Notícias representação
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Na reta final da colheita, o milho de inverno do Paraná está surpreendendo o setor com pelo menos 500 mil toneladas “extras”. Esse volume representa a produção que já era dada como perdida devido à ocorrência de geadas fortes e enxurradas. A resistência das lavouras foi confirmada nesta semana por representantes das cooperativas, da Secretaria de Estado da Agricultura (Seab) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Novas revisões - As estatísticas do setor terão de passar por novas revisões nos próximos dias. “O Paraná deve produzir ao menos 6 milhões de toneladas de milho safrinha, podendo chegar a 6,5 milhões”, afirma Eugênio Stefanelo, especialista em projeções e análise de mercado da Conab. No último levantamento, a companhia rebaixou sua projeção para o estado de 6,7 milhões para 5,8 milhões de toneladas.
Novas variedades - “Houve expansão do cultivo de transgênico e as novas variedades estão se comportando melhor diante das geadas fortes de julho e do final de junho”, afirma a agrônoma da Seab Margorete Demarchi. O estado já revisou sua projeção de 5,2 milhões para 5,5 milhões de toneladas e prepara novos números.
Quebra - Para o assessor técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) Robson Mafioletti, a quebra deve ser 5 a 10 pontos inferior à projetada inicialmente, chegando a 20% na comparação com médias históricas e a 25% em relação ao potencial da área cultivada – 1,7 milhão de hectares. “É uma boa surpresa num momento de bons preços.”
Palha - A palha protegeu as espigas do frio. As perdas teriam sido maiores nas bordas das lavouras, onde as plantas são mais ralas. Os diagnósticos ainda serão detalhados pelos técnicos. A produção extra deve render R$ 185 milhões (1% do Valor Bruto da Produção Agrícola previsto para 2011), mas não tem força para derrubar as cotações. Antes das perdas, a média da saca de 60 quilos era R$ 23,5 no Paraná. Em julho, logo após as notícias das perdas, chegou a R$ 24,5. Ontem, a cotação era R$ 22,87, com tendência de alta. A produção extra deve ser exportada. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O término da colheita do milho safrinha, no início desta semana, trouxe uma boa surpresa ao agricultor João Mignosso, de Campo Mourão (Centro-Oeste). Nos 157,3 hectares cultivados neste inverno, ele conseguiu média de 86,7 sacas por hectare, ante expectativa de 115,7 sacas. “O prejuízo não foi tão alto quanto prevíamos. É uma média boa para uma lavoura que enfrentou seca, chuva em excesso e duas geadas. E só 3% tiveram problema de qualidade”, comemora, acrescentando que o plantio adensado ajudou a proteger as plantas do frio.
Acompanhamento - Relatório de acompanhamento de safra concluído ontem pela Coamo confirma o relato de Mignosso. Com a colheita concluída em 82% dos 550 mil hectares cultivados com pelos seus cooperados neste inverno, o índice de quebra vem caindo a cada semana. “Abrimos a safrinha com produtividade média de 4,5 mil quilos por hectare, que chegou a cair a 2,7 mil quilos logo após as geadas, mas devemos fechar com média de 3,3 mil quilos”, revela o supervisor da gerência técnica, Luiz Carlos de Castro. A qualidade da produção também tem surpreendido. “76% estão dentro do padrão, com no máximo 6% de grãos avariados”, calcula o técnico. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A "substancial deterioração" do quadro econômico global nas últimas semanas e a pressão de última hora vinda do próprio governo fez o Banco Central manobrar a economia em 180 graus. Influenciado pela percepção de que a crise deve manter a economia mundial em ritmo lento por "um período de tempo maior do que o antecipado", a instituição preferiu interromper o ciclo de alta iniciado em janeiro e anunciou no início da noite desta quarta-feira (31/08) a redução da taxa básica de juros do País em 0,50 ponto porcentual, para 12% ao ano. É a primeira redução dos juros no governo Dilma.
Mudança radical - Após cinco aumentos seguidos do juro entre janeiro e julho - que somaram 1,75 ponto à taxa Selic - o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC entendeu que não havia razão para continuar subindo o juro. Pelo contrário, mudou radicalmente de opinião em 45 dias. Assim, os diretores do BC mostram que, após meses de trabalho para segurar a alta da inflação e esfriar a economia, agora é necessário acelerar a atividade econômica em reação à crise global. O Comitê avalia que o cenário internacional manifesta viés desinflacionário no horizonte relevante", cita o comunicado após a decisão que, pela primeira vez em muito tempo, tem duas páginas de explicações.
Exterior - A principal mudança para essa a avaliação do BC veio do exterior. O rebaixamento da nota de risco dos EUA no início do mês deflagrou uma série de revisões para pior das projeções dos economistas sobre o que deve acontecer com a economia mundial nos próximos meses. A percepção geral é que países centrais devem demorar ainda mais para sair da crise e crescer. Para o BC o quadro representa maior incerteza da influência externa sobre o mundo e, claro, o Brasil.
Canais - "Para o Copom, a transmissão dos desenvolvimentos externos para a economia brasileira pode se materializar por intermédio de diversos canais, entre outros, redução da corrente de comércio, moderação do fluxo de investimentos, condições de crédito mais restritivas e piora no sentimento de consumidores e empresários" cita o documento.
Economia doméstica - Se economias centrais crescerem menos, a demanda por produtos e serviços brasileiros seguirá fraca. Isso vai reduzir o ritmo da economia doméstica. O Bradesco, por exemplo, prevê que, se a economia mundial crescer 1 ponto porcentual menos, a expansão no Brasil deve perder pelo menos 0,65 ponto. Menos crescimento reduz a pressão de alta nos preços e diminui a necessidade de elevar o juro para manter a inflação sob controle.
Sinais - Mesmo sem o quadro externo, o noticiário local já apontava para o fim do ciclo de aperto dos juros. Um dos principais sinais veio do Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), dado que antecipa o comportamento do PIB e mostrou em junho a primeira queda desde dezembro de 2008. No mercado de trabalho, a criação de empregos tem perdido força e o próprio BC divulgou números que mostram desaceleração no ritmo de concessão de empréstimos.
Ajuda política - Mas essa virada na política monetária teve uma ajuda política. A redução do juro 45 dias após o último aumento era um desejo do Palácio do Planalto e de membros da equipe econômica, como o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Houve um esforço de última hora em anunciar aumento da economia feita pelo governo para pagar a dívida (superávit primário) como forma de abrir caminho para os cortes do juro.
Ritmo elevado - Com isso, o BC ignora a inflação que segue em ritmo elevado. Nos últimos 12 meses, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo tem alta acumulada de 6,87%, acima do teto da meta de inflação que é de 6,50%. Para os próximos 12 meses, a expectativa para o IPCA é de 5,47%. "O sinal do BC é que, após a piora recente, o quadro internacional não está feio, está horroroso. Porque no Brasil estamos mais para auge que para o descenso da economia. Ou seja, é o quadro externo que determinou essa decisão", diz o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. (Agência Estado)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A proposta de Orçamento 2012 encaminhada ao Congresso pelo governo prevê recursos para investimento no valor de R$ 165,3 bilhões, valor que é 8,3% superior ao disponível em 2011. Deste total, R$ 106,8 bilhões virão das estatais, e R$ 58,5 bilhões serão oriundos do orçamento fiscal e da seguridade. Como o crescimento previsto é superior à inflação estimada no orçamento (4,8% pelo IPCA), ele indica a intenção de promover um aumento real no volume de investimentos públicos em 2012 na comparação com 2011.
PAC - De acordo com o ministério do Planejamento, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) terá recursos da ordem de R$ 111,3 bilhões, sendo R$ 45,5 bilhões do Orçamento, e R$ 67,8 bilhões das estatais.
As receitas foram estimadas num total de R$ 1,1 trilhão e despesas de R$ 1 trilhão. Neste total, 89,1% são relativos à obrigações como rolagem e amortização da dívida pública, benefícios previdenciários, e de assistência social.
Investimento e custeio - O restante, ou 10,9% das despesas, correspondem a investimentos e custeio da máquina pública. Entre as despesas obrigatórias do Poder Executivo, 31,6%, serão destinados para a Saúde, 19,2% para o PAC, 13,8% para a Educação, e 11,6% para o programa Brasil Sem Miséria. Para grandes eventos como a Copa 2014, Olimpíadas 2016, Copa das Confederações, o governo prevê no Orçamento R$ 1,8 bilhão para aplicação em 2012. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O Sistema Ocepar elaborou um documento que está sendo entregue a parlamentares, autoridades dos governos federal e estadual e lideranças. O material mostra as ações positivas desenvolvidas pelos agricultores no sentido de conciliar a produção de alimentos com a preservação da natureza, traz uma análise dos impactos causados pela legislação ambiental vigente na atividade agropecuária e as propostas do setor para o aperfeiçoamento do texto sobre o novo Código Florestal Brasileiro que está sendo discutido pelos senadores. A Ocepar também produziu um vídeo /documentário de 13 minutos, com depoimentos de produtores sobre a situação que eles vivem no dia a dia em relação à atual lei ambiental e os pontos defendidos pelo cooperativismo paranaense em relação ao tema.
Clique nos ícones abaixo e confira os conteúdos na íntegra.
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Será realizada, no dia 12 de setembro, a 7ª reunião ordinária da diretoria da Ocepar – gestão 2011/15, a partir das 10h, na sede da entidade, em Curitiba. Entre os assuntos em pauta estarão o Código Florestal Brasileiro, as visitas realizadas pela diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) às cooperativas do Paraná entre os dias 24 e 26 de agosto, o Fórum dos Presidentes e os Encontros de Núcleos Cooperativos, entre outros itens. Haverá ainda a participação do secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Nazareno Iurk.
Sescoop/PR - No mesmo dia e local também ocorre a 3ª reunião ordinária do Conselho Administrativo do Sescoop/PR – gestão 2011/15, a partir das 14h.
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O superintendente adjunto da Ocepar, Nelson Costa, e o assessor da área de meio ambiente da entidade, Silvio Krinski, acompanharam, nesta quarta-feira (31/08), a apresentação do relatório do senador Luiz Henrique sobre o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 30/2011, que trata do novo Código Florestal Brasileiro. De acordo com informações da Agência Senado, o parlamentar encerrou a apresentação por volta das 13h30, favorável ao texto na forma de substitutivo. Na sequência, o presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Eunício Oliveira, concedeu vista coletiva da matéria. Ele também anunciou que o PLC 30/2011 poderá ser votado no próximo dia 14 de setembro. (Com informações da Agência Senado)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A Coamo Agroindustrial Cooperativa é a empresa campeã do setor Agricultura do Brasil em 2011. O resultado tem como base o ranking do jornal Valor Econômico, considerado um dos mais importantes do jornalismo econômico do país. Na noite da última segunda-feira (29/08), o diretor-presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini recebeu em nome dos 23.500 cooperados e dos 5.500 funcionários da cooperativa, o prêmio Valor 1000 como Campeã da Agricultura Brasileira, outorgado à Coamo pela sétima vez na história de onze anos da premiação. “Com receita líquida de 4.428,3 milhões, a Coamo manteve sua posição de destaque, é a maior cooperativa do país e pela sétima vez ocupa o posto de campeã, que é um marco entre as companhias premiadas. A Coamo é a empresa que mais vezes venceu o Valor 1000. Além da Coamo, apenas outras três campeãs setoriais (Cielo, Sabesp e Votorantim Cimentos) são também as maiores dos seus setores”, informa Nicolino Spina, diretor executivo do jornal Valor Econômico, que premiou as 25 campeãs setoriais mediante critérios e análises dos balanços consolidados das empresas obedecendo a mudança em curso da legislação contábil.
Importância - O Anuário Valor 1000, com a publicação das empresas campeãs nos 25 setores da economia nacional, destaca a importância e o trabalho desenvolvido pela Coamo em benefício dos seus milhares de produtores distribuídos em três estados brasileiros. “Administrada como empresa, a Coamo tem mantido uma linha contínua de crescimento graças a combinação de um sistema de capitalização constante, boa gestão e investimento em qualificação de pessoal. Também fazem a diferença a obsessão pela qualidade dos produtos e a insistência na honestidade dos propósitos, o que é fundamental para garantir que, em um universo de 23,5 mil cooperados, a marca Coamo continue merecendo a confiança de clientes e consumidores.”
Linhas mestras - Para o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, viabilidade econômica e nada de paternalismo são as linhas mestras do modelo de gestão que fez da Coamo uma das maiores empresas do país. No ranking do Valor 1000 computadas as empresas de origem estrangeira e brasileira, a Coamo é a 76ª maior empresa do país e a 5ª maior na região Sul, estando ao lado das paranaenses Copel e Renault. “Sempre tratamos a cooperativa como empresa, sempre trabalhamos com resultados e sempre devolvemos dinheiro ao nosso quadro de cooperados. No nosso caso, a parte social que fazemos é tudo o que leva ao desenvolvimento do cooperado, para aumentar a renda, melhorar a saúde e dar condições de produzir mais com as novas tecnologias. O social não pode comprometer o econômico e ser confundido com o paternalismo”, aponta Gallassini, que destaca o planejamento estratégico, a administração profissionalizada e a grande participação dos associados na Coamo como fatores do sucesso da cooperativa, prestes, em novembro a completar 41 anos de existência.
Outro prêmio - Com sede em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná e 115 unidades localizadas em 61 municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, a Coamo recebeu também neste mês de agosto, o prêmio de Melhor Empresa do Agronegócio Brasileiro, conforme ranking da Editora Três e da revista Isto É Dinheiro. “Ficamos felizes com esses reconhecimentos por parte da imprensa especializada, os quais partilhamos com os nossos cooperados, diretoria e funcionários. As premiações confirmam que estamos no caminho certo e quem ganha com isso são os produtores associados que contam no dia a dia com a assistência da sua cooperativa que está sempre ao seu lado desde o planejamento e fornecimento dos insumos até a comercialização, industrialização e exportação da sua produção”, comemora Gallassini.
Receita líquida - Segundo o Valor 1000, as 171 empresas que atuam diretamente no setor do agronegócio produziram uma receita líquida total de US $ 362,2 bilhões em 2010, valor que corresponde quase 18% do faturamento total das 1000 maiores empresas do Brasil. (Imprensa Coamo)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Na palestra que fez a 150 convidados na noite de ontem (quarta-feira, 30/8) no projeto “Maringá em Foco”, promovido pela Rádio CBN Maringá, o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, disse que a segurança dos produtores associados “é a palavra chave do cooperativismo”. Como exemplo, citou que mais de 60% da safra de soja entregue pelos cooperados à Cocamar no ciclo 2011/12 ainda não foram comercializados. “Temos agricultores com cinco safras guardadas nos armazéns da cooperativa, é como se fosse uma poupança”, reforçou. Se por um lado isto é bom para os cooperados, que se sentem seguros e tranquilos, de outro é preciso realizar investimentos constantes para ampliar a capacidade de armazenagem (hoje de 950 mil toneladas) e suprir o parque industrial que, só de soja, deve consumir 970 mil toneladas neste ano.
Faturamento - Lourenço confirmou que o grupo Cocamar deverá fechar o ano com um faturamento superior a R$ 2 bilhões, contra R$ 1,596 bilhão de 2010, prevendo chegar a R$ 3 bilhões em 2014 ou 2015. Ele falou também sobre o desequilíbrio no mercado mundial de commodities, que cria oportunidade para a agricultura brasileira, lembrou que o espaço agricultável do país ocupa apenas 7% do território, mencionou a celeuma em torno do novo Código Florestal e, por fim, apontou que a integração lavoura, pecuária e florestas desponta como uma maneira de o Brasil ampliar ainda mais a oferta de alimentos. (Imprensa Cocamar)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A quarta edição consecutiva do Encontro de Produtores de Café, organizado pela Cocamar, será no Espaço Hangar Eventos em Cianorte no dia 21 de setembro, a partir das 8 horas. O Prêmio Talento de Produtividade vai ser entregue, durante a programação, a cinco produtores que se destacaram este ano na região da cooperativa. Estão previstas duas palestras, a serem proferidas por especialistas da Universidade Federal de Lavras (MG): Fábio Moreira da Silva e Edson Ampélio Pozza, que vão falar, respectivamente, sobre “desafios na mecanização” e manejo de cercospora para a qualidade”. A previsão dos organizadores é que 250 produtores participem. (Imprensa Cocamar)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representando os interesses dos ramos agropecuário e de infraestrutura, propôs mudanças à Resolução Normativa nº 414/2010, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), referentes à classificação das atividades agropecuárias, habilitando-as às tarifas diferenciadas quando do fornecimento e consumo de energia. A Aneel encerra nesta quarta-feira (31/08) o prazo aberto para participação na consulta pública nº 44/2010 com o objetivo de conhecer as necessidades de alterações no texto para que todo o setor seja atendido adequadamente.
Proposições - Conforme explica o analista de Mercados da OCB, Marco Olívio Morato, os artigos 2º e 5º da resolução focam majoritariamente a atividade rural, e foi nesses trechos que a OCB fez as proposições. Marco relata que, para a consulta pública, foi realizada consulta junto às cooperativas dos setores envolvidos e novas sugestões devem ser apresentadas. O analista destaca a importância da participação de todos: “É por meio das necessidades da base que poderemos argumentar junto à agência reguladora para que o instrumento normativo seja adequado à realidade das cooperativas”. (Informe OCB)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O governo federal fará pressão para que o Uruguai aceite negociar cotas de exportação de leite para o Brasil. Por enquanto, Montevidéu entende que as quantidades vendidas ao país são muito pequenas para serem controladas. Essa percepção esbarra nos produtores brasileiros, que exigem uma limitação do produto vindo do Mercosul com preços mais baixos.
Pressão - O representante da Subcomissão do Leite, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), disse nesta terça-feira (30/08) que o governo não hesitará em fazer pressão para que essa negociação saia do papel. "O Brasil tem centenas de formas de chamar o Uruguai para a mesa de negociações", afirmou Moreira.
Reunião - Nesta terça, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, reuniu-se com o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira, para discutir problemas de concorrência com países do Mercosul nos segmentos de leite, arroz, suínos e derivados de uva. Durante o encontro ficou acertado que os Ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento, da Fazenda e o Itamaraty vão estruturar algumas ações para aumentar a competitividade dos produtores brasileiros.
Ações - Mendes Ribeiro cobrou um conjunto de ações em até 30 dias. O intuito é fazer com que as mudanças tenham efeito ainda no ano de 2011. Além disso, ficou decidida a realização de uma audiência com a iniciativa privada para a discussão do assunto.
Preços - O deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), disse que não poderá haver aumento dos preços nas prateleiras. Caso o consumidor seja afetado, as importações irão aumentar ainda mais. Segundo ele, apoiou os produtores nacionais e disse que o ministério vai acompanhar toda a negociação.
Desestímulo - Para o presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, é impossível ser competitivo em um mercado sem a restrição das cotas, pois isso desestimula a cadeia produtiva brasileira. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, afirmou que pretende inaugurar uma nova concepção de gestão, com políticas agrícolas que protejam os produtores antes de momentos de crise. A declaração foi feita na abertura da reunião ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), realizada nesta terça-feira (30/08), em Brasília. “Temos que nos antecipar à crise e ter políticas agrícolas para quem quer produzir. Temos que trabalhar muito e estou disposto a isso. Esse ministério é dos pequenos, dos médios e dos grandes (produtores) - é de todos. Não podemos excluir ninguém”, declarou.
Demandas - Mendes Ribeiro Filho solicitou que os secretários estaduais elaborem uma pauta com as suas principais demandas para que o ministério possa desenvolver projetos que atendam às necessidades específicas de cada região. “Vou investir em programas que façam com que o pequeno possa crescer, porque eu não vou ter grande produtor se o pequeno não for incentivado. Juntos vamos realizar um grande trabalho”, salientou.
Eleição - Durante a reunião foi realizada a eleição da nova presidência que comandará o Conseagri de 2011 a 2013. Hoje a presidente do Conselho é a secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. Ela será substituída pelo secretário de Estado de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária da Bahia, Eduardo Seixas de Salles. O vice-presidente no período será o secretário de Estado de Produção Rural do Amazonas, Eron Bezerra. (Mapa)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Manoel Bertone, afirmou que o governo vai adotar, em breve, medidas de incentivo fiscal para os produtores de cana-de-açúcar que produzam etanol. O anúncio foi feito durante entrevista coletiva para divulgar o segundo levantamento da safra 2011/2012 de cana-de-açúcar da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realizada nesta terça (30/08).
Complemento - As medidas complementam o Plano Agrícola 2011/2012, que incluiu uma linha de crédito de R$ 1 milhão, por produtor, durante quatro anos, para renovação de canaviais. “Os canaviais, por parte dos produtores individuais, já foram contemplados, mas entendemos que também é preciso renovar os referentes às usinas”, explicou Bertone.
PIS/COFINS - Segundo Bertone, as medidas, em estudo pelo governo, incluem a concessão de crédito presumido de PIS/COFINS – na prática, uma redução do tributo – para a cana destinada ao etanol. O mesmo benefício já existe para a produção de açúcar. “Vamos nos concentrar em medidas que aumentem a competitividade e reduzam os custos de produção do etanol. É compromisso do governo federal discutir equalização das alíquotas de ICMS nos estados produtores para dar competitividade ao setor”, afirmou. Qualquer mudança nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, no entanto, depende de decisão do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). As medidas foram discutidas nesta terça, segundo o secretário, em reunião no Palácio do Planalto. Depois da reunião, o governo anunciou que vai reduzir de 25% para 20% a proporção da mistura de etanol anidro na gasolina a partir de 1º de outubro.
Expectativas - O secretário de Produção e Agroenergia disse que as expectativas de produção para o próximo ano são de normalização da safra. “Esperamos que a safra seja normal, mas vai depender muito do clima do próximo ano”, afirmou. O secretário também explicou que já há uma retomada no interesse de instalação de novas plantas produtoras. Os novos investimentos devem contemplar a produção dos três subprodutos da cana - o álcool anidro, o hidratado e o açúcar.
.
Importação e exportação - Em relação à importação de etanol, Manuel Bertone afirmou que foi preciso importar etanol, mas o objetivo do governo é aumentar a produção com novos investimentos. “O objetivo é ter novas indústrias, cerca de 15 unidades por ano, produzindo de 3 a 4 milhões de toneladas por unidade. Este é um crescimento que hoje a gente não está vendo se concretizar”, explica. Segundo ele, a medida de redução do etanol na mistura da gasolina anunciada ontem pretende diminuir a demanda por álcool anidro em 160 milhões de litros por mês. (Mapa)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A produção nacional de cana-de-açúcar a ser moída pela indústria sucroalcooleira na safra 2011/2012 deve chegar a 588,9 milhões de toneladas. O resultado é 5,6% inferior ao registrado no ciclo passado, que chegou a 623,9 milhões de toneladas. Os números fazem parte do segundo levantamento da safra, divulgado nesta terça-feira (30/08) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Fatores - A queda da produção se deve à baixa na produtividade, causada por diversos fatores, principalmente climáticos, como a estiagem de abril e outubro de 2010, a escassez de chuva em maio deste ano, a ocorrência de geada nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Paraná, além do florescimento excessivo. A falta de renovação dos canaviais e a redução do uso de insumos também colaboraram para a queda.
Processamento - Do total de cana a ser esmagada, 51% (300,6 milhões t) são destinados à produção de 23,6 bilhões de litros de etanol. Desse volume, 14,5 bilhões de litros são do tipo hidratado e 9,1 bilhões do anidro. Os 49% (288,2 milhões t) restantes vão para a produção de 37 milhões t de açúcar, inferior em 2,8% à safra passada, quando foram produzidas 38,1 milhões de toneladas.
Área - No que se refere à área destinada ao setor, a pesquisa chega a 8,4 milhões de hectares ou ao equivalente a 4,7% a mais que a da safra anterior. O estado de São Paulo ocupa a maior parte, com 4,4 milhões hectares ou 52,6% do total nacional. Em seguida, vêm Minas Gerais (759,2 mil ha), Goiás (672,4 mil ha), Paraná (612,2 mil ha), Mato Grosso do Sul (481 mil ha), Alagoas (455,5 mil ha) e Pernambuco (325 mil ha).
Pesquisa - A pesquisa de campo foi realizada por 44 técnicos, que visitaram 411 unidades produtoras entre os dias 31 de julho a 13 de agosto, além de contatos com representantes de entidades de classe, associações e cooperativas em todos os estados produtores. (Mapa)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O governo prepara um programa fiscal de maior fôlego para ser executado durante o mandato da presidente Dilma Rousseff. O aumento de R$ 10 bilhões no superávit primário deste ano, anunciado na segunda-feira (29/08), foi um passo que marca a decisão da presidente de avançar na organização das contas públicas do país, informaram assessores oficiais. "A ideia é fazer um programa fiscal crível e exequível para conquistar a confiança da sociedade e, com isso, dar musculatura para o Banco Central (BC) poder reduzir as taxas de juros", disse uma fonte que esteve com Dilma nos últimos dias.
Medidas - Isso implicará uma série de medidas que devem envolver desde a extinção gradativa da dívida pública indexada à taxa básica de juros, a Selic, à limitação do crescimento do gasto de custeio, por lei, em percentuais inferiores ao crescimento do PIB. Programa-se, ainda, para o próximo ano, a desindexação da caderneta de poupança, que passaria a ser atrelada à Selic.
Folha de salários da União - Assim como o governo se empenhou na votação da criação do fundo de previdência complementar para os servidores públicos, ele quer, também, induzir o Congresso a aprovar projeto de lei que limita o aumento da folha de salários da União, enviado em 2007. Junta-se a essas iniciativas a possibilidade de preparar outro projeto de lei para frear o aumento dos gastos de custeio.
Custeio - Nos últimos anos, o custeio (sem as despesas com a folha de salários), cresceram muito acima da variação do PIB. No ano passado, enquanto os gastos com custeio subiram 17,2%, o aumento nominal do PIB foi de 14,8%. Em 2009, a expansão de 14,2% no custeio também foi muito superior ao PIB, e assim por diante. A área econômica gostaria de impor um teto, inferior à performance do produto interno, para a alta dessas despesas.
LFTs - As LFTs foram criadas em 1986, numa situação de enorme instabilidade, quando se temia uma crise financeira na saída do congelamento de preços do Plano Cruzado. Seria preciso aumentar a taxa de juros para conter a volta da inflação e apenas os títulos públicos com prazos de vencimento superiores a um ano eram indexados a índices de preços. O governo, na ocasião, optou pela criação de um título indexado à taxa de juros Over/Selic, seguro e com alta liquidez, que sobrevive até hoje. O estoque de LFTs, segundo dados de julho, soma R$ 552 bilhões, o que corresponde a um terço do total da dívida mobiliária.
Redução - O Tesouro Nacional pretende reduzir gradualmente as novas emissões desses papéis. Como cerca de 80% da dívida pré-fixada vence nos próximos quatro anos, a tendência é que, no futuro, ela passe a ter a mesma representatividade, no estoque geral da dívida pública, que os títulos cambiais têm hoje. Esse seria um processo saudável para dar maior espaço aos títulos privados e melhor administração da dívida pública.
Caderneta de poupança - A presidente sabe que, para o BC poder reduzir mais a taxa de juros, o governo terá que patrocinar a desindexação da remuneração da caderneta de poupança. A poupança rende, por lei, a variação da Taxa Referencial (TR) mais 6,17% ao ano, além de ser isenta do Imposto de Renda. Essa rentabilidade cria um piso para a Selic.
Medida temporária - Em 2009, quando a taxa de juros era declinante, o então presidente Lula se viu diante da possibilidade de bater nesse piso e criar uma grande migração dos fundos de investimentos para as cadernetas. Para não enfrentar o discurso da oposição, de que ele iria "garfar" a poupança dos mais pobres, a saída foi preparar uma medida temporária: cobrar o IR sobre os depósitos acima de R$ 50 mil a partir de uma Selic inferior a 10,5% ao ano. À beira de um novo ciclo de redução da Selic, o problema ressurge. Não de imediato, mas para 2012.
Próximos passos - Esses são alguns dos próximos passos que o governo pensa em tomar. Dilma estaria propensa, segundo interlocutores, a se valer da credibilidade que adquiriu junto à sociedade, nas últimas semanas, para lidar com questões até então vistas como de difícil aprovação no parlamento. A maneira como lidou com os casos de corrupção mais recentes teria lhe dado apoio popular suficiente para avançar num programa fiscal mais estrutural.
Mudança - Em novembro de 2005, quando era ministra-chefe da Casa Civil, Dilma classificou de "rudimentar" a discussão sobre um plano de ajuste fiscal de longo prazo, que na época estava em discussão com o então ministro da Fazenda Antonio Palocci, o ex-ministro Delfim Netto e o economista Fábio Giambiagi. Segundo assessores do governo, não foi a presidente que mudou, mas as condições objetivas do país e da economia global. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O Sistema Ocepar elaborou um documento que está sendo entregue a parlamentares, autoridades dos governos federal e estadual e lideranças. O material mostra as ações positivas desenvolvidas pelos agricultores no sentido de conciliar a produção de alimentos com a preservação da natureza, traz uma análise dos impactos causados pela legislação ambiental vigente na atividade agropecuária e as propostas do setor para o aperfeiçoamento do texto sobre o novo Código Florestal Brasileiro que está sendo discutido pelos senadores. A Ocepar também produziu um vídeo /documentário de 13 minutos, com depoimentos de produtores sobre a situação que eles vivem no dia a dia em relação à atual lei ambiental e os pontos defendidos pelo cooperativismo paranaense em relação ao tema.
Clique nos ícones abaixo e confira os conteúdos na íntegra.