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TRIBUTOS: Confaz regula ICMS em operações interestaduais

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O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) editou 16 protocolos que determinam que o remetente da mercadoria é o responsável por recolher o ICMS para o Estado de destino do produto em operações interestaduais. O Confaz é o órgão que reúne os secretários da Fazenda dos Estados do país. Os protocolos nº 26 a n° 41 foram publicados no Diário Oficial desta quarta-feira (11/04). Os protocolos nº 26 a n° 32 tratam de operações realizadas entre empresas do Amapá e do Pará. Já os de nº 33 a nº 41 referem-se a comercializações entre empresas de Sergipe e São Paulo.


Tipo - Cada protocolo trata da comercialização de um tipo de produto. Eles abrangem material elétrico, material de construção, eletrônicos, cosméticos, produtos alimentícios e aparelhos mecânicos, entre outros. Os protocolos também detalham como calcular o imposto. (Valor Econômico, com informações da Lex Legis Consultoria Tributária)

ENERGIA LIMPA:Brasil é o 10º país que mais investe no setor, diz relatório

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Um relatório divulgado na quarta-feira (11/04), pelo instituto americano Pew indica que o Brasil é o décimo país que mais investe em energia limpa, tendo direcionado US$ 8 bilhões para o desenvolvimento da produção alternativa - um aumento de 15% em relação a 2010. O documento ainda aponta que o País registrou a terceira maior taxa de crescimento no setor nos últimos cinco anos entre os países do G20. 


Eólica - O documento, intitulado Who is Winning the Clean Energy Race (Quem Está Ganhando a Corrida da Energia Limpa, em tradução livre), destacou os investimentos do Brasil em energia eólica, superando a produção de 1 gigawatt em 2011, suficiente para abastecer 750 mil casas. O setor ainda deve se desenvolver nos próximos anos, segundo o Pew.


Investimento no mundo - Em âmbito global, o ano passado registrou recorde no investimento em energias limpas. Foram US$ 263 bilhões, um aumento de 6,5% comparado a 2010. A fonte de produção que mais cresceu foi a solar - 44%, atraindo US$ 128 bilhões em investimentos e respondendo por mais da metade da energia limpa produzida pelo G20. A queda dos preços nos últimos doze meses foi a maior responsável pelo crescimento.


Capacidade ampliada - No total, a capacidade de produção de energia limpa foi ampliada em 83,5 gigawatts em todo o mundo no ano passado, sendo 30 gigawatts de energia solar e 43 gigawatts de energia eólica. O mundo consegue produzir agora 565 gigawatts de energia limpa.


Ranking - Nas Américas, o Brasil está apenas atrás dos Estados Unidos, que retomaram o primeiro lugar do ranking da China, líder no último biênio. Os americanos investiram US$ 48 bilhões em energias limpas no ano passado, um aumento de 44% comparado a 2010. O Canadá, outro país americano listado, é o 11º.


Oportunidades - "O investimento em energias limpas, sem contar pesquisa e desenvolvimento, cresceu 600% desde 2004, com base nas políticas nacionais que criaram estabilidade no mercado", disse Phyllis Cuttino, diretor do programa de energia limpa do Pew. "Esse aumento é significante porque significa inovação, comercialização e instalação de tecnologias que criam oportunidades para todos os setores do mercado", completa.


Mais países - Completam o ranking China (US$ 45.5 bilhões), Alemanha (US$ 30.6 bilhões), Itália (US$ 28 bilhões), os outros países da zona do euro (US$ 11,1 bilhões), Índia (US$ 10.2 bilhões), Grã-Bretanha (US$ 9.4 bilhões), Japão (US$ 8,6 bilhões) e Espanha (US$ 8,6 bilhões). (O Estado de São Paulo)

COAMO I: Funcionários prestam serviço voluntário

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COAMO II: Cooperativa apoia Appa na participação da Intermodal, em São Paulo

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A Coamo Agroindustrial Cooperativa está apoiando efetivamente a participação da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) na 18ª edição da Feira Internacional de Logística, Transporte de Cargas e Comércio Exterior – a Intermodal South América, aberta nesta terça-feira (10/04), no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A Coamo realiza suas exportações por terminal portuário próprio no Porto de Paranaguá, com capacidade de embarque de três mil toneladas hora e de armazenagem de 180 mil toneladas.

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Intermodal – A feira reúne em torno de 500 expositores de 20 países. Um estande temático em forma de um navio está atraindo a atenção de visitantes e expositores. A Intermodal South America vai até esta quinta-feira (12/04). O espaço temático foi desenvolvido pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina em conjunto com 30 operadores parceiros comerciais dos portos paranaenses. “A ideia é mostrar que estamos todos juntos em um mesmo barco, o governo do Paraná, o porto e os usuários, formando uma administração aberta e transparente”, afirma Lourenço Fregonese, diretor comercial da Appa. 


Participação importante - Segundo ele, a participação dos portos paranaenses na feira é importante devido à presença de representantes de grandes empresas multinacionais, produtores de grãos, de minérios, operadores portuários, de aeroportos, ferrovias, empresas de logística e tecnologia, que concentram grande parte do Produto Interno Bruto mundial. “Aqui temos contato com novas tecnologias, inovações, produtos, equipamentos e serviços. Podemos trocar experiências com portos nacionais e internacionais para tornar nossos serviços mais eficientes e mais rentáveis para os usuários”, afirma Fregonese. 


Resgate de cliente e parceiros - Os portos paranaenses também buscam resgatar antigos clientes e atrair novos parceiros, a exemplo do que ocorreu em outras edições da feira. Segundo Fregonese, em 2011, mesmo depois do estrago provocado por enchentes em março nas estradas que levam ao Litoral paranaense, o porto conseguiu movimentar mais de US$ 32 bilhões. (Imprensa Coamo, com informações da Agência de Notícias do governo do Paraná)

RAMO CRÉDITO III: Sicredi Capal lança programa A União Faz a Vida

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Cumprindo o compromisso assumido em 2010 com o Sistema Sicredi, a Sicredi Capal PR/SP iniciou a implantação do programa A União Faz a Vida. A cidade escolhida foi Taquarituba (SP) e o lançamento do programa aconteceu no dia 22 de fevereiro.


Segunda cidade - Taquarituba é a segunda cidade do estado de São Paulo a receber o programa, que será desenvolvido em parceria com a prefeitura da cidade e contará com assessoria pedagógica da Feati – Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti. O programa vai envolver 138 professores, 10 escolas e 2.153 alunos.


Ferramenta de integração - Durante o evento, o prefeito de Taquarituba, Miderson Milleo, disse que não pensou duas vezes para aderir ao programa por considerá-lo como mais uma ferramenta de integração da escola com a comunidade e  acreditar na potencialidade do cooperativismo. Já o presidente da Sicredi Capal, Luciano Dias Carneiro Klüppel, falou do entusiasmo da cooperativa com a implantação deste programa na região, que tem por objetivo formar cidadãos e desenvolver neles o espírito da cooperação.


Evento - O evento de lançamento do programa A União Faz a Vida contou, ainda, com o depoimento da diretora Rosane Aparecida da Silva, da Escola Municipal Marina Lenira, do município de Jaboti onde o programa já é desenvolvido, e com a palestra do professor Eduardo Shinyashiki, denominada a “Arte do conviver e do aprender - O Caminho do Conhecimento”. (Imprensa Sicredi)

TRANSPORTES: Governo prepara lançamento de um plano nacional de logística

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O Ministério dos Transportes e a Secretaria Especial de Portos (SEP) estão preparando o lançamento do Plano Nacional de Logística Integrada (PNLI), que vai analisar de forma conjunta os projetos de investimento nos portos, rodovias, ferrovias e hidrovias em um horizonte até 2030. Um dos objetivos do plano é garantir maior eficiência ao sistema de transporte e, assim, reduzir custos logísticos. “Estamos conversando há dois meses [com o Ministério dos Transportes] para ter um Plano Nacional de Logística Integrada. Não podemos melhorar os portos sem olhar para trás, ou seja, ver o sistema de acesso terrestre aos portos, incluindo as hidrovias”, disse José Leônidas Cristino, ministro da SEP.


Planos existentes - O PNLI vai reunir dois planos já existentes: o Plano Nacional de Logística de Transportes (PNLT) e o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP). Cristino disse que o objetivo da iniciativa é garantir maior eficiência ao sistema logístico para atender ao crescimento do comércio exterior brasileiro. A análise passa por formas de conseguir equilibrar a matriz de transporte, hoje muito concentrada nas rodovias. Cristino disse que o transporte pelas estradas representa quase 60% das cargas no país, enquanto as ferrovias respondem por 25% e a navegação de cabotagem por cerca de 13%. O restante é feito via aérea e por dutovias, disse o ministro da SEP. Para modificar esse quadro, será preciso investir mais em outros modais além do rodoviário, como é o caso da cabotagem e das hidrovias.


Cenários - O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, disse que o Plano Nacional de Logística de Transportes olha cenários de médio e longo prazo e identifica o que é necessário fazer. “Parte do que precisa ser feito até 2030 já está sendo executado e está abrigado no PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]“, disse Passos. Ele acrescentou que parte das ações previstas no Plano Nacional de Logística Portuária também já está em curso.


Indicativo - “Esses planos são portfólios de projetos, de oportunidades, que indicam o que é preciso fazer.” Passos afirmou que os planos podem envolver investimentos públicos e privados. Apenas o PNLT tem um conjunto de investimentos mapeados que somam mais de R$ 300 bilhões até 2030. O PNLP está sendo concluído e prevê investimentos de cerca de R$ 25 bilhões. Ainda não está definido o volume de investimentos no novo plano nem quando ele será lançado. Passos e Cristino participaram nesta terça-feira da cerimônia de abertura da Intermodal South America, feira internacional de logística, transporte de cargas e comércio exterior, em São Paulo. (Valor Econômico)

CÓDIGO FLORESTAL I: Projeto será votado nos dias 24 e 25 deste mês, diz Marco Maia

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O presidente da Câmara, Marco Maia, informou nesta terça-feira (10/04) que o Código Florestal deverá ser votado na Casa nos dias 24 e 25 deste mês. Maia está neste momento no gabinete do presidente do Senado, José Sarney, para negociar a concretização de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os negócios do contraventor Carlos Cachoeira, preso em 29 de fevereiro pela Polícia Federal, e o envolvimento com parlamentares de vários partidos. (Agência Câmara de Notícias)


CÓDIGO FLORESTAL II: Relator tem até terça para entregar parecer definitivo sobre a matéria

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O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que o deputado Paulo Piau (PMDB-MG) tem até terça-feira da próxima semana para entregar o parecer definitivo sobre o Código Florestal (PL 1876/99). A votação está prevista para os dias 24 e 25 de abril. "Isso daria uma semana para a discussão e o debate em torno do texto definitivo", disse Maia.


Polêmica - O governo defende a aprovação do texto do Senado, mas há polêmica sobre uma emenda, aprovada na Câmara, que libera os agricultores de recompor áreas de proteção permanente desmatadas e consolida as atividades pastoris, de agricultura e de turismo nessas regiões.


Estados - No mês passado, Piau já havia anunciado que vai propor a participação dos estados em decisões relativas à recomposição das áreas de preservação permanentes (APPs) na beira de rios com mais de 10 metros de largura ocupadas irregularmente até 22 de junho de 2008. A intenção, segundo o relator, é permitir que, no caso dos rios maiores, a melhor solução para a recomposição das áreas seja tomada em cooperação com os órgãos estaduais de meio ambiente, o que mais se aproxima do texto aprovado na Câmara em maio de 2011. Já nos casos de rios com largura inferior a 10 metros, fica mantida a obrigatoriedade de recompor uma faixa de 15 metros de vegetação ao longo da margem do curso d´água. O substitutivo aprovado no Senado inclui novos capítulos sobre cidades e agricultura. (Agência Câmara de Notícias)

GRÃOS II: USDA revisa estoques globais para baixo

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu nesta terça-feira (10/04) sua estimativa para os estoques mundiais de passagem da safra 2011/12 para soja e milho. De acordo com seu relatório mensal de oferta e demanda, os estoques de soja deverão somar 55,52 milhões de toneladas ao fim da temporada, o que significa uma queda de 3,1% em relação à estimativa anterior (57,3 milhões de toneladas) e de 19,6% ante a temporada passada (69,12 milhões de toneladas).


América do Sul - O corte foi motivado pela quebra da produção da América do Sul, que ainda contabiliza os efeitos da estiagem sobre as lavouras. O USDA voltou a revisar para baixo a estimativa para a safra brasileira, de 68,50 milhões para 66 milhões de toneladas, e argentina, de 46,5 milhões para 45 milhões de toneladas.


Soja - Com isso, a produção mundial de soja foi ajustada para 240,15 milhões de toneladas, uma queda de 2% ante a estimativa de março (245,07 milhões de toneladas) e de 9,1% ante a temporada 2010/11 (264,22 milhões de toneladas).


Estoques de passagem - O volume esperado para os estoques de passagem de milho foi reduzido para 122,71 milhões, um corte de 1,5% sobre a estimativa anterior (124,53 milhões de toneladas) e de 1,8% sobre os estoques da safra passada (125,02 milhões de toneladas).


Produção global - A estimativa para a produção global ficou praticamente inalterada, em 864,97 milhões de toneladas. O USDA manteve a projeção para a produção brasileira, em 62 milhões de toneladas, e reduziu, de 22 milhões para 21,50 milhões de toneladas, a produção esperada da Argentina. (Valor Econômico)

COOPERAÇÃO: Brasil e Reino Unido assinam carta de intenções

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e o ministro britânico para o Desenvolvimento Internacional, Andrew Mitchell, assinam carta de intenções nesta quarta-feira (11/04). O documento estabelece a cooperação entre Brasil e Reino Unido para apoiar projetos voltados à agricultura climaticamente inteligente e à segurança alimentar, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.


Atividades - A carta prevê o incentivo a atividades tais como o intercâmbio de informações tecnológicas e de pesquisadores bem como a cooperação internacional de projetos entre os países. A assinatura dá continuidade ao convênio firmado em junho pelos dois países por meio do Ministério da Agricultura do Brasil e do Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Governo do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (DFID).


Presenças - Além dos ministros, participam ainda da assinatura o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes, o diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Marco Farani, e o embaixador do Reino Unido no Brasil, Alan Charlton. (Mapa)

IBGE: Produção industrial do Estado desacelera no primeiro bimestre

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A Pesquisa Industrial Mensal Regional – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta terça-feira (10/04) pelo IBGE, mostra que a produção industrial paranaense desacelerou no primeiro bimestre deste ano. Depois de ter registrado crescimento de 15% no último trimestre de 2011, a indústria do Estado teve expansão de apenas 2,6% nos dois primeiros meses deste ano. Considerando só o mês de fevereiro, o setor teve redução de 7,7% na produção, em relação a janeiro – a maior entre os estados pesquisados – e crescimento de apenas 0,5% em relação a fevereiro de 2011. 


Endividamento - Para o economista Gilmar Mendes Lourenço, diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), o fraco desempenho da indústria paranaense está relacionado, entre outros fatores, ao alto nível de endividamento da população. Somado às medidas de restrição ao crédito e aos juros elevados, esse fator afetou os ramos de veículos (-25,7% no primeiro bimestre), móveis (-9,7%) e material elétrico (-7,0%). 


Queda da renda - Outra razão apontada por ele é a queda da renda da cadeia produtiva do agronegócio, afetada pela forte estiagem que causou quebra estimada em 21% na safra de verão. É o que explica as retrações de produção constatadas no primeiro bimestre nos segmentos de produtos químicos (-33,8%), material de transporte (-25,7% – caminhões, caminhões tratores e chassis) e minerais não metálicos (-3,0%). 


País – Apesar do fraco desempenho, a indústria paranaense cresceu mais do que a média nacional no primeiro bimestre. Enquanto no Paraná a produção do setor se expandiu 2,6% no período, no País houve queda de 2,1%. 


Fevereiro - Em fevereiro, enquanto a produção industrial paranaense apresentou redução de 7,7%, no País houve alta de 1,3%, em comparação com janeiro. Na comparação com fevereiro do ano passado, o Paraná teve aumento de 0,5% na produção, enquanto a média nacional ficou negativa em 3,4%. Embora modesto, esse crescimento da produção industrial paranaense foi o quinto maior entre os estados, influenciado pelo panorama positivo dos segmentos de edição e impressão (126,2%), madeira (22,8%), refino de petróleo (17,0%), bebidas (9,1%) e alimentos (4,8%). 


Comparação 2010 - Gilmar Lourenço observa ainda que a análise dos números de fevereiro e do primeiro bimestre deve levar em conta que a comparação é com 2011, um ano de acelerado crescimento da indústria paranaense. Para o presidente do Ipardes, em pouco tempo a indústria do Estado reverterá o cenário negativo verificado no início do ano. “A marcha lenta da produção industrial paranaense é resultado de fatores pontuais e transitórios que devem ser revertidos rapidamente, a partir dos impactos da política macroeconômica de redução dos juros, ampliação da oferta de crédito e desoneração tributária definida pelo governo federal”, afirma Lourenço. 


Maturação dos investimentos - Segundo ele, a maturação dos investimentos de R$ 16,4 bilhões anunciados pela iniciativa privada no Estado desde o começo de 2011 também contribuirá para devolver um ritmo mais dinâmico à indústria local. (AEN)

VISITA: CREA-PR reivindica mais investimentos em infraestrutura

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JORNALISMO: Prêmio Ocepar será lançado nesta terça-feira em Maringá

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COODETEC: Cooperativa é destaque na Tecnoshow Comigo 2012

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CASTROLANDA: Agroleite abre comercialização de estandes

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A Cooperativa Castrolanda, organizadora do Agroleite, vitrine da tecnologia de leite do país, abre este mês (20) a comercialização dos espaços para estandes para a 12ª edição do evento, que acontecerá em agosto, de 7 a 11, em Castro (PR). São esperados mais de 200 expositores entre empresas e criadores de animais raças holandesa, jersey, simental e pardo-suíça. O tema central desta edição é o título da cidade “capital nacional do leite”. 

 

Investimentos - Disposta a atrair o maior número de pessoas interessadas do setor, a Castrolanda cercada de expectativas inicia os investimentos no Parque Dario Macedo e na área ao lado já de propriedade da Cooperativa, onde serão construídas as futuras instalações do Castrolanda Convention Center e em cinco anos o complexo todo deve se transformar na cidade do leite. 

 

Obras em 2012 - Para este ano estão previstas a padronização das áreas dos expositores com tamanho mínimo de 100m², a construção de novos banheiros, portal de acesso, a ampliação do estacionamento e duas casas da vila holandesa onde juntamente com o portal de entrada marcam a cerimônia de inauguração durante a programação oficial do Agroleite. 

 

Patrocinadores - As cotas de patrocínio oficial já estão abertas e são divididas em diamante, ouro e prata. A exposição da marca varia de acordo com o valor do patrocínio. As formas de patrocínio garantem as empresas que investem no evento larga vantagem na divulgação da marca e permitem estarem mais próximas de seus clientes. 

 

Agroleite - O Agroleite é referência nacional da cadeia produtiva do leite, abrangendo desde a produção primária até a distribuição, com exposições das raças holandesa, jersey, simental e pardo-suíça e a participação dos mais tradicionais criadores do Paraná e outros Estados. Na última edição o evento recebeu mais de 50 mil pessoas e foram comercializados R$ 28 milhões durante os cinco dias. (Imprensa Castrolanda)

RAMO CRÉDITO I: Cooperativas do setor crescem acima da média do mercado

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O cooperativismo de crédito brasileiro continua crescendo e consolidando seu papel no processo de inclusão financeira no país. O segmento fechou 2011 com R$ 86,5 bilhões em ativos, contra R$ 68,7 bilhões contabilizados em 2010, registrando, assim, um aumento de 25,8%, perfazendo um total 8,7% superior às demais instituições financeiras. Os dados sobre o sistema financeiro nacional foram divulgados pelo Banco Central do Brasil (BC), incluindo as 1.312 cooperativas atuantes, e, dentre elas, as 1.047 ligadas ao Sistema OCB.   

 

Evolução patrimonial - A evolução patrimonial foi outro indicador de destaque, no qual o setor registrou uma expansão de 20,6%, praticamente o dobro do percentual percebido pelo restante do mercado, chegando a R$ 15,9 bilhões no último ano. Segundo o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, isso se deve principalmente às ações do Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito (Procapcred), mas também ao reinvestimento em reservas de capital social decorrente das sobras apresentadas no final de cada exercício. 

 

Profissionalismo - Para Freitas, os resultados alcançados em 2011 refletem o olhar do cooperativismo de crédito para o profissionalismo da gestão dos negócios. “Temos trabalhado para oferecer produtos e serviços diferenciados, com um atendimento personalizado aos nossos associados. Dessa forma, temos ganhado espaço no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e vamos continuar atuando nesse sentido”, diz.

 

Depósitos - Os depósitos, por sua vez, totalizaram um crescimento de R$ 8 bilhões, passando de R$ 30,1 bilhões para R$ 38,1 bilhões, com um aumento de 26,3%. Ao mesmo tempo, a média das instituições financeiras restantes foi de 14,1%. As operações de crédito também tiveram uma evolução significativa, superando o mercado, que apresentou 22,3% de expansão nesse indicador, apontando incremento de 26%.    

 

Associados - A ampliação do quadro de associados às cooperativas de crédito também deve ser ressaltada, uma vez que registrou o maior número de adesões em todos os anos. Com os 700 mil novos sócios que passaram a integrar o setor em 2011, as cooperativas de crédito já somam 5,8 milhões de cooperados. O mesmo se pode dizer dos postos de atendimento cooperativo (PAC). Em 2011, foram inauguradas 354 novas unidades, mais de um PAC por dia útil, ou seja, praticamente 30 por mês. Essa foi a maior evolução dos últimos seis anos. 

 

Ramo crédito (dados – BC/Sistema OCB) – Hoje, existem no país 1.312 cooperativas de crédito em atuação, reunindo 5,8 milhões de associados. 

Ramo crédito (Sistema OCB) – No Sistema OCB, há 1.047 cooperativas de crédito, formadas por 4,7 milhões de associados. (Informe OCB)