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“O cooperativismo de transporte de cargas e passageiros tem boas perspectivas de crescimento. É um ramo muito dinâmico, que beneficia um grande número de trabalhadores brasileiros”. A avaliação é do representante nacional do ramo, José Carneiro, que participou nesta terça-feira (13/09), em Brasília (DF), de uma reunião com o Conselho Consultivo do Ramo Transporte da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Legislação - Apesar do cenário ser positivo, Carneiro sabe que tem muitos desafios pela frente, principalmente no que diz respeito à legislação para o setor. Um dos pontos destacados foram as altas cargas tributárias. A melhor saída, segundo Carneiro, é elaborar ações estratégicas para conseguir acelerar o crescimento do segmento, que reúne 1.015 cooperativas no país, gera 10.787 empregos diretos e atende a 321.893 associados.
Comitê - Entre as demandas do setor, está a criação de um comitê para tratar de transporte de passageiros, seguindo o mesmo modelo que já existe para o transporte de cargas. “No ramo, temos várias categorias: transporte individual de passageiros (táxi e mototáxi), coletivo de passageiros (vans, ônibus), de cargas (caminhão) e de escolares (vans e ônibus). Por isso, precisamos segmentar as discussões e, assim, elaborar ações específicas”, diz Carneiro.
Experiência - Durante o encontro, o representante nacional do ramo consumo, Márcio Valle, apresentou a experiência da Central de Cooperativas de Consumo do País (Coopbrasil). O empreendimento foi formado inicialmente por sete cooperativas, que apresentaram faturamento de R$ 2,2 bilhões em 2010. Segundo Valle, vice-presidente da Coop, o objetivo é melhorar o poder de negociação com fornecedores por meio do ganho de escala. “Temos ainda a missão de desenvolver produtos de marca própria e importados, além de ganhar estrutura logística no país. Com uma escala maior, teremos melhores oportunidades de negócios”.
União de esforços - O gestor financeiro da Cooperativa de Transportadores de Joinville (Coopercargo), Heins Edmundo Obenaus, já começa a pensar em algo parecido para o setor de transporte. “Se unirmos esforços, teremos condições de adquirir desde seguros para nossa frota, passando por peças de reposição, pneus e combustíveis”, diz. (Informe OCB)
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De olho na qualidade dos serviços prestados à sociedade brasileira, representantes do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) participam, desta terça (13/09) até sexta-feira (16/09), do Congresso Internacional “Educação, uma agenda urgente”, promovido pelo movimento Todos Pela Educação (TPE). O evento, que reúne líderes brasileiros das áreas educacional, acadêmica e de gestão, tem como objetivo o debate de questões necessárias ao avanço e à aceleração de resultados, principalmente de aprendizagem, da Educação Básica no país.
Indicadores - “Com a evolução que tivemos nos últimos anos, temos razões, não para comemorar, mas para ter esperança de superar nossas dificuldades”, declarou o ministro da Educação, Fernando Haddad, na abertura do congresso. Haddad citou indicadores que posicionam o Brasil como líder na última década em incremento da escolaridade, superando a vizinha Argentina, possuidora de larga tradição em investimentos em educação. “É preciso que a discussão deste Congresso seja replicada em todo o país. Educação não é trabalho só para o governo, é assunto da família, da juventude, de cada um de nós. Se não houver motivação para buscar os resultados, eles dificilmente virão”, complementou o ministro.
Direito à educação de qualidade - A diretora-executiva a instituição promotora do Congresso (Todos Pela Educação), Priscila Cruz, defendeu a importância de se garantir o direito à educação de qualidade aos milhões de crianças e jovens brasileiros hoje privados dessa condição. “Se queremos um País mais justo e menos desigual, precisamos garantir Educação de qualidade para todos”, afirmou.
Ações mais contundentes - Para o gerente Geral de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop, Maurício Alves, os avanços requerem do país ações mais contundentes. “Quando se parte do zero, qualquer ação mostra seu efeito. Agora, o Brasil precisa dar passos mais largos e determinantes”, disse. Maurício explicou que a participação do Sescoop no Congresso, enquanto entidade educacional e promotora da aprendizagem, é extremamente oportuna. Segundo o gerente, é um momento muito rico para se estabelecer contato com outras instituições que também atuam nesse ramo. “Participando do congresso, pretendemos absorver as melhores experiências desenvolvidas por tantas entidades e estudá-las para que possamos adaptar e aproveitar ao máximo, de forma a contribuir com a realidade do cooperativismo”, afirmou.
Sintonia - De acordo com o superintendente Luís Tadeu Prudente Santos, a participação do Sescoop no congresso reflete a sintonia da instituição com o movimento Todos Pela Educação. Desde sua fundação, a organização trabalha ativa e constantemente, por meio de projetos, programas e ações que alcancem o público cooperativista de forma eficaz, moderna e motivadora. “Nós acreditamos no cooperativismo como oportunidade de educar melhor as pessoas. A possibilidade de conhecer casos de sucesso e novas práticas tende a contribuir para o nosso trabalho na construção de um processo educacional diferenciado, com resultados significativos”, declarou o superintendente. (Informe OCB)
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A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) divulgaram a agenda da semana, com as atividades pertinentes ao setor cooperativista no Congresso Nacional. Na Câmara, a OCB participou, nesta terça-feira (13/09), de audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor (CDC). Para debater a qualidade do atendimento aos usuários de planos de saúde em nome da OCB esteve José Abel Alcanfor Ximenes, representante Nacional do Ramo Saúde da OCB. Também estiveram presentes representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), e da Federação Nacional de Saúde Suplementar.
Fundo de Aval - Já nesta quarta-feira (14/9), na Comissão de Agricultura (CAPADR), aguarda deliberação o Projeto de Lei 1.095/2011, que cria um Fundo de Aval específico para Colônias, Associações e Cooperativas de Pesca. A matéria propicia estímulo e fomento para as atividades pesqueiras brasileiras, trazendo benefícios às famílias de pescadores que vivem em sua maioria da economia familiar, passando a terem condições de adquirem recursos financeiros para a compra de equipamentos, desenvolvimento tecnológico e pessoal.
Senado Federal - Nesta quarta-feira (14/09), está prevista a votação do PLC 30/2011, novo Código Florestal, na Comissão de Constituição e Justiça. O projeto tem parecer pela constitucionalidade do projeto com um texto substitutivo, do relator, senador Luiz Henrique (SC), integrante da Frencoop. Este será a primeira de quatro Comissões em que o projeto deverá tramitar, tendo em vista que também deve ser aprovado nas Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), na de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) e na Comissão de Meio Ambiente (CMA). A OCB acompanha os debates em torno do novo Código Florestal desde a sua passagem pela Câmara, onde foi aprovado em junho deste ano, e apoia esta tentativa do Congresso Nacional de atualizar uma legislação tão importante para a agropecuária nacional.
Para acessar a Agenda da Semana completa, clique aqui. (Blog OCB no Congresso)
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O ministro Mendes Ribeiro recebeu nesta terça-feira (13/09), em seu gabinete no Ministério da Agricultura, deputados federais, representantes dos produtores de soja, prefeitos e vereadores do Sul do país para debater o endividamento dos produtores de soja. O objetivo da reunião foi buscar uma solução para os débitos acumulados dos produtores do grão na região. Segundo Heinze, o acúmulo de dívidas pode chegar a R$ 2,5 bilhões em apenas 69 municípios produtores de soja do Rio Grande do Sul.
Estudo - Segundo o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP/RS) o ministro Mendes Ribeiro reconheceu que o grau de endividamento do setor é muito elevado, porém, defendeu que a situação tem que ser avaliada por técnicos de sua Pasta. Por isso, o ministro Mendes Ribeiro, segundo o deputado Heinze, determinou ao assessor especial, Gerardo Fontelles, para que faça um estudo sobre o levantamento dos números apresentados.
Perdas - O deputado Heinze explicou que os produtores tiveram elevadas perdas desde 2003 devido às constantes estiagens e que apesar dos bons resultados da última safra, não conseguirão saldar as dívidas acumuladas desde aquela época por se tratar de juros muito altos. O parlamentar afirmou ainda que o total de débitos dos sojicultores gaúchos pode ultrapassar R$ 4,3 bilhões. “Tentamos mostrar a inviabilidade do produtor em quitar estes débitos. São valores absurdos carregados de juros e correções que precisam ser revistos”, disse Heinze.
Novo encontro - Um novo encontro será marcado nos próximos dias com técnicos do Ministério da Agricultura para dar andamento às negociações com o governo. (Valor Econômico)
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As vendas de fertilizantes seguem fortes no Brasil e cresceram 25,6 por cento no acumulado do ano até agosto, estimuladas pelo bom cenário registrado para as culturas de soja, milho, cana e café, mostrou levantamento mensal divulgado pela indústria nesta segunda-feira (12/09). Os dados da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda) revelam que os produtores brasileiros já compraram 17,053 milhões de toneladas, contra 13,573 milhões de toneladas em igual período do ano passado.
Impulso - Os altos preços das commodities agrícolas vêm impulsionando o ritmo das vendas de fertilizantes neste ano. Somente em agosto, as entregas do insumo nas revendas do país totalizaram 3,117 milhões de toneladas, alta de 16,9 por cento sobre o mesmo mês de 2010. Este volume representa o maior já registrado para um mês de agosto, similar ao que já aconteceu tanto em junho como julho.
Recorde - O volume recorde de entregas do setor foi registrado em outubro de 2006, quando as vendas totalizaram 3,438 milhões de toneladas, segundo a Anda. "Tivemos aí uma antecipação de compras, mas também um aumento de consumo no primeiro semestre", afirmou o diretor executivo Anda, David Roquetti Filho.
Esforço - Além da demanda para milho safrinha no primeiro semestre, os números indicam os esforços de produtores para investir em insumos para o cultivo da safra de verão, sobretudo, milho e soja. No caso da cana, diz o executivo, houve um bom volume de vendas no primeiro semestre, para adubação das áreas de replantio, em esforço de renovação dos canaviais no Brasil.
Favorável - Roquetti Filho ressaltou que a relação de troca segue favorável ao produtor. "O preço (do insumo) subiu, mas de forma suave, muito mais lenta que nos picos de 2008, enquanto os preços de commodites seguem em alta", explicou.
Importações - As importações também tiveram forte alta, saltando 45 por cento, para 12,833 milhões de toneladas no acumulado até agosto, ante 8,884 milhões de toneladas em igual período de 2010.
Produção nacional - Já a produção nacional subiu 4,3 por cento, para 6,303 milhões de toneladas entre janeiro e agosto, versus 6,041 milhões de toneladas de 2010. A despeito da crescente demanda, a indústria local trabalha com uma limitada capacidade de produção e passa por um período de investimentos para ampliar a oferta interna, especialmente entre as grandes do setor como a Vale e a Petrobras.
Cronograma - Questionado sobre o cronograma de navios carregados com fertilizantes, o executivo informou que o tempo médio de espera no Porto de Paranaguá, principal via de entrada do produto no país, está em 32 dias e o volume deve continuar constante na faixa de 1,8 milhão de toneladas. "O ritmo de importações continua firme. A grande dúvida do mercado é saber se o consumo será assim também ... Se continuar do jeito que está com todas as variáveis macro (econômicas) atuais, a tendência é que continue como está", ponderou o executivo. (Reuters/ Agrolink)
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Profissionais de 15 cooperativas paranaenses estarão reunidos, nesta quinta e sexta-feira (15 e 16/09), em Curitiba, com representantes do Sescoop Nacional, Sescoop/PR e Sescoop/SP para discutir a formatação do Itinerário Juvenil Cooperativista. “O objetivo é padronizar os programas sociais do Sescoop que envolvem crianças, adolescentes e jovens cooperados, como o JovemCoop, o CooperJúnior e o Cooperjovem. Atualmente cada estado os executa de forma diferenciada e a ideia é elaborar uma proposta única que vai nortear as ações de cada um dos programas, respeitando a realidade de cada unidade”, explica o coordenador de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Humberto Bridi. Os debates vão acontecer durante o Fórum dos Agentes de Cooperativismo, que são os profissionais que atuam com o quadro social das cooperativas.
Programação
– O evento acontece no Hotel Pretas, das 8h às 18h. A programação contempla a abordagem dos seguintes temas: o sistema cooperativo brasileiro; apresentação do Itinerário Juvenil; discussão de metodologias; criação de conceitos e descrição de manuais dos programas. As atividades serão desenvolvidas com apoio dos facilitadores da Apreciato, Rafael Giuliano e Beatriz Akemi. Uma nova reunião sobre o Itinerário Juvenil será realizada dias 09 e 10 de novembro, em Brasília (DF).
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O Sistema Ocepar elaborou um documento que está sendo entregue a parlamentares, autoridades dos governos federal e estadual e lideranças. O material mostra as ações positivas desenvolvidas pelos agricultores no sentido de conciliar a produção de alimentos com a preservação da natureza, traz uma análise dos impactos causados pela legislação ambiental vigente na atividade agropecuária e as propostas do setor para o aperfeiçoamento do texto sobre o novo Código Florestal Brasileiro que está sendo discutido pelos senadores. A Ocepar também produziu um vídeo /documentário de 13 minutos, com depoimentos de produtores sobre a situação que eles vivem no dia a dia em relação à atual lei ambiental e os pontos defendidos pelo cooperativismo paranaense em relação ao tema.
Clique nos ícones abaixo e confira os conteúdos na íntegra.
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A empresa norte-americana Archer Daniels Midland (ADM) em parceria com a Coasul Cooperativa Agroindustrial realizou nesta segunda-feira (12/09) um encontro com produtores rurais para falar sobre “Manejo de solo em sistemas de soja” e “O envolvimento da agricultura familiar no Programa Nacional de Produção e uso do Biodiesel (PNPB)”. Participaram diretores, cooperados e o departamento técnico da cooperativa, além de representantes de sindicatos.
Manejo do solo - O primeiro assunto foi abordado pelo engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Soja de Londrina, Alvadi Antonio Balbinot Junior. Ele aponta o manejo correto do solo como destaque para uma boa produção. “Nós não temos uma boa produção vegetal se não tivermos um solo de boa qualidade. Hoje a melhor tecnologia para se alcançar essa qualidade é o sistema de plantio direto. É o que tem se mostrado mais sustentável em termos econômicos e ambientais”, afirma.
Consciência – De acordo com Alvadi os produtores em geral tem a consciência de que o plantio direto é o melhor método, mas lembra de que o problema está na forma correta de fazê-lo. “Encontramos problemas com a falta de rotação de culturas, cobertura de solo e em alguns casos o excesso de revolvimento do solo. O último ocorre principalmente no plantio de pastagens anuais e coberturas de inverno realizadas com grade”, relata.
Benefícios – O palestrante destacou vários benefícios de se aplicar o plantio direto. Em termos econômicos ele salientou que diminui o uso excessivo de máquinas agrícolas na propriedade. “Isso gera uma queda na depreciação de máquinas e menor consumo de combustíveis. Tudo isso impacta no custo de produção do agricultor”, lembra. Já o meio ambiente também ganha. O plantio direto reduz consideravelmente a erosão de solo, evitando o assoreamento de rios e a perda de nutrientes. Além disso, Alvadir conta que o método permite uma maior biodiversidade de micro-organismos.
Biodiesel – A segunda palestra com Ronaldo Perez, da Universidade Federal de Viçosa e também coordenador do projeto de Biodiesel, tratou do desenvolvimento da agricultura familiar no Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel. Segundo ele hoje o programa está em expansão. “As empresas hoje estão consolidadas, o desenvolvimento da agricultura familiar está cada vez maior, ano a ano a produção de biodiesel tem sido ampliada e a forma de comercialização em leilões teve aprovação e deve continuar. A expectativa é de aumento de produção para os próximos anos”, conta Perez.
Agricultura familiar - Hoje, a participação da agricultura familiar na produção de biodiesel conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é de 20%. Mas, como acredita Ronaldo, este percentual tende a crescer, já que é cada vez maior o número de cooperativas com mais de 70% do quadro social que acessam a Linha Pronaf do Governo Federal, participando do programa. Em 2010 este número chegou a 59.
Soja – O papel do grão na produção de biodiesel hoje é fundamental. O índice chega a 80%. E isso, para Ronaldo Perez, é um importante fator para que os produtores da agricultura familiar aumentem sua contribuição com o programa.
Produtor só ganha – O produtor que participa do PNPB tem diversos ganhos com a ação. “O valor de comercialização é maior, cenário com contratos pré-estabelecidos e volume de grãos a ser comercializado e recebe também maior nível de assistência técnica, permitindo aumentar sua produção e assim a renda familiar”, completa.
Próximos anos – A expectativa para os próximos anos segundo Perez é de que a taxa de biodiesel na mistura do Diesel deve subir para 10%, demandando assim maior produção e por consequência participação e entrega de matérias-primas. (Imprensa Coasul)
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As cooperativas de crédito brasileiras estão entre as maiores instituições da América Latina, conforme estudo sobre o cooperativismo de crédito divulgado pela Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV). São elas quem reúnem o maior número de cooperados, com 5,1 milhões, só perdendo para as mexicanas, que congregam mais de 5,6 milhões. Considerando os ativos totais como critério, o documento apresenta um ranking das maiores organizações, no qual se destacam cinco cooperativas brasileiras entre as dez primeiras colocadas. E, entre as 100 maiores, 61 são do Brasil.
Referência - A Cooperativa de Crédito Credicitrus (SP) aparece em terceiro lugar na relação, com cerca de U$ 1,3 bilhão de ativos. Na liderança, está a cooperativa chilena Coopeuch, que soma U$ 2 bilhões, seguida de mexicana Caja Popular, com U$ 1,9 bilhão. “O cooperativismo de crédito brasileiro é, sem dúvida, uma excelente referência na América latina”, comemora o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti.
Características - Ele atribui os resultados a algumas características, tais como: verticalização, supervisão e organização. Giusti ressalta ainda que o impacto social da atuação das cooperativas de crédito vai muito além da participação no mercado financeiro. “Todos os recursos captados e os resultados gerados são reaplicados nas comunidades”, destaca o gestor.
Índices históricos - O cooperativismo de crédito tem apresentado, nos últimos anos, índices históricos de crescimento no Brasil. Em 2002, o setor movimentava R$ 11,5 bilhões, passando para R$ 68,7 bilhões em 2010, o que indica um aumento de 490%. Hoje, as cooperativas do ramo já são mais de 1.300 no país, gerando cerca de 56 mil empregos diretos e com mais de 4,5 mil pontos de atendimento.
Documento - Entre outras informações, o documento traz o percentual de participação das cooperativas dentro do mercado financeiro e cooperativo de cada país. Clique aqui e acesse a íntegra do estudo. (Informe OCB)
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A herança dos imigrantes holandeses, que há 100 anos ocupam os Campos Gerais do Paraná, vai além das histórias de lutas e conquistas e das fazendas agropecuárias deixadas aos seus descendentes. As primeiras famílias de colonos a deixarem a Holanda, em meio à crise que castigava o continente europeu, mudaram o agronegócio brasileiro ao se assentarem em Carambeí e abrirem caminho para que outros grupos se estabelecessem, nas décadas seguintes, também em Castro e Arapoti. O cooperativismo, o melhoramento do gado leiteiro e a difusão do plantio direto são reconhecidos como iniciativas holandesas.
Desafios - As três contribuições foram desenvolvidas para suprir a necessidade de produção e comércio e enfrentar os desafios impostos aos colonos holandeses no século passado. O sucesso inquestionável obtido ao longo das décadas fortaleceu os métodos e fez com que imigrantes de outras etnias e produtores brasileiros adotassem as mesmas tecnologias, que se tornaram imprescindíveis para agropecuária nacional.
Filosofia cooperativista - A filosofia cooperativista está espalhada hoje em todo o território brasileiro. De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), existem mais de 7,5 mil cooperativas no país, com mais de 7 milhões de associados. Nos mais diversos segmentos – agropecuária, crédito, serviços–, os cooperados seguem princípios adotados pelos holandeses desde a fundação da Batavo, em 1925. “Praticamente todas as cooperativas que estão por aí podem ser consideradas resultado da experiência da Batavo. Não quero ser ufanista, mas foi a primeira que deu certo e serviu de modelo”, ressalta, com orgulho, o ex-presidente da Batavo e filho de um dos sete fundadores da cooperativa, Dick Carlos de Geus.
Melhoramento genético - Os holandeses estão entre os pioneiros que transformaram o Brasil em uma potência mundial na produção de leite. Os Campos Gerais alcançam hoje médias de produção por animal que tornam seu rebanho leiteiro um dos mais valorizados do país. São pelo menos sete décadas de melhoramento genético, relatam os pecuaristas. Quando a Batavo foi criada, a média era de 4 litros de leite/dia por vaca. Hoje, são 26. Por sua vez, a Castrolanda produz, em média, 28 litros de leite/dia por animal, contra os 10 da sua fundação em 1960.
Manejo do solo - O Plantio Direto na Palha (PDP), utilizado hoje por 70% dos agricultores brasileiros, começou a ser difundido a partir da região, pela atuação do antigo Clube da Minhoca. Segundo Franke Djiktra, um dos primeiros defensores desse sistema de cultivo – que dispensa o revolvimento do solo antes do plantio, evitando erosão –, os holandeses se inspiraram em práticas adotadas nos Estados Unidos. Desde 1975, o PDP mostra-se mais eficiente que a prática convencional na produção de grãos.
Mecanização - Os imigrantes estavam também entre os pioneiros na mecanização da agricultura. Com apoio do governo holandês, compraram máquinas para otimizar o trabalho no campo, que depois deixou de ser revolvido em nome da sustentabilidade. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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Um holandês que desembarcou no Brasil em 1947 ao lado do pai e seis irmãos comanda hoje a propriedade com a mais alta produtividade de leite por animal do Brasil: 42,5 litros/dia. Franke Dijkstra, um homem de jeito simples e fala mansa, é o proprietário da Fazenda Frank’Anna, em Ponta Grossa, referência para o setor. Quatro vezes ao dia, inclusive durante a madrugada, equipes de funcionários se revezam na ordenha de 480 animais em lactação – no total, há 960 cabeças na fazenda. Cada sessão dura cerca de quatro horas e é monitorada por um sistema computadorizado que informa quantos litros de leite foram retirados de cada animal. “É preciso tirar o máximo da vaca. Para isso, conforto e nutrição balanceada são fundamentais”, diz Dijkstra. Nas semanas posteriores ao parto, as vacas são ordenhadas cinco vezes ao dia.
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Sustentabilidade - A Frank’Anna também é exemplo de propriedade sustentável. Embaixo do alojamento dos animais (bovinos e suínos), existe um sistema de recolhimento das fezes e da urina. O material passa por secagem e depois é utilizado como adubo na lavoura. A parte líquida vai para uma câmara de fermentação para ser transformar em biogás, energia dos secadores de grãos e das bombas de irrigação. “Temos que maximizar o uso dos recursos naturais e não desperdiçar. Hoje, muitos nutrientes vão parar nos rios. É preciso haver uma reciclagem dos produtos orgânicos para voltar como adubo para terra”, ressalta o holandês. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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A Batavo, primeira cooperativa de produção do Brasil, foi fundada em 1925 por iniciativa de sete produtores das primeiras famílias de imigrantes holandeses que chegaram a Carambeí (Los, Harms, Vriesman, Voorsluys, Geus e Verschoor). Inicialmente, a produção de leite e queijo desse grupo era destinada à empresa inglesa Brazil Railway Company, que comprava os alimentos para os ferroviários que estavam construindo o ramal Ponta Grossa-Castro. A cooperativa foi criada para distribuir a produção que não era consumida pelos ferroviários de forma organizada e, assim, impedir que a concorrência entre os produtores reduzisse os preços a ponto de inviabilizar o negócio.
Evolução - No primeiro momento, a produção era industrializada e vendida em Castro e Ponta Grossa. Em seguida, os imigrantes passaram a comercializar seus produtos nos mercados de Curitiba e São Paulo. A produção de leite dos associados da Batavo, que era de 500 litros/dia, alcança atualmente 300 mil litros/dia – quase 100 milhões de litros ao ano.
Prosperidade - De acordo com o filho de um dos fundadores da empresa, Willem de Geus, 85 anos, as décadas de 70 e 80 foram as mais prósperas para a cooperativa. Willem atribui o crescimento da época aos incentivos dados pelo governo brasileiro. “Foi uma época muito importante, conseguimos obter conquistas e resultados consideráveis.” Presidente da Batavo durante 21 anos (1965-1986), ele não se desligou da empresa. Visita a cooperativa diariamente para tomar um cafezinho, com ou sem leite. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) realizam no dia 28 de setembro, no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, o “III Seminário da Frencoop: Desafios e Perspectivas para o Ramo Agropecuário”. O evento tem o objetivo de discutir as ações e os projetos estratégicos de interesse do segmento.
Interlocução - O seminário é organizado pela gerência de Relações Institucionais (Gerin) da OCB e, de acordo com a gerente, Tânia Zanella, é um espaço de interlocução entre lideranças do Sistema e do Poder Legislativo. “O seminário procura sempre pautar temas influentes no Congresso Nacional, destacando o posicionamento do Sistema OCB. Promove a articulação da Frente e o fortalecimento de suas ações, de forma integrada e consistente,” afirma.
Público - Para o 3º Seminário da Frencoop, a organização espera receber um público de 200 pessoas, entre parlamentares, ministros, especialistas, representantes do ramo e lideranças cooperativistas. Serão três painéis de discussão: “Desafios do Ramo Agropecuário nos Poderes Executivo e Legislativo” (com a presença dos secretários-executivos dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Desenvolvimento Agrário); “Desmistificando o Novo Código Florestal: o texto aprovado na Câmara dos Deputados” (com presença do deputado Aldo Rebelo, relator do projeto na Câmara) e “Propostas para o Novo Código Florestal no Senado Federal” (com os relatores do projeto para o novo texto no Senado, os senadores Luiz Henrique e Jorge Viana).
Termo de apoio - Segundo informações da Gerin, ao final do evento, será entregue ao presidente do Senado Federal um Termo de Apoio, assinado por todos os participantes do seminário, contendo a posição do sistema cooperativista a respeito do novo Código Florestal. “Nós entendemos como essencial essa articulação, para que a nova legislação contemple as necessidades reais do setor”, diz Tânia Zanella.
Inscrição - Os interessados em participar do 3º Seminário da Frencoop devem preencher a ficha de inscrição online, que estará disponível a partir desta terça-feira (13/09) no portal Brasil Cooperativo.
Histórico - Em 2008, o 1º Seminário da Frencoop tratou do ramo crédito. O evento teve três mesas de debate, com os seguintes temas: “O cooperativismo e a reforma tributária”; “O cooperativismo de crédito no Brasil” e “O Sistema Cooperativista no Mundo”. Cerca de 400 pessoas participaram do encontro. O 2º Seminário da Frencoop aconteceu no ano seguinte, em 2009, com debate sobre os avanços e desafios do ramo Saúde. O evento foi orientado a partir de três painéis: “Ato Cooperativo: experiência na América Latina e o desafio nacional”; “Tributação no cooperativismo de saúde: impactos e perspectivas” e “Cooperativismo de saúde: a visão do órgão regulador”. A segunda edição contou com a presença de 350 participantes. Em 2010, o evento não aconteceu em virtude da realização do XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo.
Serviço - 3º Seminário da Frente Parlamentar do Cooperativismo: “Desafios e Perspectivas para o Ramo Agropecuário” / Data: 28 de setembro de 2011/ Horário: 9h às 18h / Local: Auditório Petrônio Portela – Senado Federal / Inscrições: portal Brasil Cooperativo.
Radiocoop - O assunto é destaque, também, na RádioCoop. Clique para ouvir. (Informe OCB)
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Uma reunião entre juristas especializados em meio ambiente e ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) encerra nesta terça-feira (13/09), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a primeira etapa dos debates sobre mudanças no Código Florestal Brasileiro. O tema é polêmico e, por isso, tanto a oposição quanto a base aliada consideram prematuro colocar a matéria em votação nesta quarta-feira (14/09). O raciocínio havia sido antecipado na semana passada pelo presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
Foco - “Com a vinda de juristas e ex-ministros do STF à comissão, vejo que encerramos a primeira etapa de debates que é, justamente, a fase das audiências públicas”, disse o relator da matéria na Comissão de Meio Ambiente, Jorge Viana (PT-AC). Agora, “em setembro e outubro”, os senadores terão de "se focar” para solucionar problemas pontuais e objetivos nas propostas de alteração do código, acrescentou Viana, que defende a busca de um acordo para votação da matéria na próxima semana na CCJ.
Vertentes - Para Jorge Viana, a “segunda etapa” das discussões do código tem duas vertentes: levar em consideração a realidade dos problemas enfrentados por quem vive nas diferentes localidades do país e submeter os pontos pendentes e dúvidas dos senadores a uma análise conjunta com a comunidade científica e juristas especializados em meio ambiente.
Pendências - Um dos pontos pendentes, incluído pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC) em relatório apresentado na semana passada à CCJ, é a liberação da construção de estádios de futebol e obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 em Áreas de Proteção Permanente (APPs). Eunício Oliveira disse que, se esso ponto permanecer no texto, votará contra.
Consenso - “Se o problema for a construção dos estádios de futebol em APPs e se houver um consenso da maioria dos senadores, podemos retirar sem problemas isso do texto” disse à Agência Brasil o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). De acordo com Jucá, o assunto não foi discutido nesta segunda-feira (12/09) na reunião de coordenação política, e a orientação da presidenta Dilma Rousseff é que a matéria seja debatida “à exaustão” pelos senadores. Para ele, não há problema em adiar para a próxima semana a votação do projeto de lei do Código Florestal na CCJ.
Apreciação - O líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), disse que não haverá “problemas ou pressões” do partido na apreciação da matéria no Senado. “Nesta terça-feira (13/09), na reunião semanal da bancada, quero tirar uma posição do partido”, informou Dias. Já o líder do DEM, Demóstenes Torres (GO), ressaltou que cabe à CCJ debater questões de mérito, sim, e não apenas a constitucionalidade e admissibilidade da matéria. Por isso, o presidente da comissão será “prudente” se reservar esta semana apenas para discussões, disse Demóstenes Torres.
Ocepar – O engenheiro agrônomo e assessor da área de meio ambiente da Ocepar, Sílvio Krinski, está em Brasília, onde acompanhou, nesta terça, a audiência pública com juristas e ex-ministros do STF. Nesta quarta-feira (14/09), ele e o presidente da organização, João Paulo Koslovski, vão acompanhar a votação do relatório do senador Luiz Henrique na CCJ. (Com informações da Agência Brasil)