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Prosseguem as obras que a Agrária iniciou este ano para a expansão do maior de seus três entrepostos, a Unidade Guarapuava. O projeto objetiva contribuir para a agilidade dos trabalhos e por isso abrange modernizações e ampliações nas atividades de recepção, secagem e armazenagem de grãos. Para a recepção de safras, já se encontram em andamento, ao lado do prédio da balança, as obras de instalação de duas pistas de amostragem – locais em que a cooperativa poderá recolher amostras de grãos. O local também ganhará uma balança.
Caminhões - Com isso, os caminhões, tanto de cooperados quanto de não cooperados, passarão pela portaria, irão direto à pista de amostragem, aguardarão no estacionamento a liberação da classificação, passarão pela balança para a pesagem (sem que o motorista tenha de descer do veículo) e seguirão direto à moega destinada a sua descarga.
Secagem - O sistema de secagem de grãos também passa por mais uma modernização, para fazer frente ao aumento da movimentação de safras que deve ocorrer a partir da entrada em funcionamento de um novo graneleiro. Dois dos seis secadores ganharão novos dispositivos internos (ano passado, dois outros já haviam sido modernizados, aproveitando-se, como neste caso, só a estrutura de concreto). Os equipamentos já se encontram no pátio, devendo ser instalados em breve.
Graneleiro - Já o graneleiro para 103 mil toneladas de grãos, a maior das construções que integram o projeto, está em fase final de conclusão. Ao percorrer o canteiro de obras, no último dia 15 de setembro, durante entrevista para o site da Agrária, o engenheiro Luciano Zart Olanyk, do departamento de obras da cooperativa, contou que, devido ao porte da nova instalação de armazenagem, foi necessário realocar linhas de energia que havia no local e construir até uma nova central de força, nas proximidades, para fornecer energia suficiente aos equipamentos que entrarão em funcionamento. Naquele momento, operários trabalhavam principalmente na concretagem do piso e na finalização da cobertura metálica. Olanyk contou que o novo armazém não é apenas grande, mas também moderno: cada uma das três células tem uma entrada independente e, para a movimentação de grãos dentro das células, foi adquirido um trator de pequeno porte, com cabine fechada (para proteção do operador).
Agilidade - O gerente operacional da Agrária, Oldir Frost, responsável pela armazenagem de grãos nos três entrepostos da cooperativa e que até julho coordenava a Unidade Guarapuava, explicou que no novo local de armazenagem será possível estocar tanto culturas de verão quanto de inverno, utilizando-se o espaço para um mesmo produto ou para produtos diferentes. “O objetivo principal (do projeto) é exatamente darmos melhor agilidade no atendimento ao cooperado”, resumiu o gerente operacional. Na unidade, a capacidade de armazenagem atual gira em torno de 270 mil toneladas e se elevará para 374 mil. Somadas, as três unidades da Cooperativa possuem espaço para cerca de 670 mil toneladas, capacidade que se expandirá para mais de 770 mil toneladas. (Imprensa Agrária)
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A necessidade de uma nova legislação ambiental será discutida por representantes do cooperativismo agropecuário brasileiro, parlamentares e governo, nesta quarta-feira (28/09), no Senado Federal. A proposta do Código Florestal faz parte da programação do 3º Seminário da Frente Parlamentar do Cooperativismo – Desafios e Perspectivas para o Ramo Agropecuário, que ocorre desde às 9h no auditório Petrônio Portela e prossegue até às 17h. O evento é uma promoção conjunta da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Frencoop, e também contará com representantes de outras instituições.
Conectado à realidade - “Nosso objetivo é tratar de bandeiras importantes para as cooperativas agropecuárias, e uma delas é, com certeza, a definição de um Código Florestal realmente conectado à nossa realidade. É preciso tirar do campo, dos produtores rurais, a sensação de insegurança instaurada justamente pela falta de uma legislação coerente, que atenda, simultaneamente, à preservação dos recursos naturais e à continuidade da produção”, diz o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Painel - Durante o seminário, haverá um painel sobre o texto aprovado na Câmara dos Deputados e outro, no qual serão debatidas propostas para o Senado Federal. A ideia é, ao final, entregar um termo de apoio à aprovação da matéria. “Trata-se de uma questão extremamente relevante para o nosso país, um passo determinante para alcançarmos o desenvolvimento sustentável. Por isso, o setor cooperativista defende a apreciação urgente e, ao mesmo tempo, criteriosa, do tema”, complementou Freitas. O evento visa difundir e fortalecer os valores do ramo agropecuário perante os poderes públicos, buscando apoio em outras proposições de interesse do segmento junto aos poderes Legislativo e Executivo.
Cooperativismo agropecuário – Hoje, as 1.548 cooperativas agropecuárias atuantes no país reúnem praticamente 1 milhão de associados e 146 mil empregados. O setor tem uma participação expressiva na produção brasileira. Cerca de 47% de tudo que é produzido internamente passa de alguma forma por uma cooperativa. O segmento também tem resultados relevantes nas vendas ao exterior. Entre janeiro e julho de 2011, por exemplo, as exportações fecharam em US$ 3,3 bilhões, com crescimento de 33,1% em relação ao mesmo período de 2010. A previsão é chegar a US$ 5,8 bilhões no final deste ano.
Clique aqui para acessar a pauta de discussão
Clique aqui para ouvir a entrevista do representante nacional do ramo agropecuário na OCB, Luiz Roberto Baggio. (Informe OCB)
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Nesta quarta-feira (28/09), na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR), aguarda deliberação o Projeto de Lei 1.095/2011, que cria um Fundo de Aval específico para Colônias, Associações e Cooperativas de Pesca. A matéria proporciona estímulo e fomento para as atividades pesqueiras brasileiras, trazendo benefícios às famílias de pescadores que vivem em sua maioria da economia familiar, passando a terem condições de adquirem recursos financeiros para a compra de equipamentos, desenvolvimento tecnológico e pessoa.
Senado Federal - A necessidade de uma nova legislação ambiental será discutida por representantes do cooperativismo agropecuário brasileiro, parlamentares e governo, nesta quarta-feira (28/09), no Senado Federal. A proposta do Código Florestal faz parte da programação do 3º Seminário da Frente Parlamentar do Cooperativismo – Desafios e Perspectivas para o Ramo Agropecuário, que ocorrerá no auditório Petrônio Portela, entre 9h e 17h. O evento é uma promoção conjunta da Organização das Cooperativas Brasileiras e da Frencoop, e também contará com representantes de outras instituições. Para acessar a Agenda da Semana, clique aqui. (Blog OCB no Congresso)
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Os preços globais da soja continuarão altos ou até poderão subir ainda mais por causa dos efeitos climáticos nos principais países produtores, principalmente nos Estados Unidos, castigados pela seca, avaliam analistas e consultores em agronegócios. Para eles, o principal desafio continuará sendo a manutenção da oferta da oleaginosa diante do aumento firme da demanda. Na China, esse já é o principal fator inflacionário. No Brasil, também tende a pressionar o custo de vida, porém de forma mais moderada.
Produção recorde - "Estamos estimando uma produção recorde de soja no Brasil, embora a próxima safra ainda não tenha sequer sido plantada. Mas, se o clima não colaborar, os preços se manterão elevados como agora ou poderão subir ainda mais", diz Leonardo Menezes, analista da Céleres, empresa de consultoria no setor do agronegócio. "Estamos aguardando chuva para a segunda quinzena de setembro, o que deve ajudar o ritmo do plantio [da próxima safra] e não ficaremos no risco", emenda Fábio Trigueirinho, da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
Seca nos EUA - O fato é que a principal preocupação é a seca nos Estados Unidos, que se iniciou no Texas, produtor de carne, algodão e grãos, e já chegou ao Meio-Oeste, grande produtor de soja e milho. De acordo com Menezes, a persistência do clima seco nas regiões produtoras de soja nos EUA já obrigou, por exemplo, ajustes nos números de qualidade das lavouras americanas.
Produção inferior - A produção de soja americana, de acordo com ele, deverá ser pelo menos 8% inferior à da temporada passada, quando chegou a superar as 90 milhões de toneladas. A seca já entrou em seu estágio mais grave, com 38% do território em situação "anormalmente seca", a segunda mais grave da escala do Centro Nacional para Mitigação da Seca. Iowa, o maior produtor de soja e milho do país, está com 45% de sua área "anormalmente secos" e 19% do território de Indiana, outro grande produtor de milho, em situação de "seca moderada", categoria imediatamente inferior.
Países sul-americanos - A Céleres estima que, na safra 2011/2012, os EUA responderão por 32,3% da produção global e o Mercosul por 54% - a menor e maior representatividade já observadas em valores, respectivamente. Portanto, explica Menezes, "as atenções ficaram cada vez mais voltadas para os números da safra dos países sul-americanos". Na avaliação do consultor, isso significa mais pressão nos preços globais de comida, mais inflação alimentar e boas perspectivas para a exportação de produtores brasileiros.
Leitura - "Creio que, nos próximos meses, a leitura dos números desta nova campanha ficará mais fácil. De antemão já é possível prever que haverá crescimento da produção da safra de verão de soja e aumento no plantio da safra de inverno de milho", diz Menezes, referindo-se à temporada 2011/2012.
Latino-americano - A Céleres projeta uma produção latino-americana recorde próxima de 140 milhões de toneladas, ante 135,5 milhões de toneladas observadas em 2010/11. Pelo lado da demanda total, espera-se um volume praticamente em linha com a oferta (produção). O maior peso ainda fica com o esmagamento, 57% do total, ante 39,1% da produção destinados ao mercado de exportação. O consumo local maior do que o consumo das exportações destaca-se por conta da Argentina - 75,6% da produção de soja no país são processados. No caso do Brasil, 48,4% têm o mesmo destino. (Valor Econômico)
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O agravamento da crise europeia e as persistentes demonstrações de debilidade da economia americana terminaram por turvar o horizonte nos mercados globais de commodities agrícolas e minerais, desafiando a capacidade de antevisão e planejamento dos principais players. Exportadores brasileiros de grãos e de minerais ainda apostam na preservação dos mercados conquistados a partir de meados da década passada, quando a demanda mundial entrou em aceleração, sob liderança dos países asiáticos - muito especialmente em função da voracidade chinesa -, turbinando os preços.
Liquidez global - O excesso de liquidez global exerceu papel complementar no processo de escalada das cotações das commodities, com a consequente intensificação da atuação de fundos de investimento e de hedge nesta área. Muitas dessas condições ainda não chegaram a ser radicalmente afetadas pela crise, mas já não há tantas certezas como no passado recente a respeito do que acontecerá com os preços daqui para frente. "Fazer previsões é sempre um desafio, principalmente quando se trata de antecipar o futuro", brinca o ex-ministro Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GV Agro), repetindo um comentário usualmente atribuído ao renomado físico dinamarquês Niels Bohr.
Fundamentos - Os chamados "fundamentos", observa Rodrigues, ainda continuam apontando para a perspectiva de sustentação dos preços dos alimentos, levando-se em conta que a produção não cresceu na mesma proporção da demanda, o que reduziu os estoques de passagem em todo o mundo.
Estoques mundiais - Os dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) mostram queda de quase 18% nos estoques mundiais de grãos entre as safras de 2000/01 e 2011/12, de 539,43 milhões para 443,20 milhões de toneladas. As reservas de grãos, que eram suficientes para cobrir quase um terço do consumo mundial, passaram a responder por apenas 19,5% da demanda total.
Preços médios - Nos primeiros 20 dias de setembro, os preços médios das commodities nas bolsas internacionais caíram entre 1,7% e quase 22% na comparação com agosto, sugerindo uma reversão da tendência de alta observada nos primeiros meses deste ano. Na verdade, com poucas exceções, esses produtos ainda têm alguma gordura para queimar em função das altas acumuladas nos últimos 24 meses, como nos casos do café, do suco de laranja, do algodão, do milho e da soja. As cotações médias acumuladas nos primeiros 20 dias de setembro ainda se encontravam, nesses casos, entre 21,7% (a exemplo da soja em grão) e até 78% (no caso do milho) acima da média registrada em setembro de 2009.
Efeito - Adicionalmente, a recente escalada do dólar tem, até aqui, compensado o movimento de retração das cotações externas, embora um eventual prolongamento desse processo de desinflação dos preços das commodities possa ainda anular esse efeito. O impacto dessa combinação de fatores sobre a pauta brasileira de exportações será percebido com maior nitidez no trimestre final, mas quase ninguém arrisca palpites sobre o que deverá acontecer dali para frente. O mercado continua instável e não há certeza a respeito dos níveis em que os preços deverão se estabilizar.
Exportações totais - O fato inegável é a crescente importância relativa das commodities básicas para as exportações totais do Brasil. Em estudo recente, Fernanda De Negri, técnica de planejamento e pesquisa do Instituto de Economia Aplicada (Ipea), e o estatístico Gustavo Varela Alvarenga, também do Ipea, mostram que a participação desses produtos na pauta manteve-se entre 37% e pouco mais de 40% até 2008, quando atingiu 43%, saltando para 49% em 2009 e 51% no ano passado. "A ampliação da participação das commodities nas exportações foi de uma intensidade sem precedentes, pelo menos nos últimos 15 anos", mostra o trabalho. Essa arrancada elevou a participação brasileira nas exportações globais de commodities primárias de 2,77% em 2000 para 4,66% em 2009, fatia que deve ter se aproximado dos 5% no ano passado.
Recorde - Responsável por quase 9% das exportações do país, o complexo soja deverá bater seu próprio recorde em 2011, exportando US$ 22,85 bilhões, alta de 33,5% em relação a 2010, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove). Em volume, isso corresponderá a quase 30% das exportações mundiais de soja e derivados. "Apesar da crise, a demanda por proteínas continuará avançando", afirma Fábio Trigueirinho, secretário executivo da entidade. (Valor Econômico)
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Os contratos futuros de milho subiram nesta terça-feira (27/09) pela segunda vez consecutiva na bolsa de Chicago. Os contratos para entrega em março encerraram o dia com alta de 4,50 centavos de dólar, a US$ 6,6575 por bushel. Analistas consultados pela Bloomberg disseram que o declínio da cotação da commodity no início do mês vai estimular a demanda de investidores e produtores de alimentos, ração animal e biocombustíveis. "As commodities foram subvalorizadas e estamos vendo o desenvolvimento das compras", afirmou o presidente da U.S. Commodities, Don Roose. "A oferta apertada deve sustentar os preços", acrescentou. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o milho ficou em R$ 32,40 por saca, alta de 0,12% sobre a segunda-feira.
Trigo - O adiamento do plantio do trigo de inverno nos EUA, provocado pela seca prolongada que assola o país, levou a commodity à maior alta em três semanas. Os contratos futuros com vencimento em março fecharam a terça-feira cotados a US$ 6,92 por bushel, ganho de 8,75 centavos de dólar no dia. Consultado pela Bloomberg, Tomm Pfitzenmaier, da corretora Summit Commodity, diz que "as planícies do sul estão tão secas como sempre, o que dá suporte" aos preços. Segundo ele, os produtores estão "deixando as plantadoras na garagem e aguardando para ver o que o clima pode fazer". No mercado interno, o preço médio do trigo pago ao produtor do Rio Grande do Sul, encerrou a R$ 446,71 por tonelada, alta de 0,23%, segundo o Cepea/Esalq. (Valor Econômico)
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Depois de capacitar veterinários que atuam em frigoríficos de bovinos e suínos, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento iniciou na segunda-feira (26/09), um treinamento para fiscais federais agropecuários que trabalham em plantas de aves. O curso, que terá duração de três dias, acontece na sede da Superintendência Federal de Agricultura de Goiás, em Goiânia. Organizado pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), o treinamento vai reforçar os critérios de supervisão e auditoria nas plantas habilitadas a exportar aves para a União Aduaneira – Rússia, Cazaquistão e Bielorússia. Outro objetivo do programa é harmonizar aspectos técnicos de inspeção e requisitos microbiológicos previstos nas normas dos três países.
Compromisso - O treinamento de todos os Médicos Veterinários inspetores nas indústrias habilitadas para a Rússia, bem como as auditorias em curso, fazem parte dos compromissos assumidos durante a reunião realizada em Moscou entre autoridades brasileiras e russas, em junho desse ano. Desde então, o ministério vem desenvolvendo as mencionadas ações e cumprindo o cronograma acertado com a União Aduaneira com a intenção de suspender as restrições impostas às exportações de carnes do Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul.
Aulas - As aulas são ministradas por especialistas do Dipoa e do Departamento de Saúde Animal (DSA), além de professores da Universidade Federal de Goiás (UFG). Com as duas etapas anteriores e mais os 83 veterinários que serão treinados na parte de aves, o Ministério da Agricultura terá capacitado 240 fiscais federais agropecuários no final do processo.
Principal mercado - Dados de 2010 indicam que a Rússia constitui o principal mercado para as carnes bovinas e suínas brasileiras e o 7º para frangos. O Brasil responde por 35% das importações russas de carne suína, 45% de carne bovina e 19% de carne de aves. No ano passado, as vendas de carnes para a Rússia somaram US$ 2 bilhões.
Quadro - Atualmente, 51 frigoríficos brasileiros estão habilitados para exportar sem restrições (33 estabelecimentos produtores de carne bovina, um produtor de carne suína, 17 de carne de aves); duas plantas produtoras de pratos prontos; três de produtos carnes de aves e suínos; 10 estabelecimentos fabricantes de rações e matérias primas de origem animal; dois estabelecimentos produtores de envoltórios naturais e 16 unidades armazenadoras. No total, 88 estabelecimentos podem vender para a Rússia sem restrições dentro das 249 plantas brasileiras habilitadas. (Mapa)
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A Uniodonto Curitiba recebeu recentemente a visita de presidentes e profissionais de outras unidades da cooperativa do interior de São Paulo e também Cuiabá. O objetivo das visitas foi estreitar o relacionamento entre as singulares, de modo que os exemplos do trabalho aplicado por cada uma delas possam gerar frutos também nas coirmãs, com a meta de atingirem a excelência no trabalho que desenvolvem. Do estado vizinho, Jacareí, Pindamonhangaba e São José dos Campos estiveram na capital paranaense para compartilhar ideias e experiências.
Troca de experiências - A presidente da unidade de Pindamonhangaba, Acília Aparecida Lourenço, esteve na Uniodonto Curitiba acompanhada do gerente administrativo Lucas Fabiano Carlini e da coordenadora do comercial Isabel Pereira da Silva. "Toda a troca de experiências entre as Uniodontos é muito importante, mais do que qualquer curso. Estamos tendo um aprendizado para poder aplicar as técnicas. A expectativa é melhorar o setor comercial e de controladoria. A ideia da loja Dental Uni é muito boa também", diz a presidente.
Funcionamento geral - Na mesma oportunidade Glória de Fátima Machado, presidente da Uniodonto Jacareí, esteve em visita. Ela diz que as notícias publicadas na News da unidade de Curitiba chamaram a atenção sobre o funcionamento geral, a realização de eventos, a qualidade da área de informática, entre outros aspectos. "É uma empresa que faz um controle de sinistralidade fantástico. A organização, os setores comercial, de informática, controladoria, e os resultados com o aumento do número de beneficiários são técnicas que pretendemos levar", aponta.
Compartilhamento - Ao mesmo tempo em que a Uniodonto Curitiba compartilha o seu trabalho interno, recebe informações sobre o funcionamento dos setores das unidades visitantes, e com isso gera a possibilidade de promover melhorias com os exemplos vindos de fora.
Coleta de informações - Responsável pelo planejamento estratégico da unidade Jacareí, Sâmia Tajra também esteve presente, colhendo informações para implantar estratégias por lá. A coordenadora do operacional, Juliana Silva Cardoso, opina sobre a importância da visita. "Eu já era apaixonada pelo sistema e agora conhecendo na prática, enfatizou a paixão. Vou levar para São Paulo", garante.
Dedicação dos colaboradores - Rúbia Maria Leite, diretora superintendente da mesma unidade, levou em conta a dedicação dos colaboradores da Uniodonto Curitiba. "Fiquei encantada com a paixão que os funcionários demonstram pela Uniodonto, o sistema, a parte operacional. Em Jacareí os colaboradores também são muito dedicados ao trabalho, o que fortalece a cooperativa", afirma.
Bom relacionamento - Quem também esteve na Uniodonto Curitiba foram representantes da sede de São José dos Campos. O presidente da cooperativa paulista, Sérgio Brito conta que sempre houve um bom relacionamento entre as unidades, o que também motivou a vinda. "A visita, desta vez, foi motivada pelo aprofundamento no conhecimento do sistema operacional da Wise, desenvolvido pela Uniodonto de Curitiba". Outros padrões também devem ser levados para o Vale do Paraíba. "A Uniodonto de Curitiba aplica um excelente modelo de gestão. Vários aspectos me encantaram. Vou citar o modelo de gestão comercial, que está apresentando resultados fantásticos atualmente". Com esta troca de ideias, as duas singulares aprofundaram o relacionamento que já existia.
Fortalecimento - Para Brito, a interação enriquece e fortalece a cooperativa. "O que existe de mais rico no Sistema Uniodonto é esta troca de experiências. As singulares do nosso sistema têm problemas semelhantes no seu dia a dia. Buscar soluções, já testadas em outras unidades é a melhor e mais barata forma de resolvermos nossos problemas", afirma. O coordenador de tecnologia da informação (TI), Luiz Murilo Cestari, acompanhou o presidente nesta visita e diz que a forma de trabalho diferenciada das unidades expande o conhecimento. "Visitamos para verificar o funcionamento. Passamos pelo faturamento, setor de produção. Estamos estudando a instalação do sistema operacional aqui também. Gostei muito da forma de trabalho", avalia.
Benchmarking - A gerente executiva da Uniodonto de Mato Grosso, Estela Rocha, afirma que a visita aconteceu para realizar benchmarking com objetivo de implantar na Uniodonto de Mato Grosso uma operação igual ou similar a adotada pela unidade de Curitiba. "Está previsto no projeto a implantação na Uniodonto de Mato Grosso do sistema ERP desenvolvido pela Uniodonto de Curitiba bem como todos os processos das áreas comercial, operacional e de TI", diz.
Fundamental - Estela também concorda que a interação entre as singulares é fundamental. "Por meio deste processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresariais entre as Uniodonto é que podemos identificar o melhor do melhor e alcançarmos um nível de superioridade ou vantagem competitiva no mercado", explica.
Aproximação - Supervisor da Uniodonto Curitiba, Roberto Fermiano Rodrigues Filho, explica a importância da vinda de singulares de outros estados. "O crescimento da Uniodonto Curitiba estimulou a vinda e instigou o interesse desses dirigentes em conhecer o que é feito e quais ferramentas administrativas são utilizadas aqui. Essas interações nos permitem trocar experiências, bem como aproximar as Uniodontos, facilitando o relacionamento entre as singulares. Foi conversado muito sobre a gestão administrativa e tecnológica. Sobre a tecnológica foi apresentado o sistema de informática da Uniodonto Curitiba (Unioweb)". (Imprensa Uniodonto Curitiba)
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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) promoveu, nos dias 22 e 23 de setembro, o Fórum dos Profissionais de Contabilidade, com apoio da Cooperativa Batavo e da PrincewaterhouseCoopers. O evento teve a participação de 70 profissionais das áreas contábil, fiscal, tributária e de auditoria interna das cooperativas do Paraná, sendo realizado no Clube Social de Carambeí. Durante os dois dias, o fórum discutiu os cenários, desafios e oportunidades, no âmbito jurídico e tributário, da convergência das regras brasileiras de contabilidade às normas internacionais. Além dos profissionais da PrincewaterhouseCoopers, o evento também contou com a participação do grupo Marins Bertoldi Advogados Associados, abordando questões do Funrural.
Apresentação cultural - Como apresentação cultural, a Batavo proporcionou aos participantes a apresentação do grupo mirim holandês da Escola Evangélica de Carambeí, com danças típicas da Holanda. No último dia, foi oferecido um almoço típico indonesiano e uma visitação no Parque Histórico de Carambeí, como alusão ao Centenário da Imigração Holandesa no Brasil. (Imprensa Batavo)
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No final da tarde do dia 22 de setembro, foi inaugurada a Unidade de Recria de Novilhas da Cooperativa Batavo. De acordo com o gerente pecuário, Eldo Berger, a intenção de criar esta unidade é a de favorecer o aumento de produção de leite dos cooperados, repondo as novilhas retiradas das propriedades com animais adultos em produção. A Unidade de Recria já está em condições de receber animais para recria, e as normas para participar com novilhas estão prontas, que podem ser discutidas e esclarecidas com os técnicos do Departamento Pecuário. (Imprensa Batavo)
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O lançamento oficial da XXI Convenção Anual da Faciap, que será realizado no dia 11 de outubro, no Mabu Royal Hotel, em Curitiba, teve seu horário antecipado para às 9h e às 9h30 haverá uma coletiva de imprensa. Na oportunidade, também será lançado o 1º Congresso Paranaense dos Municípios, com a presença do presidente da Faciap, Rainer Zielasko; do presidente do Sebrae/PR Jefferson Nogaroli, e do presidente da AMP – Associação dos Municípios do Paraná, Gabriel Jorge Samaha.
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A recomposição de área de reserva legal visando à exploração sustentável da "floresta em pé", ou seja, preservada, para aumentar a renda dos agricultores foi um dos aspectos destacados pelos senadores que participaram nesta terça-feira (27/09) de debate sobre a reforma do Código Florestal (PLC 30/2011). Para Eduardo Braga (PMDB-AM), o país já conta com tecnologias para exploração sustentável de florestas, que devem ser adotadas em especial em áreas de baixa aptidão agrícola.
Emendas - O senador pelo Amazonas citou emendas que está apresentando ao projeto de reforma do código florestal (PLC 30/2011) prevendo fontes de financiamento para remunerar agricultores que mantêm áreas florestadas, a título de pagamento por serviços ambientais. Também os senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Waldemir Moka (PMDB-MS) manifestaram preocupação com a necessidade de alocação de recursos para financiar a recuperação de áreas desmatadas.
Custo- No mesmo sentido, a senadora Ana Amélia (PP-RS) alertou para o custo de recomposição do passivo florestal no país. Essa também é preocupação do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que defende a redução de impostos e outras formas de incentivos para que os agricultores promovam o reflorestamento de suas áreas.
Mecanismos práticos - Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), relator do projeto nas comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura (CRA), e Jorge Viana (PT-AC), relator na Comissão de Meio Ambiente (CMA), destacaram a importância de o projeto ser reformulado pelo Senado para prever mecanismos práticos que incentivem a recomposição de áreas protegidas. A aplicabilidade do novo código foi também defendida pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).
Audiência pública - Os senadores manifestaram posição durante audiência pública com os especialistas Elíbio Leopoldo Rech Filho, membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), e Ricardo Ribeiro Rodrigues, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP). A audiência pública foi uma realização conjunta das comissões de Meio Ambiente (CMA), de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura (CRA) para analisar aspectos referentes à inclusão, no código, de incentivos econômicos e financeiros para a manutenção de áreas florestadas nas propriedades rurais. (Agência Senado)
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O governador Beto Richa reuniu-se com 22 deputados federais do Estado nesta segunda-feira (26/09), no Palácio das Araucárias, em Curitiba, para discutir as prioridades do Paraná para o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), para 2012, e o Plano Plurianual 2012-2015 do governo federal.
Projetos - Richa e os secretários do Planejamento e Coordenação Geral, Cássio Taniguchi, da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, e de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, entregaram aos deputados uma relação preliminar de projetos considerados fundamentais pelo governo para inclusão no orçamento da União do próximo ano. No total, são R$ 681 milhões para investimentos na melhoria da infraestrutura de transporte e logística, educação, saúde e segurança pública.
Primeira - O governador destacou que a reunião entre a equipe de governo e os representantes do Paraná no Congresso Nacional para tratar de investimentos para o Estado é a primeira em muitos anos. Ele agradeceu aos deputados e elogiou a disposição da bancada federal em unir forças para defender os projetos paranaenses junto ao governo federal. “Vejo uma união de esforços que não ocorria anteriormente. Juntos, podemos planejar ações e exercer a necessária pressão política em Brasília, de forma a trazer recursos da União que satisfaçam os anseios dos paranaenses”, afirmou Richa.
Exposição - O secretário Cássio Taniguchi fez uma exposição detalhada dos projetos que o Governo do Estado apresentou aos deputados. “O governador mostrou que pode e deve-se trabalhar de forma suprapartidária ajudando a conceber os projetos para o desenvolvimento de todo o estado do Paraná”, afirmou deputado federal André Vargas. “Podemos avançar muito mais. Não se concebe que o Paraná receba menos recursos federais do que 25 estados da federação”, afirmou Vargas. Segundo ele, a previsão do Orçamento da União para 2012 coloca o Paraná em penúltimo lugar entre os estados brasileiros em volume de recursos federais por habitante.
PPA - A bancada federal também receberá propostas de projetos para o Plano Plurianual (PPA), que prevê investimentos federais para os próximos quatro anos. O governador se comprometeu em encaminhar aos parlamentares paranaenses, ainda nesta semana, uma nova relação de projetos com foco no PPA.
Interatividade inédita - Para o deputado Fernando Giacobo é muito importante adaptar o orçamento estadual ao projeto federal. Ele destacou a inédita interatividade do governo estadual com a bancada com esse propósito. “Sou otimista. Vejo que as coisas vão acontecer no Paraná. Temos três ministros e estamos todos trabalhando em conjunto com o governo estadual. Isso já tem se revertido no aumento dos desembolsos federais para o estado”, afirmou Giacobo, que é coordenador da bancada federal.
Participantes - Além de André Vargas e Fernando Giacobo, participaram do encontro os deputados federais Alfredo Kaefer, André Zacharow, Assis Couto, Cida Borghetti, Dilceu Sperafico, Dr. Rosinha, Eduardo Sciarra, Edmar Arruda, Fernando Francischini, Leopoldo Meyer, Nelson Meurer, Nelson Padovani, Luiz Nishimori, Ratinho Junior, Reinhold Stephanes, Rosane Ferreira, Sandro Alex, Luiz Carlos Setim, Idekazu Takayama e Zeca Dirceu. O secretário Alceni Guerra, chefe do escritório do Paraná em Brasília, também acompanhou a reunião.
Prazos - Os deputados federais têm até sete de outubro para apresentar emendas para a Lei Orçamentária de 2012 e o Plano Plurianual 2012-2015, que estão em análise no Congresso Nacional. Os dois projetos passarão por audiências públicas, no próximo dia 30, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná. Durante a audiência, os parlamentares vão debater e receber sugestões e propostas da população e das entidades de representação da sociedade civil, como a Federação das Indústrias do Paraná e o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná.
Ação articulada - O Governo do Estado entende que é necessária uma ação articulada para definir e defender projetos paranaenses para os quais serão requisitados recursos federais. As propostas de emendas devem ser subscritas por um deputado federal ou senador. Cada um deles pode apresentar até 25 emendas ao projeto de orçamento da União. (AEN)