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O Grupo Técnico do Conselho Consultivo do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB) esteve reunido na segunda-feira (02/04) com representantes do Banco Central do Brasil (BC) para tratar de temas ligados a fundo garantidor, auditoria e co-gestão. Sugestões e entendimentos passarão, posteriormente, por um nivelamento junto à coordenação do conselho.
Prioridades - De acordo com o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural, Sidnei Marques, os temas tratados na reunião “são prioridades para o Banco Central e serão conduzidos com apoio das diretorias de Fiscalização e Regulação”. Ao apresentar entendimentos e definições do órgão regulador, principalmente a respeito do fundo garantidor único do cooperativismo de crédito (que proporciona uma capacidade melhor de competitividade e gera um ambiente favorável para a expansão dos negócios), Marques defendeu a necessidade de uma construção conjunta e ressaltou o momento oportuno para agilizar os trabalhos. Na visão do diretor, trata-se de uma questão muito importante para o setor. “Contar com o apoio do Ceco e da OCB nesse processo é fundamental para obtermos avanços significativos. Existe a necessidade de crescimento estável do segmento, estamos comemorando o Ano Internacional das Cooperativas; é o momento ideal”, disse.
Plano de ação - O gerente do Ramo Crédito da OCB, Sílvio Giusti, ressaltou que os assuntos tratados fazem parte do Plano de Ação do Ceco com o objetivo de apoiar a regulamentação da Lei Complementar nº 130/09, avançar nas tratativas sobre fundo garantidor e fortalecer a consolidação do ramo na Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa. Segundo o gestor, são temas convergentes com a missão da OCB de promover a eficiência e eficácia das cooperativas e os resultados têm sido positivos. “O cooperativismo de crédito tem apresentado significativos índices de crescimento e, por certo, a continuidade desse ritmo tende a ganhar mais força na medida em que as estruturas de apoio se fortalecem”, avaliou. (Informe OCB)
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No mês de março, a Unimed de Francisco Beltrão realizou a Assembleia Geral Ordinária, na qual prestou contas do exercício 2011, que foram aprovadas pelo Conselho Fiscal, auditores independentes e cooperados. O diretor-presidente e médico dermatologista, Maurício Alves, discorreu sobre os acontecimentos importantes relacionados à cooperativa médica em 2011. E lembrou que existem diferentes formas de analisar o ano que passou, entre elas, qualidade de serviços, comprometimento dos colaboradores e maturidade dos cooperados. Sob esses aspectos, Alves lembrou que só houve ganhos e o progresso foi visível.
Outro foco - “Mas, se analisarmos a interferência da Agência Nacional de Saúde (ANS), os índices de sinistralidade, influenciados pela judicialização, e as imposições de procedimentos não contratados, além dos baixos valores praticados pelas operadoras de uma forma geral na comercialização dos planos de saúde no Brasil, podemos afirmar que não se vislumbra um futuro promissor para o setor. E, nesse caso, a Unimed Francisco Beltrão não será exceção à regra”.
Projetos - Apesar disso, a cooperativa está cheia de projetos para 2012. Segundo o presidente, além de almejar um crescimento maior no número de beneficiários, a Unimed Francisco Beltrão deseja melhorar ainda mais os serviços prestados, com uma maior aproximação com cooperados e prestadores”. Além disso, há mudanças previstas na atuação operacional interna, assim como no departamento Jurídico. Ele salientou que há a intenção ainda de uma atuação mais intensa na área comercial.
Assembleia - Para finalizar, o diretor-presidente falou sobre a Assembleia. “Posso dizer que senti uma maior preocupação dos cooperados com o presente e o futuro da nossa cooperativa e isso é muito bom, na medida em que aumenta o comprometimento, dá uma tranquilidade maior para a diretoria, que se sente mais segura trabalhando em sintonia com os cooperados. Acredito muito na nossa Unimed e na saúde complementar como uma ótima alternativa para todos, prestadores, médicos e beneficiários”.
Novos Conselheiros - Na ocasião, a Assembleia também elegeu um novo conselho fiscal: Silvana Vielmo, Roberto Melo de S. Filho, Andre Matioda de Araujo, Eliana Favero, Ricardo Mazetto e Daniel Rech. (Unimed Francisco Beltrão)
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A Unimed de Cascavel elegeu no dia 19 de março a nova diretoria-executiva da cooperativa. A eleição foi disputada por duas chapas: a Cooperado Forte, encabeçada pelo atual vice-presidente, Francisco Carneiro, e a Unimed do Bem, que foi liderada pelo hematologista Lourival Teixeira dos Santos. A votação foi realizada no Hotel Copas Verdes e ocorreu simultaneamente à Assembleia de prestação de contas da atual diretoria, comandada há seis anos pelo Luiz Sérgio Fettback.
Foco - “Nosso foco está voltado ao médico cooperado, na melhoria de seus honorários, e ao beneficiário, no aprimoramento constante de nosso atendimento visando à resolução de seus problemas e a sua satisfação para com nossos colaboradores. Iremos continuar com muitas das ações já adotadas pela Cooperativa e queremos implantar outras, em especial na área de responsabilidade socioeducativa e ambiental. A Unimed Cascavel faz questão de abraçar essa causa”, disse o presidente eleito, Francisco Carneiro, logo após a divulgação do resultado. A nova diretoria tomou posse no dia 02 de abril.
Conselho de Administração – O Conselho de Administração ficou assim composto: Francisco Augusto Del Arcos Carneiro (diretor presidente), Antonio Kendi Akutsu (diretor de Mercado), Danilo Galletto (diretor de Controladoria), Humberto Golfieri Junior (diretor de Provimento de Saúde), Nilson Zortea Ferreira (conselheiro de Atendimento aos Cooperados), Antonio Severino Trigo Rocha (conselheiro de Atendimento aos Hospitais), Márcia de Fátima Sakr (conselheiro de Atendimento as Clínicas) e Nirélcio Aparecido Galão
(Conselheiro de Atendimento Regional de Ubiratã).
Conselho Técnico – Fazem parte do Conselho Técnico: Carlos Augusto Barreira, Rafael de Carvalho Farah, Cesar Nobuo Shiratori, Avelino Vicente Guzzi, Pedro Paulo Verona Pércio e Sandro Toledo Carvalho. (Unimed Cascavel)
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Entre setembro de 2011 e fevereiro deste ano, a Unimed Londrina deixou de gastar R$ 14,2 mil com o envio de correspondência em papel. A economia é resultado de uma ação da Cooperativa para convencer os cooperados a substituírem os comunicados convencionais pelos eletrônicos. No total, 814 médicos optaram pelo novo formato, o que representa praticamente 80% do total.
Endereços eletrônicos - Segundo a Área de Relacionamento com Cooperados, dos 1.028 cooperados, 930 mantêm endereços eletrônicos. E a Unimed vai continuar tentando ampliar a adesão aos comunicados eletrônicos. “Mas também vamos respeitar aqueles que preferirem manter as correspondências impressas”, afirma a gestora de Relacionamento com Cooperados, Thais Jerônimo Duarte.
Próxima fase - Ela explica que a próxima fase deste processo de racionalização dos comunicados será a redução da quantidade de e-mails enviados. Isso será possível, segundo ela, com a unificação das informações no portal da Unimed Londrina na Internet, o que deve acontecer já neste semestre. “Também será feita uma reestruturação dos outros veículos de comunicação da Cooperativa”, conta. (Imprensa Unimed Londrina)
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A combinação entre o excesso de oferta de carne suína e o alto preço dos insumos de alimentação tem castigado o setor suinícola. Para Jurandi Machado, diretor de Mercado Interno da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), no entanto, a situação tende a melhorar no próximos meses, sobretudo se o Brasil conseguir derrubar o embargo russo e ampliar suas remessas para a China. “Há expectativas de que as exportações brasileiras para a China vão aumentar. O ministro da Agricultura [Mendes Ribeiro Filho] está neste momento na Rússia para tentar resolver o problema entre os países. Esperamos boas notícias, assim como uma solução para o caso da Argentina”, afirma. “Acredito, portanto, que o quadro das exportações no segundo semestre seja bem diferente do que foi no primeiro trimestre”, afirma Machado.
Bovina - Segundo o diretor da Abipecs, a queda da oferta brasileira de carne bovina – e a consequente elevação dos preços dessa proteína no mercado interno – deve ser outro fator de alívio para o setor suinícola. A estiagem registrada no Brasil neste ano prejudicou as pastagens. De acordo com Machado, entre janeiro e fevereiro deste ano, 45% dos abates do setor de bovinos foram de fêmeas. “Isso fatalmente vai se refletir na oferta e nos preços de carne bovina”, argumenta.
Conjuntura parecida - Para Machado, a crise por qual passa a suinocultura guarda semelhanças com a vivida pelo setor em 2004. Em ambos os casos, o descompasso entre oferta e demanda de carne suína no mercado interno e custos de produção em patamares elevados sufocam o setor. De acordo com Machado, o atual momento é muito difícil não só para os produtores, mas também para a agroindústria. Segundo ele, 65% das matrizes em produção no Brasil hoje estão nas mãos da indústria. (Suinocultura Industrial)
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As autoridades americanas aprovaram nesta terça-feira (03/4) o uso do E15, gasolina com uma mistura de 15% de etanol, segundo informações da Dow Jones Newswires. A maior parte do combustível usado no país atualmente contém cerca de 10% de etanol, que é feito de milho e de outras plantas.
Expansão - A medida abre o caminho para a expansão do mercado de biocombustíveis no país e era uma demanda do setor produtor de etanol. A Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) aprovou o requerimento de 20 companhias que estão interessadas em produzir o E15. Segundo informações da Bloomberg, entre as empresas que obtiveram a autorização para produzir o E15 está a gigante Archer Daniels Midland Co (ADM).
No mercado - De acordo com a Dow Jones Newswires, a Associação de Combustíveis Renováveis (RFA, na sigla em inglês), que representa as indústrias produtoras de etanol do país, informou que o E15 pode estar disponível no mercado já neste Verão. Alguns postos de combustíveis de regiões incentivadoras do uso de etanol, como o Meio Oeste americano, estão preparados para iniciar a venda do E-15 imediatamente, conforme a agência de notícias. A EPA aprovou o combustível apenas para uso em modelos dos anos de 2001 ou mais novos. ( Valor Econômico, com agências internacionais)
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Para estimular a indústria nacional, que sofre com a perda de competitividade, o governo federal resolveu fazer um aporte de R$ 45 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida, além de alavancar as operações de crédito, vai permitir uma redução generalizada da taxa de juros das linhas de capital de giro e para financiamento das exportações.
Desembolso - Com a injeção de recursos, a previsão de desembolsos do banco para este ano deve variar de R$ 145 bilhões a R$ 150 bilhões. "Mas segue a orientação do governo de estabilização dos desembolsos do banco", afirmou o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz. Em 2011, o Tesouro destinou R$ 55 bilhões ao BNDES e os empréstimos chegaram a R$ 139 bilhões.
PSI - Uma das linhas de crédito do BNDES que será reforçada é o Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Desde que foi criado em 2009, o orçamento do programa totalizou R$ 205 bilhões, dos quais R$ 155 bilhões foram executados. Agora, o PSI ganhou um reforço de R$ 10 bilhões. Apenas para equalização adicional de taxas de juros, serão destinados R$ 6,5 bilhões. O prazo de vigência da linha, que terminava no fim deste ano, foi prorrogado para R$ 31 de dezembro de 2013. Também houve uma queda dos juros das linhas voltadas à produção de ônibus e caminhões e bens de capital.
Crescimento de 4,5% - Com o pacote, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o país terá condições de crescer 4,5% em 2012 e manter essa trajetória de expansão nos próximos anos. Além disso, a inflação convergindo para a meta de 4,5% abre margem para a adoção de estímulos à economia.
Proex - O governo anunciou ainda uma série de mudanças no Programa de Financiamento à Exportação. O orçamento do Proex em 2012 foi ampliado em R$ 1,9 bilhão, saltando de R$ 1,24 bilhão para R$ 3,1 bilhões. Outra novidade foi a criação do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) que permite que pessoas físicas e empresas possam deduzir do Imposto de Renda as doações e patrocínios em favor de entidades ou fundações dedicadas à pesquisa e tratamento do câncer. Mantega reforçou ainda as medidas de defesa comercial, como o controle especial no despacho das importações.
Total para o ano - O pacote de estímulo envolve R$ 60,4 bilhões neste ano. Além do dinheiro para o BNDES e equalização das taxas de juros do PSI, o valor total envolve R$ 1,9 bilhão para reforçar os financiamentos para exportação, R$ 3,9 bilhões para o uso da margem de preferência de bens e serviços nacionais de até 25% nas compras governamentais e R$ 3,1 bilhões referentes às perda de receitas com desonerações.
ABGF - Para retirar entraves ao aumento dos investimentos da indústria, o governo resolveu ainda criar a Agência Brasileira Gestora de Fundos (ABGF), que administrará os fundos garantidores, e prover garantias para investimentos e exportações de pequenas empresas. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, a ideia é concentrar os recursos dos vários fundos garantidores em uma única entidade. A estimativa é de que a agência administre cerca de R$ 20 bilhões. Atualmente, os fundos garantidores têm administração privada. "Havia uma dispersão dos recursos", afirmou Barbosa. Ele explicou ainda que a agência contará com dois fundos - exportações e infraestrutura - e a migração de recursos será gradual.
Garantias - O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, ressaltou ainda que há uma grande dificuldade para empresas conseguirem as garantias para ampliação dos investimentos. "Queremos dar mais celeridade às garantias concedidas pelo governo", frisou Teixeira. Segundo o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz, nos últimos anos, verificou-se que as empresas estão com mais dificuldades para ter acesso a garantias do que a crédito para exportação. Mas, independente disso, Teixeira frisou que o governo não desistiu da ideia de criar o Eximbank brasileiro, subsidiária do BNDES para operar as linhas de comércio exterior. As medidas provisórias sobre o pacote e os respectivos decretos serão publicados nesta quarta no "Diário Oficial da União". (Valor Econômico)
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No ano passado, a Cooperativa Agrícola Mista São Cristóvão (Camisc), com sede em Mariópolis, Sudoeste do Estado, registrou crescimento de 14% na movimentação econômica, com o faturamento atingindo R$ 146,2 milhões. Houve ainda aumento de 8% no total de Ativos, chegando a R$ 114,5 milhões. Já o Ativo permanente aumentou 36,8%, somando R$ 52 milhões, enquanto o Patrimônio Liquido expandiu 15%, com total de R$ 21,6 milhões. Houve ainda redução de 27% no montante total de dispêndios operacionais. Os números referentes ao exercício de 2011 foram apresentados aos cooperados durante a Assembleia Geral Ordinária, realizada na última sexta-feira (30/03), no pavilhão da Igreja Matriz de Mariópolis. O Sistema Ocepar foi representado pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto, e pelo assessor jurídico Paulo Stöberl.
Trabalho árduo - O presidente da cooperativa destacou o trabalho árduo que está sendo realizado para que a Camisc tenha os controles de forma mais transparente possível. “Em 2011, a cooperativa firmou pulso na busca do crescimento e do fortalecimento junto do cooperado, através de atitudes renovadoras e de projetos, demonstrando a importância que cada um tem na sociedade”, disse Bortoli.
Resultado final - Devido ao plano de estruturação e saneamento anteriormente aprovado e pela geração de resultados considerados operações com terceiros, o resultado final da Camisc foi de R$ 624 mil, integralmente destinados ao Fundo de Reserva.
AGE - A cooperativa também aproveitou a ocasião para realizar Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para ajuste e adequações estatutárias, cujo trabalho foi conduzido pelo assessor jurídico da Ocepar.
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As perspectivas para 2012 são boas para a Cooperativa dos Avicultores do Sudoeste do Paraná (Cooavisul), com sede em Dois Vizinhos, que pretende ampliar as atividades e negociar novos valores e serviços com a BRF Alimentos, empresa que adquire os frangos produzidos pelos cooperados. De acordo com o presidente da Cooavisul, Amarildo Brustolin, o setor atravessou um período de dificuldades no último ano devido à fusão entre Sadia e Perdigão que deu origem à BRF Alimentos. Mesmo com a situação adversa, o faturamento da cooperativa cresceu cerca de 70%, chegando a R$ 1,2 milhão e originando sobras de R$ 56 mil, que foram colocadas à disposição da Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada no último sábado (31/03), no CTG Saudades do Pago. Por deliberação da plenária, o valor foi integralmente capitalizado.
Conselho Fiscal - Na assembleia também foi eleito o Conselho Fiscal para o exercício de 2012. Houve ainda uma Assembleia Geral Extraordinária para adequação estatutária. O Sistema Ocepar foi representado pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto. O prefeito do de Dois Vizinhos, Zezinho Ramuski, o presidente da câmara municipal de vereadores, Antonio de Abreu Castanha, demais diretores e conselheiros da cooperativa também participaram da AGO.
Dados – A Cooavisul conta com 652 associados e 15 funcionários. Os Ativos da cooperativa evoluíram 13,4% e o Patrimônio Líquido cresceu 12,5% no ano.
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O diretor-executivo do Institute for Healthcare Improvement (IHI), do Reino Unido, Pedro Delgado será um dos conferencistas presentes no 20º Suespar (Simpósio das Unimeds do Paraná), que acontecerá entre os dias 28 e 30 de abril, no Hotel Mabu Thermas & Resort, em Foz do Iguaçu. O trabalho de Delgado inclui a liderança de qualidade IHI e estratégia de inovação, os programas existentes em todo o Reino Unido e iniciativas emergentes na América Latina. Antes de ingressar no IHI, ele trabalhou para o Serviço de Saúde Nacional do Reino Unido, levando esforços em grande escala de melhoria do serviço na Irlanda do Norte. A experiência dele inclui também a gestão hospitalar e trabalho no campo da saúde mental, na Venezuela e no Reino Unido, com foco em vícios. Em sua conferência, Delgado falará um pouco dessa experiência ao participar da mesa-redonda Mudança do Modelo Assistencial. O Suespar, neste ano, aprimorou ainda mais sua programação técnico-científica, focando questões estratégicas que envolvem as discussões sobre saúde. Mais informações no site www.suespar.com.br. (Imprensa Unimed Paraná)
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A Unimed PR realizou sua 33ª Assembleia Geral Ordinária, no último sábado (31/03). Durante a reunião foram apresentadas as realizações de 2011 e a prestação de contas do mesmo período, incluindo demonstrativo contábil, balanço patrimonial e pareceres do Conselho Fiscal e dos Auditores independentes. Na pauta, constou ainda, como de costume, a votação sobre a destinação das sobras e dos juros sobre o Capital Social, além da fixação dos novos pró-labores para o período. As sobras foram destinadas ao Fundo para Contingências Tributárias do Intercâmbio Estadual e os juros sobre o Capital foi dividido entre as Singulares.
Abertura - O encontro, aberto pelo presidente Orestes Barrozo Medeiros Pullin, teve sua convocação lida para a Assembleia pelo vice-presidente Robertson D´Agnoluzzo e as demonstrações contábeis apresentadas pelo diretor-superintendente, Paulo Roberto Fernandes Faria. Eles compuseram a mesa, juntamente com os diretores Faustino Garcia Alferez (de Mercado) e William Procópio dos Santos (de Projetos) e os convidados Luiz Carlos Palmquist (vice-presidente da Unimed do Brasil) e João Paulo Koslovski (presidente do Sistema Ocepar). Os dois, em seus pronunciamentos, exaltaram o trabalho ímpar realizado pela Unimed PR , assim como das demais Unimeds do estado. Falaram também da parceria entre a Ocepar e a Unimed e do trabalho que está sendo realizado no âmbito da OCB e Unimed do Brasil.
Conselho Fiscal - Durante a Assembleia, também foram eleitos os seis novos integrantes do Conselho Fiscal, 2012-2013. Os membros efetivos são Luiz Sérgio Fettback (Unimed Cascavel), Ronaldo Borges Pereira (Unimed Noroeste do Paraná) e Inês Paulucci Sanches (Unimed Londrina). Os suplentes são Jucenir Ferreira (Unimed Curitiba Marques), João Paulo Bounassar (Unimed Regional Maringá) e Ismar Medeiros da Nóbrega (Unimed Norte do Paraná).
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Na próxima semana, nos dias 9 e 10 de abril, acontece a 28ª Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM), grupo do qual fazem parte entidades privadas e governamentais do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), instituição que tem assento na reunião, participou nesta segunda-feira (02/04), em Brasília (DF), de um encontro preparatório para alinhamento dos assuntos que serão abordados na 28ª RECM, em Concordia, Argentina.
Avaliação - Primeiramente, o grupo fez uma breve avaliação sobre os temas acordados na 27ª Reunião, realizada em 2011, também na Argentina. Em seguida, foi analisado o andamento, no Brasil, de cada uma das ações previstas para comemorar o Ano Internacional das Cooperativas – 2012.
Legislação - Questões de ordem legislativa também foram tratadas na reunião preparatória. A de maior relevância diz respeito à aprovação pelo Parlamento do Mercosul (Parlasul) do estatuto das cooperativas. “Trata-se de uma instância política, sem poder decisório. A mesa diretora do Congresso Nacional está avaliando a que trâmites a decisão deve ser submetida uma vez que não há previsão constitucional para internalização do feito sem o devido endosso do Mercosul”, explica a gerente de Relações Institucionais da OCB, Tânia Zanella.
Local - A 28ª RECM será realizada na cidade de Concordia, Argentina, nos dias 9 e 10 de abril. O cooperativismo brasileiro estará representado pela OCB, por meio da gerência de Relações Institucionais. (Informe OCB)
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Preocupado com os desdobramentos posteriores à aprovação do novo Código Florestal brasileiro (que aguarda votação final na Câmara dos Deputados, prevista para abril), o Sistema OCB está acompanhando de perto as ações do poder Executivo objetivando a regularização das propriedades rurais. Na última quinta-feira (29/03), o analista de Ramos e Mercados da OCB, Marco Olívio Morato, participou da Oficina sobre Incentivos à Regularização Ambiental de Propriedades Rurais, promovida pelo Instituto Socioambiental (ISA), em Brasília (DF).
Cadastro Ambiental Rural - Um dos pontos abordados na oficina foi a criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). “Trata-se de um registro cartográfico e literal dos imóveis rurais junto à Secretaria de Meio Ambiente, por meio eletrônico, para fins de controle e planejamento”, explicou Morato. Segundo o analista, o objetivo da ferramenta é promover a identificação e a regularização ambiental das propriedades e posses rurais e sua inserção na base de dados do Ministério do Meio Ambiente, de maneira ágil e eficiente. “Os proprietários rurais terão como fatores de incentivo para efetuarem o cadastramento entre elas, a tranquilidade de continuar suas atividades e maior tempo para planificar a recuperação ambiental, e por outro lado o Governo terá informações de qualidade para formulação de programas que possam beneficiar os produtores e o meio ambiente”, acrescentou.
Parceria - Morato destacou que a parceria já vem sendo construída há um tempo e que visa proporcionar às cooperativas, em primeira mão, a oportunidade de participar do cadastro. “Nosso trabalho consiste basicamente em acompanhar passo a passo, junto ao Ministério do Meio ambiente, a formulação do CAR. A intenção é garantir aos produtores rurais segurança jurídica, evitando multas desnecessárias, assegurando acesso a crédito e ao mesmo tempo viabilizar a recuperação ambiental”, resumiu. (Informe OCB)
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O faturamento das cooperativas paranaenses atingiu o valor recorde de R$ 32 bilhões em 2011, o que representa um crescimento de 21% em relação ao desempenho do ano anterior, quando o setor faturou um total de R$ 26,4 bilhões. O aumento do valor agregado dos produtos, resultado do investimento das cooperativas em agroindustrialização, é apontado como principal causa desse desempenho. ''Nos últimos oito anos, o investimento médio anual do setor tem sido de R$ 1 bilhão em infraestrutura, principalmente para indústria'', afirma o superintendente adjunto da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Nelson Costa.
Carnes - O segmento de carnes e, especialmente o de frangos, é destaque em termos de expansão da agroindústria. Somente as indústrias de suínos, frangos e peixes preveem investimentos de R$ 300 milhões em 2012. ''O faturamento é resultado da maturação dos investimentos feitos em agroindustrialização'', argumenta Costa. Para este ano, as expectativas se mantêm positivas, mas em proporções reduzidas em função da estiagem que resultou em significativa redução no volume de grãos colhidos no Estado. ''Estimamos um aumento de 5% no faturamento para este ano. Apesar da seca, os preços favoráveis das commodities e o setor industrial devem impulsionar o crescimento'', avalia.
Valor - O balanço da atividade em 2011 e a apresentação das previsões de investimento para 2012 foram anunciados nesta segunda-feira (02/04) durante a Assembleia Geral Ordinária da Ocepar, em Curitiba, com a presença de aproximadamente 100 dirigentes de cooperativas. A avaliação da Ocepar é de que a agroindustrialização siga norteando os aportes das cooperativas paranaenses este ano. Os investimentos em complexo agroindustrial e infraestrutura de armazenagem devem somar R$ 1,15 bilhão para a safra 2012/13, um incremento de 28%. O valor corresponde a 85% do total a ser investido no período, estimado em R$ 1,32 bilhão. Cálculos da Ocepar apontam que esse processo deve gerar cinco mil novos empregos diretos, elevando para 70 mil o número de funcionários do setor.
Faturamento - O objetivo da Ocepar é de que até 2015, 50% do faturamento das cooperativas sejam obtidos por meio da industrialização. Ainda este ano serão inauguradas unidades industriais avícolas em Ubiratã e Mandaguari, além de uma de trigo em Cascavel. A sojicultura ocupa a segunda posição entre os segmentos que mais crescem no processo de industrialização, com aportes previstos de R$ 35 milhões em indústrias de processamento de soja em 2012. Um dos empreendimentos é uma nova unidade industrial em Cafelândia.
Regiões - Entre as regiões do Estado, as cooperativas do Oeste se destacaram ao longo de 2011. Mas em 2012, o Centro-Sul paranaense deve liderar os investimentos em agroindústria, com incremento de 51% nos aportes. Entre os empreendimentos confirmados estão uma fábrica de derivados de milho em Entre Rios, distrito de Guarapuava.
Armazenagem e recebimento de grãos - Os investimentos previstos incluem também R$ 486,9 milhões para ampliação e melhoria de estruturas de armazenagem e recebimento de grãos. Costa revela que o segmento de logística e distribuição vem ganhando impulso nos últimos anos, principalmente na construção de armazéns no trajeto em direção aos portos de Paranaguá e Antonina. Em 2012, as cooperativas devem destinar R$ 182 milhões para melhorias na distribuição e logística, tecnologia da informação, pesquisa agrícola, varejo e supermercados. (Folha de Londrina)
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Apesar da campanha pedindo adesão dos produtores rurais, o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) segue com sobra de R$ 2,79 bilhões nesta safra. O ABC oferece financiamento para projetos que reduzam a emissão de gases do efeito estufa e pode ser acessado por agricultores e pecuaristas. Em seu segundo ano, houve melhora na aplicação do orçamento, mas as quantias ainda estão muito aquém do esperado. Representantes do governo admitem que o entrave está ligado a dificuldades para elaboração dos projetos de financiamento.
Total contratado - Na safra 2011/2012, dos R$ 3,15 bilhões destinados ao programa, apenas R$ 356 milhões (11,3% do total) foram tomados por produtores – a previsão é de que, até junho, haja apenas aumento residual nessa quantia. No primeiro ano do ABC, na safra 2010/2011, o percentual de aproveitamento dos recursos disponibilizados foi ainda menor: 2,9%.
Fatores - A assessora técnica da Federação da Agricultura do Paraná (Faep) Carla Beck, que integra o grupo gestor do programa no estado, aponta a pouca divulgação e o número restrito de técnicos capacitados para trabalhar com o ABC como os fatores que contribuíram para a baixa participação dos agricultores paranaenses. “Estamos melhorando isso e teremos um aumento considerável na participação no curto prazo”, afirma.
Aumento considerável - O engenheiro agrônomo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) Johnny Franzon aposta que, na safra 2012/2013, os empréstimos devem aumentar consideravelmente, já que os dois principais entraves identificados para a aprovação dos projetos estão sendo solucionados: a dificuldade de determinar o que é passível de ser enquadrado no programa e a forma de análise individualizada para cada cultura. “Antes, era preciso fazer um projeto para o trigo, outro para a soja e assim por diante”, compara. Além disso, há iniciativas oficiais de treinamento para que técnicos ajudem produtores a elaborarem seus projetos.
Participação - De todos os recursos disponibilizados nacionalmente na safra atual, o Paraná captou 16%, ficando em segundo lugar, atrás de Minas Gerais. O vice-presidente de agronegócios do Banco do Brasil (BB), Osmar Dias, acredita que o Paraná possa elevar esse percentual, aproximando-se dos 20%, fração próxima à participação do estado na produção agrícola nacional. Dias espera o avanço mesmo com expectativas de que os empréstimos cresçam em todo o país. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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O Governo do Estado encaminhou para a Assembleia Legislativa dois projetos de lei que definem as diretrizes da nova política ambiental do Paraná. As propostas têm como objetivo recuperar e reduzir progressivamente os impactos ambientais causados pela atividade humana. “O propósito é dar ao Paraná instrumentos modernos e de fácil aplicação para avançar na conservação da biodiversidade”, disse o governador Beto Richa.
Mitigação – Segundo ele, o governo estadual quer estimular o desenvolvimento econômico e social dos paranaenses e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente adotando medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. “O desenvolvimento deve caminhar junto com a preservação e a proteção ambiental”, afirmou o governador.
Programa Bioclima - As duas propostas de lei darão suporte ao programa Bioclima Paraná, um amplo projeto ambiental que está em fase final de elaboração e estabelecerá estratégias para aliar a expansão da atividade econômica com a preservação do meio ambiente. O texto deverá ser finalizado até a realização da Conferência Rio+20, que acontece em junho no Rio de Janeiro.
Compensação - Um dos projetos enviados ao legislativo prevê o pagamento por serviços ambientais prestados por produtores rurais que efetivamente contribuam para a conservação da vegetação nativa, além do que já é determinado por lei.
Direito - Atualmente é obrigatório que sejam mantidos 20% da propriedade com mata nativa. Para ter direito ao Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), as áreas conservadas devem ser registradas em um cadastro do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
Certidões negativas - O produtor também precisa apresentar certidões negativas de débitos ambientais e a averbação das áreas na matrícula do imóvel. Em caso de áreas urbanas, o terreno deve estar em concordância com o Plano Diretor Municipal.
Suspenso - O incentivo financeiro será suspenso imediatamente se o beneficiário cometer algum dano ao meio ambiente de sua propriedade. A fiscalização será realizada pelo IAP, que fará visitar às propriedades contempladas para avaliar o desempenho e avanços ambientais.
Aguardado - Para o presidente da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP), Ágide Meneguette, a implantação do mecanismo era muito aguardada pelos agricultores paranaenses. “Vários países têm essa legislação e acho importante que o Paraná também tenha”, disse. A entidade participou com sugestões para a elaboração da proposta de legislação.
Critérios - Os critérios para estabelecer o valor do financeiro serão baseados no tamanho do imóvel, da área de cobertura vegetal nativa conservada e a região onde estiver inserida a propriedade. O benefício será pago em dinheiro e a equação para definir os critérios serão regulamentos por decreto governamental até 90 dias após a legislação entrar em vigor. O dinheiro será então destinado ao Biocrédito, mecanismo criado para agregar os recursos públicos e privados que serão captados.
Mudança climática - O outro projeto, que institui a Política Estadual de Mudanças Climáticas, tem como metas a proteção das fontes naturais de água, redução dos gastos de energia, investimento em energias alternativas, captura de carbono, educação ambiental, ampliação da coleta seletiva de lixo, entre outras.
Conscientização - “Assim, o governo irá fomentar políticas e programas públicos para conscientização, apoio a pesquisa e incentivo ao produtor que preservar efetivamente o meio ambiente”, afirma o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Iurk.
Plano Estadual - O projeto que institui a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas determina ainda que, em até dois anos, seja elaborado o Plano Estadual sobre Mudanças Climáticas, com as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa no Paraná.
Metas - Segundo o secretário Jonel Iurk, as propostas seguem as metas estabelecidas pelo plano de gestão do governador Beto Richa. “A idéia é compensar e reduzir os impactos da degradação ambiental no Paraná”, disse.
Desenvolvimento com preservação - Iurk reforça que a intenção do governo é conciliar desenvolvimento socioeconômico com preservação ambiental. Para ele, o pagamento por serviços ambientais será um importante incentivo para conservar os remanescentes da floresta com Araucária no Paraná.
Diagnóstico - Clóvis Borges, diretor executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), explica que as duas legislações ajudarão no diagnóstico da situação ambiental do Paraná e vão contribuir para definir as prioridades de ação. “É o reconhecimento que área ambiental preservada deve dar retorno. Temos um passivo imenso de áreas com vegetação nativa que precisava de uma resposta”, disse Borges. Segundo ele, existem cerca de mil áreas que poderiam receber o incentivo de compensação ambiental no Paraná.
Redução de emissões - A Política de Mudanças Climáticas trabalhará em duas diretrizes: mitigação e adaptação. A primeira envolve propostas de redução das emissões na sua origem ou por meio da captura de diferentes gases.
Mecanismos - Para isso, o governo criará mecanismos que permitam que setores responsáveis pela emissão de poluentes possam compensar possíveis danos investindo em projetos de conservação e recuperação de florestas. Também serão criados mecanismos para o aumento da matriz energética renovável, estímulo ao transporte sustentável e consumo de produtos comprometidos com o meio ambiente.
Incentivo fiscal e financeiro - Outra medida prevista é o incentivo fiscal e financeiro para que as empresas que reduzirem emissões possam obter selos de reconhecimento público e a tenham a validade de licença de operação prorrogada em um ano.
Adaptação - A segunda diretriz é a Adaptação, na qual é prevista a intervenção humana nos impactos causados pelas mudanças climáticas. Um exemplo é o deslocamento da população numa enchente. Com a elaboração de um Mapa de Vulnerabilidade Climática, o governo pretende diagnosticar as áreas mais suscetíveis do estado e definir as ações pertinentes.
Maior desafio - De acordo com André Rocha Ferretti, coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, as mudanças climáticas representam o maior desafio para a humanidade. Para ele os projetos de lei são urgentes e da mais ampla relevância para a sociedade paranaense, servindo de exemplo para o Brasil e para o mundo.
Origem - Os critérios para estabelecer o valor do financeiro que será pago serão baseados no tamanho do imóvel, da área de cobertura vegetal nativa conservada e a região onde estiver inserido a propriedades. O benefício será pago em dinheiro e a equação para definir os critérios serão regulamentos por decreto governamental até 90 dias após a legislação entrar em vigor.
Fundo - Os recursos investidos na implementação da Política Estadual de Mudanças Climáticas e do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) serão repassados através dos Fundos Estaduais de Recursos Hídricos e o do Meio Ambiente. O dinheiro será destinado ao Biocrédito, mecanismo criado para agregar os recursos públicos e privados que serão usados para estimular ações de preservação.
Licenciamento ambiental - Um dos recursos financeiros será originado do licenciamento ambiental. Outra parte terá origem no plano de controle de poluição veicular. Além disso, o Estado pretende captar doações de entidades nacionais e internacionais. (AEN)
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Com exportação um terço maior que a registrada no primeiro trimestre do ano passado (37% mais, somando 3,4 milhões de toneladas), o Paraná está embarcando o grão até em contêineres. O diretor superintendente do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), Juarez Moraes e Silva, conta que pelo menos 400 compartimentos atravessaram o Atlântico carregados com o produto nesta safra. “O aumento nas importações de produtos industrializados pelo Brasil faz com que, muitas vezes, os contêineres tenham de retornar à Ásia vazios. Quem carrega soja barateia seus custos”, explica. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)