura, Marcus Vinícius Pratini de Moraes, determinou ontem (9) a vacinação de todo o gado no Rio Grande do Sul para impedir que a doença se expanda. A vacinação é para prevenir que o vírus se expanda mais profundamente no principal território de criação, incluindo Santa Catarina, disse o ministro da Agricultura. O rebanho de Santa Catarina não sofre surto da doença há três anos e está perto de conseguir aprovação sanitária internacional para sua carne livre da febre aftosa sem vacinação.

AGRICULTURA ORGÂNICA

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Atendendo uma solicitação do próprio secretário da Agricultura, Antônio Poloni, diversas entidades ligadas ao setor produtivo, entre elas a Ocepar/Sescoop-PR , estiveram reunidas na sede do Sebrae, ontem (9), para avaliar o trabalho que vem sendo desenvolvido em todo o Estado com relação à agricultura orgânica. Na oportunidade, representantes do projeto ?Pró-Caxias? falaram sobre a parceria realizada entre nove municípios atingidos pela barragem da Usina Salto Caxias e, com o apoio da Copel e do Sebrae, auxiliam pequenos agricultores familiares no desenvolvimento da agricultura orgânica. O presidente da Emater-PR, Rubens Niederheitmann, lembrou que a entidade realiza um trabalho no setor de orgânico desde 1982 e conta hoje com 48 técnicos atuando em diversas regiões do Paraná e mais 120 em treinamento. Profissionais, estes, que auxiliam na difusão da tecnologia necessária para uma produção sustentada. O Senar-PR e a Faep também decidiram entrar neste processo, capacitando os agricultores interessados na produção de café, açúcar, feijão, milho, soja e hortaliças orgânicas. Segundo o assessor da diretoria da Ocepar, Guntolf van Kaick, que participou da reunião em companhia de Nelson Costa, do Getec, o assunto vem exigindo cada vez mais atenção das entidades devido a crescente demanda de produtos orgânicos junto aos consumidores. ?Iremos acompanhar de perto todo este processo para orientar aquelas cooperativas que se interessarem pelo o assunto?, afirmou. Na reunião entre as entidades ficou acertada a realização de um Seminário que deverá discutir uma política de agricultura orgânica para o Paraná, para tal será constituído um grupo de trabalho que irá discutir todos os detalhes deste evento, bem como formulação de uma minuta para normatização da produção agrícola.

É PRECISO VACINAR!

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Na última página desta edição transcrevemos o artigo do presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, publicado na edição de hoje da Gazeta Mercantil. ?Aftosa: é preciso vacinar?, faz um apelo para que todos se empenhem na vacinação do rebanho bovino paranaense. Koslovski justifica que é na transformação de grãos em proteínas que está o diferencial do Paraná em relação a outros Estados e por isso é preciso, a qualquer custo, garantir a sanidade do rebanho.

LIVRO: CADEIA AGROINDUSTRIAL DA PECUÁRIA DE CORTE NO BRASIL

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Os estudos publicados pelo CNI por meio do IEL Nacional, pela CNA e pelo Sebrae, foram realizados por consórcio formado pelas instituições das universidades federais de Viçosa/MG e São Carlos/SP e apresentados e discutidos durante um seminário de trabalho realizado em outubro de 1999, em Brasília, com a participação de técnicos, pesquisadores e empresários ligados ao setor. Avalia e identifica toda a cadeia produtiva do bovino de corte que é formado por aproximadamente 145 milhões de cabeças no Brasil, representando o maior rebanho do mundo. Segundo o presidente da CNI, na apresentação do trabalho, ?este número pode crescer sensivelmente, segundo os estudos, se houver uma redefinição de estratégia e reestruturação da cadeia produtiva como um todo, eliminando problemas como a grande variação no padrão de qualidade dos animais e de sistemas de abate e comercialização?.

A publicação está à disposição das cooperativas, para consulta, na Biblioteca da Ocepar.

EXPORTAÇÕES DE CARNE SUÍNA DEVEM AUMENTAR EM 120%

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O Brasil deve aumentar a receita das exportações de carne suína em 120% este ano, cerca de US$ 260 milhões, segundo informou o Ministério da Agricultura e do Abastecimento. A expectativa foi divulgada após visita de 42 dias de uma missão russa que inspecionou e liberou vendas diretas para o comércio daquele país de abatedouros e entrepostos de sete estados brasileiros. Os russos compram 52% do volume de carne suína exportada pelo Brasil. (Agência Brasil)

O VAI-E-VEM DO DÓLAR

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O dólar comercial fechou com forte alta ontem(8), cotado a R$ 2,245 para venda, devido à situação política brasileira e ao anúncio da Standards & Poors sobre os títulos argentinos. Estes fatores também carregaram o mercado de ações para o terreno negativo. O índice Bovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou com baixa de 0,86%. A Standards & Poors, de análise de risco, informou no meio da tarde que rebaixou de "B" para "C" a classificação dos créditos de curto prazo da Argentina e de "B+" para "B" os créditos de longo prazo. A agência informou também que redução maior poderia estar a caminho. No Brasil, o ministro da Integração Regional, Fernando Bezerra, deixou o cargo atirando contra o governo e dizendo que também vai assinar a CPI da Corrupção.

EMBARGO A GRÃOS ARGENTINOS

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O Ministério da Agricultura abrandou o embargo às importações de produtos de origem vegetal procedentes da Argentina, que estavam proibidos de entrar no Brasil desde o dia 29 de março passado, devido à grande incidência de febre aftosa naquele país. Uma instrução normativa da Secretaria de Defesa Agropecuária do ministério, publicada ontem (8) no Diário Oficial da União, mantém a proibição para a importação de produtos de origem vegetal que estejam em um raio de apenas três quilômetros dos focos da doença em território argentino. A instrução anterior proibia a importação de produtos de origem vegetal de todas as províncias argentinas. O abrandamento da proibição, pelo governo brasileiro, atende a uma solicitação do país vizinho, cujos produtores de trigo, soja, milho, cebola, alho, foram fortemente prejudicados.

SUSPEITA DE NOVO FOCO DE AFTOSA NO RS

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Surge suspeita em Alegrete (RS) de que dez reses estão contaminadas por febre aftosa. Este pode ser o segundo foco detectado no Estado em três dias. Amostras de sangue dos animais foram enviadas ao Ministério da Agricultura para avaliação. A vacinação do rebanho gaúcho nas 25 cidades da fronteira com o Uruguai e a Argentina começa nesta quarta-feira (9).

OSMAR DEFENDE VACINAÇÃO IMEDIATA DO REBANHO

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O senador Osmar Dias (PSDB-PR) alertou o governo federal sobre a necessidade de serem tomadas medidas urgentes para evitar que a febre aftosa ? que já atingiu o município de Santana do Livramento (RS) ? se alastre por outras regiões do país. Ele defendeu a vacinação do rebanho de Santa Catarina e a eliminação e incineração das cabeças de gado contaminadas no Rio Grande do Sul. Na opinião do senador, a utilização do "rifle sanitário" para sacrificar os animais contaminados é fundamental para que a doença não se alastre. Ele argumentou que a medida é um investimento para garantir a sanidade animal e a imagem do rebanho brasileiro no exterior. A não vacinação do rebanho gaúcho logo depois que foi constatada febre aftosa na Argentina foi um erro, no entendimento de Osmar Dias. Ele comentou que o ministro da Agricultura e do Abastecimento, Pratini de Moraes, deve ter sido mal orientado quando decidiu não vacinar o gado do Rio Grande do Sul, para que o Estado não perdesse o status de "zona livre da febre aftosa sem vacinação". O erro não deve ser repetido, alertou o senador. Segundo disse, o governo não pode esperar o surgimento da doença em Santa Catarina para vacinar o rebanho.

RACIONAMENTO DE ENERGIA

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O presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, diante do anúncio do Governo Federal em realizar racionamento de energia, lembra da necessidade de toda a sociedade, inclusive o setor cooperativista, desenvolver campanhas de conscientização junto aos seus cooperados para que se evite o desperdícios de energia elétrica. Para Koslovski, o governo usou do bom senso ao anunciar que não irá mais aplicar multas mas sim oferecer bônus para aqueles consumidores que ?pouparem? energia. Ontem (8), o ministro de Minas e Energia, José Jorge, disse que a idéia inicial do governo é manter o racionamento até 30 de novembro. Segundo ele, o consumidor deverá ser informado como vai funcionar o racionamento, logo após a reunião do dia 23 de maio, por meio da mídia e das concessionárias. O ministro antecipou que o pagamento do bônus será feito para aqueles que tiverem um consumo inferior ao da cota estabelecida pelo governo. O pagamento do bônus será feito por meio de crédito na conta de energia, que será financiado com recursos do Tesouro, conforme explicou José Jorge. Ele disse ainda que as regiões que conseguirem cumprir as metas de consumo serão priorizadas no fornecimento do insumo.

POLÍTICA DE RETENÇÃO DE CAFÉ SERÁ REDISCUTIDA

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A próxima reunião da Associação dos Países Produtores de Café (APPC), marcada para o dia 16, em Londres, será decisiva para o destino da política de retenção do produto, em vigor há quase um ano. O Brasil, por exemplo, aguarda a data para decidir se continuará participando do programa, uma vez que os resultados práticos, ou seja, a elevação do preço do produto no mercado mundial, não tem se efetivado. Deve ser discutida também a possibilidade de redução do volume estocado pelos produtores, hoje estabelecida em 20%. Na terça-feira(7), foi publicado no Diário Oficial da União portaria que determinou a transferência da responsabilidade de retenção dos exportadores para os produtores.

Paraná proíbe entrada de gado gaúcho

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A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná proibiu ontem (7) a entrada de animais vivos e carne com osso do Rio Grande do Sul suscetíveis à contaminação pela febre aftosa. A medida decorre da confirmação da doença em 11 animais em Santana do Livramento (RS), na fronteira com o Uruguai. Além do reforço na barreira, a defesa sanitária animal paranaense vai intensificar a inspeção em todos os animais oriundos do Rio Grande do Sul nos últimos 30 dias. Eles serão avaliados semanalmente por veterinários. Até a criação da barreira sanitária, os animais que chegavam de propriedades gaúchas recebiam duas doses da vacina contra a doença. O trânsito só era permitido sete dias após completado o esquema de vacinação. Desde o começo do ano, mais de 1,6 mil animais do Rio Grande do Sul entraram em território paranaense.

Apelo da Ocepar - O presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, pediu ontem(7) às cooperativas paranaenses para que se mobilizem no sentido de antecipar a vacinação de 100% do rebanho em suas áreas de ação e que sejam denunciados os casos de contrabando ou entrada clandestina de carne em nosso Estado. ?Não podemos vacilar um só instante precisamos imunizar nosso rebanho o mais urgente possível e assim impedir a entrada da doença no Paraná?, afirmou.

Russos habilitam frigoríficos do país

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A missão russa que visitou, durante 42 dias, sete Estados brasileiros, habilitou para exportações 23 abatedouros de bovinos,18 de suínos e 13 entrepostos. Os técnicos avaliaram as condições dos frigoríficos para liberar as exportações de carnes para a Rússia. Também inspecionaram as condições dos portos de Rio Grande (RS), Paranaguá (PR), Itajai (SC), que são os principais corredores de exportação de suínos. O Brasil tem 18% a 20% do mercado russo de carne suína que deverá crescer. As exportações brasileiras do produto para a Rússia somaram 20.255 toneladas no primeiro semestre de 2001, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Carne Suína.

Balança continua positiva graças aos produtos agrícolas

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As exportações de produtos básicos decolaram e ajudaram a balança comercial a alcançar superávit na primeira semana de maio. As vendas do segmento cresceram 44% em relação a maio do ano passado pelo critério da média diária. Os embarques de soja, principal vedete das exportações nessa época do ano, finalmente mostraram desempenho expressivo. O açúcar também teve comportamento positivo. As vendas ao exterior subiram 289% em relação a um ano atrás. A média global das exportações brasileiras somou US$ 258 milhões por dia na primeira semana desse mês - 12% acima do número de um ano atrás. Do lado das importações, a elevação em relação a maio de 2000 foi de 19%. Continuam em alta as aquisições de eletroeletrônicos (64%), cereais (49%), entre outros. (Jornal O Valor)

Concessionárias de rodovias terão que divulgar receitas

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O Senado aprovou, em caráter terminativo o projeto de lei nº 23, de autoria do senador Osmar Dias (PSDB-PR), que obriga a publicação integral, na Imprensa Oficial, de todos os contratos de concessão entre o poder público e entes privados. No caso específico de concessões de exploração de rodovias, as concessionárias ficam obrigadas a disponibilizar trimestralmente, para a sociedade, a planilha analítica que evidencie os custos e receitas. Também devem ser disponibilizados a qualquer cidadão interessado os aditivos aos contratos e avaliação mensal sobre o cumprimento dos seus termos. Além disso, o poder concedente fica obrigado a publicar mensalmente, na Imprensa Oficial, as rendas auferidas de todas as concessões e o destino dos recursos arrecadados. Agora o projeto deverá ser apreciado pela Câmara dos Deputados.

Livro: Formação de preços da soja na década de 90

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Sendo o Brasil o segundo maior produtor mundial de soja, responsável por cerca de 20% do total mundial, representando 9% do valor total das exportações e 30% das exportações agrícolas brasileiras, sua importância como fonte geradora de divisas para o país, além da sua situação de destaque no mercado interno tem levado as universidades a se interessarem em produzir grande número de trabalhos acadêmicos, teses, monografias, e outros. Entre as dissertações apresentadas à ESALQ, para obtenção do título de Mestre em Ciências na área de concentração de Economia Aplicada, destaca-se a de Robson Leandro Mafioletti, colaborador da Gerência Técnica da Ocepar. Sua pesquisa analisou o processo de formação dos preços do complexo soja tanto entre níveis de mercados, ou seja, produtor, atacado e varejo e mercado externo, quanto entre as principais regiões produtoras e consumidoras de soja e derivados no mercado interno, no período de janeiro de 1982 a dezembro de 1999, nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A dissertação está à disposição para empréstimo às cooperativas na Biblioteca da Ocepar.

Agrária completa 50 anos com homenagens

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Com a presença de aproximadamente 500 pessoas que lotaram o Centro Cultural Mathias Leh, na Colônia Vitória, em Guarapuava, foram feitas diversas homenagens às pessoas ou entidades que contribuíram para a fundação da Cooperativa Agrária. Entre os homenageados pela diretoria da cooperativa estava o Governo do Estado do Paraná, Secretaria de Agricultura, Prefeitura Municipal de Guarapuava e os consulados da Alemanha, Áustria e Suíça. O presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski compareceu à solenidade na companhia do secretário de Agricultura, Antônio Poloni e do prefeito de Guarapuava, Victor Hugo Burko.

ICMS: carnes, óleos e derivados do leite incluídos na cesta básica

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Desde que surgiu o impasse com a revogação de benefícios fiscais, resultando no aumento da alíquota de ICMS para alguns produtos em decorrência da ação de inconstitucionalidade (ADIN) impetrada pelo governo de São Paulo contra o Paraná, representantes de entidades do setor produtivo, entre elas a Ocepar, estão negociando junto às autoridades uma saída viável para a crise. Resultado destas negociações é o Decreto do último dia 2, que acrescenta carnes e miúdos comestíveis, óleos refinados e queijos na cesta básica. Segundo a Ocepar, com relação à carne existem pendências que deverão ainda ser resolvidas nesta semana, pois não seria exatamente esta a reivindicação do setor. Veja a seguir a íntegra do decreto:

DECRETO Nº 3.924 DE 02.05.2001

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, V, da Constituição Estadual,

DECRETA

Art. 1º Ficam acrescentados os incisos XIII, XIV e XV ao art. 1º do Decreto n. 3.869, de 10 de abril de 2001, com a seguinte redação:

"XIII - carnes e miúdos comestíveis, frescos, resfriados ou congelados, resultantes do abate de aves, coelhos e gados bovino, bubalino, suíno, ovino e caprino;

XIV - óleos refinados de soja, de milho e de canola; ovo em pó;

XV - queijos mussarela e prato."

Art. 2º O presente decreto entrará em vigor na data da sua publicação, produzindo efeitos a partir de 27.03.2001.

Curitiba, 2 de maio de 2001, 180º da Independência e 113º da República.

Jaime Lerner

Governador do Estado

Ingo Henrique Hübert

Secretário de Estado da Fazenda

José Cid Campêlo Filho

Secretário de Estado

ABIOVE TEM NOVO PRESIDENTE

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Carlo Lovatelli foi eleito na última quinta-feira presidente da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove). O cargo era ocupado por César Borges, presidente da Caramuru Alimentos, que continua com uma cadeira no Conselho. A troca de comando se deu por conta do fim do mandato de Borges, que assumiu o posto há pouco mais de um ano e meio, substituindo Sérgio Barroso, da Cargil. Além da Coamo, também participam do Conselho da Abiove a ABC, ADM e a Coinbra.