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Um protocolo foi assinado na manhã desta quinta-feira (03/05) na sede da Cocamar, em Maringá, entre a cooperativa, a Sicredi União PR, a Unicampo e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O objetivo é agilizar a implementação de projetos de integração agropecuária em propriedades situadas na região de abrangência da Cocamar, em especial no noroeste, onde predominam pastagens de baixo retorno econômico.
Como funciona - Nessa parceria, a Cocamar vai designar os produtores interessados em receber financiamento, a Unicampo (cooperativa de prestação de serviços agronômicos) fará os projetos técnicos e a Sicredi União fica responsável pelo repasse de recursos a partir de um acordo com o BRDE. O dinheiro para o investimento, a juros de 5,5% ao ano e com oito anos para quitação, é proveniente do Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono), do governo federal.
Região degradada - Durante a reunião, o gerente de Produção Agrícola da Cocamar, Leandro Cezar Teixeira, fez uma apresentação do trabalho realizado pela cooperativa. Segundo ele, na região noroeste a maior parte das pastagens é degradada, com reduzido índice de ocupação. Ao integrar a pecuária com o cultivo de soja no verão – só possível mediante o plantio de capim braquiária no outono, que protege o solo e vai fornecer alimento em abundância para o gado no inverno – o produtor amplia sua receita e torna a atividade sustentável.
Mais riquezas - Para o presidente da cooperativa, Luiz Lourenço, à medida que um número maior de produtores aderir à integração, “a região inteira vai ganhar com a maior geração de riquezas”. Na visão do presidente da Sicredi União, Wellington Ferreira, “é preciso facilitar o acesso do produtor aos recursos oferecidos pelo programa”. Mas ele enfatiza que, por ser algo ainda relativamente novo, “nem todos os produtores têm conhecimento do ABC, sendo necessário também capacitá-los para a integração”.
Sinergia - Por sua vez, o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Nivaldo Assis Pagliari, propôs criar uma sinergia entre as partes integrantes do protocolo, “de modo a assegurar os melhores resultados”. Ao lado do diretor financeiro Jorge Gomes Rosa Filho e da gerente adjunta de operações Carmen Rodrigues Truite, ele sugeriu a criação de uma agenda para acompanhar o andamento da parceria, prevendo inclusive um ato formal de lançamento na Expoingá 2012, que começa no dia 10. (Imprensa Cocamar)
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As principais lideranças do agronegócio brasileiro se reúnem em Maringá (PR), no próximo dia 18 de maio, para debater um tema revolucionário para a sustentabilidade do campo: a Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILP-F).
Fomentar - A iniciativa é uma parceria entre a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e a Cocamar. O seu objetivo é fomentar esse sistema produtivo desenvolvido pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e o setor privado, tipicamente voltado para as condições brasileiras. O XXIII Fórum “Integração Lavoura, Pecuária e Floresta” debaterá as potencialidades do cultivo consorciado de grãos, carne, fibras e madeira, que contempla a adequação ambiental, a valorização das pessoas e viabilidade econômica da propriedade rural.
Apoiadores - O Fórum está previsto para iniciar às 8 horas e encerrar às 13 horas, no recinto da Expoingá (Restaurante Central), com o apoio da Sociedade Rural de Maringá (SRM), Banco do Brasil, Embrapa e Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Estarão presentes especialistas, pesquisadores e cerca de 250 produtores paranaenses, que já fazem ou planejam investir em projetos de ILP-F. (Imprensa Cocamar)
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O PSiU – Prêmio Sicredi Universitário, realizado pela cooperativa Sicredi São Cristóvão PR/SC, recebeu, na noite de quarta-feira (03/05), da Câmara Municipal de Vereadores de Pato Branco/PR, a Moção de Aplausos pela realização da 4ª edição do PSiU. O reconhecimento foi proposto pelo vereador Luiz Augusto Silva, Guto Silva (PSD) e assinada por todos os demais vereadores.
Comunidade - Segundo o presidente da Sicredi São Cristovão, Clemente Renosto, essa moção é para a comunidade e não para a cooperativa, pois o Sicredi faz parte da comunidade. Estamos em Pato Branco desde o ano de 1999, fazendo parte há 13 anos desta comunidade e contribuindo para o seu desenvolvimento”, disse o presidente, agradecendo a homenagem dos vereadores e o apoio da Câmara em todos os projetos desenvolvidos.
Aproximação - Para o presidente, Clemente Renosto, “o projeto PSIU aproxima os jovens acadêmicos do cooperativismo, incentivando os mesmos a conhecer melhor esta grande alternativa de organização da sociedade”. O prêmio PSiU faz parte dos projetos sociais que o Sicredi desenvolve e tem como objetivo incentivar a leitura, a produção de conhecimento e a pesquisa, além de divulgar a filosofia cooperativista entre acadêmicos das universidades e faculdades da região.
Ano Internacional - O presidente também destacou que este ano a ONU chancelou como “O Ano Internacional das Cooperativas”, ressaltando a importância da cooperação na vida das pessoas. “E sempre esteve na vida do Sicredi”, e é por isso que estamos aqui, hoje, recebendo está Moção de Aplausos.
Premiação -A premiação da 4ª edição do PSIU aconteceu no Município de Mangueirinha, no dia 24 de novembro de 2011. O tema proposto para essa edição foi "A Contribuição das Redes Sociais para o Cooperativismo". Foram premiados cinco trabalhos na categoria texto e três na categoria fotografia, totalizando cinco mil reais em prêmios. (Imprensa Sicredi)
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Na reta final dos preparativos para a edição 2012, o Fórum Político Nacional Unimed e o Conai recebem importantes confirmações de presenças em palestras e mesas-redondas, com programações cada vez mais atrativas. O Fórum Político definiu sua grade de programação, que contará com presenças expressivas do cenário político nacional e internacional. Já no Conai, também confirmaram presença o Ministro da Saúde de Portugal, Manuel Teixeira, além da jornalista Flávia Cintra. Os dois eventos ocorrem entre 16 e 18 de maio, em Foz do Iguaçu (PR).
Presenças internacionais - No Fórum Político, dentre os nomes confirmados, as presenças internacionais de Michel Maffesoli, sociólogo e professor da Universidade de Paris Descartes-Sorbone, e Álvaro Vargas Llosa, filho do Prêmio Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, Diretor do Centro para a Prosperidade Global no Independent Institute (em Washington) e colunista no diário espanhol El Mundo; além de importantes nomes da política brasileira, como Marina Silva, ex-Senadora e ex-Ministra do Meio Ambiente; Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul e presidente do Instituto Reformar de Estudos Políticos e Tributários; Helvécio Magalhães, secretário de atenção à saúde do Ministério da Saúde.
Conai - Manuel Teixeira vem especialmente ao Brasil para enriquecer o debate sobre Parcerias Público-Privadas na saúde, expondo o modelo de gestão da saúde empregado no país europeu e as particularidades da relação entre saúde pública e privada em Portugal. Em outra atração do 14º Conai, a mesa-redonda ‘Superação’, a jornalista Flávia Cintra, que mesmo tetraplégica desde os 18 anos conseguiu dar à luz a gêmeos e adota um estilo de vida que surpreende pela força de vontade, compõe o debate que será realizado com nomes como os paratletas Lucas Prado, Caio Amorim e o Deputado Federal Romário de Souza Faria. Para ter mais informações sobre o 14º Conai e o 2º Fórum Político, acesse o hot-site dos eventos. (Unimed do Brasil)
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Começa na próxima segunda-feira (07/05), o Alerta Geada, serviço de previsão meteorológica dirigido à região cafeeira paranaense, que se estende do norte ao noroeste do estado. Há 17 anos em funcionamento, o Alerta prevê um pré-aviso de 48 horas em caso de previsão de geada e uma confirmação 24 horas antes do fenômeno climático ocorrer. O serviço é fundamental para evitar perdas ou a destruição dos pés de café com até dois anos de implantação, quando a planta é mais suscetível ao frio. Segundo o coordenador da área de café da Secretaria de Agricultura do Paraná (Seab), Paulo Franzini, existem em torno de 2,4 mil hectares nesse estágio de desenvolvimento em todo o estado. Com até seis meses de formação ele calcula que seja mil hectares.
Medidas - A partir de um disparo de alerta, o produtor pode tomar algumas medidas para minimizar os riscos. Em pés de café com até dois anos, a recomendação é o enterrio das mudas, que podem ficar nessa condição até 20 dias. Nas lavouras maiores, de seis meses a dois anos, a técnica mais adequada é o “chegamento” de terra no tronco, o que pode ser feito já neste mês e durar todo o inverno.
Cuidado - O pesquisador do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) Paulo Caramori lembra que há 12 anos ocorreram sete geadas em um período de 12 dias, quando foi registrada pela última vez a incidência do fenômeno climático com mais força. “Estamos em um período de transição do La Niña. Além disso, historicamente temos geadas severas em um período de 8, 10 anos na nossa região. Então, todo cuidado é pouco”, avisa o pesquisador.
Realização - O Alerta Geada é realizado por meio de uma parceria entre a Seab, Iapar e Emater, Simepar e Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café. (Assessoria de Imprensa do Iapar)
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Mais uma reunião na sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) marcou o início da fase de operacionalização do Protocolo de Intenções firmado com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) para transferência de tecnologia a produtores de cooperativas agropecuárias. O encontro aconteceu nesta quarta-feira (02/05) e reuniu gerentes e analistas das três áreas finalísticas do Sescoop (Formação Profissional, Promoção Social e Monitoramento) e de Ramos e Mercados, da OCB, além de técnicos do Departamento de Transferência de Tecnologias (DTT) da Embrapa.
Minuta - Na ocasião, os participantes validaram uma minuta de projeto para realização de ações por meio das quais deverão ser identificadas as principais demandas de cooperativas e unidades estaduais referentes às suas necessidades de incorporação de tecnologias para a agricultura e pecuária locais. Essa ação inicial deverá subsidiar a execução das demais atividades previstas no Protocolo.
Transferência tecnológica - “A construção conjunta dos projetos de mapeamento e estudos de demandas para posterior validação com as unidades estaduais é um avanço no processo de transferência tecnológica a ser acessada e adotada pelos cooperados e, consequentemente, de desenvolvimento das cooperativas agropecuárias”, explicou a gerente de Formação e Qualificação Profissional do Sescoop, Andréa Sayar. Segundo a gestora, essas ações preliminares são necessárias para garantir que a atuação do Sescoop mantenha-se convergente com os interesses e expectativas dos seus beneficiários diretos: os cooperados, produtores rurais e cooperativas.
Saiba mais – O Protocolo de Intenções entre OCB, Sescoop e Embrapa foi assinado no último dia 25, por ocasião da solenidade de comemoração dos 39 anos de atuação da empresa de pesquisa. O objetivo é incrementar a transferência de tecnologias e conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária a profissionais ligados ao setor cooperativista. Tendo como foco a formação de multiplicadores, o desenvolvimento de estudos e pesquisas em áreas de interesse comum entre as organizações, além da promoção de ações voltadas a sustentabilidade, o acordo terá o prazo de execução de 36 meses. (Informe OCB)
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Estiveram reunidos nesta quinta-feira (03/05), na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), em Brasília (DF), os membros do Comitê de Gestão, responsáveis pela construção da metodologia do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), previsto na Diretriz de Monitoramento da instituição. “A meta do grupo é concluir os trabalhos ainda no primeiro semestre para que seja iniciada a etapa de capacitações regionais. A ideia é que a metodologia esteja disponível para as unidades estaduais para aplicação a partir de 2013”, explicou a gerente de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop, Susan Miyashita Vilela.
Revisões - Segundo a gestora, o grupo, que conta com o apoio da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) na elaboração, já efetuou até o momento duas revisões no material, além da devolutiva junto às cooperativas que aderiram à Diretriz. “A metodologia para o PDGC vem para complementar a Diretriz”, afirmou. Sobre a colaboração da FNQ neste processo, Susan afirma ser fundamental para unir a expertise em cooperativismo, própria do Sescoop, com o know-how da FNQ no que diz respeito a excelência da gestão: “o objetivo é a construção de uma metodologia de excelência da gestão para as cooperativas alinhada aos princípios do cooperativismo”.
Reuniões previstas - De acordo com Susan, mais três reuniões do Comitê estão previstas até junho deste ano para finalização da metodologia. Em julho, o resultado deverá ser apresentado aos técnicos de monitoramento das unidades estaduais para, em 2013, ser aplicado pelas cooperativas. “Estamos trabalhando para fazermos o repasse para os técnicos até o final do ano. A ideia é realizarmos as capacitações regionais ainda no segundo semestre, para que eles possam ir a campo no próximo ano”, afirmou. (Informe OCB)
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Um dos principais programas brasileiros de estímulo a redução de CO2, o Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) já registrou mais de 2,5 mil contratos entre julho de 2011 e março de 2012, com um volume total de R$ 611 milhões em empréstimos concedidos para produtores que adotem práticas agrícolas sustentáveis. Para ampliar ainda mais esses números, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estimula a criação de grupos gestores estaduais (CGEs) e a capacitação de técnicos, produtores e dos agentes das cadeias produtivas e bancárias.
Projetos - Um dos principais entraves para que o produtor tenha acesso ao crédito oferecido pelo Programa ABC é a elaboração de projetos, especialmente devido à falta de capacitação técnica. Segundo o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Erikson Chandoha, este problema foi diagnosticado ainda durante a construção do programa e tem sido uma das prioridades assumidas pelo Mapa desde então.
Grupos de Gestores - Para agilizar o desenvolvimento de projetos nos estados, o Ministério da Agricultura tem estimulado a criação dos Grupos Gestores Estaduais (GGEs), que são as instâncias responsáveis pelo estabelecimento do ABC nas unidades da federação. Esses grupos vão definir metas específicas a serem alcançadas a partir da implementação de tecnologias agrícolas financiadas pelo programa de crédito.
Multiplicadores - Outro aspecto importante é a promoção de eventos para a capacitação de multiplicadores, que tem o objetivo de levar informações referentes às tecnologias previstas no programa para os municípios do interior. “O programa vem sendo implementado em todo o território nacional de forma gradual, considerando as características e especificidades de cada região, o que requer um cronograma de metas e prioridades”, explicou o secretário Chandoha.
Saiba mais - O ABC é um dos programas do governo federal para fazer frente ao desafio assumido de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 15), em 2009. A meta é reduzir, até 2020, entre 133 a 162 milhões de toneladas de CO2. A proposta do programa é difundir uma nova agricultura sustentável, a ser adotada pelos agricultores, para reduzir os impactos do aquecimento global. Produtores rurais e cooperativas contam com limite de financiamento de R$ 1 milhão e taxas de juros de 5,5% ao ano. O prazo para pagamento é de 5 a 15 anos.
Recursos - Em 2012, o governo federal vai oferecer R$ 3,15 bilhões em crédito para agricultores que utilizem as práticas financiadas pelo programa. A região Sudeste foi a que mais recebeu recursos (R$ 211,8 milhões, ao todo), seguida pelas regiões Sul (R$ 188 milhões), Centro-Oeste (R$ 142,8 milhões), Norte (R$ 40,7 milhões) e Nordeste (R$ 27,8 milhões).
Contratos - Minas Gerais é o Estado que mais contratou pelo ABC, financiando R$ 118 milhões a partir de 580 convênios firmados, seguido pelo Paraná (R$ 90,5 milhões e 508 contratos) e Rio Grande do Sul (R$ 77,9 milhões e 387 contratos). (Mapa)
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O Brasil deverá ser um dos grandes exportadores globais de milho pela terceira safra consecutiva, com vendas de 10 milhões de toneladas em 2012/13, 1 milhão de toneladas a mais do que em 2011/12, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). O país tende a abocanhar 10% do comércio internacional de milho, estimado em 99 milhões de toneladas na próxima temporada, o mais alto volume desde 2007, conforme o relatório semestral "Perspectivas da Alimentação", no qual a FAO analisa os mercados mundiais.
Produção global - A produção global do grão é estimada em 916 milhões de toneladas, 4,1% a mais do que em 2011/12. A colheita nos EUA pode bater recorde, com 345 milhões de toneladas. Na China, segundo maior produtor, a safra deve ficar em 190 milhões de toneladas. Na Europa, há verá baixa de 65 para 45 milhões de toneladas. Por sua vez, o Brasil baterá recorde de produção com 66 milhões de toneladas, 17% a mais do que na safra anterior. Já a Argentina fica com 20,3 milhões de toneladas, queda de 11% por causa dos efeitos prolongados da seca que atingiu o país.
Maiores importadores - A Coreia, o Japão e a China vão importar maiores quantidades. A China, sozinha, deve aumentar suas compras em 5 milhões de toneladas comparados aos 3,7 milhões de toneladas do ano passado. Na África, a importação deve subir 8%, para 19 milhões de toneladas. Na América Latina e Caribe, as compras podem chegar as 26,7 milhões de toneladas.
Maior exportador - Os EUA continuam como o maior exportador, com 47 milhões de toneladas, e o Brasil será o quarto colocado neste ranking. Nesse cenário, o preço do milho no mercado internacional tende a cair ligeiramente. No mercado futuro para dezembro, a cotação média da tonelada era de US$ 213 em abril, 17% a menos em relação ao mesmo período do ano passado.
Carnes - Para o setor de carnes, a FAO projeta estagnação na produção global de carne bovina com 67,5 milhões de toneladas em 2012. A produção cresce na Ásia e América Latina e cai na América do Norte e Europa. A oferta apertada nos principais mercados alimenta as perspectivas de exportações e favorece a posição brasileira de maior exportadora mundial, conforme o relatório. Estados Unidos, União Europeia, Ásia e Oriente Médio aumentam a importação.
Países em desenvolvimento - Embora a Austrália, Nova Zelândia e Canadá devam abocanhar uma parte das exportações, a maior fatia das vendas externas será ganha pelos países em desenvolvimento, como Brasil e Índia. No caso da carne de porco, a expectativa é de declínio nas exportações globais, com menor demanda pela África. Para a carne de frango, o comércio será dominado por incertezas nas políticas de vários países. Porém, é possível uma alta de 2% nas exportações brasileiras mesmo com a lenta reabertura do mercado russo para o produto.
Açúcar - Em relação ao açúcar, a FAO aponta que a produção global pode alcançar 173 milhões de toneladas, 4,6% a mais do que na safra anterior. A queda de produção no Brasil, México e EUA deve ser compensada pela alta na União Europeia, Rússia e Paquistão. Na América do Sul, o declínio da produção é de 5%, refletindo a baixa no Brasil. O comércio mundial da commodity tende a contrair em decorrência da menor produção no Brasil - com 23 milhões de toneladas, 15,8% a menos do que em 2010/11 - e em razão da maior produção em países que são tradicionalmente importadores.
Total - No total, as importações globais devem ficar em 49 milhões de toneladas, 5% a menos do que na safra anterior. As importações da China e Indonésia vão aumentar, mas cairão na União Europeia e Rússia. O preço do açúcar ganhou fôlego, mas entre janeiro e março, ainda estava 16% abaixo da cotação no mesmo período de 2011. (Valor Econômico)
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Ampliação do crédito rural, incentivo à exportação e à pesquisa são apontados como fatores que impactaram positivamente o crescimento da agricultura brasileira nos últimos 30 anos, especialmente com o aumento da produtividade. Enquanto no Brasil a produtividade da agricultura cresce a taxa média de 3,56% ao ano, no mundo, essa taxa decresce. É o que aponta estudo realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Índices de produtividade - O trabalho estima os índices de produtividade total dos fatores (PTF) para a agropecuária brasileira para o período entre 1975-2011 e discute seu desempenho comparado com indicadores do mesmo gênero estimados para as principais agropecuárias mundiais, demonstrando posição de destaque do Brasil nesse contexto. Também são analisados os efeitos das políticas sobre a produtividade no Brasil, com destaque para as exportações, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a evolução do crédito rural.
Gastos - Segundo o coordenador da Assessoria de Gestão Estratégica do ministério, José Garcia Gasques, o efeito mais forte sobre a produtividade está relacionado aos gastos com pesquisa. Um aumento de 1% nesses gastos resulta em acréscimo de 0,35% sobre a produtividade. Na sequência, vem o aumento dos desembolsos por conta do crédito rural a produtores, cooperativas e agricultura familiar de 0,25%. Já os resultados para as exportações da agricultura mostram um aumento de 1% das exportações do agronegócio em decorrência do aumento de 0,14% da produtividade.
Efeitos - Os efeitos do crédito rural sobre a produtividade ocorrem porque possibilita aos agricultores a aquisição de insumos de melhor qualidade, a adoção de melhores tecnologias e possibilita a ampliação da escala de produção pela aquisição de mais terra ou novos equipamentos. Por outro lado, as exportações afetam a produtividade por duas razões principais. A primeira é que a ampliação das vendas ao exterior requer o aprimoramento da qualidade dos produtos e com isso a incorporação de melhorias na produção que somente acontece com maior produtividade. A segunda razão é que, para exportar, é necessário o país ser competitivo e isso requer aumentos de produtividade para que seja possível produzir com menores custos. “A exportação na maior parte das vezes exige o aumento da escala de produção o que permite o uso de tecnologias mais avançadas”, destacou.
Pesquisa - A atuação da pesquisa sobre a produção se dá através das possibilidades que abre em termos de descobertas de novas variedades, mais resistentes e produtivas, técnicas de manejo mais aprimoradas, novas formas de plantio, aprimoramento da qualidade dos insumos, etc. Os efeitos da pesquisa não são imediatos, mas cumulativos, chama atenção o técnico. Por isso, os resultados ocorrem após certo período de tempo que depende do tipo de pesquisa, entre outros fatores. (Mapa)
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O Projeto de Desenvolvimento Agropecuário que destinou, em um ano, R$ 500 milhões para produtores da região do Arenito Caiuá, servirá de modelo para outro a ser oferecido a 46 municípios do Norte Pioneiro. O projeto nasceu da parceria entre o Governo do Paraná e o Banco do Brasil, para potencializar cadeias produtivas da agropecuária.
Balanço - O gerente de Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) do banco, Márcio Alexandre Rockenbach, fez o balanço do projeto, na quarta-feira (02/05), em reunião do grupo gestor do Fórum dos Promotores do Desenvolvimento do Agronegócio Paranaense, do qual participam 13 entidades parceiras do serviço público e da iniciativa privada.
Recursos - O banco já disponibilizou R$ 374 milhões e a expectativa é repassar o volume total de recursos previstos até junho, quando o projeto completa um ano de execução. “O programa foi formatado com base nas necessidades regionais. Para isso o Banco do Brasil fez um levantamento nos 107 municípios da região, verificando as carências de cada um”, explicou Rockembach. Os resultados obtidos incentivaram o estudo de um projeto semelhante para produtores do Norte Pioneiro.
Apoio – As ações financiadas pelo banco têm o apoio da Secretaria da Agricultura e suas empresas vinculadas, como Emater e Iapar, que atuam na assistência técnica e na pesquisa. Os valores variam de R$ 150 mil a R$ 2 milhões, por empreendimento, para as principais atividades produtivas de cada município, como bovinocultura de leite e de corte, produção de mandioca, avicultura de corte, cafeicultura e citricultura.
Projetos - De acordo com o gerente do BB, já são 111 os projetos em acompanhamento, sendo 44 para bovinocultura de leite; 39 para bovinocultura de corte; e 28 para mandiocultura. A maioria dos financiamentos foram destinados para reforma de pastos, plantio direto e programas do Agricultura de Baixo Carbono (ABC).
Resultados - Segundo o diretor-geral da Secretaria da Agricultura, Otamir César Martins, que coordena o grupo gestor do fórum, é muito importante que os recursos cheguem aos produtores e produzam resultados, como a agregação de valor e a melhoria da renda. “No caso da pecuária, investindo na melhoria genética, tecnologia, organização e gestão da propriedade, os produtores do Arenito terão mais condições de aumentar a renda da família e gerar novos postos de trabalho”.
Arenito – O Noroeste abrange 107 municípios, representando cerca de 16% da área territorial do Estado. O solo da região apresenta textura arenosa e alta vulnerabilidade a erosões, com teores de areia que chegam a 90%. Os baixos níveis de nutrientes, como fósforo, potássio, cálcio, magnésio e matéria orgânica, comprometem a agricultura e o plantio das diversas culturas. O objetivo da parceria entre Governo do Estado e Banco do Brasil é transformar a região em área de produção sustentável e geradora de renda e emprego.
Protocolo - O protocolo de intenções envolve ainda o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Agricultura, Emater, Iapar, Sebrae e Senar. (AEN)
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Decidido a abrir caminho para novas quedas da taxa de juros básica, o governo retirou nesta quinta-feira (03/05) o maior obstáculo legal para que possa cumprir esse objetivo: mudar as regras de remuneração da aplicação financeira mais popular do país, a caderneta de poupança. Pelo novo sistema, a caderneta passa a ser remunerada em 70% da taxa Selic quando ela for inferior a 8,5%, e pelo sistema atual, quando for superior. Nada muda para as contas já existentes.
Juros futuros - A mudança derrubou ainda mais os juros futuros, que passaram a apontar uma taxa Selic de 8% a 8,25% para o ano. A taxa real de juros - de 360 dias, descontada a inflação projetada em 12 meses, de 5,53% - atingiu nova mínima histórica, aos 2,45% ao ano.
Pressão - Ao mesmo tempo em que abriu caminho para juros menores, a medida ainda mantém a pressão sobre os fundos de investimentos que cobram taxas altas de administração. Uma simulação que leva em conta a nova fórmula da poupança mostra que cerca de 40% dos fundos DI e de renda fixa distribuídos no varejo vão continuar perdendo da poupança. Com o juro de hoje - 9% ao ano -, praticamente metade dessas carteiras já rendem menos do que a caderneta.
Carteiras mais baratas - O governo preservou a atratividade dos fundos com taxa de administração de até 0,75% para aplicações em seis meses e taxas de até 1% para investimentos a partir de um ano, conforme simulação do Valor Data. São nessas carteiras mais baratas que estão cerca de 80% do patrimônio dos fundos DI e de renda fixa
Plano original - O plano original do Palácio do Planalto era de só alterar a rentabilidade da poupança após as eleições de outubro. O cenário externo, que voltou a piorar, a demora na reação da atividade econômica doméstica e os sinais da última ata do Copom, de que os juros podem cair mais, motivaram a antecipação da medida. Ela foi anunciada após seguidas reuniões da presidente Dilma Rousseff com o Conselho Político, com dirigentes de centrais sindicais e com um grupo de empresários ao longo do dia. Dilma procurou se cercar de um amplo apoio político para mexer em um tema tão delicado.
Passo fundamental - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que as alterações na caderneta são "um passo fundamental na direção de remover resquícios herdados do período de inflação alta". (Valor Econômico)
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"A mudança na remuneração da caderneta de poupança foi feita de maneira habilidosa e é compatível com a queda dos juros", avaliou nesta sexta-feira (04/05) Luiz Gonzaga Belluzzo, diretor da Faculdade de Campinas (Facamp) e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.Em sua visão, a antiga forma de remuneração da poupança era um resquício do período de hiperinflação e, portanto, precisava ser alterada."Estamos caminhando na direção de uma economia normal", disse, antes de palestrar em evento sobre os rumos da economia, organizado pela Revista Brasileiros, em São Paulo.
Ganho - Segundo Belluzzo, que já foi professor da presidente Dilma Rousseff na Universidade de Campinas (Unicamp), com a nova regra, investidores apenas "vão deixar de ganhar o que não deveriam ganhar" na poupança, que, em sua origem, era um depósito a prazo remunerado, e não à vista, como acabou se tornando.
Novo sistema - Pelo novo sistema, anunciado nessa quinta, a caderneta passa a ser remunerada em 70% da taxa Selic quando esta for inferior a 8,5% ao ano, e pelo sistema atual, quando for superior. Nada muda para as contas já existentes. A alteração, acrescentou Belluzzo, vai ao encontro do processo de estabilização da economia, que está se completando no governo Dilma.
Necessária - Também um dos palestrantes do evento, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, avaliou que a mudança nas regras da poupança era necessária, porque permite a queda da taxa de juros e abre espaço para um crescimento maior do país, com maior geração de empregos e investimentos alocados não no setor financeiro, mas no produtivo. "O Brasil será favorecido com essa medida", afirmou.
Meta plausível - Perguntado sobre se o objetivo de Dilma, de trazer o juro real a 2%, é compatível, Pochmann disse que essa é uma meta plausível. "Se 2% de juro é compatível em outros países, porque não no Brasil? Não somos uma jabuticaba.” (Valor Econômico)
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O bacharel em Ciências Contábeis e Administração de Empresas, e pós-graduado em Cooperativismo, Dorly Dickel, estará orientando os profissionais das cooperativas paranaenses que atuam nas áreas contábil e de auditoria interna sobre a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (DIPJ), nos dias 15 e 16 de maio, na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. A ideia é promover uma atualização sobre as às alterações na legislação tributária, normativos fiscais e de contabilidade relacionados à DIPJ.
Inscrições - As inscrições devem ser feita até o dia 05 de maio pelo Agente de Desenvolvimento Humano responsável da cooperativa por meio do site www.ocepar.org.br. Mais informações com Anderson Helpa ( 41 3200-1149 /
Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) ou Stella Soliman (41 3200-1129 /Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).Clique aqui e acesse na íntegra a programação do Curso de DIPJ 2012
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Para o deputado federal Reinhold Stephanes (PSD/PR), a sanção do novo Código Florestal não significará o fim dos impasses ambientais no país.
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Foi divulgada nesta quarta-feira (02/05) a redação final do novo Código Florestal (PL 1.876/99), aprovado pela Câmara dos Deputados na última semana. Fundamental para regulamentar a atividade rural no Brasil, a aprovação do novo Código é vista pelo sistema cooperativista brasileiro como um avanço na busca por uma efetiva segurança jurídica no campo, já que alia a preservação à produção. A presidenta Dilma Roussef tem, agora, 15 dias para sancionar ou vetar, no todo ou em parte, a matéria. Para acessar a redação final, clique aqui. (Informe OCB)
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