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Com a safra chegando ao fim, a moagem de cana-de-açúcar nas usinas do Centro-Sul do Brasil – região que concentra a produção – chegou a 23,4 milhões de toneladas na primeira quinzena de outubro, segundo o balanço divulgado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). O volume é 10,76% menor que o processado no mesmo período de 2010 e 36,39% inferior ao alcançado na última quinzena de setembro. No acumulado do ano, foram moídos 436,54 milhões de toneladas. De acordo com o diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, a queda no ritmo de produção é reflexo do encerramento da safra em 46 das 214 usinas do Centro-Sul. Desde o início da safra foram produzidos 18 bilhões de litros de etanol (11,1 bilhões de hidratado e 7,09 bilhões de anidro). A redução na colheita afeta também a produção de açúcar e dificulta o cumprimento de contratos pelo setor. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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A Expedição Safra Gazeta do Povo 2011/12 será lançada oficialmente em Brasília no próximo dia 10. Técnicos e jornalistas percorrem campos dos Estados Unidos e do Brasil durante outubro e novembro nesta primeira fase do projeto, que monitora a colheita norte-americana e o plantio brasileiro. É a primeira vez que a Expedição, em seu sexto ano, tem lançamento na capital federal. O evento será no Brasília Palace SHTN, trecho 1, conjunto 1, a partir das 8 horas, e deve contar com a presença de lideranças do agronegócio e dos governos estadual e federal. O coordenador do projeto, Giovani Ferreira, falará a respeito das tendências da safra 2011/12 e sobre sustentabilidade, modernização e globalização do agronegócio. A participação é gratuita e pode ser confirmada pelo e-mail
Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Informações: www.expedicaosafra.com.br. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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Depois de uma safra em que o lucro chegou a R$ 500 por hectare de soja, Mato Grosso registra novo aumento na área destinada ao cultivo da oleaginosa. Conforme dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) da safra em andamento, devem ser incorporados à área de grãos 380 mil hectares. Trata-se de um avanço de 5,8%, que pode fazer a soja atingir 6,78 milhões de hectares nesta safra de verão. Os produtores estão colocando em prática um plano estadual de expansão da produção. O estado calcula que tem 9 milhões de hectares disponíveis para a soja. Em 2009/10, a expansão anual chegou a 9%, segundo o Imea.
Momento favorável - “Passamos hoje por um momento extremamente favorável, com bons preços para os grãos, o que se refletiu nessa euforia observada no plantio. Daqui para a frente, o crescimento será mais lento, da ordem de 2,5% ao ano”, projeta o gestor do Imea, Daniel Latorraca.
Ampliação - A ampliação da soja tem ocorrido em áreas isoladas de Mato Grosso, onde a pecuária se tornou menos rentável que o grão. Depois de percorrer as regiões Sul, Oeste e Médio-Norte do estado, a Expedição Safra verificou ainda que a cana-de-açúcar também ganha espaço de pastagens, porém em menor escala que a soja.
Produtores - Donos de 9 mil hectares de terras cultivadas com soja, milho e girassol, os irmãos Sérgio e Marta Stefanelo estão entre os produtores que pretendem abandonar a criação bovina. Além de grãos, eles vão cultiva cana-de-açúcar. “A cana vai tirar 3 mil hectares da pecuária nos próximos anos e chegar a 35 mil hectares na região. Hoje, ocupa 27 mil hectares”, calcula Stefanelo, que monitora a implantação de uma usina no município. Ele explica que a rentabilidade prometida pela cana é parecida com a da soja, mas perde para a da pecuária. “É mais tranquilo plantar cana do que criar boi”, acrescenta.
Liderança - Mesmo com a perda de pastagens, Mato Grosso se mantém na liderança da pecuária nacional. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 2010, o estado tinha 1 milhão de bovinos a mais do que em 2009, alcançando 28 milhões de cabeças de gado. A expectativa de aumento da produção de carne está sustentada na adesão dos bovinocultores a sistemas alternativos de cria e engorda de animal.
Integração e semi-confinamento - “Os criadores devem investir cada vez mais na integração lavoura-pecuária e semi-confinamento. Além disso, tecnologias alternativas devem ganhar espaço, como o sistema em que o animal recebe alimentação suplementar quando está no pasto”, diz o gestor do Imea.
Avanço - O avanço da soja tem se concentrado nas regiões Norte e Nordeste de Mato Grosso, que abrangem os municípios de Canarana, Água Boa e Querência do Norte. Para transformar um hectare de pasto em lavoura, porém, o investimento é alto. Os produtores estão desembolsando entre R$ 4 mil e R$ 6 mil por hectare para compra da terra e mais R$ 1,7 mil por hectare para o preparo do solo. Só o investimento em calagem (aplicação de calcário) é de 6 toneladas por hectare, em média. Depois de corrigir o solo, o setor vem plantando diretamente soja, e não mais arroz, cultura que tradicionalmente inaugurava as novas áreas de grãos. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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A safra 2011/12 de verão está bastante adiantada nos dois estados brasileiros que mais produzem soja: Mato Grosso e Paraná, que plantam cerca de 11 milhões de hectares e são responsáveis por 45% da safra nacional da oleaginosa. Nos campos paranaenses, as plantadeiras só descansam nos dias de umidade excessiva. Nos mato-grossenses, depois de uma estiagem às vésperas da temporada, as chuvas animam o setor, verificou a Expedição Safra Gazeta do Povo.
Área cultivada - No Paraná, o plantio atingiu 80% da área cultivada no verão e avança rapidamente. Os produtores estão cerca de uma semana adiantados em relação ao ano passado. A semeadura do milho foi praticamente concluída e a da soja chega a dois terços. Em Mato Grosso, nesta época do ano passado, o plantio atingia um terço da área de cultivo. Agora, aproxima-se de dois terços. No circuito em que se concentra o cultivo, a semeadura foi praticamente concluída.
Sorriso - Na capital mundial da soja, Sorriso (a 400 quilômetros de Cuiabá), as plantadeiras estão entrando na reta final. O presidente do Sindicato Rural do município, Laércio Lenz, calcula que 90% dos 600 mil hectares de lavouras foram semeados. “Começamos a plantar com 57 milímetros de chuva ano passado. Neste ano, temos áreas que já registram acumulado de 600 milímetros. A previsão tá sendo cumprida, por enquanto”, relata. Lenz conta que os agricultores têm conseguido escalonar o plantio para não concentrar os trabalhos na colheita.
Lucas do Rio Verde - No município de Lucas do Rio Verde, outro pólo produtor de soja de Mato grosso, os trabalhos já foram concluídos em muitas propriedades e a expectativa é que todos plantem até o fim desta semana.
Produção vendida - Além do plantio, Mato Grosso acelera as vendas. O estado, referência em comercialização antecipada no país, já vendeu mais de 50% da soja a ser colhida a partir de janeiro, estima o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Nesta mesma época de 2010, o índice era de 45%. Além disso, o preço médio fixado pelos mato-grossenses antecipadamente está entre R$ 1 e R$ 2 acima do registrado no ano passado. O Imea calcula que, para a saca de soja, a cotação alcançada no estado foi de R$ 37. O milho – a ser plantado no início de 2012, após a colheita da soja – também vem sendo amplamente negociado. Pelo menos 46% da produção esperada – cerca de 11 milhões de toneladas – estariam comprometidos. No ano passado, não havia registro de comercialização para o cereal nesta época. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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A Rússia reabriu o acordo de carnes com o Brasil e outros exportadores, por pressão dos EUA, às vésperas da negociação final para sua entrada na Organização Mundial do Comércio (OMC). "Deu outro problema e isso é grave, porque os produtores brasileiros são os mais atingidos", disse um importante negociador.
Cota Hilton - O Valor apurou que uma das novas dificuldades envolve o acesso de cortes bovinos de melhor qualidade (a chamada cota Hilton) para o mercado russo. Exportadores até minimizaram o problema, mas outros surgiram nos últimos dias. Na carne de frango, os EUA querem renegociar a redistribuição da cota para obter vantagens a seus produtores. Pelo acordo de carnes, os russos negociam cotas e outras regras de acesso dos produtos em seu mercado, em troca de apoio para a OMC.
Reunião final - O plano na OMC é de a reunião final para o pacote de concessões russo ser discutido na semana que vem em Genebra, para os russos eventualmente serem aceitos como sócios da entidade no fim do ano, após 18 anos de negociações. Só que Moscou voltou a surpreender, reabrindo o altamente sensível acordo de carnes. Os EUA insistem para arrancar melhores concessões para seus produtores, de uma forma que os brasileiros é que vão pagar a maior parte da conta.
Promessa - Em 2005, quando o então presidente Lula assinou um acordo bilateral de apoio ao russos, Moscou prometera que o acesso das carnes brasileiras não pioraria. Desde então, não só as exportações diminuíram como a Rússia conseguiu reduzir significativamente as quantidades de importação a que se comprometeu nas negociações na OMC. (Valor Econômico)
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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 91,8 bilhões, entre janeiro e setembro deste ano. O valor é 28% menor que o registrado no mesmo período de 2010. Excluída a capitalização da Petrobras no ano passado, que envolveu R$ 24,7 bilhões em recursos do banco, a queda nos desembolsos se reduz a 11%.
Política de moderação - Conforme o BNDES, a retração é resultado da política de moderação, anunciada anteriormente pelo banco, que reduziu o índice de participação máxima nos financiamentos concedidos. Em nota, o BNDES sinalizou que a preocupação com a cena macroeconômica também refreia a concessão de empréstimos e informou que “acompanha o comportamento observado nos indicadores gerais da economia brasileira”.
Aprovações - As aprovações de empréstimos encolheram 25%, também na comparação entre os nove primeiros meses dos dois anos. Neste ano, somaram R$ 115,6 bilhões, até setembro. Os enquadramentos encolheram 22%, para R$ 135,6 bilhões, de janeiro a setembro deste ano. As consultas caíram 35%, para R$ 138,5 bilhões. (Valor Econômico)
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As medidas argentinas de restrição à compra de dólar estão sendo vistas com cautela pelos exportadores brasileiros. “O controle da compra de dólares acende uma luz amarela”, diz José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Castro diz que, “teoricamente”, as medidas de controle de compra de dólares pelos argentinos não devem ter impacto na exportação brasileira para o país vizinho. Ele não acredita que a medida em si prejudique a importação argentina de mercadorias brasileiras porque o contrato de câmbio teria como justificativa os contratos de comércio exterior. A preocupação está no que as recentes medidas argentinas sinalizam.
Reservas cambiais - “Todas as medidas após as eleições mostram que a Argentina está seriamente preocupada com as reservas cambiais”, diz Castro, referindo-se não apenas à medida que obriga todas as transações cambiais a terem autorização da autoridade tributária do país, como também às medidas adotadas quarta-feira, obrigando exportadoras a internalizar receitas de vendas ao exterior. “Isso pode significar a aplicação de mais medidas protecionistas para restringir a importação, além das licenças não automáticas já impostas ao desembaraço de produtos brasileiros”, lembra. Um dos setores mais afetados pela aplicação da licença não automática é o de calçados, que contabiliza 3,5 milhões de pares aguardando liberação para entrar no mercado argentino.
Efeito indireto - Outro efeito para as exportações brasileiras pode vir também indiretamente. As medidas, aponta Castro, podem causar desconfiança entre os argentinos e resultar em queda maior na demanda doméstica do país vizinho. O uso da moeda local nas trocas entre os dois países também pode amenizar o impacto das medidas. As exportações brasileiras para a Argentina com moeda local crescem e totalizaram de janeiro a agosto deste ano R$ 1,06 bilhão, o equivalente a US$ 624,04 milhões. O valor, porém, ainda é pequeno se comparado aos US$ 14,68 bilhões que o Brasil exportou para o vizinho no mesmo período. (Valor Econômico)
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O município de São João do Caiuá, na região de Paranavaí, conta desde a última terça-feira (25) com uma unidade de atendimento da Sicredi União, cujas instalações estão situadas na Avenida Souza Naves, 575. É a 60ª unidade da instituição, que abrange 75 municípios das regiões norte e noroeste do Estado, onde atende a mais de 55 mil associados. O presidente da cooperativa, Wellington Ferreira, destaca que em vários municípios onde está presente, a Sicredi é a principal ou a única instituição financeira. Segundo ele, 20% do crédito rural concedido aos produtores no Estado, este ano, saíram de cooperativas de crédito. (Imprensa Sicredi)
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Ainda sob os efeitos do susto causado recentemente pelo surgimento de um foco da doença no Paraguai, pecuaristas paranaenses iniciam, nesta terça-feira (01/10), a segunda etapa da campanha estadual de vacinação dos rebanhos bovino e bubalino contra a febre aftosa. Desta vez, diferentemente da primeira etapa, em maio, quando foram imunizados animais com até 24 meses de idade, a vacinação deve atingir todo o gado. A previsão da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) é que, no Paraná, sejam vacinados pelo menos 99% de um plantel estimado em mais de 9,5 milhões de cabeças.
Qualidade - O coordenador comercial de pecuária da Cocamar, Clóvis Aparecido Domingues, orienta que é preciso estar atento à eficácia da vacinação. O primeiro passo é adquirir doses de estabelecimentos idôneos, que garantam a qualidade do produto. Na Cocamar, segundo ele, os estoques de ampolas com as vacinas são mantidas em refrigeradores a uma temperatura ideal e, havendo corte no fornecimento de energia elétrica, um alarme é acionado. “A variação da temperatura pode comprometer a vacina”, afirma. “Antes de fazer suas compras de vacinas, procure as lojas agropecuárias da Cocamar”, recomenda Domingues, acrescentando que a cooperativa está em plena campanha de vendas de insumos pecuários. (Imprensa Cocamar)
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Na Comissão de Seguridade Social e Familia (CSSF) foi aprovado nesta quarta (26/10), requerimento do deputado Padre João (MG), integrante da Frencoop, para debater o Projeto de Lei 174/2011, que institui o Plano Nacional de Abastecimento de Hortigranjeiros (PLANHORT), com a finalidade de promover o desenvolvimento integrado da produção, comercialização e consumo de hortaliças, frutas, flores, plantas ornamentais e medicinais, produtos alimentícios naturais e perecíveis, pescados e víveres.
Senado Federal - O senador Luiz Henrique (SC) apresentou, nesta terça (25/10), seu relatório pela aprovação do PLC 30/2011, que define o novo Código Florestal, nas Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT). Durante a reunião foi concedida vista coletiva aos membros da Comissão e a votação está prevista para o próximo dia 08 de novembro.
PLC 1/10 - Já nesta quarta (26/10) foi aprovado no Plenário da Casa o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 1/10, que regulamenta a competência da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios quanto à proteção, ao uso e à conservação dos recursos naturais. O projeto, aprovado na Câmara em 2009, foi aprovado com 2 emendas de redação e segue para sanção presidencial. Para acessar o Resultado da Agenda da Semana completo, clique aqui. (Blog OCB no Congresso)
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Os produtores de Mato Grosso estão correndo em ritmo alucinado com a semeadura da safra de verão 2011/12. Em Rondonópolis, porta de entrada da Expedição Safra Gazeta do Povo no estado, o clima tem sido praticamente perfeito para o plantio. Agricultores entrevistados pela equipe da Expedição contaram ter concluído os trabalhos no dia 21 de outubro. Outros pretendem guardar as plantadeiras nos galpões ainda nesta semana. Maior produtor de soja do Brasil, Mato Grosso semeia mais de 6 milhões de hectares de soja nesta época do ano e dois terços dessa área já teriam sido percorridos pelas plantadeiras. “O plantio nunca foi tão rápido como neste ano. Se não plantarmos cedo, teremos problema com ferrugem lá na frente”, justifica o produtor Pierre Patriat.
Tecnologia confirma ampliação no milho - A boa rentabilidade alcançada pelos agricultores mato-grossenses na safra passada permite apostas maiores neste ano. O setor investe pesado na soja e recorre a sementes precoces para, na sequência, ampliar a área do milho de inverno. A Associação dos sementeiros do estado (Aprosmat) informa que 95% das sementes de soja comercializadas já foram entregues e que as variedades precoces são as mais disputadas, a ponto de ser registrada escassez do produto em algumas regiões. Apesar de serem mais caras, essas sementes permitem que a colheita ocorra em 110 dias – com ajuda do clima, é claro. As de ciclo normal ou longo pode adiar o plantio de milho por até três semanas. Mato Grosso é quinto estado brasileiro percorrido pela Expedição Safra nesta temporada. As viagens, que vão diagnosticar a intenção de plantio de milho e soja em 12 unidades da federação, começaram há três semanas pelo Rio Grande do Sul e continuam durante novembro. (Valor Econômico)
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O enfraquecimento da demanda por exportações e a ausência de preocupações com a safra derrubaram na sexta-feira (28/10) os preços da soja negociados na bolsa de Chicago. Os contratos futuros com vencimento em janeiro encerraram o dia a US$ 12,2600 por bushel, desvalorização de 18 centavos de dólar sobre o dia anterior. Segundo traders consultados pela agência Dow Jones Newswires, a falta de vendas foi um fator decisivo para movimento de baixa da commodity. Além de fraca demanda por exportações, o mercado também espera uma oferta muito boa na América do Sul, o que contribuiu ainda mais para a queda dos preços, disse Joel Karlim, analista da Western Milling. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o Paraná fechou a sexta-feira valendo R$ 45,86 a saca, queda de 1,36%. (Valor Econômico)
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O ministro interino da Agricultura, José Carlos Vaz, esteve em Ribeirão Preto na última sexta-feira (28/10) para participar de um seminário que discutiu o planejamento estratégico da indústria brasileira para 2012. O evento promoveu palestras com representantes de bancos, consultorias e de empresas de equipamentos agrícolas.Vaz fez uma palestra para empresário que fornecem máquinas e implementos para agricultores. Ele garantiu que o produtor rural vai ter pelo menos três planos de financiamento para a próxima safra e que o governo deve elaborar um financiamento específico para a renovação e o plantio de canaviais. “O Ministério está preocupado com o abastecimento de cana em geral. Estamos trabalhando junto com outros ministérios e com a Presidência da República para garantir mais produtividade e a oferta de açúcar e etanol”, afirma Vaz.
Safra 2011/2012 - De acordo com dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a produção de cana-de-açúcar até o dia 16 de outubro foi 7,34% menor em relação ao mesmo período da safra anterior. Na mesma comparação, a produção de etanol caiu 15,73% e de açúcar 3,08%. Segundo a Unica, a queda pode ser explicada principalmente por questões climáticas e pelo envelhecimento e florescimento dos canaviais. No Centro-Sul, 46 usinas já encerraram as atividades deste ano. Elas foram responsáveis por 11,5% da cana processada na safra passada. (EPTV/ Jornal Paraná)
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A participação das fontes alternativas na matriz elétrica nacional irá se multiplicar nessa década. Entre 2011 e 2020, fontes renováveis como usinas eólicas, de biomassa de cana-de-açúcar e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) devem ter uma expansão média anual de 12%, mais do que o dobro da demanda anual prevista para os consumidores. Esse conjunto de fontes alternativas, que em 2009 respondiam por 7,4% da potência instalada, deve aumentar sua participação para 13% em 2014 e 16% em 2020, segundo o Plano Decenal 2020, do governo federal.
Avanço gradual - Mas, para que esse cenário se confirme, um dos desafios será dosar o avanço gradual dessas fontes, permitindo que cada uma consiga espaço na matriz de forma equilibrada. "Terão de ser contratados 20 mil MW até o fim da década, entre hidrelétricas e alternativas; enquanto as eólicas têm grande avanço, as PCHs não conseguem ser competitivas e as usinas de biomassa ainda não decolaram", disse Ricardo Savoia, gerente do núcleo de estudos econômicos da consultoria Andrade & Canellas.
Entressafra - A PCH, que foi vedete do setor no início dos anos 2000, quando, por atraso no licenciamento das hidrelétricas, muitas empresas apostaram nesse nicho, agora passa por uma fase de entressafra. "O custo de investimento das PCHs teve alta de 45% em cinco anos, e o preço da energia chegou a R$ 135 o MWh, acima das eólicas e outras fontes", disse o chefe do departamento de energias alternativas do BNDES, Antonio Carlos Tovar. "O potencial desse setor é imenso, chega a 17,5 GW, o que não pode ser abandonado", afirmou Miguel Saad, presidente da CPFL Renováveis.
Leilão - No leilão realizado em agosto pelo governo federal, apenas 19 projetos de PCHs, com potência instalada de 302 MW foram cadastrados, enquanto 296 projetos de eólicas com capacidade de 7.500 MW foram inscritos e 12 projetos de biomassa com 700 MW foram listados. Na fase final do leilão, nenhum projeto de PCH foi contratado, enquanto foram negociados 2 GW de energia eólica e 555 MW de biomassa.
Estímulo - Segundo Saad, duas ideias para estimular a retomada das PCHs seriam realizar leilões específicos para a fonte e conceder incentivos fiscais, com redução de tributos como IPI, ISS, ICMS, como adotado para as fabricantes de equipamentos de energia eólica.
Foco ampliado - Para o presidente da Bioenergy, Sergio Marques, o foco da questão tem de ser ampliado. A demanda do mercado por fontes alternativas é cíclica. "Ontem as PCHs eram as estrelas, hoje se fala em eólica, mas daqui a pouco ela deve perder competitividade e a energia solar deverá ser a grande vedete dos próximos anos", destacou Marques.
Preço - Hoje o principal obstáculo para gerar energia a partir da luz do sol é a tecnologia e o preço. O Brasil não tem um parque industrial instalado de fabricantes de painéis fotovoltaicos, o que implicaria a importação de peças e equipamentos, mas esse é um segmento que poderá ser desenvolvido no país nos próximos anos. "As duas únicas tecnologias que têm preços declinantes no mundo são a eólica e a solar, porque a térmica pode ter tido queda, mas muitos países estão ampliando as compensações para instalação desse tipo de usina, e isso entra na conta final", afirmou o presidente da Bioenergy. (Valor Econômico)
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A data desta segunda-feira (31/10) será celebrada em várias cidades do mundo. É o dia em que a população mundial atinge 7 bilhões de pessoas. Os nascimentos de bebês em diferentes localidades simbolizam o marco histórico. Nas Filipinas, a data já foi comemorada, tendo como símbolo o nascimento de Danica Maio Camacho. Ela nasceu nesse domingo (30/10), dois minutos antes da meia-noite. Porém, para os médicos, o nascimento deve ser comemorado como se fosse hoje. Atualmente, a expectativa média de vida é 68 anos, nos anos 1950 era 48 anos.
Planejamento - Os especialistas, no entanto, não conseguem determinar com precisão onde nasceu ou vai nascer o cidadão de número 7 bilhões. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que até a metade deste século o número vai triplicar. Para a ONU, é fundamental que os governos invistam mais em planejamento no que se refere a alimentos, à água, energia e maior produção de lixo e poluição.
Desafio - Com uma população de 13 milhões de pessoas, na Zâmbia, no Sul da África, o desafio do governo é o altíssimo número de nascimentos. A estimativa é que esse número triplique até 2050 e chegue a 100 milhões até o fim do século, fazendo com que o país tenha uma das populações que mais crescem no planeta. (Agência Brasil, com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa, e da BBC Brasil)
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O governador Beto Richa lançou nesta sexta-feira (28/10), em Curitiba, o Programa de Ligação das Sedes Municipais à Rede Rodoviária Estadual, que pretende acabar com o isolamento de um grupo de 10 municípios de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ligando-os à malha rodoviária do Estado. O programa prevê estadualização de trechos de rodovias e obras de pavimentação e readequação. A estimativa é que serão beneficiados 57,6 mil paranaenses.
Mobilidade- “Estava mais do que na hora de repararmos uma injustiça com alguns municípios, assegurando estradas asfaltadas e a integração de todos à malha rodoviária estadual”, disse Richa. O governador afirmou que o programa contribuirá para promover o desenvolvimento econômico e social das regiões e facilitará a mobilidade dos moradores e o acesso aos serviços públicos dos grandes centros. “Esta é mais uma das boas ações do Governo do Estado em parceria com os municípios”, destacou.
Municípios contemplados - Os municípios contemplados pelo programa estão localizados em várias regiões do Estado, mas a maioria fica na região central. Serão atendidos os municípios de Campina do Simão, Ariranha do Ivaí, Arapuã, Boa Ventura de São Roque, Mato Rico, Coronel Domingos Soares, Itaipulândia, Reserva do Iguaçu, Doutor Ulysses e Guaraqueçaba. “Com a universalização da garantia mínima de acesso rodoviário trafegável, acessível e seguro, o governo pretende firmar sua posição de indutor do desenvolvimento e de promotor da inclusão da população excluída em função do isolamento viário”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Estadualização – O Programa de Ligação das Sedes Municipais à Rede Rodoviária Estadual prevê a estadualização de 150 quilômetros de rodovias, em duas etapas. A primeira, já em andamento na Secretaria de Infraestrutura e Logística, vai beneficiar 27,7 mil pessoas da região central, nos municípios de Mato Rico, Arapuá, Ariranha do Ivaí, Boas Ventura de São Roque, Campina do Simão e Coronel Domingos Soares. Serão 133 quilômetros de rodovias.
Segunda etapa - A segunda etapa prevê a estadualização de 17,4 quilômetros de rodovias que dão acesso aos municípios de Itaipulândia e Reserva do Iguaçu, na região Oeste. A estrada foi construída e até o momento é administrada pela Companhia Paranaense de Energia (Copel). “O anúncio do programa é uma conquista muito aguardada, porque não temos até hoje acesso asfaltado ao município”, disse o prefeito de Mato Rico, Joaquim Ortiz Neto.
Atuação integrada - Para implantar o programa, a secretaria de Infraestrutura e Logística atuará estrategicamente e de forma integrada com os municípios. Os critérios para estadualização de trechos rodoviários municipais que levam em conta prioritariamente as necessidades de desenvolvimento regional.
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Pavimentação e readequação – O programa realizará serviços de pavimentação asfáltica e também projetos de readequação de trechos incorporados ao Sistema Rodoviário Estadual. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) aguarda a liberação de licenças ambientais para iniciar o processo de licitação. Na primeira etapa da pavimentação estão previstos investimentos no valor de R$ 108,5 milhões nos acessos de Coronel Domingos Soares (PR-449) e na rodovia que liga Pitanga aos municípios de Mato Rico e Roncador. A segunda etapa, com investimentos de R$ 225,9 milhões, vai promover a pavimentação da PR-340 em Guaraqueçaba e da estrada que liga Cerro Azul a Doutor Ulysses.
Características mínimas - A readequação de rodovias, para que atendam as características mínimas de uma rodovia estadual, será realizada nos municípios de Arapuã, Ariranha do Ivaí, Campina do Simão e Boa Ventura de São Roque. Os investimentos somam R$ 40,6 milhões em 59 quilômetros de rodovia. “Garantir que todas as cidades tenham ao menos um acesso pavimentado estadual é o principal objetivo do programa”, afirma a coordenadora do Departamento de Coordenação de Gestão de Programas e Projetos de Infraestrutura e Logística, Rejane Karan.
Participações - Participaram do lançamento o vice-governador e secretário de Estado da Educação, Flávio Arns; o secretário de Desenvolvimento Urbano, César Silvestri; o secretário especial de Assuntos Fundiários, Hamilton Serighelli; o deputado estadual César Silvestre Filho; o deputado federal Fernando Francischini; e prefeitos dos municípios incluídos no programa. (AEN)
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O mês de outubro passará a ser dedicado, no Paraná, à realização de ações preventivas que assegurem a integridade da saúde da mulher. A lei que institui oficialmente o “Outubro Rosa” foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada esta semana pelo governador Beto Richa. De acordo com a chefe de gabinete da Secretaria da Saúde, Maria Goretti Lopes, a oficialização do “Outubro Rosa” mostra o compromisso da secretaria com as políticas voltadas para a saúde da mulher. “Neste governo, além das campanhas de mobilização e informação sobre o câncer de mama, estamos nos preparando para organizar quatro centros de diagnóstico digital”, disse. Criados com o objetivo de conferir mais eficáciaa aos exames, os centros serão instalados em Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel.
Atividades - Durante o “Outubro Rosa”, o poder público, em cooperação com a iniciativa privada e entidades civis, realizará campanhas de esclarecimento, exames e outras ações educativas e preventivas, priorizando afecções ginecológicas mais comuns, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e do câncer ginecológico (útero e mama). Também serão realizadas discussões para a elaboração de políticas para acompanhamento psicológico pré e pós-trauma.
Prevenção – Neste mês, a Secretaria da Saúde distribuiu panfletos com orientações sobre a prevenção do câncer de mama para as 22 Regionais de Saúde e os 399 municípios paranaenses. Em Irati, a direção da 4ª Regional de Saúde organizou uma campanha interna de prevenção de câncer de colo de útero e mama. (AEN)