...

Notícias representação

 

 

AGRÁRIA II: Conjunto musical da Alemanha se apresenta no Centro Cultural

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

A Fundação Cultural Suábio-Brasileira traz, no próximo dia 2 de abril, ao Centro Cultural Mathias Leh, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR), mais uma atração internacional: o grupo musical Lehrer Big Band Bayern (ou, em português, Grande Banda de Professores, do estado alemão de Bavária). Aberto a toda a comunidade e com entrada franca, o show apresenta um repertório que promete levar alegria ao público: o grupo se caracteriza por som acústico, em diversos estilos, como swing, bebop, blues, baladas e música latina.

Componentes - De acordo com o site da banda, o Lehrer Big Band Bayern tem, no momento, 40 componentes, integrantes de escolas de todos os distritos do estado da Bavária. Fundadores do grupo foram o professor Joe Viera e do antigo gerente Walter A. Neubeck, em setembro de 1993, num curso da Academia para a Formação de Professores e Gestão de Pessoas em Dillingen, na Bavária. O objetivo do conjunto é incentivar a arte e a cultura, no âmbito da música do tipo big band, em escolas.

 

Regência - Desde o início de 2001, a banda se encontra sob a regência de Thomas Zoller - o músico é um conhecido compositor, arranjador, saxofonista, além de professor de composição e arranjo na Escola de Música Carl-Maria-von-Weber, na cidade alemã de Dresden. O mais recente CD do grupo, lançado em 2009, se intitula "Keep the customer satisfied" (Mantenha o cliente satisfeito). (Imprensa Agrária)

RAMO CRÉDITO: Sistema OCB é homenageado pelo Banco Central

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

O Sistema OCB, representado pelo presidente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), Edivaldo Del Grande, foi homenageado no dia 23 de março, durante evento de lançamento da segunda versão do Sistema de Informações de Crédito (SCR2), ocorrido no auditório do Banco Central do Brasil, em São Paulo. Na presença do presidente do BC, Alexandre Tombini, Del Grande recebeu a homenagem das mãos do diretor de fiscalização do Banco, Anthero de Moraes Meirelles. Em documento entregue a Del Grande, o BC reconhece a valiosa contribuição do Sistema OCB no desenvolvimento da segunda versão do Sistema de Informações de Crédito. (Informe OCB)

EVENTO: Líderes cooperativistas participam de fórum sobre sustentabilidade

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

O cooperativismo declarou como prioridade em 2012 a discussão de questões relacionadas à sustentabilidade. Preservação e crescimento foram as palavras de ordem quando do lançamento da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2012, em fevereiro deste ano. Com essa preocupação, líderes do movimento participaram nesta quinta e sexta-feira (22 e 23/03) do Fórum Mundial de Sustentabilidade, em Manaus (AM). Realizado anualmente com apoio do governo do estado do Amazonas, o evento reúne aproximadamente 900 empresários, autoridades, políticos e ambientalistas, com o objetivo de difundir práticas e mecanismos bem-sucedidos de desenvolvimento sustentável na Amazônia e no mundo. A ideia é criar um compromisso político e empresarial com o desenvolvimento sustentável do planeta.

 

Agricultura de baixo carbono - Convidado para proferir palestra sobre as "Perspectivas para a agricultura de baixo carbono no Brasil", o coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, afirmou que todo o mundo precisa estar preocupado com duas questões vitais para garantir qualidade de vida e preservação do meio ambiente: "Segurança alimentar e segurança energética, com sustentabilidade". E defendeu que a agricultura de baixo carbono é "uma alternativa para que o Brasil deslanche na produção de alimentos, apostando em projetos como o de recuperação de áreas degradadas de pastagem, plantio direto na palha e integração lavoura-pecuária-floresta".

 

Para ficar - "Todos nós sabemos que a sustentabilidade veio para ficar. E temos um desafio grande que é o de preservar habitats naturais, manter as florestas e ainda combater os problemas oriundos da área urbana", disse o deputado federal e coordenador do ramo crédito na Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Arnaldo Jardim (SP). Jardim, que foi um dos articuladores para aprovação do projeto de lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, defendeu a questão do tratamento do lixo como oportunidade de geração de emprego, criação de riqueza, agregação de valores e cuidado com a natureza, e elogiou a atuação do cooperativismo amazonense, afirmando que este "tem desempenhado um papel importante de liderança".

 

Rio+20 - O deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo Amazonense (Frencoop/AM), Luiz Castro (AM), ressaltou a importância da participação do movimento no evento como parte dos preparativos para a Conferência mundial Rio + 20, em junho deste ano, cujo tema principal será a defesa do meio ambiente, com a preocupação na geração de alimentos.

 

Código Florestal - Com foco na promoção do desenvolvimento sustentável, o movimento cooperativista defende a urgente validação do novo Código Florestal, que aguarda votação no plenário da Câmara dos Deputados. O objetivo é garantir a continuidade da produção agropecuária brasileira, aliada à preservação dos recursos naturais. O Brasil é hoje o maior produtor de grãos do mundo, e preserva mais de 60% de seu território.

 

Desconectada - Para o setor cooperativista, a normatização atual está desconectada da realidade tanto no que diz respeito à proteção dos remanescentes florestais como às características da atividade agrícola brasileira. "É preciso conferir segurança jurídica e estabilidade às áreas já utilizadas para fins de produção agropecuária e, ao mesmo tempo, ampliar a eficácia dos mecanismos de proteção ambiental. Só assim teremos condições de continuar produzindo. A demanda por alimentos é crescente no mundo e o Brasil tem um papel fundamental nesse contexto", destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. (OCB, com informações OCB/AM)

CÓDIGO FLORESTAL: Governo sinaliza disposição para negociar o projeto

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Depois de uma semana em que acumulou derrotas na Câmara dos Deputados, o governo indicou nesta segunda-feira (27/03) que está disposto a abrir negociações com a bancada ruralista na Casa em pontos antes considerados inegociáveis no Código Florestal, como a prorrogação do decreto que suspende a Lei de Crimes Ambientais e a apreciação do projeto antes da conferência ambiental Rio +20, que ocorre em junho.

 

Lei de Crimes Ambientais - Nesta segunda a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que o decreto que suspende a Lei de Crimes Ambientais e evita multas e sanções imediatas aos produtores rurais pode ser prorrogado. Ele vence no dia 11 de abril e era um fator de tensão, estimulava os ruralistas a quererem aprovar o Código antes dessa data, uma vez que muitos agricultores se encontrariam na ilegalidade sem sua prorrogação e sem a aprovação do projeto. "Não vejo dificuldades em prorrogar. Se for preciso, eu mesma pedirei para prorrogarem o decreto", disse a ministra, durante uma palestra na sede do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Brasília.

 

Posição de governo - Por sua vez, no Congresso Nacional, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que o governo já aceita votar o Código antes da Rio +20. "É uma posição de governo. Estamos trabalhando para votar antes da Rio +20 porque queremos votar também outras matérias", disse. Ele, porém, preferiu não fixar uma data para a votação. "Temos prazo mas não temos pressa."

 

Indicações positivas - Os ruralistas avaliaram como positivas as indicações do governo, embora queiram a garantia de uma data. Eles pressionam para que ela seja após o feriado de Páscoa, no dia 8 de abril. O governo, contudo, quer aprovar primeiro a Lei Geral da Copa para depois definir a votação do Código Florestal. "Ficou estabelecido isso, mas não escrito. De qualquer modo, prefiro trabalhar com a hipótese de primeiro votar a Lei da Copa e depois o Código", disse Chinaglia.

 

Data - Para o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Moreira Mendes (PSD-RO), o clima é de não votar nada enquanto não aprovar o Código Florestal. Mas ele mesmo também já sinaliza para um acordo: "A não ser que se acerte uma data para o Código e que ele comece a ser votado na sequência da aprovação da Lei da Copa".

 

Divergência - Mas é no teor do texto que ainda permanece a maior divergência entre o governo, que quer ver aprovada a proposta que saiu do Senado, e os ruralistas, que querem fazer alterações nela. Em especial, no trecho que estabelece a recomposição das Áreas de preservação Permanentes (APPs).

 

Recomposição - A maior preocupação dos ruralistas é quanto à obrigatoriedade de que, em propriedades cortadas por um rio de até 10 metros, se necessário recompor 15 metros em cada lado da margem. Isso, afirmam, tornaria inviável a produção de muitos pequenos agricultores no país. Eles também têm interesse em que seja retomado o trecho aprovado em 2011 pelos deputados que anistia desmatamentos ilegais. O governo é contra as duas medidas. Nesse sentido, uma hipótese em estudo, anunciada pelo relator do Código, Paulo Piau (PMDB-MG), é aprovar do jeito que está e deixar que um projeto de lei posterior resolva a questão. Enquanto não há um acordo definitivo, a Câmara tentará aprovar algumas das nove medidas provisórias que já trancam a pauta. Uma reunião de líderes hoje à tarde tentará escolher algumas delas para levar a plenário. (Valor Econômico)

SAFRA DE INVERNO I: Área de trigo menor

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Pela terceira safra consecutiva, o trigo terá redução de área no Paraná. Levantamento realizado pela Gazeta do Povo junto a dez cooperativas paranaenses, que detêm 60% das lavouras dedicadas ao cereal, mostra queda de 19,3% no plantio 2012 em relação à safra anterior, quando foram destinados 1,05 milhão hectares à triticultura. Se depender das cooperativas consultadas, o cultivo de trigo não deve ultrapassar os 850 mil hectares neste ano. O último registro de área inferior a 1 milhão de hectares foi em 2007 - 838 mil hectares.

 

Preço e comercialização - O setor produtivo é unânime em apontar os baixos preços e a dificuldade de comercialização como os principais problemas enfrentados pelos triticultores paranaenses. Nos últimos anos, centenas de produtores deixaram a triticultura de lado no inverno, optando pelo milho safrinha ou mesmo por alternativas que servem apenas para cobertura do solo. "Os motivos para a redução já são conhecidos. O pessoal brinca que somente continua plantando quem é teimoso e quer ter fortes emoções", afirma Robson Mafioletti, analista técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar).

 

Cooperados - A cooperativa Integrada, em Londrina, contabiliza, pelo terceiro ano seguido, diminuição no número de triticultores. Em 2010 foram 1.802 produtores e no ano seguinte 1.396. "Esse ano serão pouco mais de 1.200 cooperados", conta o gerente técnico, Irineu Baptista. O cenário é semelhante na Castrolanda, em Castro, nos Campos Gerais, onde quem não abandona a atividade reduz a área plantada ao longo dos anos. "Entre 3% e 5% [dos cooperados] reduzem ou abandonam a atividade todo ano", aponta gerente de Negócios, Márcio Capacheski.

 

Substituição - O produtor Fernando Fagundes do Santos, de Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná, não suportou as irregularidades do mercado e substituiu o cereal por outras culturas. "O trigo virou uma novela", diz. Para o plantio, que começa em abril, os 60 hectares que eram cobertos com o cereal até 2010 serão destinados ao milho safrinha e à aveia branca. "Como as culturas de verão foram ruins em função da estiagem, não posso mais perder dinheiro. A expectativa [com milho safrinha e aveia] é diminuir o prejuízo", ressalta. Santos contabilizou quebra de 20% na produtividade de milho e 22% na soja.

 

Futuro duvidoso - Apesar do momento crítico, a cadeia produtiva do estado demonstra interesse na recuperação do setor do trigo. Profissionais e produtores acreditam que a adoção de uma política pública estimulante despertaria o interesse pelo cereal. "Nenhuma cultura, por mais benefícios agronômicos que traga, se mantém sem um mínimo de remuneração ao produtor. [Uma política pública] faria com que os produtores dessem uma resposta positiva, plantando e acreditando no trigo", ressalta Baptista. O produtor Fernando confirma que retomaria o plantio de trigo. "É uma boa lavoura. Pena que ficou caro plantar, ainda mais sem garantia de retorno", resume.

 

Trigo gaúcho - A redução no plantio deve fazer com que o Paraná perca o posto de maior produtor nacional de trigo. O Rio Grande do Sul, se­­gundo no ranking, tem ampliado a área cultivada a cada safra. Com menos chuvas e luminosidade, o estado não planta milho safrinha em escala comercial. As instituições que monitoram as lavouras gaúchas ainda não têm projeção para o plantio 2012, mas a expectativa é de crescimento sobre os 870 mil hectares de 2011. "Em função da estiagem e das dificuldades financeiras, os produtores devem buscar no trigo um fôlego", explica Luiz Ataides Jacobsen, assistente técnico da Emater gaúcha. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)

SAFRA DE INVERNO II: Setor reivindica apoio público

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Quando o assunto é plantio de trigo no Paraná, as cooperativas, em coro, afirmam que a elaboração de políticas de fomento à produção pelo governo brasileiro podem salvar a cultura da contínua redução no cultivo. Segundo técnicos e produtores, faltam mecanismos que garantam liquidez e comercialização ao produto. "O produtor e a cooperativa querem comercializar a safra e não têm comprador. Além disso, os preços ficam abaixo do mínimo estabelecido pelo governo federal", afirma Robson Mafioletti, analista técnico e econômico da Organização das Cooperativas, a Ocepar. Atualmente, o trigo está sendo comercializado em cerca de R$ 24/saca de 60 quilos, quando o mínimo estabelecido pelo governo é de R$ 28,6 (tipo 1).

Indústria - O gerente de Negócios da Castrolanda, Márcio Capacheski, vai além. Segundo ele, é preciso regular o uso do trigo nacional pela indústria "para não deixar morrer a triticultura".

Produção X demanda - A produção brasileira é suficiente para atender apenas 50% demanda interna. No ano passado, o Brasil produziu 5,3 milhões de toneladas e importou 5,7 milhões de toneladas dos países vizinhos, principalmente da Argentina. Com custo de produção inferior e isenção de impostos, a farinha da Argentina tem chegado aos moinhos brasileiros a preços mais baixos do que os praticados no mercado interno. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)

PLANO SAFRA: Paraná cobra mais verba, menos juros e apoio ao seguro

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), Caio Rocha, recebeu nesta segunda-feira (26/03), na sede da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), em Curitiba, uma série de reivindicações do Paraná para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2012/13. O ofício, assinado também por instituições como a Federação da Agricultura (Faep) e a Organização das Cooperativas (Ocepar), pede redução de juros, reajuste no orçamento geral do PAP e ampliação da verba destinada ao Seguro Rural.

 

Anúncio - O governo federal deve apresentar o PAP 2012/13 no meio do ano. A expectativa é que o orçamento seja ampliado de R$ 123 bilhões para R$ 150 bilhões - incluindo programas direcionados à agropecuária familiar e à comercial. Para 2012, a verba nacional aprovada para o Seguro Rural foi de R$ 174 milhões, 30% menos do que os R$ 253 milhões disponibilizados em 2011. As entidades do Paraná afirmam que o valor necessário seria de R$ 670 milhões. O secretário de Política Agrícola considerou a reivindicação justa, mas não garantiu atendimento.

 

Propostas - O secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, disse que a lista de pedidos ficou extensa porque contém propostas pontuais para as mais diversas áreas do agronegócio. Embora considere todas as propostas importantes, Ortigara afirma que, dada a fragilidade em que o Paraná se encontra após a seca que afetou a produção de grãos, o estado ficaria satisfeito se houvesse uma ampliação dos subsídios ao Seguro Rural, que barateiam o custo dos contratos em até 70% aos produtores. "Ou a União subvenciona ou o produtor se sente desmotivado", afirmou.

 

Juros menores - Outro ponto que Ortigara considera essencial é a redução de um ponto na taxa básica do juro agrícola controlado, de 6,75% para 5,75% ao ano, acompanhado as quedas da Selic. A última variação para baixo ocorreu em 2007, quando o taxa agrícola caiu de 8,75% para o patamar atual. "O Mapa é sensível às nossas reivindicações. Eles têm vontade de acertar, não há mais a ideia do agricultor chorão. Mas não sei se o Ministério da Agricultura terá força no governo para mexer em juros", afirma.

 

União - Depois do encontro, o secretário de Política Agrícola elogiou a união do setor agropecuário no Paraná, dizendo que as propostas "coesas, coerentes e factíveis" auxiliam o Mapa. Entre os pontos que Rocha destacou como mais próximos de serem atendidos estão o prêmio ao produtor por fidelização a cooperativas e o incentivo à pesquisa científica. No ofício entregue ao Mapa, há o pe­dido de criação de um programa de inovação tecnológica no valor de R$ 1 bilhão. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)

BAIXO CARBONO: Produtores podem contratar crédito do ABC nos bancos

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Produtores rurais e cooperativas que desejarem contratar financiamentos para a implementação do Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) devem procurar a sua agência bancária para obter informações quanto à utilização do crédito. No banco, o produtor será informado também quanto à documentação necessária e as garantias para o encaminhamento da proposta. O ABC prevê a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis. A ideia é que a produção agrícola e florestal garanta mais renda ao produtor, mais alimentos para a população e aumente a proteção ao meio ambiente.

 

Ações - Desde que o governo brasileiro assumiu o compromisso de reduzir a emissão de CO2 até 2020, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) executa ações e divulga técnicas, junto aos agricultores, de promoção de arranjos produtivos sustentáveis. Para alavancar essas práticas, o governo mantém uma linha de crédito com disponibilidade de recursos de R$ 3,15 bilhões. No caso dos agricultores rurais e das cooperativas, o limite individual de contratação de financiamento é de até R$ 1 milhão, com taxas de juros de 5,5% ao ano e prazo para pagamento de 5 a 15 anos.

 

Adesões - Balanço divulgado recentemente mostra que as adesões ao financiamento cresceram no período entre julho de 2011 e fevereiro de 2012, ante o plano safra anterior. Os agricultores contrataram R$ 501,2 milhões no período, por meio dessa linha de crédito, totalizando 2.144 contratos firmados, a um valor médio de R$ 233,7 mil. No Sul do país, o Paraná é o estado que lidera as contratações, foram 437 e desembolso de R$ 75,509 milhões. Na sequência, estão Rio Grande do Sul (R$ 69,759,9 milhões) e Santa Catarina (R$ 17,470 milhões).

 

Outros recursos - O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do ministério, Erikson Chandoha, explica que outros recursos foram e serão alocados para atendimento de outros eixos do Plano ABC, tais como: Divulgação; Capacitação de Técnicos e Produtores Rurais; Crédito Rural; Regularização Ambiental; Regularização Fundiária; Assistência Técnica e Extensão Rural; Realização de Estudos; Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação; Transferência de Tecnologia; Disponibilização de Insumos; e Produção de Sementes e Mudas.

 

Práticas sustentáveis - "As tecnologias apresentadas pelo ABC somente foram incluídas por se tratarem de práticas e sistemas eminentemente sustentáveis e reconhecidos nacional e internacionalmente, mediante as mais diversas publicações científicas e focadas na redução dos custos de produção, da ampliação da produtividade e estabilidade dos sistemas de produção ao longo do tempo", salientou o secretário. (Mapa)

EXPOLONDRINA: Programação é consolidada

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Mais de cem eventos estão programados para a 52.ª ExpoLondrina, de 5 a 15 de abril. A grade de atrações abrange seminários, julgamentos, leilões, congressos e apresentações artísticas nos 11 dias de exposição no Parque Ney Braga, que está a cada dia mais movimentado com os preparativos do evento.

Leilões - A agenda de leilões, que no ano passado movimentou mais de R$ 20 milhões, traz nesta edição 26 eventos, divididos entre 15 leilões de bovinos de elite, 8 de bovinos de corte e 3 de equinos. Ao todo, cerca de 9 mil animais passarão pelas pistas do parque. A expectativa da organização é de que sejam quebrados recordes de faturamento. No ano passado, uma única fêmea bovina foi vendida por R$ 540 mil. Às vésperas da feira, na noite do dia 4, o Leilão 10 Marcas, em sua 10.ª edição, vai lançar animais de raças zebuínas e cruzamento industrial. Os leilões prosseguem por todos os dias do evento.

 

Cavalo mangalarga - Também vem sendo muito aguardada a Exposição Brasileira do Cavalo Mangalarga, entre 5 e 8 de abril, realizada em Londrina pelo segundo ano consecutivo. A Exposição Brasileira é considerada o principal evento da raça mangalarga no primeiro semestre. O fato de a ExpoLondrina sediar o evento pelo segundo ano consecutivo vem sendo comemorado pela organização do evento como um índice de sucesso, já que tradicionalmente se buscam cidades alternadas para divulgar melhor a raça.

 

Simpósio - A agenda técnica traz o 2.º Simpósio de Eficiência em Produção e Reprodução Animal, agendado para o dia 12 de abril. O evento, coordenado pelo professor Marcelo Seneda, do departamento de Clínica Veterinária da Universidade Estadual de Londrina (UEL), discutirá as técnicas mais avançadas em eficiência e reprodução pecuária. O assunto mais recorrente durante as palestras será a técnica de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), que torna possível programar as inseminações dos lotes, reduzir o período de estação de monta e otimizar a mão de obra da propriedade, entre outros benefícios. Seneda afirma que, apesar de os protocolos terem custo, a relação custo-benefício é muito positiva, e pode ser adotada por pequenos pro­­dutores. "Os custos são muito acessíveis, qualquer rebanho pode se beneficiar", diz.

 

Público - A organização espera um público de aproximadamente 500 mil pessoas na ExpoLondrina e um crescimento de 5% na movi­mentação financeira, que atingiu no ano passado a cifra recorde de R$ 337 milhões. Mais informações: Site da ExpoLondrina . (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)

ANDEF: Estão abertas as inscrições para o Prêmio 2012

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Fomentar e destacar iniciativas desenvolvidas no âmbito das operações com defensivos agrícolas, na utilização, distribuição, comercialização e logística reversa. Esse é o objetivo do Prêmio Andef, promovido pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), que conta com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) na sua divulgação e na avaliação dos projetos, para escolha dos vencedores. As inscrições estão abertas e vão até o dia 30 de abril.


Valorização - A premiação também visa valorizar os profissionais responsáveis por ações de educação, responsabilidade social e ambiental, e de adoção de boas práticas agrícolas, sejam eles agentes multiplicadores, agricultores, trabalhadores rurais e suas famílias. O foco principal é a produção sustentável de alimentos saudáveis, acompanhada da melhoria de indicadores sociais e ambientais.


Reconhecimento - Cada vez mais reconhecido pela sociedade em geral por fomentar ações de responsabilidade socioambiental e por incentivar treinamentos e o aperfeiçoamento educacional do homem do campo, o Prêmio Andef está em sua 15ª edição. Para este ano, o regulamento apresenta novidades, entre elas, a premiação de um tablet para cada profissional responsável pelos projetos vencedores. A categoria Cooperativismo contempla três áreas temáticas: Boas Práticas Agrícolas no Uso de Defensivos, Responsabilidade Social e Responsabilidade Ambiental. As cooperativas podem apresentar um projeto sobre cada tema.


Para conhecer o regulamento e todas as informações necessárias para encaminhamento dos projetos, acesse:

* Categoria Cooperativismo (Regulamento)


* Normas para elaboração do projeto


* Memorial descritivo do projeto


* Formulário de inscrição do projeto


Mais informações - Dúvidas e solicitações de esclarecimentos devem ser encaminhadas ao e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.. (Informe OCB)

PRONACAMPO: Governo investirá R$ 5,4 bilhões em educação rural até 2014, diz Dilma

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

A presidente Dilma Rousseff  afirmou que serão investidos R$ 1,8 bilhão por ano até 2014 - um total de R$ 5,4 bilhões -  no Programa Nacional de Educação no Campo (Pronacampo),  lançado na semana passada.

A informação foi dada no programa de rádio "Café com a Presidenta" desta segunda-feira (26/03). O público-alvo do Pronacampo são pequenos agricultores, assentados rurais e quilombolas. "As ações do Pronacampo vão desde a melhoria da infraestrutura nas escolas à formação dos professores. Trinta mil escolas vão receber recursos para manutenção e reformas, e outras 3 mil escolas serão construídas até 2014. Vamos também formar professores e oferecer cursos profissionalizantes aos nossos jovens e trabalhadores rurais", disse Dilma. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: Brics tentam conciliar diferenças na atuação global

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Os chefes de governo do grupo conhecido como Brics - Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul  - reúnem-se nesta quarta-feira (28/03) na capital indiana, decididos a cobrar maior influência nos mecanismos multilaterais, mas ainda sem consenso sobre temas essenciais como a eleição do novo presidente para o Banco Mundial  (Bird), que deve ocorrer em junho. O esboço da declaração, em discussão pelos diplomatas dos quatro países, não prevê apoio conjunto a algum candidato à sucessão no Bird, com a saída, no fim do semestre, de seu presidente Robert Zoellick.

 

Dilma - A presidente Dilma Rousseff foi a primeira chefe de governo estrangeira a chegar a Nova Déli, nesta terça-feira (27/03), após uma escala em Granada, na Espanha. Ela também fará uma visita de Estado à Índia, onde assinará acordos bilaterais de cooperação com o governo indiano em biotecnologia e tecnologia, e anunciará instituições indianas dispostas a receber estudantes brasileiros no programa Ciência sem Fronteiras. A Universidade de Nova Déli e o Instituto de Tecnologia da Informação, em Bangalore.

 

Banco de desenvolvimento - Eleita como prioridade pelos anfitriões, a criação de um banco de desenvolvimento dos Brics - capaz de atuar em financiamentos sem as coindicionaldiades aplicadas nos empréstimos do Banco Mundial e outras instituições existentes - é vista ainda como uma "ideia embrionária" pela diplomacia brasileira. Os governantes devem criar um grupo de especialistas para definir o formato do futuro banco, para o qual os chineses já pediram a presidência. Os russos já informaram que têm maior interesse em discutir a atuação dos cinco países nas discussões para reforma e capitalização do Fundo Monetário Internacional.

 

Fonte de financiamento importante - A Índia, com grandes necessidades de financiamento de seu plano de infraestrutura e planos de ampliar de 15% para 25% a parcela da indústria na economia do país, em dez anos, vê no futuro banco dos Brics uma fonte de financiamento importante, sem as amarras impostas por outras instituições multilaterais de crédito. O Brasil, formalmente, apoia a criação do banco de desenvolvimento dos Brics, embora não interesse ao país, atualmente, a criação de instrumentos financeiros capazes de dar maior impulso à acusação das empresas chinesas nos países emergentes.

 

Discussão lenta - Os diplomatas brasileiros argumentam que a discussão da nova instituição será necessariamente lenta para acomodar todos os interesses de seus futuros criadores, mas é importante por significar uma maior aproximação entre os cinco países, de economias e prioridades bastante distintas. Também para permitir o avanço das iniciativas conjuntas dos Brics, mesmo sem interesse imediato em sua concretização, o BNDES deve assinar, durante a reunião do grupo, dois acordos para permitir a emissão de "letras de crédito" em moeda local nas transações entre os cinco parceiros.

 

Abertura de possibilidades - Embora não haja planos de emitir esses títulos, que permitirão financiamento em reais e yuans para negócios entre China e Brasil, por exemplo, o BNDES avalia que o acordo abre possibilidades que podem ser úteis no futuro. Pelo acordo "guarda-chuva" a ser assinado, ficam estabelecidas as regras para emissão dessas letras de crédito, mas detalhes como prazos, garantias e valores terão de ser definidos em acordos bilaterais, pelos países interessados.

 

Novo presidente - Na discussão sobre o novo presidente do Banco Mundial, não se conhece ainda a posição de Rússia, China e Índia, e é ambígua a posição do Brasil. No Bird, o Brasil comanda uma diretoria que representa também os interesses de outros países, como a República Dominicana, a pedido de quem os brasileiros lançaram como canadidato à sucessão de Zoellick o colombiano Luis Antonio Ocampo, ex-diretor-geral da Comissão Economica para América Latina e Caribe (Cepal). Mas o apoio aberto a Ocampo ficou prejudicado pela reação do governo da Colômbia, país originário do candidato e também abrigado sob a diretoria do Brasil no Bird.

 

Não viável - O governo colombiano declarou considerar Ocampo um candidato "não viável". Ficou como principal candidata dos emergentes a ex-ministra de Finanças da Nigéria, Ngozi Okonjo-Iweala, apoiada pela África do Sul. Falta, porém, sondar os aliados no Brics sobre a reação ao lançamento, pelo governo dos Estados Unidos, de Jim Yong Kim, coreano de nascença, cidadão americano com atuação em saúde, especialmente no combate a Aids. (Valor Econômico)

COONAGRO: Prestação de contas de 2011 é aprovada na AGO

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

RAMO CRÉDITO II: Ativos somam R$ 1 bilhão em março

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

O volume de ativos da Sicredi União-PR saltou de R$ 700 milhões, registrados em janeiro deste ano, para cerca de R$ 1 bilhão neste mês. No mesmo período, o quadro de associados avançou de 51 mil para mais de 60 mil e a rede de unidades de atendimento cresceu 15%. Mas a evolução do Patrimônio Líquido é o que mais chama atenção: R$ 100 milhões. Em 2010, eles eram 30% menos e, há quinze anos, estavam negativos em R$ 3 milhões. De acordo com o presidente da Sicredi União, Wellington Ferreira, o principal desafio da cooperativa para este ano é chegar ao montante de R$ 1,2 bilhões de ativos no Paraná. Os números foram divulgados na Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas de 2011. (Folha de Londrina)

RAMO CRÉDITO III: Sicredi Consórcios é destaque em eventos regionais

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

RAMO SAÚDE: Mais de 300 cooperados participam da AGO da Unimed Curitiba

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Em 21 de março, a Unimed Curitiba realizou a Assembleia Geral Ordinária (AGO) 2012, no Cietep. Um dos maiores fóruns decisórios da cooperativa, a AGO contou com a participação de mais de 300 cooperados. Na oportunidade, a diretoria da cooperativa apresentou o Relatório de Gestão do Exercício 2011, mostrando aos cooperados as principais ações realizadas durante o ano. Além disso, apresentou o Balanço do Exercício 2011 e o Demonstrativo de Resultados apurados no Exercício finalizado no dia  31 de dezembro de 2011, com números e indicadores que demonstraram a solidez da cooperativa e o cumprimento das exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 


Manifestação - De forma organizada e democrática, todos os cooperados puderam se manifestar e apresentar questionamentos à mesa diretiva. A plenária aprovou a prestação de contas após os esclarecimentos feitos pelos diretor-presidente, Sergio O. loshii,  pelo coordenador do Conselho Fiscal, Celso Setogutte, pelo auditor da Deloitte Touche Tohmatsu, José Ricardo Faria Gomez e pelo advogado  Pedro Henrique Xavier. 


Sobras - Mesmo com a adoção da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) em sua 4ª edição, que representou o incremento de R$ 40 milhões na remuneração aos sócios em 2011, graças aos esforços de todos os cooperados que participaram ativamente da cooperativa, e da gestão profissionalizada da Unimed Curitiba, foi disponibilizada para a deliberação da AGO uma sobra de mais de R$ 2 milhões. Mediante o resultado, a plenária acatou a proposta do Conselho de Administração, por maioria, e decidiu pela incorporação das sobras que, após deduções legais, representou R$ 2.303.795,49 ao fundo de reserva legal da cooperativa. 


Eleições para o Conselho Fiscal - Também foi realizada a eleição do Conselho Fiscal - gestão 2012. Foram eleitos Ricardo Corar Rocha Moreira, Araré Gonçalves Cordeiro Júnior, e Jaime Luis Lopes Rocha, como membros efetivos. Os suplentes são Paulo Mauricio Piá de Andrade, Marli Madalena Peri e Ernma Louise Stellfeld. (Imprensa Unimed Curitiba)

AGENDA PARLAMENTAR: OCB e Frencoop divulgam resultado da semana no Congresso Nacional

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Na Câmara dos Deputados, foi aprovado na semana passda, na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), o Projeto de Lei 1.253/2011, que cria o Fundo de Apoio a Programas de Gestão e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos (Funalixo), que define um novo instrumento para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos no País. O projeto segue agora para análise da Comissão de Finanças e Tributação (CFT). Para acessar o Resultado da Agenda da Semana, clique aqui. (Blog OCB no Congresso)

CÓDIGO FLORESTAL: Dilma assume negociação

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Deparada com o cenário de uma derrota anunciada do governo na votação das regras de proteção do meio ambiente, a presidente Dilma Rousseff assumiu pessoalmente na sexta-feira (22/03) o comando da negociação do Código Florestal. Durante duas horas, a presidente discutiu com seis ministros detalhes das propostas. A orientação da presidente é evitar a votação da lei na Câmara por pelo menos um mês, período no qual o governo tentará construir maioria de votos, de que não dispõe hoje para aprovar a matéria.


Estratégia - Dilma reconheceu que a estratégia pode não funcionar diante da pressão de parte da base de aliados do Planalto para liberar proprietários rurais da exigência de recuperar a vegetação nativa de Áreas de Preservação Permanente às margens de rios. E sobretudo porque não considera contida a rebelião deflagrada em resposta à intervenção na articulação política do governo no Congresso, com a troca recente dos líderes no Senado e na Câmara.


Retrocesso - Mas a reunião desta sexta deixou claro que, diante da reação à intervenção, Dilma não recuou. Ao contrário, entrou pessoalmente no jogo para evitar, mais do que uma derrota, um grande retrocesso na política ambiental do governo às vésperas da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que o Brasil sediará em junho.


Placar - Não está afastada a possibilidade de a Câmara repetir o placar registrado em maio de 2011, quando 273 deputados votaram a favor de liberar o uso de áreas já ocupadas pelo agronegócio. Foi a pior derrota que o governo sofreu até aqui, quando o painel eletrônico da Câmara registrou apenas 182 votos favoráveis à proposta apoiada por Dilma Rousseff. A presidente reagiu, na ocasião, com ameaça de veto.


Isolamento - O primeiro passo para tentar evitar a derrota anunciada é isolar o debate do Código Florestal de outros temas, como a venda de bebidas nos jogos da Copa do Mundo, em discussão na Lei da Copa. Ao mesmo tempo, o governo tenta conter a rebelião na base política.

 

Punição - Uma das armas de que o governo dispõe é o decreto que pune os proprietários rurais que reservarem parcela de seus imóveis para a proteção do meio ambiente com multas diárias de até R$ 500 por hectare de terra. Essa punição está suspensa apenas até 11 de abril, com base em decreto editado pela presidente.


Proposta - O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, levou por escrito, à Dilma, a proposta defendida pelo relator do Código Florestal Paulo Piau (PMDB-MG), que, além de seu correligionário, é produtor rural e, integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária. Piau insiste em que os produtores rurais não devem ser obrigados a recuperar a vegetação nativa de margens de rios, como prevê o projeto de lei aprovado no Senado com aval do governo. Na prática, isso equivaleria à anistia aos desmatadores das áreas mais importantes para a proteção dos rios e da biodiversidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado)

CONAB I: Toma posse o novo superintendente da Conab no Paraná

  • Artigos em destaque na home: Nenhum

Tomou posse, nesta segunda-feira (26/03), o novo superintendente regional da companhia Nacional de Abastecimento Conab no Paraná, Luiz Carlos Vissoci. O evento ocorreu às 11h, na própria sede da Conab, em Curitiba. O superintendente da Ocepar, José Roberto Ricken, participou da solenidade. Vessoci é natural de Sabáudia e ingressou na Conab em 1977, passando por vários cargos de gerente de unidades armazenadoras localizadas em Florianópolis/SC, Cambé/PR, Arapongas/PR e Ponta Grossa/PR, esta última considerada o maior complexo armazenador da América Latina. Foi gerente de Desenvolvimento e Suporte Estratégico na Superintendência Regional do Estado do Paraná e instrutor do Centreinar em cursos de Formação de Auditores para Certificação de Unidades Armazenadoras. Atuou como técnico de Operações para Levantamento, Conjuntura e Avaliação de Safras. Vessoci é bacharel em Ciências Econômicas, formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Possui especialização em Qualidade Total e Marketing pela Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana (PR) e licenciatura plena em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Arapongas.