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Notícias representação

 

 

PRIMATO: Promoção O dia dos meus sonhos sorteia clientes até 3 de dezembro

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O Primato Supermercado está realizando a promoção “O Dia dos Meus Sonhos”, que vai até dezembro. Neste ano serão sorteados oito clientes que terão 60 segundos para entrar na loja, encher o carrinho e levar para casa. Os clientes que fizerem compras, independente do valor, até o dia 3 de dezembro ganharão cupons para concorrer ao sorteio. Os sorteados terão o tempo estipulado, um de cada vez, para coletar o maior número de itens. Tudo o que for coletado poderá ser retirado gratuitamente. “O Primato Supermercado quer realizar o sonho de todo o cliente, de encher seu carrinho e sair sem pagar”, brinca o diretor-executivo da Primato Cooperativa Agroindustrial, Anderson Sabadin. Para participar, basta fazer compras nas duas lojas do Primato Supermercado, no Jardim Santa Maria e na Vila Industrial, em Toledo, no Oeste do Estado. Não estão incluídos na promoção produtos como bebidas alcoólicas, fumo e derivados, eletroeletrônicos e fogos de artifício. (Imprensa Primato)

RAMO SAÚDE: Unimed Maringá é o plano de saúde mais lembrado pelos maringaenses

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O presidente da Unimed Maringá, Daoud Nasser, recebeu no último dia 6 de outubro, o Prêmio Top of Mind 2011, concedido à Unimed por ser o plano de saúde mais lembrado pela população de Maringá na categoria Planos de Saúde. A pesquisa é uma realização da Adecon, consultoria Júnior da Universidade Estadual de Maringá e objetiva identificar as marcas mais lembradas e consumidas pelos maringaenses. (Imprensa Unimed Maringá)

PIS/COFINS: MPV altera tributação da cafeicultura

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O novo sistema de cobrança da contribuição do PIS e da Cofins suspende a tributação na aquisição do café in natura. A mudança ocorreu por meio da Medida Provisória nº 545/2011, publicada no Diário Oficial da União no último dia 30 de setembro. A alteração atende a uma solicitação do setor produtivo ao governo para simplificação dos tributos que prejudicavam as torrefadoras, e o processo foi coordenado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). “Essa proposição é uma grande vitória do segmento, pois ocorreram inúmeras tratativas para formular uma minuta favorável a toda cadeia produtiva do café. O consenso firmado entre as cooperativas de café foi determinante para o sucesso das negociações”, avalia o analista Tributário da OCB, Edimir Santos.

 

Comitê Contábil - Segundo ele, para reforçar as negociações, a entidade criou o Comitê Contábil e Tributário do Café (CCTC), de atuação nacional, que operacionalizou as demandas formando um grupo de  apoio técnico para tratar do assunto e analisar a minuta da MPV. “Reunimos sugestões interessantes, que traziam uma formatação melhor ao texto e não inviabilizavam a aprovação do texto. Também relacionamos propostas que farão parte do rol de emendas a serem apresentadas no futuro”, disse Santos.

 

Esforço - O analista Tributário enfatizou ainda que a conquista foi resultado do esforço das organizações estaduais, que mobilizaram os dirigentes das cooperativas cafeeiras. “Os agricultores participaram das reuniões, movimentaram entidades de representação e contribuíram com trabalhos técnicos para que conseguíssemos chegar a uma proposta mais apropriada”.

 

Saiba mais - A MPV nº 545/2011 corrige um desvio existente na sistemática anterior, que prejudicava os agricultores, estimulava fraudes e sonegações e gerava concorrência desleal entre grandes e pequenas empresas torrefadoras, prejudicando as operações das cooperativas. A atual proposta, em relação às operações no mercado interno, suspende a referida tributação na aquisição do café in natura, e concede crédito presumido de 80% para o café adquirido com o fim de industrialização. Para o café verde adquirido com o fim de exportação, a entidade passa a ter crédito presumido10%, ou seja, 10% das alíquotas de 1,65% (PIS) e 7,60% (Cofins) = 0,925%. Todavia, a venda de café torrado/moído e solúvel internamente, para atacado ou varejo, continuará sendo tributada em 9,25%.

 

Tramitação – Após edição pela Presidência da República, a Medida Provisória tramita no Congresso Nacional para que seja convertida em lei. A MPV 545/2011 deve ser analisada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal até março de 2012, quando perde a sua eficácia. A OCB acompanhará toda a tramitação da matéria, para garantir a manutenção de um texto favorável ao setor. (Informe OCB)

EXPEDIÇÃO SAFRA: Mesmo com quebra, EUA colhem outra grande safra

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Mesmo com todos os tropeços ao longo do caminho, os Estados Unidos devem colher mais uma grande safra de soja e milho nesta temporada 2011/12. Com perto de um terço das lavouras colhidas, os rendimentos obtidos até agora vem surpreendendo os produtores, conferiu na última semana a Expedição Safra Gazeta do Povo, depois de percorrer quase três mil quilômetros no cinturão de produção de grãos norte-americano.

 

Revisão para cima - Os relatos de produtividades mais altas de que as esperadas se repetem por todo o Meio-Oeste e devem fazer com que o USDA, o departamento de Agricultura do país, reajuste para cima as suas estimativas de safra no relatório que divulga amanhã. No mês passado, o órgão calculou que, entre soja e milho, sairiam dos campos norte-americanos 401,4 milhões de toneladas de grãos – 84 milhões e 317,4 milhões de toneladas respectivamente.

 

Consenso - O consenso entre agricultores e analistas de mercado ouvidos pela Expedição, contudo, é que serão ao menos 405 milhões de toneladas – quase 87 milhões de toneladas de soja e pouco menos de 320 milhões de milho. Lavouras como as de Tim Schwab, no Noroeste do estado de Indiana, sustentam as previsões. Orgulhoso, ele mostra à equipe “uma das muitas” vagens de soja com quatro grãos e espigas de milho com 18 fileiras.

 

Média ainda maior - Com as máquinas no campo há pouco mais de uma semana, Schwab conta está tirando cerca de 4 mil quilos da oleaginosa por hectare e espera fechar a temporada com média ainda maior. No milho, a expectativa é de 11,3 mil quilos por hectare, com picos de 14,4 mil quilos. “Tudo acima da média”, faz questão de frisar.

 

Resultados decepcionantes - Na outra ponta, resultados decepcionantes como que estão sendo registrados na fazenda da família Steffen puxam para baixo as médias nacionais e não deixam os norte-americanos esquecerem que, apesar da boa surpresa no final do ciclo, 2011/12 é um ano de quebra de safra nos EUA. Afinal, lá em maio, quando a temporada norte-americana começou, o potencial era para 432,4 milhões de toneladas de grãos – 89,4 milhões de soja e 343 milhões de toneladas de milho.

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Grande safra - Na propriedade que os Steffen mantém em Cropsey, na região central de Illinois, o clima quente e seco de julho levou mais de 3 mil quilos de Mesmo com todos os tropeços ao longo do caminho, os Estados Unidos devem colher mais uma grande safra de soja e milho nesta temporada 2011/12. Com perto de um terço das lavouras colhidas, os rendimentos obtidos até agora vem surpreendendo os produtores, conferiu na última semana a Expedição Safra Gazeta do Povo, depois de percorrer quase três mil quilômetros no cinturão de produção de grãos norte-americano.

 

Diferença - Em todo o país, a diferença entre o potencial estimado no início do ciclo e os números consolidados ao final da safra devem se aproximar de 30 milhões de toneladas. O volume equivale a toda a produção anual do Paraná, considerando não só soja e milho, mas também trigo feijão e outros grãos.

EXPEDIÇÃO SAFRA II: Equipe percorre o Sul do Brasil

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Uma equipe da Expedição Safra Gazeta do Povo percorre desde ontem os três estados do Sul do Brasil para averiguar a intenção de plantio de milho e soja na região. Trata-se do primeiro dos quatro roteiros a serem cumpridos no Brasil. Rio Grande do Sul e Santa Catarina avançam no plantio do milho e serão visitados primeiro. Em seguida, será a vez do Paraná, atual maior produtor nacional de grãos, que está com dois terços da área do milho e perto de um quarto da de soja semeados. O Sul brasileiro tem sido responsável por 37% da produção nacional de soja e 44% da colheita de milho, o que lhe confere a liderança frente os números de Centro-Oeste, Sudeste ou do Centro-Norte. O trajeto da Expedição no Sul deve durar duas semanas.

 

Centro-Oeste - A partir da segunda metade de outubro, a equipe de técnicos e jornalistas segue rumo à região Centro-Oeste, onde está inserido o principal estado produtor de soja do país: o Mato Grosso, que inicia a temporada de olho na retomada da primeira colocação nacional de produção de grãos. As primeiras estimativas de produção do estado apontam para uma colheita de soja superior a 31 milhões de toneladas, contra pouco mais de 30 milhões de toneladas projetados para o Paraná. Mato Grosso do Sul e Goiás também fazem parte do levantamento de campo da Expedição no Centro-Oeste.

 

Último circuito - O último circuito será cumprido em novembro, na considerada nova fronteira agrícola do país. Formado por Maranhão, Tocantins, Piuaí e Bahia, o Matopiba entra no roteiro da Expedição Safra pela quinta vez consecutiva. O roteiro pelo Brasil abrange os 12 estados e soma cerca de 20 mil quilômetros nesta primeira fase do projeto. Todo o trabalho de cam­­po das equipes pode ser acompanhado no site: www.gazetadopovo.com.br/expedicaosafra. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)

EVENTO: Congresso de Avicultura espera 1,2 mil inscrições

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Daqui duas semanas, entre os dias 25 e 27, São Paulo realiza a 22.ª edição do Congresso Brasileiro de Avicultura. O evento, promovido pela União Brasileira de Avicultura (Ubabef), terá como tema central a competitividade do setor. As palestras vão abordar genética, manejo, logística e outros temas. As inscrições para o congresso custam R$ 300, mas estudantes pagam metade desse valor. A feira do congresso tem entrada gratuita e reúne estandes de 30 indústrias exportadoras no Centro de Exposições Imigrantes. Entre os expositores, estão ainda empresas produtoras de equipamentos e das áreas de saúde animal, insumos, material genético, além de entidades, agroindústrias e instituições governamentais. Os organizadores esperam atrair de produtores a altos executivos de agroindústrias, com público de 20 mil visitantes e 1,2 mil congressistas. Informações: www.abef.com.br. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)

SUCROALCOOLEIRO: Governo poderá taxar exportação de açúcar para conter alta do etanol

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O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta segunda-feira, 10, que a taxação da exportação de açúcar para estimular a produção do etanol no país está inserida no rol de medidas que o governo poderá tomar para conter a alta de preço. Entretanto, a escolha desta alternativa, segundo o ministro, será evitada ao máximo.

 

Efeito - O ministro acredita que a taxação da exportação de açúcar, que tem o preço mais atrativo para o produtor de cana-de-açúcar, também não teria efeito significativo de curto prazo, considerado importante para ajudar a conter a pressão sobre a inflação. “Ainda é uma hipótese, mas esta será a última medida, que também não terá um efeito a curtíssimo prazo”, disse ministro ao Valor.

 

Decisões mais importantes - Lobão considera que as decisões mais importantes para o setor de etanol já foram tomadas pelo governo. Ele citou o aumento do consumo de gasolina, importação de volume significativo do próprio etanol, oferta de incentivos à produção de etanol, crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aos produtores de cana-de-açúcar e transferência do papel de fiscalização para Agência Nacional do Petróleo (ANP).

 

Encontros com Dilma - O ministro participará nesta tarde de dois encontros com a presidente Dilma Rousseff. Conforme foi antecipado pelo Valor na semana passada, a reunião marcada para as 15 horas foi convocada pela presidente para tratar da preocupação do governo com a alta no preço do etanol, em plena safra de cana-de-açúcar, e os efeitos produzidos sobre a inflação. O segundo encontro, previsto para as 17 horas, será de coordenação política. Ao ser perguntado se a necessidade de novas medidas para o setor seria discutida nas reuniões, Lobão disse que ainda não sabia quais serão os assuntos. “Vou nas duas reuniões com ela [a presidente Dilma], mas ainda não sei do que vai se tratar”, afirmou. Outro tema urgente do governo, que está ligando diretamente ao ministro e deve ser discutido com a presidente, é o acordo que ainda falta ser fechado no Congresso para a votação do veto da chamada Emenda Ibsen Pinheiro – relacionada ao impasse sobre as novas regras de distribuição de royalty da produção de petróleo. (Valor Econômico)

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Eventos serão realizados a partir de 24 de outubro

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O Sistema Ocepar promove, a partir do dia 24 de outubro, os Encontros de Núcleos Regionais com a participação do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e deputados estaduais. Ortigara foi convidado a discutir as ações da Seab com os participantes. Já os parlamentares vão debater as atividades ligadas ao setor cooperativista em tramitação na Assembleia Legislativa. Os eventos, destinados a presidentes, dirigentes, líderes, cooperados, funcionários das cooperativas paranaenses e convidados, acontecem de forma descentralizada e tem ainda o propósito de tratar sobre o planejamento do setor para 2012.

 

Datas e locais – O primeiro encontro vai reunir representantes do Oeste do Estado na Associação dos Funcionários da C.Vale (Asfuca), em Palotina, tendo como cooperativa anfitriã o Sicredi Vale do Piquiri. Depois, acontecem mais três eventos: no dia 25 de outubro, as cooperativas anfitriãs serão a Uniodonto Maringá e a Cocamar, que vão receber os participantes do Norte e do Noroeste no auditório da Cocamar, em Maringá. Já no dia 28 de outubro, os cooperativistas do Sudoeste se reúnem na sala de treinamentos da Coasul, em São João, tendo a própria cooperativa como anfitriã do evento. Já o encontro dos participantes do Centro Sul acontece dia 31 de outubro, no Memorial da Imigração Holandesa, em Castro, com a Castrolanda sendo a anfitriã. Os eventos seguem a mesma programação em todos os locais, no horário das 8h às 13h. 

INTERCÃMBIO: OCB/MT troca informações com o Paraná

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CAPACITAÇÃO: Curso vai orientar sobre vendas para o varejo

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O Sistema Ocepar promove, nos dias 19 e 20 de outubro, no auditório da Copacol, em Cafelândia, Oeste do Estado, o Curso de vendas para o varejo, destinado a profissionais das cooperativas do Paraná. O instrutor será o professor Charles John Szulcsewski, doutorando em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP). Ele também é mestre em Administração de Empresas, coordenador da área de vendas dos programas de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), professor do curso de pós em gestão de vendas e do MBA Executivo da ESPM e consultor de diversas empresas.

 

B2B – A programação do evento contempla a discussão sobre o novo papel de vendas no contexto B2B (Business to Business) que, no caso das cooperativas vai tratar da relação comercial existente entre elas, como fornecedoras de produtos industriais, com as redes de varejo,como supermercados, por exemplo. Também estarão em debate a venda transacional e a venda consultiva; os papéis de compra do B2B, tipos de clientes B2B, pós venda, entre outros temas.

 

Inscrições e informações – As inscrições ao curso devem ser feitas até esta segunda-feira (10/10), diretamente pelo agente de Desenvolvimento Humano das cooperativas por meio do site www.ocepar.org.br. Mais informações com Leandro Macioski (Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 41 3200-1128) ou Robson Mafioletti (Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 41 3200-1111).

RAMO CRÉDITO II: Sicoob Vale do Iguaçu participa da Expofeira de Planalto

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AGENDA PARLAMENTAR: OCB e Frencoop divulgam resultado da semana no Congresso

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Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (CDEIC), aprovou por unanimidade parecer do deputado Dr. Ubiali (SP), representante do Ramo Trabalho na Frencoop, pela rejeição do Projeto de Lei 1.490/2011, de autoria do deputado Laércio Oliveira (SE), que veda a participação de cooperativas em licitações promovidas pela Administração Pública nas situações em que existir, na prestação do serviço, relação de subordinação ou dependência entre o executor do serviço e o contratante.

 

Senado Federal - A casa debateu na quarta-feira (05/10) o novo Código Florestal (PLC 30/2011), sob a visão e os anseios dos produtores de café do sul de Minas Gerais. O sistema cooperativista se fez presente por meio do vice-presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), Sr. Carlos Augusto Rodrigues de Melo e do presidente da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel), Sr. Francisco Miranda de Figueiredo Filho. O presidente da Cooxupé alertou para as exigências feitas pelo Código atual, e deixou claro que se forem mantidas tais regras, o setor ficará inviabilizado. Por meio de casos práticos apresentados durante a reunião, foi demonstrado que em algumas propriedades de cooperados falta área para cumprir todas as determinações ambientais. Para acessar o Resultado da Agenda da Semana, clique aqui.

 (Blog OCB no Congresso)

BIOCOMBUSTÍVEL: Agroenergia é objeto de audiência pública

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A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), de olho nas discussões que envolvem o fornecimento de biocombustíveis no Brasil, acompanhou na manhã desta quinta-feira (6/10) a audiência pública da Subcomissão Permanente de Desenvolvimento das Energias Alternativas e Renováveis no Brasil, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). O objetivo foi debater o desenvolvimento e uso da agroenergia e também a implantação do Plano Nacional de Agroenergia e Microdestilarias no Brasil.

 

Oscilações - Na visão da OCB, o fornecimento de biocombustíveis nacional oscila muito, em função de fatores climáticos e mercadológicos. “A elaboração do plano vai colaborar, criando oportunidade e incentivos à produção de etanol em microdestilarias, além de gerar alternativas para viabilizar a produção descentralizada e aumentar a oferta, inclusive em regiões remotas onde o custo do transporte do combustível é significativo”, explicou o analista de Mercados da organização, Marco Olívio Morato.

 

Importância - A importância da agroenergia na matriz energética brasileira, segundo Morato, foi consenso entre os painelistas convidados. Eles destacaram o fato de 18% da energia consumida no país ser proveniente de agroenergia, e do etanol ser o principal responsável por esse desempenho. “Todos reconheceram que as microdestilarias podem trazer o barateamento dos custos logísticos do etanol”, disse o analista.

 

Organização social - Outra unanimidade, segundo ele, foi o reconhecimento da necessidade da organização social desses produtores por meio de associações e cooperativas. Trata-se de um processo semelhante ao que vem ocorrendo com a produção de biodiesel, que envolve hoje cerca de 59 cooperativas. Morato explica que em 2007 esse número chegava apenas a 13. “As ações discutidas na audiência podem colaborar para a ampliação do uso de etanol por veículos automotores e, paralelamente, para a produção de energia renovável com origem na biomassa residual, melhorando ainda mais a matriz energética brasileira e beneficiando o meio ambiente”, resume o analista. (Informe OCB)

COOPERAÇÃO: OCB e DGRV propõem ações para o cooperativismo de Moçambique

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Brasil e Alemanha trabalham juntos para fomentar o desenvolvimento do cooperativismo em Moçambique, na África. O projeto está sob a coordenação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV). O assessor estratégico da OCB, Maurício Landi, e o coordenador da DGRV no Norte/Nordeste do Brasil e Moçambique, Matthias Knoch, visitaram o país entre os dias 26 de setembro e 1º de outubro para conhecer a realidade local e formatar um plano de ação.

 

Apoio - O processo também conta com o apoio e envolvimento direto da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (GIZ). Segundo Landi, uma das ações prioritárias será adequar e instrumentalizar a Associação Moçambicana de Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM) como entidade representativa do cooperativismo.

 

Cultura da cooperação - “O povo moçambicano ainda não desenvolveu a cultura da cooperação. Podemos dizer que o cooperativismo está numa fase inicial no país, até mesmo embrionária. Instituir uma representação será essencial para disseminar os benefícios do movimento à sociedade”, disse o assessor estratégico.

 

Adequação - Para normatizar e imprimir uma dinâmica do cooperativismo de crédito, OCB e DGRV sugerem a adequação das normas do Banco Central de Moçambique para formalização, de forma gradual, das associações em cooperativas. A ideia, como explica Landi, é contribuir para a capilarização formal do crédito. Orientar as organizações para o enquadramento à nova Lei Cooperativista, em 2012, e indicar o Ministério da Indústria e Comércio de Moçambique como instituição interlocutora do cooperativismo no governo são outras ações previstas no plano. 

 

Saiba mais - Moçambique é um país eminentemente rural, com mais de 80% de sua população presente no campo. Parte da população urbana, mais de 2 milhões, está concentrada na capital Maputo. Em desenvolvimento, seu PIB já cresce 7,5% em 2011, graças aos investimentos em mineração, petróleo, carvão e outros minerais. A característica fundiária do país está na agricultura essencialmente familiar , tendo em vista que a terra é estatal e seu uso ocorre por concessão de 50 anos renováveis. (Informe OCB)

ENTREVISTA: Semente nacional busca retomar espaço

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Velocidade na inovação, incorporação de novas ciências e aumento da eficiência são algumas das estratégias adotadas pelos institutos de pesquisa agrícola nacionais para retomar espaço no mercado brasileiro de sementes, hoje dominado pelas empresas estrangeiras. De acordo com o presidente do Iapar, principal instituição de pesquisa do estado, Florindo Dalberto, as sementes nacionais têm altíssimo valor agregado, mas as empresas ainda não sabem usar com eficiência as estratégias de marketing para atuar no mercado. “As multinacionais passaram a ocupar mais espaço com o uso de estratégias agressivas de marketing, grandes investimentos em pesquisa e desenvolvimento e oferta de produtos que incorporaram diferenciais obtidos com uso de ferramentas da biotecnologia”, diz. Acompanhe trechos da entrevista do executivo sobre os avanços no mercado brasileiro de pesquisa agrícola – ele será o mediador do painel da edição de amanhã do Ciclo de Palestras da Gazeta do Povo.

 

A pesquisa nacional está conseguindo cumprir sua função de elo fundamental para a produção agrícola no Brasil?

Sem dúvida. Na agropecuária, a tecnologia aumentou a produção e reduziu o custo dos principais alimentos consumidos pela população. Estudos apontam que, desde 1975, a produtividade duplicou e os preços ao consumidor caíram mais de 60% em termos reais. Isso possibilitou o controle da inflação e a ampliação do consumo de alimentos, produtos industriais e serviços. Tais ganhos resultaram de investimentos consistentes e persistentes em pesquisa e desenvolvimento, que agora precisam ser ampliados para avançar ainda mais no combate à concentração de renda e à pobreza no Brasil.

 

No mercado de sementes das grandes culturas (milho, soja e trigo), as multinacionais assumem posições de liderança. Qual foi o auge da participação nacional e como está a situação hoje?

Nesses casos, o mercado de sementes no Paraná foi amplamente dominado pelas instituições nacionais, como Iapar e Embrapa, entre outras, até meados desta década. Depois, as multinacionais passaram a ocupar mais espaço. No entanto, em outras culturas de importância econômica, tais como feijão, aveia, triticale, citrus, café, maçã e mandioca, as instituições públicas e o Iapar, em especial, ainda apresentam uma participação altamente relevante.

 

As parcerias que o Iapar vem firmando com multinacionais fazem parte de uma nova estratégia de atuação?

No Iapar, acreditamos nas parcerias que possam suprir deficiências setoriais, agregar conhecimentos pela sinergia com outros centros de excelência e ampliar a possibilidade de obtenção de mais e melhores resultados. O esforço agora caminha no sentido de buscar parcerias que fortaleçam a capacidade de disseminar nossos produtos tecnológicos que têm apelo mercadológico.

 

Existe perspectiva de aumento dos investimentos públicos em pesquisas?

Os recursos para pesquisa no Brasil vêm aumentando significativamente na ultima década, e isso tem resultado na maior participação do país na produção de conhecimentos em nível mundial, sobretudo em ciências agrárias. Cresce também a compreensão de que a construção do país que queremos – desenvolvido, internacionalmente competitivo, social e economicamente justo – somente será levada a bom termo com aportes maciços em ciência, tecnologia e inovação. (Gazeta do Povo)

CICLO DE PALESTRAS: Representantes da Embrapa e Iapar participam do evento

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O diretor-presidente da Embrapa, Pedro Arraes, vai ser o palestrante da edição de segunda-feira do Ciclo de Palestras Informação e Análise do Agronegócio, promovido pela Gazeta do Povo. O executivo vai falar sobre os desafios da pesquisa nacional, pública ou privada, diante do ambiente competitivo e globalizado da produção de alimentos. Arraes fez parte da comitiva da presidente Dilma Rousseff durante uma série de visitas a países da Europa, na semana passada. O presidente do Iapar, Florindo Dalberto, será o mediador do painel que vai contar com a participação de representantes da própria entidade, do Coodetec, da Fundação Meridional e da Apasem.

 

Serviço - O evento ocorre no auditório da Ocepar, em Curitiba, a partir das 14h30. Para participar, envie e-mail para Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.. (Gazeta do Povo)

FLORESTAS: Uma mão lava a outra

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Pensando em atender a demanda do polo moveleiro por madeira de qualidade, em diversificar a produção agropecuária do município e em contribuir para a preservação ambiental, o Sindicato das Indústrias de Móveis de Arapongas (Sima) idealizou um viveiro de mudas em uma área de dois alqueires na zona urbana da cidade, conhecido como Programa de Auto Sustentabilidade de Matéria-Prima para o Polo Moveleiro do Norte do Paraná (Simflor).

 

Capacidade de produção - Sob a coordenação técnica do engenheiro agrônomo Fernando Martin, do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), o viveiro tem capacidade para produzir até 3 milhões de mudas de eucalipto, que são vendidas a preço de custo aos produtores da região. Hoje, o viveiro abastece 900 hectares de plantio em 400 propriedades rurais a um raio de 90 quilômetros de Arapongas, chegando a comercializar 400 mil mudas por ano.

 

Maior consumidor - ''Arapongas é o maior consumidor de placas de madeira e madeira serrada do País, por isso a necessidade de ofertar matéria-prima às indústrias do polo moveleiro, diminuindo, inclusive, o custo com frete'', justifica Martin. Segundo ele, a madeira serrada produzida na região serve para a sustentação de estofados e camas-box e a madeira macia e resistente do eucalipto é usada ainda no design do mobiliário, já que a nova tendência é a madeira aparente. ''A mesma madeira também é usada como fonte de energia para as indústrias.''

 

Renda - Para Martin, além de aproveitar áreas subutilizadas da propriedade, o cultivo da madeira gera renda ao agricultor. ''Uma floresta de um hectare pode render até R$ 53,5 mil em 12 anos, quando ocorre o desbaste final'', calcula o agrônomo, citando que em um ano, a mesma floresta rende R$ 4,5 mil por hectare. ''A árvore passa a ser um investimento'', garante Martin, lembrando que o produtor é capacitado pela Emater desde o plantio até a colheita e fica cadastrado no Sima como fornecedor preferencial.

 

Pioneiro - Conforme ele, o Simflor foi pioneiro no incentivo à silvicultura e atua há 13 anos em Arapongas, produzindo madeira de múltiplo uso, que atende os setores de energia, papel e celulose e serraria. ''Por isso a vantagem da diversificação na pequena propriedade.''

 

Preço de custo - A muda é vendida a preço de custo ao produtor rural por R$ 0,22. No solo fértil do Norte paranaense, onde chove bem durante o ano, o corte final da madeira acontece em até 12 anos. Martin explica que o primeiro desbaste ocorre aos seis anos, quando a lenha é vendida como fonte de energia para as indústrias. O segundo corte acontece no oitavo ano, quando metade das árvores é destinada às serrarias. E o terceiro e final corte ocorre após 12 anos de cultivo, quando a madeira grossa abastece a indústria de batentes, vigas e janelas, encosto de cadeiras e braços de poltronas.

 

Desbaste - Ainda de acordo com o agrônomo, o desbaste para energia rende até R$ 68 a tonelada (t), enquanto o material para serraria paga R$ 110/t, um incremento de 61%. Já a madeira de corte final chega a valer R$ 150/t. A condução do viveiro de mudas envolve funcionários do Sima capacitados pela Emater. Após compactar o substrato para receber a semente, o funcionário leva a muda para o canteiro de germinação, onde a planta passa por alternagem e desbaste até atingir o padrão de expedição, após cerca de cinco meses. A muda perfeita tem 15 centímetros de altura e de seis a oito pares de folhas.

 

Garantia de matéria-prima - ''O Simflor é importante para o Sima pois garante a oferta de matéria-prima de qualidade, economia no frete e promove a conservação ambiental. Já para o produtor rural, a vantagem da parceria com o viveiro está na diversificação da produção e diminuição do impacto ambiental com uma cobertura florestal na propriedade'', reforça Martin, destacando ainda a madeira como renda futura, que pode garantir uma aposentoria ao agricultor, ou até mesmo renda anual, se o plantio for fracionado. (Folha de Londrina)

LEGISLAÇÃO: Regulamentação de orgânicos é atualizada

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Os produtores de orgânicos devem ficar atentos ao novo regulamento técnico para os sistemas de produção animal e vegetal. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou no Diário Oficial da União (DOU), de sexta-feira (07/10), a Instrução Normativa nº 46 que irá substituir a norma nº 64 de 18 de dezembro de 2008, responsável pela regulamentação da produção orgânica animal e vegetal no Brasil. Uma das atualizações presentes na nova instrução é o reordenamento de informações relacionadas à produção orgânica animal. Os dados foram reorganizados para facilitar o entendimento das normas. Outra mudança foi a inclusão de substâncias permitidas para uso nos sistemas orgânicos de produção. As demandas foram solicitadas pelas comisssões estaduais. Depois de passarem por consulta pública, foram autorizadas.

 

Princípios agroecológicos - Os alimentos orgânicos são produzidos baseados em princípios agroecológicos que contemplam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais. Na agricultura orgânica, não é permitido o uso de substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente. Desde 1º de janeiro de 2011, todos os produtos comercializados como orgânicos devem conter o selo do Sistema Brasileiro de Conformidade Orgânica. (Mapa)