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LEGISLATIVO II: Representantes da OCB se reúnem com o deputado Carlos Magno

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Demandas importantes para as cooperativas agropecuárias, em tramitação na Câmara dos Deputados, foram apresentadas ao deputado Carlos Magno, na manhã desta terça-feira (04/10), durante reunião com integrantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O encontro ocorreu na sede da entidade, em Brasília (DF), e contou com a presença do superintendente e da gerente de Relações Institucionais da OCB, Renato Nobile e Tânia Zanella.

 

Brasil Rural - Na pauta, também estava o Projeto de Lei 54/2011, que dispõe sobre a Política e o Plano Nacional de Desenvolvimento do Brasil Rural (PDBR e PNDBR). O assunto foi discutido com o deputado, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Pela OCB, participaram ainda os analistas de Relações Institucionais e de Mercados, Fabíola Motta e Marco Olívio Morato, respectivamente. (Informe OCB)

TOLERÂNCIA: BASF e Embrapa apresentam tecnologia para melhorar produção de soja

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Representantes da Basf e da Embrapa apresentaram nesta terça-feira (04/10) os planos de produção de soja tolerante a herbicidas para o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile. A instituição vai avaliar o projeto da nova tecnologia chamada Cultivance que promete oferecer genes de grande importância para a agricultura. “Temos interesse que soluções inovadoras cheguem até os cooperados que terão condições de aumentar a sua produtividade e avançar na agricultura de forma sustentável”.

 

Conveniência e flexibilidade - Desenvolvido para ser aplicado pós-emergência, o herbicida do Sistema de Produção Cultivance proporcionará aos agricultores conveniência e flexibilidade de aplicar o produto para o controle de plantas daninhas durante as primeiras semanas de crescimento da cultura. Segundo especialistas da Basf, poucas aplicações do herbicida por hectare reduzirão o uso de máquinas e mão-de-obra, assim como serão reduzidos os custos para agricultores, e emissão de CO2 ao meio ambiente.

 

CTNbio - A soja tolerante foi aprovada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), no ano passado.  É o primeiro cultivo geneticamente modificado, desenvolvido no Brasil, desde o laboratório até a comercialização. Na reunião, o pesquisador da Embrapa, Raul Rosinha, falou sobre o papel da instituição que desde 1973, tem sido decisivo para o negócio agrícola brasileiro e para a posição de destaque que o Brasil hoje ocupa no cenário agrícola mundial. O Brasil e a Embrapa são referências em tecnologias para a agricultura tropical. “O forte investimento na formação de recursos humanos e a capacidade de estar em sintonia com o avanço da ciência é o ponto forte da parceria com Basf neste projeto”, pontuou Rosinha.

 

RadioCoop - Confira a entrevista do gerente de Marketing Estratégico e Marketing Biotecnologia da BASF, Marcelo Ismael, à RádioCoop sobre o objetivo do projeto. Clique aqui e ouça. (Informativo OCB)

CÓDIGO FLORESTAL: Para Luiz Henrique, projeto pode ir a Plenário até meados de novembro

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O relator do projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/2011) nas comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), espera que o texto esteja pronto para votação em Plenário até meados de novembro. Ele fez a previsão na abertura de audiência pública que a CCT realizada nesta quarta-feira (05/10).

 

Outras comissões - Além das comissões de Ciência e Tecnologia e Agricultura, a matéria, antes de ir a Plenário, também será votada na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde é relatada pelo relator Jorge Viana (PT-AC).

 

Cirurgia - Luiz Henrique informou que já concluiu modificação na estrutura do projeto, de forma a separar disposições transitórias das permanentes. “Procedi uma cirurgia no texto de forma a separar normas duradouras de normas transitórias. Não foi fácil, pois mexeu na estrutura do texto que veio da Câmara”,  explicou ele. Além da mudança na estrutura, o relator informou que analisará as emendas apresentadas pelos senadores, antes de concluir seu voto. Os senadores realizaram, de manhã, debate sobre mecanismos de pagamento por serviços ambientais aos produtores rurais que mantiverem áreas florestadas em suas propriedades. (Agência Senado)

EXPEDIÇÃO SAFRA 2011/12: Equipe visita Iowa, principal estado produtor de grãos dos EUA

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O crescimento da indústria do etanol incentiva aumento do rebanho bovino no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Tradicional na agricultura, a região ganha cada vez mais representatividade também na pecuária, impulsionada pela alta disponibilidade de DDG, uma espécie de farelo de milho de alto teor protéico. Resíduo do processo de fabricação do combustível, o produto custa mais barato que o grão e pode ser adicionado à ração animal em unidades de confinamento, que chegam a engordar 13 mil cabeças de gado angus por ano no Noroeste de Iowa.

 

Agricultor tipo exportação - Um dos principais players no comércio internacional de soja e milho, o Corn Belt norte-americano também é exportador de agricultores. Dono de uma fazenda de 1,2 mil hectares na pequena cidade de Royal, Iowa, David Kruse (foto) também administra, desde 2004, cerca de 9 mil hectares em três propriedades em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.No Brasil, o Iowa Group produz soja, milho e algodão de alta tecnologia e, durante a época de safra, chega a empregar até 140 pessoas.

 

Secretário, mas só nas horas vagas - Secretário de Agricultura do mais importante estado agro dos EUA há cinco anos, Bill Northey é um dos homens fortes da cena política de Iowa, cotado para o cargo de governador nas próximas eleições. Mas, quando questionado sobre a sua profissão, responde de pronto: “Sou agricultor. E secretário nas horas vagas.” Enquanto pilotava uma colheitadeira, ele contou à Expedição que não abre mão de plantar e colher pessoalmente a suas safras. “É importante manter o vínculo com o campo para saber de fato quais são as demandas reais dos produtores”, justifica.

 

Serviço - A próxima parada da Expedição Safra nos Estados Unidos é o estado de Missouri. Cortado pelos rios Mississípi e Missouri, o estado é considerado pólo logístico do país. (Gazeta do Povo)

CARNE BOVINA: Embarque somará US$ 5 bi em 2011

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As exportações brasileiras de carne bovina devem ultrapassar US$ 5 bilhões este ano, estima Antônio Camardelli, presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes (Abiec). O valor é cerca de 4% superior ao registrado no ano passado, quando as vendas externas do produto somaram US$ 4,8 bilhões. Para os volumes exportados, porém, a estimativa é de uma queda expressiva, entre 15% e 20%, de acordo com Camardelli, que apresentou ontem os números das vendas externas do setor até setembro. No ano que passou, os embarques de carne bovina do Brasil alcançaram 1,8 milhão de toneladas.

 

Razão - A razão para a forte queda esperada nos volumes exportados são, segundo Camardelli, a oferta menor de matéria-prima, o cenário econômico internacional que afeta a demanda e a crise nos países árabes, que acabou impactando as vendas do Brasil. Os números das exportações em setembro já refletem o cenário externo. As vendas somaram US$ 457,8 milhões no mês, 25% mais do que os US$ 366,4 milhões de igual mês de 2010. Em volume, as vendas recuaram 4,45% na mesma comparação, para 84,4 mil toneladas.

 

Receita - Da receita total registrada em setembro, US$ 393,2 milhões foram carne in natura e o restante, processada. Em volume, foram 74,6 mil toneladas de carne in natura (uma queda de 3,14%) e 9,8 mil toneladas de industrializada (recuo de 13,4%). O aumento na receita com os embarques de carne pode ser explicado pela elevação dos preços médios na exportação, decorrentes da menor oferta, principalmente. Em setembro, o preço médio foi de US$ 5.423 por tonelada, alta de 30,76% sobre igual mês de 2010, segundo a Abiec.

 

Mudança na UniãoEuropeia - De acordo com Camardelli, a oferta menor de carne bovina e a crise já levam a União Europeia a mudar a "configuração do cardápio", com menos cortes de filé mignon e mais contra-filé. Ele disse, porém, que as restrições da Rússia a estabelecimentos exportadores do Brasil não afetaram as vendas àquele país, já que as empresas conseguiram redirecionar as exportações para unidades não afetadas. Em setembro, o país comprou 20,2 mil toneladas de carne do Brasil.

 

Carne industrializada - Já as exportações de carne industrializada continuam pressionadas. O principal motivo é a queda das vendas ao mercado americano, ainda por influência do imbróglio da ivermectina, um vermífugo usado no rebanho bovino. No ano passado, os EUA detectaram níveis de resíduos do vermífugo acima do limite em carne industrializada do Brasil. Análises para detectar tais resíduos aumentaram os custos dos exportadores, desestimulando as vendas. "Isso nos tira a competitividade", disse Camardelli.

 

Dentro da expectativa - Os números entre janeiro e setembro já refletem o esperado para todo o ano. No período, as exportações brasileiras de carne (in natura e industrializada) alcançaram US$ 3,563 bilhões, alta de 3,88% sobre o mesmo intervalo do ano passado. Em volume, foram 689,5 mil toneladas, um recuo de 21% em relação ao período entre janeiro e setembro do ano passado. (Valor Econômico)

MERCADO: Soja na crise

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O mercado de soja deve ter um desempenho melhor que o de milho em um cenário de recessão nos países ricos, previu o Goldman Sachs nesta terça-feira (04/10). De acordo com a avaliação do banco, a demanda pela oleaginosa é mais "resiliente" por estar mais atrelada à economia da China. Já o milho está vulnerável ao desempenho da economia americana, em consequência do etanol. Nos últimos seis meses, os preços da soja acumulam uma desvalorização de 15%. Já o milho registrou perda de 23% no período. (Valor Econômico)

SAÚDE ANIMAL: Representante da OIE elogia serviço sanitário brasileiro

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O representante regional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês), Luis Barcos, elogiou a estrutura do sistema veterinário brasileiro e as ações do país para impedir a entrada do vírus da aftosa notificado no Paraguai. A declaração ocorreu nesta terça-feira (04/10), após o debate “Saúde animal: uma visão para o futuro”, durante o Encontro Nacional de defesa Sanitária Animal (Endesa), realizado no Memorial da América Latina, em São Paulo.

 

Áreas permeáveis - Segundo Barcos, em todos os países do mundo as fronteiras são áreas permeáveis, principalmente em regiões secas, onde não existe a devida delimitação das propriedades. Para o representante da OIE, as chaves para evitar a difusão de enfermidades são medidas sanitárias de prevenção e vigilância, boa cobertura vacinal e o controle do movimento dos animais.

 

Avaliação - “Fizemos uma avaliação e o Brasil obteve um resultado muito bom, atendendo plenamente às normas da OIE. O país foi o primeiro a publicar essa avaliação em nível mundial. O serviço veterinário está crescendo e em ótima situação, com investimentos em recursos humanos e econômicos. Esperamos que o Brasil continue com essa condição”, avaliou.

 

Painel - O diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Marques, foi o outro palestrante do painel. Ele destacou a importância da participação de todos os estados brasileiros e os incentivos que o ministério tem direcionado para a melhoria da sanidade animal do país. De acordo com Marques, hoje, o Brasil conta com 181 milhões de bovinos na zona livre de febre aftosa reconhecida pela OIE, o que representa aproximadamente 90% do rebanho brasileiro.

 

Comitê - Nesta terça-feira também teve início a reunião ordinária do Comitê Veterinário Permanente do Conesul (CVP), onde as autoridades paraguaias prestaram informações sobre a situação do foco de febre aftosa naquele país. No encontro, foram apresentadas as medidas de prevenção adotadas pelos demais países integrantes do Comitê. Amanhã, serão definidas resoluções sobre o tema.

 

Atividades - Outra atividade importante marcada para esta quarta (0510) é o encontro do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa). Na quinta-feira (06/10), acontece uma reunião bilateral entre representantes dos setores público e privado do Brasil e da Bolívia.

 

Endesa - Promovido pelo Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Endesa se estende até a próxima sexta-feira, 7 de outubro, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O evento tem como tema “Muitas culturas, uma ciência” e entre os assuntos debatidos estão o avanço dos programas sanitários, os desafios, as alternativas e as experiências que possam servir de referência para os países participantes.

 

Palestrantes - O encontro conta com palestrantes nacionais e de outros países – como Argentina, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Dinamarca, França, Austrália e Itália –, que estão participando de discussões sobre formação veterinária, sistemas de atenção veterinária, diagnósticos em saúde animal, vigilância epidemiológica, emergências veterinárias, tecnologias a favor da saúde animal, legislação veterinária, bem-estar animal, entre outros assuntos. (Mapa)

IOF: Taxação sobre derivativos afeta hedge de produto agropecuário

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A taxação sobre as operações de contratos de derivativos tem derretido o mercado de proteção cambial ("hedge") de produtos agropecuários, transferido ao exterior parte desses negócios e reduzido a influência do Brasil, um dos maiores produtores mundiais de alimentos, na formação dos preços internacionais de commodities agrícolas.

Taxação - O cenário começou a ganhar forma em outubro de 2009, quando o governo decidiu taxar em 2%, a título de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a entrada de capital estrangeiro para investimentos em renda fixa e variável. As operações de liquidação de contratos de câmbio, inclusive originários de derivativos agropecuários, passaram, então, a perder terreno.

 

Em baixa - De lá para cá, o mercado de derivativos agropecuários minguou. A participação dos investidores não residentes diminuiu de quase 25% para menos de 4% no mercado agropecuário até setembro, conforme dados da BM&FBovespa enviados reservadamente ao governo. No fim de julho, o governo ampliou os poderes do Conselho Monetário Nacional (CMN) para atuar nesse mercado, o que aprofundou a situação de insegurança nos derivativos agropecuários.

 

Mudança - Diante disso, o Ministério da Agricultura tenta alterar, na Câmara dos Deputados, a Medida Provisória nº 539, para isentar as liquidações de câmbio de contratos agropecuários (boi, café, etanol, milho, soja) da cobrança de IOF. O Ministério da Fazenda resiste a mudar essa tributação específica. Nesta quarta-feira (05/10), a Câmara deve votar o relatório da MP 539 em plenário. A BM&FBovespa tem operado nos bastidores para reforçar a necessidade de modificar o texto. Procurada pela reportagem, preferiu não comentar o caso.

 

Cooperativas - Cooperativas e empresas nacionais têm enfrentado graves problemas. Têm que correr lá fora e embutir mais riscos em suas operações, como ameaças de "default" nos Estados Unidos e na Europa. No café, por exemplo, a referência de preços está migrando rapidamente para as bolsas de Nova York e Londres, cujo parâmetro é o grão da Colômbia, e não do Brasil.

 

Cooxupé - "A posição em aberto caiu de 35 mil para sete mil lotes no café. Temos que buscar mercado e isso tem levado a precificação para Nova York", diz o superintendente de operações e comercial da Cooxupé, Lúcio de Araújo Dias.

 

Recuo - A cooperativa mineira, que faturou R$ 2,4 bilhões com seus 12 mil associados, estima que as operações com derivativos de café tenham recuado de US$ 1 bilhão, em 2009, para US$ 217 milhões em setembro. No café, estrangeiros não residentes reduziram de 30% para 5% a posição de contratos em aberto. Sozinha, a Cooxupé fez contratos para 1,6 milhão das 3,4 milhões de sacas de café recebidas na última safra. "Esse mercado futuro é muito importante para o produtor", afirma Dias. "Hoje, menos de 1% desse 'hedge' é feito aqui. Mas o Brasil detém 35% da produção mundial", afirma.

 

Explicação - A explicação para a derrocada é simples. Como a incidência de IOF é diária sobre os ajustes na bolsa, durante o período da operação de "hedge" a alíquota acumulada sempre é maior ou igual a 2% do ingresso de capital. Assim, os custos para não residentes chegam, segundo avaliação, a 8% com ajustes diários, também conforme dados da BM&F enviados ao governo. "Isso tem gerado a perda de referência de preços agrícolas aqui, reduzido o número de contratos e diminuído a liquidez na bolsa", afirma uma fonte do governo. "Isso pode levar o mercado de derivativos agrícolas à morte".

 

Operações travadas  - As operações em bolsa estão travadas. Antes, o produtor emitia uma Cédula de Produto Rural (CPR) e a cooperativa ou empresa vendia o café na BM&F para determinada data, como setembro de 2012, por exemplo. A cooperativa ou empresa vendia o dólar no futuro também, travando o preço. Depois, transformava em reais, captando recursos, descontava taxas e despesas e fixava o preço em reais. O produtor ficava com a receita e pagava a dívida lá na frente.

 

Tributo - "Agora, não sei quanto vou pagar de tributo", diz Lúcio Dias, da Cooxupé. "Se o dólar sobe, pago IOF sobre o ajuste. Se cai, pago também. Estamos só olhando, parou tudo. Não sei o quanto posso pagar, não tem como calcular o preço", afirma ele. (Valor Econômico)

Mobilização – Representantes do cooperativismo estiveram, na manhã desta quarta-feira (05/10), em Brasília, reunidos com o secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, para tratar sobre o assunto. “Na oportunidade, foi entregue um documento mostrando o impacto causado pela cobrança do IOF e solicitada a isenção sobre o hedge. Fomos bem recebidos e esperamos que o governo se sensibilize com a nossa causa”, afirmou o assessor tributário da Ocepar, Marcos Antônio Caetano. Ele estava acompanhado de representantes da Frencoop e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), entre eles, o superintendente Renato Nóbile, e também de membros das cooperativas Cocamar, Coamo, Cooxupé e Aurora. Eles vão acompanhar a votação da MP 539 na Câmara. 

BNDES: Projetos de infraestrutura tiveram R$ 5,4 bilhões do banco no semestre

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Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em projetos de infraestrutura atingiram R$ 5,4 bilhões no primeiro semestre deste ano. Ao longo de 2011, o BNDES espera registrar um salto de 23% nos desembolsos para infraestrutura em comparação ao ano passado. As informações são de Nelson Sifferti, superintendente da área de infraestrutura do BNDES, que participa agora de seminário promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Frente Parlamentar Mista em Defesa da Infraestrutura Nacional, com apoio da BM&FBovespa e do Valor.

 

Custo médio - Segundo Sifferti, os desembolsos do BNDES para infraestrutura contam com um custo médio de 8,4% ao ano para o tomador dos empréstimos. “Nossos recursos não são subsidiados, porque superam a taxa de inflação, mas estão, de fato, muito abaixo dos juros praticados pelo mercado”, afirmou. Para ele, os investimentos em infraestrutura serão “centrais” ao longo do governo Dilma Rousseff, que persegue crescimento anual de 5% do Produto Interno Bruto (PIB). A estimativa mais recente do governo, no entanto, é de que o PIB aumentará apenas 3,5% neste ano. (Valor Econômico)

AGENDA: 3º Prêmio Unimed de Jornalismo recebe inscrições até 28 de outubro

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As inscrições para o 3º Prêmio Unimed de Jornalismo continuam abertas até o dia 28 de outubro. São mais de 35 mil reais em prêmios. O tema deste ano é Saúde, contemplando matérias sobre prevenção em saúde, qualidade de vida, novas tecnologias e questões específicas da saúde pública e suplementar. A novidade desta edição é a Categoria Especial, com temática específica, "O uso consciente de recursos e serviços de saúde". Só essa categoria irá premiar R$ 5 mil reais. Além dela, o Prêmio possui mais três categorias: profissional (Rádio, TV e Impresso) Destaque Acadêmico e Mídia Corporativa. Essa última destinada à participação de assessores de imprensa.

 

Informações

- Mais informações acesse: www.unimed.com.br/premiounimeddejornalismopr ou ligue para 41 3219-1488. O Prêmio Unimed de Jornalismo é realizado pela Unimed Paraná, com o apoio do Sindicato dos Jornalistas, da Ocepar e das demais Unimeds do estado. (Imprensa Unimed Paraná)

 

ENCONTROS DE NÚCLEOS:

Secretário da Agricultura e deputados federais vão participar dos eventos

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento , Norberto Ortigara, e deputados que representam o Paraná na Câmara Federal vão participar da próxima edição dos Encontros de Núcleos Cooperativos organizados pelo Sistema Ocepar. Ortigara foi convidado a discutir as ações da Seab com os participantes. Já os parlamentares vão debater as atividades ligadas ao setor cooperativista em tramitação na Câmara. Os eventos, destinados a presidentes, dirigentes, líderes, cooperados, funcionários das cooperativas paranaenses e convidados, acontecem de forma descentralizada e tem ainda o propósito de tratar sobre o planejamento do setor para 2012.

 

Datas e locais

– Os encontros começam a ser realizados no dia 24 de outubro, reunindo representantes do Oeste do Estado na Associação dos Funcionários da C.Vale (Asfuca), em Palotina, tendo como cooperativa anfitriã o Sicredi Vale do Piquiri. No dia 25 de outubro, as cooperativas anfitriãs serão a Uniodonto Maringá e a Cocamar, que vão receber os participantes do Norte e do Noroeste no auditório da Cocamar, em Maringá. Já no dia 28 de outubro, os cooperativistas do Sudoeste se reúnem na sala de treinamentos da Coasul, em São João, tendo a própria cooperativa como anfitriã do evento. Já o encontro dos participantes do Centro Sul acontece dia 31 de outubro, no Memorial da Imigração Holandesa, em Castro, com a Castrolanda sendo a anfitriã. Os eventos seguem a mesma programação em todos os locais, no horário das 8h às 13h.

 

CAPACITAÇÃO:

Curso vai orientar sobre vendas para o varejo

O Sistema Ocepar promove, nos dias 19 e 20 de outubro, no auditório da Copacol, em Cafelândia, Oeste do Estado, o Curso de vendas para o varejo, destinado a profissionais das cooperativas do Paraná. O instrutor será o professor Charles John Szulcsewski, doutorando em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP). Ele também é mestre em Administração de Empresas, coordenador da área de vendas dos programas de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), professor do curso de pós em gestão de vendas e do MBA Executivo da ESPM e consultor de diversas empresas.

 

B2B

– A programação do evento contempla a discussão sobre o novo papel de vendas no contexto B2B (Business to Business) que, no caso das cooperativas vai tratar da relação comercial existente entre elas, como fornecedoras de produtos industriais, com as redes de varejo,como supermercados, por exemplo. Também estarão em debate a venda transacional e a venda consultiva; os papéis de compra do B2B, tipos de clientes B2B, pós venda, entre outros temas.

 

Inscrições e informações

– As inscrições ao curso devem ser feitas até o dia 10 de outubro, diretamente pelo agente de Desenvolvimento Humano das cooperativas por meio do site www.ocepar.org.br. Mais informações com Leandro Macioski (Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 41 3200-1128) ou Robson Mafioletti (Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 41 3200-1111).

CAPACITAÇÃO: Curso vai orientar sobre vendas para o varejo

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RESÍDUOS SÓLIDOS: Ocepar participa de audiência pública que discute plano nacional

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Profissionais que atuam no setor cooperativista paranaense, entre eles, o engenheiro agrônomo e assessor da área de meio ambiente da Ocepar, Silvio Krinski, estão participando, nesta terça e quarta-feira (04 e 05/10) da audiência pública que o Ministério de Meio Ambiente está promovendo em Curitiba, com o objetivo de discutir o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos. “O Plano Nacional de Resíduos Sólidos é um importante instrumento que está em construção e contemplará diversos tipos de resíduos gerados, alternativas de gestão e gerenciamento passíveis de implementação e metas a serem cumpridas. A audiência é oportunidade que temos para fazer as considerações no PNRS que afetam diretamente os processos industriais e de produção de alimentos”, afirma Krinski. A audiência pública acontece no Centro de Exposição Horácio Coimbra da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), no Jardim Botânico, das 8h às 18h.

COONAGRO: Workshop discute desenvolvimento estratégico

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COCAMAR: Dia de campo sobre consórcio de milho com braquiária em Cambé

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Cerca de 100 produtores da região de Cambé são esperados nesta terça-feira (04/10) para um dia de campo que a Cocamar realiza sobre o consórcio de milho safrinha e braquiária, a partir das 16 horas, na Comunidade Dezinho do Vermelho.  No salão social da comunidade, haverá uma palestra sobre as vantagens do sistema e orientações de como implantar, com o pesquisador da Embrapa Dourados, Gessi Ceccon.  A campo, os produtores vão conferir o volume de cobertura deixada pela braquiária, tirando dúvidas quanto ao manejo. As demonstrações serão nas propriedades dos produtores Antonio Zabine e Idelberto Nicolino Júnior, que destinaram, respectivamente,  15 e 10 alqueires com o consórcio.  O interesse dos produtores da região pela tecnologia tem sido grande, segundo o gerente da unidade de Cambé, Adilson Esteves Jardim Nocchi.  (Imprensa Cocamar)

COASUL: Cooperativa entre as 500 maiores da região Sul do país

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Assim como em outros anos, a Coasul Cooperativa Agroindustrial de São João se destaca na edição de agosto/setembro da Revista Amanhã, 500 maiores empresas do Sul do país. No ranking principal, a cooperativa ocupa o 190º lugar. No quesito 100 maiores do Paraná, a cooperativa ocupa o 76º. Para o diretor presidente, Paulino Capelin Fachin, o crescimento e o destaque em rankings nacionais são reflexos de anos de trabalho e de luta da cooperativa. “A capitalização aliada à gestão profissional, a credibilidade financeira e principalmente a fidelização dos cooperados são a base para estes números. Com o ingresso na industrialização, ano a ano, a tendência é que a cooperativa ocupe cada vez mais posições de maior destaque no cenário nacional e também internacional”, prevê. (Imprensa Coasul)

RAMO SAÚDE II: Uniodonto Curitiba realiza ações em diversas empresas

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A Uniodonto Curitiba realiza ações, com a Odontomóvel (veículo munido de um consultório odontológico) em diversas empresas. Recentemente a Cooperativa esteve na fábrica da Trombini Embalagens, empresa beneficiária, localizada na cidade de Fraiburgo, Santa Catarina. Após a primeira visita, que ocorreu em março, com a realização de avaliações de saúde bucal, nesta nova oportunidade o foco foi a orientação.

 

Palestras específicas - Segundo Elso Vitorino de Souza, do setor comercial da Uniodonto, foram realizadas palestras específicas para os colaboradores, que trataram de temas como periodontia e técnicas de escovação. Houve a distribuição de boletim informativo para os funcionários, com informações relacionadas aos benefícios e guia com contatos, endereços e horários de atendimento de Cirurgiões-Dentistas Cooperados que atendem na região. Na ação, a Técnica de Saúde Bucal (TSB) Paula Marcela de Souza esteve acompanhada do motorista Amauri Daniel Real Prado, que auxiliou nas atividades.

 

Esclarecimento de dúvidas - “O evento ocorreu durante dois dias, e foram realizadas palestras de prevenção, esclarecimento de dúvidas em relação aos planos, e também um levantamento epidemiológico. Como já havia acontecido uma ação anteriormente, os colaboradores já aguardavam a nova visita para poder esclarecer as dúvidas que haviam ficado”, explica Paula. (Imprensa Uniodonto Curitiba)

OCPLP: OCB participa de AGO da Organização dos Países de Língua Portuguesa

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Os integrantes da Organização das Cooperativas dos Países de Língua Portuguesa (OCPLP) estão reunidos em Luanda, na Angola, até esta terça-feira (04/10) para realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO) do colegiado. O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, que também preside a OCPLP, participa da AGO juntamente com o assessor Estratégico da entidade, Maurício Landi.

 

Estatuto - Durante o encontro, serão votadas as alterações propostas pela OCB no estatuto da organização. “Trabalhamos na elaboração de um novo texto, com o objetivo de melhor estruturar a OCPLP e, assim, obter resultados mais concretos nas alianças estratégicas estabelecidas entre as instituições cooperativas integrantes do movimento”, explicou Freitas.

 

Plano de atividades - Com a aprovação do novo estatuto, a instituição dará início a um plano de atividades, que foi elaborado pela Cooperativa Antônio Sérgio para a Economia Social (Cases), membro da OCPLP, e se estenderá até o final de 2012. Também serão validados na AGO a relação das atividades previstas para o Ano Internacional das Cooperativas – 2012, o projeto de uma escola internacional do cooperativismo em Angola, além da prestação de contas referente ao exercício 2010/2011. (Informe OCB)

AGENDA PARLAMENTAR: Participação da Cooxupé no Senado é um dos destaques da semana

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Na Câmara dos Deputados, está na pauta da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP)  desta quarta-feira (05/10), o Projeto de Lei 1.181/2007, que "Acrescenta o inciso XVIII ao Art. 20 da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, dispondo que os trabalhadores associados às cooperativas habitacionais poderão dispor dos recursos do FGTS". A matéria, que faz parte da Agenda Legislativa de 2011, flexibiliza a utilização do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para que o trabalhador, ao ingressar em cooperativas habitacionais, possa adquirir sua casa própria. A OCB apóia o mérito do projeto e o relatório do deputado Mauro Nazif (RO), integrante da Frencoop, uma vez que permite ao associado em cooperativa habitacional possa quitar até 100% de sua quota parte ou imóvel, com recursos oriundos do FGTS.

 

Senado Federal - Os impactos do novo Código Florestal (PLC 30/2011) na produção brasileira de café, principalmente as localizadas no sul do Estado de Minas Gerais, será o tema de uma audiência pública nesta quarta-feira (05/10) na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). Representando a OCB estará o presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé Ltda (Cooxupé), Carlos Alberto Paulino da Costa. (Blog OCB no Congresso)

 

Para acessar a Agenda da Semana completa, clique aqui.