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Por proposição da Comissão de Agricultura e do Bloco Agropecuário da Assembleia Legislativa, o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, participou de uma reunião nesta terça-feira (25/10), na Sala das Comissões do Legislativo, para discutir com os parlamentares as emendas coletivas e individuais ao Orçamento do Estado, bem como os anteprojetos do Poder Executivo criando e tratando dos cargos e da carreira da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), que chegou ao Legislativo e foi lido na sessão desta terça.
Emendas coletivas - Para o presidente do Bloco, deputado Pedro Lupion (DEM), a sugestão apresentada é que os parlamentares proponham emendas coletivas direcionadas principalmente à pecuária leiteira, incentivando e valorizando o segmento, ainda que as emendas individuais devam contemplar as diferentes realidades e setores da agricultura. “O objetivo foi de uma conversa franca com o secretário. Estamos discutindo a possibilidade de emendas coletivas para a pecuária leiteira. Já as emendas individuais nas diversas áreas produtivas, devem estar conformes à característica e ao potencial das regiões do Estado.”, afirmou o democrata.
Adapar - Sobre a Adapar, Lupion destacou que a criação da agência é uma necessidade real do Estado, principalmente para suprir uma carência de pessoal ligado diretamente à fiscalização das atividades de defesa agropecuária. “A Adapar pretende fazer um importante trabalho no Estado, acabando com uma carência de funções e atribuições para o setor de extrema importância no Paraná”.
Presenças - Participaram da reunião o presidente da Comissão de Agricultura, deputado Hermas Brandão Júnior (PSB), Élio Rusch (DEM), César Silvestri Filho (PPS), Professor Lemos (PT), Elton Welter (PT), Luciana Rafagnin (PT), Nelson Luersen (PDT), Augustinho Zucchi (PDT), Fernando Scanavaca (PDT), Anibelli Neto (PMDB), Duílio Genari (PP) e Leonaldo Paranhos (PSC). (Assessoria de Imprensa Alep)
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“A Gestão de Concessão de Rodovias no Paraná” será tema de uma audiência pública no próximo dia 21 de novembro, a partir das 8h30, no Plenarinho da Assembleia Legislativa. O deputado Professor Lemos (PT), propositor do evento, lembra que “os contratos de concessão de obras públicas celebrados entre o Estado (por intermédio do DER – Departamento de Estradas de Rodagem), tendo a União como interveniente, através do Ministério dos Transportes, bem como as empresas concessionárias vencedoras no processo licitatório nos diversos lotes, foram assinados em 14 de novembro de 1997”. (Assessoria de Imprensa Alep)
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A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) lança na próxima segunda-feira (31/10) a segunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa, que vai de 1º a 30 de novembro. O lançamento acontecerá nos municípios de Umuarama e Paranavaí. A expectativa é que sejam vacinados 9,3 milhões de cabeças, entre bovinos e bubalinos de todas as idades. O lançamento da campanha vai contar com a presença do governador Beto Richa, do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e do diretor do Departamento de Fiscalização e Sanidade Agropecuária (Defis), Marco Antonio Teixeira Pinto.
Primeira etapa - A primeira etapa da campanha, realizada em maio, atingiu 97,02% do rebanho paranaense. Desta vez, a Seab pretende vacinar 100% do rebanho para evitar a ameaça da disseminação da doença no Estado. No mês passado, foram registrados focos de febre aftosa no Paraguai, o que representa risco de contágio nos estados brasileiros que fazem fronteira com aquele país – entre eles o Paraná.
Mobilização - A Seab está mobilizando os Conselhos Municipais de Sanidade Agropecuária (CSAs) e entidades da iniciativa privada para que ajudem a conscientizar os produtores rurais sobre a necessidade de vacinar todos os animais da propriedade, mesmo naquelas que tenham poucas cabeças. Em casos assim, o produtor pode se unir a um vizinho para compra conjunta de doses da vacina.
Nota fiscal - É importante, que após a compra da vacina, os produtores vão até uma unidade veterinária munidos da nota fiscal para comprovar a vacinação e preencher o comprovante exigido. O produtor deverá declarar todos os animais existentes na propriedade, informação necessária para a atualização dos cadastros e controle sobre a sanidade em todo o Estado.
Multa - O diretor do Defis alerta que os proprietários que não vacinarem seus animais estarão sujeitos a multa de R$ 96,09 por cabeça. Após o período de vacinação e de comprovação das vacinas, fiscais da secretaria visitarão propriedades que não cumprirem o prazo, vacinando compulsoriamente os animais e aplicando as multas. (AEN)
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa nesta quarta e quinta-feira, 26 e 27 de outubro, da primeira atividade prevista dentro do protocolo de intenções assinado com o Ministério do Poder Popular da Agricultura e Terras da República Bolivariana da Venezuela para a implementação de plano de erradicação da febre aftosa naquele país.
Reunião de trabalho - Durante dois dias, autoridades de ambos os órgãos participarão de uma reunião de trabalho, em Caracas. O objetivo do encontro é traçar um diagnóstico sobre a situação do programa nacional de combate à aftosa da Venezuela, apresentar a experiência brasileira e discutir formas do Brasil colaborar com o país vizinho. O Mapa será representado pelo fiscal federal agropecuário do Departamento de Saúde Animal (DSA), Nilton Antônio de Morais.
Comitê técnico - O protocolo, assinado no ano passado, prevê a formação de um comitê técnico que elaborará e colocará em prática um plano de ação para auxiliar no processo de erradicação da doença na Venezuela. Pelo Ministério da Agricultura, participarão desse comitê, além do DSA, representantes do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP), da Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial (CGAL) e do Departamento de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias da Secretaria de Relações Internacionais. O rebanho da Venezuela é composto por, aproximadamente, 14,5 milhões de cabeças e o último foco de febre aftosa do país foi registrado em 2010. (Mapa)
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Representantes do governo brasileiro e ucraniano assinaram, no início da tarde desta terça-feira (25/10), no Palácio do Planalto, em Brasília, dois acordos de cooperação na área agrícola. O objetivo dos protocolos de intenção assinados é fortalecer a pesquisa agropecuária na Ucrânia e incentivar a cooperação bilateral na área agrícola. Da parte brasileira, participaram do encontro a presidente da República, Dilma Rousseff, o presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes, e o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Carlos Vaz, que responde interinamente pela pasta.
Fórum consultivo - O memorando de entendimento entre os ministérios da Agricultura do Brasil e da Ucrânia prevê a promoção de um fórum consultivo para facilitar as relações bilaterais em agricultura entre os países. A parceria pretende aumentar a discussão de assuntos relacionados à defesa animal e produtos de origem animal, temas fitossanitários, capacitação técnica e produção de biocombustíveis. A participação de representantes de entidades privadas, universidades, centros de pesquisa, agências governamentais e associações de ambos os países será incentivada para criar mais canais de debate.
Pesquisa e tecnologia - A Embrapa e a Academia Nacional Ucraniana de Ciências Agrárias (Naas) protocolaram o outro acordo de cooperação para o intercâmbio nas áreas de pesquisa agrária e tecnologia e ampliação de programas cooperativos estão previstos no memorando. A intenção da proposta é fortalecer as relações bilaterais entre ambos os países, principalmente, nas áreas de desenvolvimento agrário, pecuária, pesquisa e economia de recursos naturais.
Comércio - No ano passado, as exportações brasileiras de produtos agropecuários para a Ucrânia totalizaram US$ 226,7 milhões. A pauta do comércio com o país da Europa Oriental está concentrada, principalmente, em carne suína in natura (US$ 105,2 milhões), café solúvel (US$ 44,5 milhões), carne bovina (US$ 38,8 milhões) e fumo (US$ 30,2 milhões). No mesmo período, as importações brasileiras de produtos agropecuários ucranianos totalizaram US$ 392,7 mil. A pauta está concentrada, principalmente, em couro (US$ 172,5 mil), fibras e produtos têxteis (US$ 134,1 mil) e fumo (US$ 57,4 mil). (Mapa)
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O governo brasileiro cobra impostos de país rico e gasta com as deficiências de país pobre, indica a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no relatório “Perspectivas da América Latina 2012”, que será divulgado na sexta-feira (28/10) em Assunção, no Paraguai.Nesta quarta-feira (26/10), em Brasília, o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, lançará um estudo específico sobre a economia brasileira, no qual a entidade recomendará uma ampla reforma fiscal, para mobilizar os recursos domésticos de maneira mais eficiente.
Endividamento - O relatório sobre América Latina, a ser lançado na Cúpula Ibero-americana, que será realizada sexta e sábado, no Paraguai, mostra que o nível do endividamento público na região declinou de 80% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB) na média desde o começo dos anos 90, enquanto os países ricos continuaram a se endividar. Só que essa diminuição da dívida na região ocorreu mais pelo aumento de impostos do que pelo controle de despesas ou utilização mais eficiente dos recursos públicos. (Valor Econômico)
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A Coasul Cooperativa Agroindustrial, de São João (PR), sediará, na próxima sexta-feira (28/10), o Encontro de Núcleo Regional do Sudoeste do Paraná. Este será o 3º dos quatro encontros promovidos pelo Sistema Ocepar. Os eventos contam com a presença do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e deputados estaduais. Na oportunidade, a Coasul entregará a seus cooperados participantes do Programa Nacional de Biodiesel o bônus referente à soja repassada a empresas em 2010. Esta é a primeira vez que o pagamento é feito.
Programação - Já o encontro dos participantes do Centro Sul acontece dia 31 de outubro, no Memorial da Imigração Holandesa, em Castro, com a Castrolanda sendo a anfitriã. Será o quarto e último evento promovido pelo Sistema Ocepar. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Coasul)
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A Unimed é o Plano de Saúde mais lembrado pelos consumidores. Foram 55,3% de lembrança entre os pesquisados (62, 7% da classe A e B , 55,3 %da classe C e 41,9% da classe D), tornando a empresa Top of Mind pela 17ª vez consecutiva, segundo pesquisa realizada pela Revista Amanhã. Nesta edição, a pesquisa Top of Mind Paraná revela as líderes em mais de 80 categorias de produtos, serviços e comunicação. A premiação das marcas Top será entregue no dia 1º de dezembro, às 19 horas, na sede da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).
Top Up - Em 2011, o ranking trouxe uma novidade: é o Top Up, que revela as marcas que fazem a cabeça de uma classe ávida pelo consumo e que representa mais de 32 milhões de brasileiros. Para eleger os destaques do Top Up, a Revista Amanhã e o Instituto Bonilha fizeram uma análise extra na pesquisa para identificar as grifes que ganharam mais espaço no filão da classe C entre 2010 e 2011.
Grandes & Líderes - Também na edição especial da Revista Amanhã - Grandes & Líderes, em que figuram as 500 maiores empresas do Sul do país, as Unimeds Paraná, Londrina e Maringá aparecem no ranking, juntamente com as Unimeds Porto Alegre, Florianópolis, Nordeste-RS e Blumenau. Esse ranking foi realizado pela primeira vez em 1991. Além das 500 maiores empresas do Sul, aparecem as 500 companhias emergentes, as 100 maiores de cada estado e as líderes setoriais em mais de 30 segmentos da economia. (Imprensa Unimed Paraná)
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O Sistema Ocepar e o Banco do Brasil iniciam, nesta quarta-feira (26/10), a realização de oito fóruns regionais destinados a capacitar profissionais que prestam assistência técnica aos agricultores paranaenses para a elaboração de projetos do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Os primeiros municípios a sediar o evento são Campo Mourão e Carambeí. Depois, eles serão realizados nos 26, 27, 28 e 31 de outubro e 4 de novembro em Palotina, Londrina, Pato Branco, Maringá, Lapa e Cascavel, com apoio da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Associação Paranaense de Planejamento Agropecuário e cooperativas.
Programa ABC – O Programa ABC foi instituído pelo governo federal em junho de 2010 e incentiva a utilização de práticas sustentáveis no campo com o propósito de neutralizar ou minimizar os efeitos dos gases de efeito estufa. Estão sendo disponibilizados R$ 3,1 bilhões para financiar itens como plantio direto, recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio de florestas comerciais, fixação biológica de nitrogênio, tratamento de resíduos animais e aquisição de matrizes. O limite de financiamento é de R$ 1 milhão por beneficiário, com taxa de juros de 5,5% ao ano e prazo de reembolso de até 15 anos, de acordo com o projeto a ser financiado.
Clique aqui para conferir a programação completa dos Fóruns Regionais do Programa ABC
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O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara e os secretários do Ministério da Agricultura, Erikson Camargo Chandoha, de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo; e Caio Tibério Dornelles da Rocha, de Política Agrícola, participam da abertura do Seminário de Sensibilização e Difusão do Plano “Agricultura de Baixa Emissão de Carbono” - plano ABC, que acontece nesta quinta-feira (27/10), a partir das 14 horas, no anfiteatro da Secretaria da Agricultura, em Curitiba.
Grupo gestor - Durante o seminário será constituído o grupo gestor que terá a responsabilidade de elaborar o plano estadual, condição para que o Paraná possa se inserir com mais força em programas de desenvolvimento sustentável junto com o governo federal.
Palestras - O seminário terá palestras como “O Cenário das Mudanças Climáticas e o Papel Mitigador das Atividades Agrosilvipastoris”, com Derli Dossa, da Secretaria de Assuntos Estratégicos/MAPA, e “A Inserção do Programa ABC no Ambiente Produtivo do Paraná”, com Elvison Nunes Ramos, coordenador de Manejo Sustentável do Ministério da Agricultura. (AEN)
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Os jogos da Copa Cocamar de Futebol Suíço, realizada há 27 anos consecutivos, estão programados para o dia 10 de dezembro na Associação Cocamar, em Maringá. Com a participação exclusiva de produtores associados, o torneio terá 23 equipes na categoria principal e 17 na de veteranos. Em paralelo, acontecem a Trucada, com 72 duplas finalistas, e o Campeonato de Bocha, com mais 25. A expectativa é que mil participantes estejam reunidos nas disputas, segundo informou o coordenador de comunicação e organizador do evento, Douglas Eduardo Mattos.
Novidades - Uma das novidades neste ano é a instalação de uma arquibancada coberta no campo principal, além do espaço “Purity Equilíbrio”, local em que profissionais ficarão a postos para atendimento aos jogadores. A tradicional gincana realizada entre as unidades operacionais, para a arrecadação de alimentos, premiará neste ano a que fizer a doação de maior quantidade de leite.
Seleção de masters – As cidades de Maringá e Rolândia vão ter a oportunidade de ver grandes ídolos do passado atuando com a camisa da seleção brasileira de masters. No dia 8 de dezembro, um jogo será realizado em Rolândia, no Estádio Municipal Olímpico Erick George, contra um selecionado local. A expectativa é que os quatro mil lugares sejam ocupados por torcedores. A partida está marcada para as 20h.
Abertura - No dia seguinte, os craques se apresentam em Maringá, no Estádio regional Willie Davis, às 20h, contra um time formado por convidados da imprensa. Finalmente no dia 10, às 9h30, a seleção participa da abertura da Copa Cocamar, enfrentando uma equipe formada por cooperados. (Imprensa Cocamar)
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O senador Luiz Henrique (PMDB-SC) leu, na manhã desta terça-feira (25/10), o seu relatório sobre o projeto do novo Código Florestal. O texto possui 72 artigos. Entre diversos itens, o relatório introduz um capítulo específico sobre os pagamentos por serviços ambientais, que são incentivos para a recomposição e a manutenção de florestas. Também separa disposições transitórias, que tratam da recomposição das áreas desmatadas (o passivo ambiental), das disposições permanentes, que contêm regras para as florestas existentes e as áreas a serem reflorestadas. Além disso, mantém 2008 como o ano limite para a regularização de atividades agropecuárias consolidadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e em áreas de reserva legal. A leitura aconteceu em reunião conjunta das comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT). Como houve pedido de vista coletiva, o texto será votado - conjuntamente - pelas duas comissões no próximo dia 8 de novembro. Os senadores terão até o dia 1º para apresentar emendas ao texto, conforme anunciado pelo presidente da CCT, senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Depois, a matéria segue para a Comissão de Meio Ambiente. O gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra, acompanhou a sessão desta terça-feira.
(Com informações da Agência Senado)
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A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná promove nesta quinta-feira (27/10), a partir das 14 horas, dois seminários para discutir a implementação da Lei 12.305/2010, que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Os debates que têm como tema ‘Política Nacional de Resíduos Sólidos – Desafios e Oportunidades’ e ‘A Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Indústria da Construção’, estão sendo realizados em todas as Assembleias Legislativas do país, como forma de estimular a criação de Frentes Parlamentares Ambientalistas. “O objetivo da Frente é assegurar que a agenda ambiental integre a pauta do Legislativo e apoiar políticas públicas e ações governamentais e da iniciativa privada que promovam o desenvolvimento sustentável”, afirmou o diretor de mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani.
Adesão - Participam dos eventos técnicos do setor de resíduos, engenheiros, empresários, representantes de municípios paranaenses, órgãos de Governo e sociedade civil organizada. Durante os Seminários, os participantes poderão preencher uma ficha de adesão ao Grupo de Trabalho de Resíduos Sólidos, que será criado no âmbito da Frente Parlamentar Ambientalista da Assembleia Legislativa do Paraná, e contribuirá para a criação de um Plano Estadual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
Parceria - No Paraná, os Seminários serão realizados em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (CEMPRE), Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMA) e Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
A PNRS – A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece normas e diretrizes sobre a gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos. “Entretanto, para que seja implementada serão necessárias ações conjuntas entre o poder público, o setor empresarial e a sociedade”, afirma o deputado estadual, Rasca Rodrigues (PV).
Paraná - O Paraná produz diariamente 20 mil toneladas de resíduos de todas as origens e ainda tem cerca de 180 municípios que não possuem aterros sanitários controlados. Entre as medidas a serem adotadas, com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos, estão a criação de programas de reciclagem e educação ambiental, adoção de soluções regionais para acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final de resíduos, incentivo a formação de Cooperativas de catadores, recuperação do passivo ambiental gerado pelos lixões, preservação dos recursos hídricos, entre outras ações.
Serviço - Seminário “Política Nacional de Resíduos Sólidos – Desafios e Oportunidades” / Dia 27 de outubro de 2011, às 14h / Seminário “A Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Indústria da Construção” / Dia 27 de outubro de 2011 as 18h00 / Local: Plenarinho da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná – Praça Nossa Senhora de Salete S/N. (Assessoria de Imprensa da Assembleia Legislativa)
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"O Brasil é o desaguadouro natural do excedente de leite produzido por países como Argentina e Uruguai". A observação foi feita pelo diretor de assuntos comerciais externos do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Benedito Rosa, na tarde da última sexta-feira (21/10), em reunião com produtores de leite goianos, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg). Benedito apresentou aos produtores os últimos números de leite em pó importado dos países vizinhos ao Brasil e como esse volume tem desequilibrado o mercado brasileiro.
Aumento - Nos nove primeiros meses desse ano, as importações cresceram 104,2%, passando de US$ 213 milhões em 2010 para US$ 435 milhões no mesmo período de 2011. Já a balança comercial apresentou saldo negativo de US$ 346,4 milhões, valor 261,5% maior que no mesmo período de 2010. O saldo da balança é o pior desde 2000. Para o presidente da Faeg, José Mário Schreiner, que coordenou a reunião com o representante do Mapa, o pior reflexo desse cenário é a falta de confiança dos produtores de leite em investir para ampliar produção.
Impasse - O impasse sobre a importação de leite se arrasta desde abril deste ano, quando terminou o acordo comercial firmado entre Brasil e Argentina para importação do produto. Na penúltima semana, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Faeg enviaram missão à Argentina para firmar acordo de preços e cotas. A negociação não avançou em virtude da proposta não atender aos interesses dos produtores de leite brasileiros - os argentinos demandaram uma cota de 4,4 mil toneladas de leite em pó mês - a cota atual é de 3,3 mil toneladas. Tal medida também tem que ser tomada para queijos.
Uruguai - O Uruguai ampliou substancialmente as exportações de lácteos para o Brasil. A média mensal de importação de leite em pó em 2011 foi de 2,6 mil toneladas mais que o dobro das 1,2 mil toneladas/mês de 2010. Somente no mês de setembro foram importadas 4,5 mil toneladas. Do Chile, o Brasil importou nos nove primeiros meses deste ano 4,7 mil toneladas de leite em pó. Este volume é 51% maior que os 3,1 mil toneladas internalizados em todo ano de 2010. As exportações de leite em pó do Chile podem chegar a 10 mil toneladas este ano. Há a suspeita de triangulação de leite em pó proveniente da União Europeia e Nova Zelândia - regiões onde o Brasil tem medidas antidumping aplicadas.
Licenças de importação - Segundo o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, o setor propõe centralizar as Licenças de Importação em Brasília, hoje, elas são feitas nos estados. Outra medida, segundo Schreiner, é propor cotas para o Uruguai com base no acordado com os argentinos e manter as cotas vigentes para a Argentina. Para o Chile, a reivindicação é abrir sindicância para investigar as denuncias de importações de leite em pó provenientes de países com direito antidumping aplicado.
Preço - Em pleno período de entressafra, o preço ao produtor está em queda. Na primeira quinzena de outubro, as empresas aviltaram conjuntamente em R$ 0,09 por litro o preço do leite no mercado de leite resfriado comercializado entre as empresas. O valor médio passou de R$ 0,94 para R$ 0,85 por litro, redução de 9,6%. Queda não registrada na mesma proporção ao consumidor.
Movimento artificial - O que chama a atenção é a queda ocorrer em momento de inexistência de excesso de leite no mercado. As empresas importadoras estão puxando artificialmente o preço para baixo. Não obstante à diminuição na produção sinalizada pelo IBGE para o primeiro semestre, estudo realizado pela Faeg, aponta a redução de 9% na captação de leite de 22 cooperativas que operam no mercado de leite resfriado comercializado entre as empresas entre os meses de janeiro a agosto de 2011. (As informações são da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), adaptadas pela Equipe MilkPoint)
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O Brasil tende a importar 200 mil toneladas de trigo a mais em 2011/12 na comparação com a safra anterior, conforme projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O dado mostra que a dependência de alimento importado se acentuou. As 5,9 milhões de toneladas importadas, principalmente de países vizinhos como Argentina, Paraguai e Uruguai, representam 57% do consumo. E mesmo importando mais, os estoques tendem a cair de 1,76 milhão para 1,16 milhão de toneladas. O quadro deve-se à da produção de 5,5 milhões, em 2010, para 5,1 milhões de toneladas na colheita atual, que está na reta final.
Otimista - Os números da Conab são considerados otimistas. De acordo com o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na primeira quinzena deste mês, o Brasil vai importar 6,7 milhões de toneladas do cereal em 2011 para suprir o mercado interno, dimensionado em 10,5 milhões de toneladas. Ou seja, 63% do produto utilizado para o consumo doméstico, principalmente pela indústria de panificação, terão origem externa.
Redução confirmada no PR - O Paraná, maior produtor nacional, confirma redução na produção. Segundo dados da Secretária de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a colheita atual será de 2,3 milhões de toneladas, 31% menor que a do ano passado (3,4 milhões0 de t). O índice inicial da produção paranaense apontava 2,8 milhões. Porém, efeitos climáticos prejudicaram a produção, resultando na quebra de 17%.
Chuvas - “O Paraná teve problemas com o excesso de chuvas. Além disso, o trigo perdeu espaço para o milho safrinha”, ressalta o analista técnico da Ocepar, Gilson Martins. Até o momento, dois terços da área cultivada no estado foram colhidos. A safra termina em meados de novembro.
Expectativa positiva - Produtores que adotam alta tecnologia provam que o trigo pode ser uma cultura viável. Bauke Dijkstra, de Ponta Grossa, região dos Campos Gerais, atingiu produtividade média de 4,8 mil quilos por hectare em 2010 e tende a repetir essa marca. “Foi a melhor produtividade que já obtive.” Ele produz trigo desde 1975, quando ajudava seu pai no campo. A produção tende a render R$ 2 mil por hectare, cobrindo os custos com folga entre 10% e 20% da renda. Dijkstra começa a colher nesta semana, quando vai tirar a prova do impacto das chuvas das últimas semanas na lavoura. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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A produção de trigo pode cair novamente em 2012 no Paraná, atualmente responsável por 47% da produção nacional. Os produtores estão plantando soja precoce para, em seguida, produzir milho de inverno nessas áreas. O quadro mostra clara preferência por este cereal, que voltou a ser considerado viável e ganhou área no verão. Pesam também as dúvidas em relação às novas regras que passarão a valer sobre a produção de trigo. A nova normativa de classificação comercial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) tem provocado discussões em todo o estado. Os produtores dizem que terão sua produção rebaixada na hora de entregá-la aos programas do governo ou aos moinhos e temem queda na arrecadação.
Medo - “Eu estou com medo de continuar plantando com essa nova classificação. Se o meu trigo for considerado tipo 2 [hoje é tipo 1], a margem de lucro será muito pequena”, diz o produtor Jorge Nicolau. “O risco é muito grande.” Ele cultiva atualmente 55 hectares na região de Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Na safra passada, a produtividade média foi de 5,6 mil quilos por hectare, superior à média de 3,5 quilos por hectare dos produtores da cooperativa Batavo, da qual faz parte. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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Os produtores de trigo aguardam liberação de R$ 150 milhões pelo governo federal em programas de apoio à comercialização da produção a ser colhida até novembro. O Ministério da Agricultura informou que os recursos estão orçados e devem sair em breve. O setor deve ser atendido com aquisição do governo federal e prêmio para escoamento da produção. O cronograma das operações deve ser confirmado nesta semana. Os preços do trigo seguem em torno de R$ 24 a saca no Paraná. Os produtores afirmam que o produto tem pouca liquidez. Os preços mínimos variam de R$ 19,20, para o trigo brando tipo 3, a R$ 29,97, para o trigo melhorador tipo 1. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)