Notícias representação
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Os produtores de grãos do Paraná querem concluir o plantio e milho e adiantar o da soja nesta semana. A meta é aproveitar não só a umidade do solo, mas também o calor, diante da notícia de que uma frente fria se aproxima, a partir da Argentina e do Uruguai. As temperaturas mais elevadas favorecem a germinação e o crescimeto das plantas. As lavouras semeadas um mês atrás, no Oeste e no Sudoeste, estão em bom estado justamente devido às condições favoráveis. As mínimas devem cair a 9 graus centígrados em Palmas ainda nesta semana e a 10 graus em Guarapuava. Trata-se de temperatura atípica para este período do ano. As oscilações estão sendo atribuídas pelos meteorologistas ao La Niña. Por enquanto, o fenômeno não vem provocando perdas nas lavouras. Os produtores torcem para que as previsões de chuvas mal distribuídas e estiagens não se concretizem, como ocorreu na temporada passada. Estatísticamente, ocorrem quebras em três de cada quatro anos de La Niña. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Os produtores de grãos muitas vezes optam pelo retorno imediato e deixam de lado orientações técnicas importantes. A avaliação é dos técnicos das cooperativas ouvidos pela Expedição Safra no Paraná. Para comprovar esse fato, eles citaram a redução na área do milho observada nas últimas duas safras, em detrimento da rotação de culturas, que facilitaria o controle de pragas. Além disso, a opção quase unânime por sementes de soja precoces – que podem ser mais afetadas por estiagens – é outro exemplo apontado. Os produtores querem garantir a possibilidade de plantar milho a partir do início de janeiro e, para isso, põem em risco a principal safra do ano. Como essas estratégias não trouxeram grandes prejuízos nas últimas duas safras, fica mais difícil convencer o produtor de que outros caminhos são mais seguros, conforme o coordenador técnico da Coopavel, Itacir Tosin. Os cooperados da empresa querem repetir, neste ano, marcas de 3,5 mil quilos de soja por hectare e de 9,7 mil quilos de milho/ha. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A colheita da soja nos Estados Unidos continua atrasada na comparação com a média do último ano. Até esta segunda-feira (24/10), 80% da safra de soja havia sido colhida, contra 91% no mesmo período do ano passado e 71%, na média dos últimos cinco anos. A estimativa de produção nesta safra - 2011/12 é de 83,3 milhões de toneladas, ficando atrás das últimas safras que foram em, 2010/11 de 90,6 e em, 2009/10 de 91,4 milhões de toneladas. As previsões iniciais nesta safra eram de 89,4 milhões de toneladas de soja, mas por questões climáticas ocorreu a redução na safra de 6,1 milhões de toneladas.
SOJA
24/10/2011
24/10/2010
Média dos 5 anos
Percentual colhido
80%
91%
71%
Fonte: Usda, www.usda.gov Elaboração: Ocepar/Getec
Milho - A colheita de milho nos Estados Unidos também continua atrasada na comparação com a média do último ano. Até esta segunda-feira (24/10), 65% da safra de milho havia sido colhida, contra 81% no mesmo período do ano passado e 51% na média dos últimos cinco anos. A estimativa de produção nesta safra - 2011/12 é de 315,8 milhões de toneladas, ficando atrás das últimas duas safras que foram em, 2010/11 de 316,2 e em, 2009/10 de 332,5 milhões de toneladas. As previsões iniciais nesta safra eram de 343,0 milhões de toneladas de milho, mas por questões climáticas ocorreu a redução na safra de 27,2 milhões de toneladas.
MILHO
24/10/2011
24/10/2010
Média dos 5 anos
Percentual colhido
65%
81%
51%
Fonte: Usda, www.usda.gov Elaboração: Ocepar/Getec
Chicago - Nos últimos 30 dias, as cotações da soja, milho e trigo na Bolsa de Chicago (Cbot) variaram cerca de -2,5%, +2,0% e +1,0%, respectivamente em relação ao mês anterior. As cotações médias dos contratos negociados na Cbot, nesta segunda-feira (24/10) foram de: US$ 12,45/bushel = US$ 27,45/saca de 60 kg para a soja; US$ 6,56/bushel = US$ 15,50/saca de 60 kg para o milho; US$ 6,89/bushel = US$ 15,20/saca de 60 kg para o trigo.
Quadro 01 - Cotações da soja na CBOT – Chicago Board of Trade em 24 de outubro (fechamento)
SOJA
24 de outubro
Cotações
(cents US$/bushel)Cotações
(US$/saca)Variação - dia ant.
(cents US$/bu)Variação
(US$/Sc)nov/11
1226,75
27,04
14,50
0,32
jan/12
1235,25
27,22
14,50
0,32
mar/12
1244,75
27,43
15,25
0,34
mai/12
1251,75
27,59
16,25
0,36
jul/12
1259,75
27,76
16,75
0,37
ago/12
1254,00
27,64
17,25
0,38
Fonte: Cbot, www.cbot.com Elaboração: Ocepar/Getec – outubro/11 – 1 bushel de soja = 27,216 kg.
Quadro 02 - Cotações do milho na CBOT – Chicago Board of Trade em 24 de outubro (fechamento)
MILHO
24 de outubro
Cotações
(cents US$/bushel)Cotações
(US$/saca)Variação - dia ant.
(cents US$/bu)Variação
(US$/Sc)dez/11
651,00
15,38
1,75
0,04
mar/12
662,25
15,64
2,25
0,05
mai/12
668,00
15,78
2,50
0,06
jul/12
671,75
15,87
1,75
0,04
set/12
627,50
14,82
2,25
0,05
Fonte: Cbot, www.cbot.com Elaboração: Ocepar/Getec – outubro/11 – 1 bushel de milho = 25,400 kg.
Quadro 03 - Cotações do trigo na CBOT – Chicago Board of Trade em 24 de outubro (fechamento)
TRIGO
24 de outubro
Cotações
(cents US$/bushel)Cotações
(US$/saca)Variação - dia ant.
(cents US$/bu)Variação
(US$/Sc)dez/11
642,50
14,16
10,50
0,23
mar/12
677,50
14,93
11,75
0,26
mai/12
695,25
15,32
10,50
0,23
jul/12
707,50
15,59
10,00
0,22
set/12
724,50
15,97
10,50
0,23
Fonte: Cbot, www.cbot.com Elaboração: Ocepar/Getec – outubro/11 – 1 bushel de trigo = 27,216 kg.
Paraná - Os preços médios recebidos pelos produtores paranaenses na segunda-feira (24/10), levantados pela Seab/Deral, foram de R$ 43,65/saca de 60 kg para a soja; de R$ 22,37/saca de 60 kg para o milho e de 24,59/saca de 60 kg para o trigo.
Quadro 04 – Evolução dos preços da soja, milho e trigo (em R$ por saca de 60 kg)
Culturas
Preços 24/10/2011
Preços médios
Setembro/2011
Preços médios
Setembro/2010
Soja
43,65
44,02
37,96
Milho
22,37
23,03
16,60
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O Brasil quebrou nesta segunda-feira (24/10) mais um tabu na Organização Mundial do Comércio (OMC), levando os países a aprofundar a discussão envolvendo desalinhamento cambial sobre o comércio internacional, algo até recentemente impensável. Como previsto, Estados Unidos, China, União Europeia, Japão e Suíça deixaram claro que aceitam discutir, aprovaram seminário para aprofundar a questão, mas não querem negociar regras sobre câmbio e comércio. Nem o Brasil declarou que quer negociar regras, como por exemplo o antidumping cambial mencionado por Brasília, pela qual um país afetado pelo câmbio desvalorizado do parceiro poderia adotar sobretaxa para compensar essa situação
Estratégia - A estratégia brasileira é gradual. Já foi um sucesso aprovar a realização de um grande seminário internacional, que poderá ocorrer no Rio, pelas sugestões animadas que surgiram no debate. É com seminário e aprofundamento da discussão que se chegará no futuro a uma questão óbvia: e agora, o que fazer? Se os países considerarem que a OMC tem instrumentos suficientes para atuar contra desalinhamentos cambiais que afetam o comércio, elas devem ser efetivamente acionadas. Se não, é o caso de ver o que fazer.
Relutância natural - “A relutância dos países de, desde já, falar em novas regras é natural, porque a própria literatura econômica sobre câmbio e comércio ainda é incipiente”, afirmou o embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo. “Não poderíamos esperar resultado melhor que esse, para o estágio atual das conversações”, acrescentou, referindo-se à aprovação unânime do seminário.
Inédito - O debate realizado nesta segunda na OMC foi com base em algo também inédito: um levantamento do secretariado da entidade. O documento aborda estudos já feitos sobre dois pontos. Primeiro, como o comércio é afetado pela volatilidade cambial. E segundo, o desalinhamento cambial e seu impacto nas trocas.
Resultado ambíguo - No primeiro caso, os resultados são ambíguos. Em relação ao desalinhamento, não existe muitos estudos, mas o documento deixa claro que há problema sério, no qual países pequenos e empresas menores são mais afetados. Na discussão, os países concordaram que a OMC não tem que se preocupar com as causas do desalinhamento cambial nem com as opções políticas dos membros na definição de sua política cambial, estimando que isso é tema para o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Uso da taxa de câmbio - O que cabe discutir na OMC é como se usa a taxa de câmbio. Uma vez que há os desalinhamentos, resta saber qual o impacto sobre o comércio. Sobre isso, vários países acham que a questão precisa ser examinada.
Mais tarde - Os principais parceiros insistiram de novo, porém, que não gostam da ideia de negociar regras mais tarde. Para o Japão, o problema de desalinhamento cambial deve ser corrigido pelo próprio país em primeiro lugar, e não acionado pela OMC. Para a Suíça, o importante é “conscientizar” os países emissores de moeda de reserva internacional, como EUA e os da zona do euro, sobre o impacto de suas políticas cambiais sobre o resto do mundo. Os EUA não perderam a oportunidade para ir em outra direção: acham que os países deveriam liberalizar o setor financeiro, de forma que suas companhias possam melhor dispor de instrumentos de hedge para compensar volatilidade cambial, fazendo contratos com bancos estrangeiros.
China - A China fez clara divisão sobre o trabalho da OMC e do FMI. Considera que não se pode resolver problemas de taxa de câmbio com medidas comerciais. Exemplificou com um projeto de lei no Congresso americano, pelo qual alguns deputados defendem punição para importações originárias de países com câmbio desvalorizado. Para Pequim, trata-se de violação das regras da OMC. Todos os outros consideraram que no primeiro momento o tema deve ser estudado para depois se decidir o que fazer, diante de sua complexidade. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Profissionais das cooperativas paranaenses vão conhecer, nesta terça-feira (25/10), em Curitiba, os detalhes do Programa Bioclima Paraná. A apresentação será feita pela coordenadora de Biodiversidade e Floresta da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), Mariese Cargnin Muchailh, durante o Fórum do Meio Ambiente promovido pelo Sistema Ocepar, em parceria com a Sema. O Bioclima, que deve ser lançado oficialmente pelo governo do Estado ainda este ano, prevê compensações financeiras para quem preservar os recursos naturais. A intenção é que toda atividade produtiva que gere algum impacto ambiental seja compensada. A compensação pode ser na forma de incentivo para agricultores que tenham propriedades em áreas e APP (Áreas de Preservação Permanente ) – ou Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) nas suas propriedades. O programa prevê também um selo de sustentabilidade para as empresas que participarem.
Logística reversa – O Fórum também vai debater a Política Estadual de Resíduos Sólidos – Logística Reversa, com a participação do coordenador de Recursos Hídricos e Atmosféricos da Sema, Eduardo Felga Gobbi. O evento inicia a partir das 9h30 e deve ser encerrado às 16 h, na sede da Sema. As atividades vão ser coordenadas pelo engenheiro agrônomo e assessor da área de meio ambiente da Ocepar, Sílvio Krinski.
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Uma audiência pública foi realizada na manhã desta segunda-feira (24/10), no Plenário da Assembleia Legislativa, para debater a “Comercialização e o Uso Ilegal de Agrotóxicos”, atendendo a uma proposição dos deputados Professor Lemos e Elton Welter, ambos da bancada do PT. Segundo os parlamentares, um dos grandes problemas que envolvem o uso de defensivos agrícolas é o contrabando e consequente uso inadequado dos produtos. Os agrotóxicos falsificados e/ou contrabandeados não possuem registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e também não passam por avaliação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por isso, representam prejuízos aos agricultores pela baixa eficácia e por conterem teores de ingredientes ativos não permitidos pela legislação brasileira. Assim, acabam provocando danos ao meio ambiente, à saúde do aplicador e aos consumidores em geral. Em 2010, foram aplicadas 90 mil toneladas de agrotóxicos nas lavouras paranaenses.
Alimentos seguros - Os propositores da audiência defendem que “a produção com boas técnicas agrícolas e o emprego de insumos idôneos e de qualidade são pré-requisitos para obtenção de alimentos seguros”. Dessa forma, entendem que o combate aos agrotóxicos ilegais contribui para a segurança alimentar de toda a população. Lembram ainda que o Paraná, pela sua posição geográfica, é especialmente vulnerável à entrada de agrotóxicos ilegais.
Participantes - Participaram da audiência representantes do Ministério da Agricultura, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O Sistema Ocepar foi representado pelo analista técnico e econômico, Robson Mafioletti. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Assembleia Legislativa)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Profissionais que prestam assistência técnica aos agricultores paranaenses serão capacitados para a elaboração de projetos do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC). O Sistema Ocepar e o Banco do Brasil vão promover oito fóruns regionais com esse objetivo nos dias 26, 27, 28 e 31 de outubro e 4 de novembro. Os eventos vão acontecer nas cidades de Campo Mourão, Carambeí, Palotina, Londrina, Pato Branco, Maringá, Lapa e Cascavel, com apoio da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Associação Paranaense de Planejamento Agropecuário e cooperativas.
Parceria - A capacitação é resultante do termo de cooperação técnica assinado pela Ocepar e Banco do Brasil, no dia 7 de outubro, visando a divulgação do ABC. Na oportunidade, o vice-presidente de Agronegócio do BB, Osmar Dias, ressaltou que a falta de profissionais treinados para elaborar os projetos tem sido um dos entraves para ampliar o acesso de um maior número de agricultores às linhas de financiamentos ofertadas por meio do programa. “A elaboração dos projetos é complicada e necessita de técnicos capacitados e o protocolo assinado com a Ocepar prevê esse treinamento”, disse Osmar Dias. Segundo o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, a demanda por financiamento pelo ABC, levantada pelo setor cooperativista no Paraná, gira em torno de R$ 120 milhões. “Estávamos encontrando muitas dificuldades de operacionalização do programa lá na base. Essa capacitação dos técnicos vai possibilitar o acesso a esses recursos, que são importantes para apoiar as ações dos nossos cooperados”, assinalou ele.
Programa ABC – O Programa ABC foi instituído pelo governo federal em junho de 2010 e incentiva a utilização de práticas sustentáveis no campo com o propósito de neutralizar ou minimizar os efeitos dos gases de efeito estufa. Estão sendo disponibilizados R$ 3,1 bilhões para financiar itens como plantio direto, recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio de florestas comerciais, fixação biológica de nitrogênio, tratamento de resíduos animais e aquisição de matrizes. O limite de financiamento é de R$ 1 milhão por beneficiário, com taxa de juros de 5,5% ao ano e prazo de reembolso de até 15 anos, de acordo com o projeto a ser financiado.
Clique aqui para conferir a programação completa dos Fóruns Regionais do Programa ABC
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
No último dia 14 de outubro, a Unimed Londrina sediou o encontro “Investigação Apreciativa sobre o foco de atuação do Instituto de Responsabilidade Social da Unimed”. A criação do instituto é uma das iniciativas estratégicas que busca cumprir os objetivos estipulados no Mapa Estratégico para que a Unimed Londrina seja a melhor cooperativa médica do Brasil até 2014. O encontro reuniu colaboradores, fornecedores, imprensa, clientes, membros de entidades governamentais, poder público, entre outros, no auditório da sede.
Novos rumos - Após a primeira reunião, realizada em agosto, foram traçados os principais objetivos e desafios da iniciativa, que visa contribuir com os novos rumos da cooperativa e constituir uma identidade organizacional que permita fortalecer a marca da Unimed. Com o Instituto, a Cooperativa pretende promover a integração e a responsabilidade social, além de manter a competitividade no mercado – utilizando os pilares da sustentabilidade (financeiro, social e ambiental).
Acompanhamento - O encontro teve acompanhamento da Adetec – Associação de Desenvolvimento Tecnológico de Londrina e Região, que coordena o programa de Inovação Sistêmica, o qual a Unimed Londrina e outras 10 empresas da cidade fazem parte. Rosi Sabino, coordenadora da Adetec, e a consultora convidada, Gislane Syllos, foram as facilitadoras do evento. Elas sugeriram utilizar o método da investigação apreciativa, que permite identificar o foco de atuação e a missão do Instituto Rosi Sabino elogiou a abertura que a Unimed deu para a realização desse encontro envolvendo vários públicos. “Mostra que o projeto está nascendo em campo sólido. É muito importante esse envolvimento de vários públicos.”
Foco de atuação - Divididos em grupos, os participantes discutiram que foco de atuação o Instituto iria seguir e também criaram protótipos em cartazes e em Power Point para inspirar a identidade da organização. André Gonçalves, da Embra Gráfica – empresa fornecedora da Cooperativa – achou gratificante ter participado do encontro. “Foi importante para adquirir mais conhecimento no assunto. Espero que o Instituto possa realmente atingir os objetivos e levar a conscientização para toda a sociedade”, ressalta.
Resultado positivo - Para Gislane Syllos, o resultado do encontro foi positivo e atendeu as expectativas. “Acredito que conseguimos atingir nossos objetivos, pois o encontro reuniu um público qualificado e participativo. Se outras empresas buscarem nos seus pares a solução para a criação de projetos como este da Unimed, a cidade vai ganhar muito”, afirma.
Relatório – Seguindo os próximos passos, facilitadoras apresentaram um relatório com os resultados da investigação apreciativa, na semana passada. De acordo com a especialista em RSE da cooperativa, Fabianne Piojetti, depois, os resultados serão mostrados à superintendência. “Vamos analisar os resultados e a partir desta ação definir o foco do instituto de Responsabilidade Social junto com a equipe de projetos”. (Imprensa Unimed Londrina)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Com o objetivo de promover um sistema financeiro cada vez mais sustentável, eficiente e inclusivo, o Banco Central do Brasil (BC) promove o III Fórum BC sobre Inclusão Financeira entre os dias 21 e 23 de novembro, juntamente com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O evento, que tem o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), reunirá representantes do governo, segmento de microfinanças, estudiosos e fomentadores, nacionais e internacionais.
Lançamento - Além de debater estratégias para ampliar o acesso da população brasileira aos produtos e serviços desse mercado, o fórum marcará o lançamento da Parceria Nacional para Inclusão Financeira (PNIF). A PNIF tem como pilares três grupos de ações interconectadas: diagnóstico do mercado e articulação de atores (públicos e privados) no processo, regulação adequada para promoção da inclusão financeira e educação financeira e proteção ao cliente e usuário de serviços financeiros.
Setor cooperativista - A consultora do Departamento de Normas do BC, Elvira Cruvinel, reforça a importância da presença do setor cooperativista no evento. “Considerando o papel e a importância das cooperativas de crédito para o processo de inclusão financeira no país, é extremamente relevante a ativa participação dos integrantes do segmento no III Fórum”, disse.
Inscrições - As inscrições para o encontro, que ocorrerá em Brasília (DF), vão até a próxima sexta-feira (27/10), e o credenciamento do cooperativismo de crédito será feito pela OCB. Por isso, as cooperativas interessadas em participar do evento poderão se inscrever pelo e-mail
Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Vale lembrar que o número de vagas é limitado. Mais informações pelo telefone: (61) 3217-2148. (Informe OCB)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A Coasul Cooperativa Agroindustrial de São João-PR, entende que o desenvolvimento regional e os crescentes avanços em novas tecnologias são fundamentais para o sucesso de seus mais de 5 mil cooperados. Por isso, apoia constantemente ações e eventos que visam gerar esses resultados. Um deles é o 3º Simpósio Sul-Brasileiro de Caprinos e Ovinos, em Pato Branco. O evento tem início nesta terça-feira (25/10) e segue até sexta-feira (28/10). A promoção é da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio de suas vinculadas Iapar e Emater e é dirigido a profissionais da assistência técnica e extensão rural, pesquisadores, estudantes de ciências agrárias e criadores.
Programação - Segundo a programação, a pesquisadora espanhola Erika Muela Garrido, ligada à Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Zaragoza (Espanha), fará uma conferência sobre a experiência do Grupo Pastores, cooperativa formada há cerca de 30 anos e que reúne mais de 1.200 criadores. O grupo produz carne de ovelhas com denominação de origem, vendida em toda a Espanha e também exportada para diversos países europeus. Outra palestra tratará das novas abordagens que a pesquisa vem desenvolvendo para o controle de verminoses – tema do pesquisador Marcelo Beltrão Molento, da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
.
Outros temas - A programação ainda contempla avanços técnicos relacionados ao bem-estar dos animais e efeitos da dieta sobre a qualidade da carne. No segmento destinado a temas de mercado, haverá palestras sobre lucratividade de diferentes arranjos de produção, linhas de crédito para criadores e importância do acompanhamento dos indicadores de preços.
Leilão - Também estão previstos um leilão de animais selecionados, curso de gastronomia (cortes comerciais e elaboração de pratos gourmet) e visita técnica à Fazenda Experimental do Iapar em Pato Branco, que mantém um rebanho de aproximadamente 400 caprinos de corte para atividades de pesquisa e melhoramento genético.
Realização - O 3º Simpósio Sul-Brasileiro de Caprinos e Ovinos é uma promoção da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), por intermédio do Iapar e da Emater; Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campi Pato Branco e Dois Vizinhos; Universidade Federal do Paraná (UFPR); Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Prefeitura de Pato Branco; Sindicato Rural de Pato Branco; Núcleo de Médicos Veterinários de Pato Branco; Cooperativa Sudcarnes e Sociedade Rural de Pato Branco.
Apoio – Além da Coasul, o simpósio conta ainda com colaboração da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); Instituto Federal Catarinense (IFC); Instituto Federal Paraná (IFPR); Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS); Cooperativa Agropecuária Tradição; Sicredi; Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop); Banco do Brasil; Sistema Faep; San Rafael Sementes e Cereais; Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-PR) e Sebrae. (Imprensa Coasul, com informações do Iapar)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Qual é o segredo das organizações que se mantêm sólidas durante décadas num país onde o índice de mortalilade de empresas é altíssimo? Como manter a competitividade nos cenários mais favoráveis e nos momentos adversos? A FOLHA conversou com três das maiores empresas da cidade para saber como elas superaram esses desafios.
Receita - Ser conservador nas finanças, mas arrojado nos projetos de expansão é a receita para a longevidade, segundo o diretor da Plaenge, Alexandre Fabian. A empresa ocupa a 472 posição entre as mil maiores do País de acordo com o Valor 1000, ranking do jornal Valor Econômico. E foi considerada a primeira da Região Sul no segmento da construção civil, no mesmo levantamento.
Testar o novo - ''Uma empresa tem de controlar suas contas de forma conservadora, mas não pode nunca ter medo de testar o novo'', aconselha Fabian. Fundada há 41 anos, a construtora não hesitou, segundo ele, na hora de dar passos largos, como no início dos anos 80, quando levou o negócio para Cuiabá. ''Isso foi num período sem fax, sem internet. Demoramos quatro anos para conseguir o aparelho de telex'', recorda.
Empresa específica - Em 2006, o grupo tomou outra decisão arrojada ao criar uma empresa específica para atender ao público do primeiro imóvel: a Vanguard Home. Após os diretores visitarem Chile, Espanha e México, concluíram que o mercado imobiliário brasileiro iria passar por um processo parecido com o daqueles países recém-estabilizados economicamente. ''O grupo se preparou para crescer nesse segmento e hoje a Vanguard responde por 40% do nosso faturamento'', explica o diretor. Em 2009, apesar da crise global que havia sido deflagrada um ano antes, a empresa resolveu dar um passo maior, levando os negócios pela primeira vez para além das fronteiras brasileiras. O país escolhido foi o Chile.
Chile - Atualmente, a empresa emprega 150 pessoas no Chile em obras de construção de apartamentos. ''Tem sido um aprendizado muito importante para nós. O Chile é muito diferente do Brasil pois tem sistemas financeiro e imobiliário mais aprimorados'', explica. Além disso, o clima e os terremotos exigem técnica construtiva específica. ''Lá, usa-se muito madeira para se erguer paredes'', exemplifica.
Cooperativa Integrada - Classificada em 324 no ranking Valor 1000, a Cooperativa Integrada tem uma receita diferente para se manter sólida nos seus 16 anos de vida. ''É fundamental ter um planejamento estratégico de longo e médio prazos. Não se pode mudar de atitude a toda hora'', afirma o superintendente, Jorge Hashimoto. Porém, nem tudo é previsível no setor em que a cooperativa atua. No ano passado, por exemplo, apesar do crescimento da venda em volume, houve uma redução de faturamento devido à queda dos preços das commodities. ''É preciso ter muito foco no negócio para não dar um passo maior que a perna'', declara.
Câmbio - Além da instabilidade da economia global, a Integrada tem de lidar com outra situação estressante: o desequilíbrio do câmbio. ''Não sabemos se o dólar vai estar a R$ 1,60 ou R$ 1,90 amanhã'', explica. Com cenário tão imprevisível, austeridade financeira é fundamental, afirma Hashimoto. ''Temos de acompanhar a evolução das receitas o tempo todo, fazendo os ajustes de acordo com os diferentes cenários'', ressalta. Outro fator preponderante, de acordo com o superintendente, é a credibilidade. ''Cumprimos rigorosamente todos os compromissos assumidos com os parceiros'', salienta. Segundo ele, a ''linha de trabalho da cooperativa é não assumir riscos''. ''Não vendemos além do que os nossos cooperados nos entregam. E negociamos com os fornecedores de insumo de acordo com os pedidos dos cooperados'', explica. (Folha de Londrina)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A soja entra nesta semana com cotação média de R$ 43,60/saca de 60 quilos e o milho a R$ 22,30/sc no Paraná, valores que mostram novo ânimo na demanda. Os preços estão R$ 0,90 e R$ 0,70, respectivamente, acima da média da semana passada e incentivam as vendas dos estoques da safra 2010/11, num momento em que o plantio de 2011/12 se mantém acelerado (foto). Perto de 15% da oleaginosa e 10% do milho produzidos na temporada passada ainda não foram vendidos e tendem a ser escoados sob melhores preços, apesar de as vendas antecipadas da temporada 2011/12 terem passado de 20%. São 3,5 milhões de toneladas de soja e milho colhidos neste ano, que ocupam espaço livre nos armazéns das cerealistas e cooperativas. Trata-se de quantidade maior do que a de trigo, principal cultura de inverno do estado, cuja colheita passou de dois terços e deve somar 2,4 milhões de toneladas nesta safra.
Vendas seguem em ritmo tranquilo - Os técnicos de cooperativas e produtores ouvidos nos últimos dias pela Expedição Safra Gazeta do Povo no Paraná disseram que o setor produtivo não tem pressa em se desfazer dos estoques. Mesmo assim, as cotações vêm sendo acompanhadas com atenção. Preços acima de R$ 47 tendem a acelerar a comercialização dos 2,25 milhões de toneladas de soja estocados. O mais comum são opções de venda engatilhadas à espera de marcas acima de R$ 49/sc. Prevalece o consenso de que índices próximos desses valores são indiscutivelmente um bom negócio, que só deve ter lucratividade superada se as cotações em Chicago subirem substancialmente ou se o dólar bater em R$ 1,95. A análise dos produtores paranaenses será confrontada com a dos produtores do Centro-Oeste a partir desta semana pela Expedição, que deve chegar ainda hoje a Naviraí, em Mato Grosso do Sul. (Gazeta do Povo)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Apesar da queda em setembro, reflexo da deterioração do cenário internacional, os preços médios das principais commodities agrícolas continuam em níveis historicamente altos nos mercados futuros internacionais. De acordo com levantamento realizado pelo Valor Data, o preço médio dos contratos de soja, milho, trigo, açúcar e café nas bolsas de Chicago e Nova York em 2011 é pelo menos três vezes maior que o do início da década.
Resiliência - O aperto nos estoques, reflexo da forte demanda nos países emergentes e da quebra da produção no Hemisfério Norte neste ano, explica a resiliência. Mas os preços também são sustentados pelo crescente volume de capital especulativo alocado nos mercados de commodities. Embora tenha diminuído desde abril (ver matéria abaixo), a quantia de dinheiro aplicada em contratos de commodities em 2011 não tem precedentes.
Financeirização - Uma das consequências mais visíveis é o que os analistas chamam de "financeirização" desses ativos, ou seja, seu atrelamento à lógica dos mercados financeiros, antes indiferentes ao cenário de oferta e demanda das matérias-primas. Não à toa, a correlação entre preços futuros das matérias-primas e ações da bolsa de Nova York, por exemplo, atingiu níveis inéditos após a quebra do Lehman Brothers, há três anos. Um estudo do Barclays Capital mostra que, desde novembro de 2008, a correlação mensal entre os mercados de ações e commodities foi de 65%. Nas décadas anteriores, era próxima de zero.
Correlação - Dados do Valor Data mostram que, em 2008, a correlação entre o índice CRB (referência para os preços internacionais das commodities) e o índice S&P 500 da bolsa de Nova York foi de apenas 11% até agosto, mês que antecedeu a quebra do banco americano. Após o estouro da crise, foi a 89%. Em 2009, alcançou 94%, recuando a 83%, em 2010, e 73%, neste ano. Nos mercados agrícolas, onde o peso do capital especulativo é menor, a correlação com os preços das ações é inferior, mas também significativa. Era de 27% antes da crise, chegou a 73% em 2009, recuou a 64% em 2010 e agora está próxima de 50%.
Movimentos - Movimentos de manada, típicos de períodos de crise ou euforia, explicam o fenômeno. A quebra de uma instituição financeira, como em 2008, ou a ameaça de um calote soberano, como o da Grécia, fazem com que investidores fujam da exposição a ativos de risco, sem se importar com os fundamentos específicos de cada mercado, causando uma queda generalizada nos preços. Passada a tempestade, o capital retorna em massa e produz uma recuperação também generalizada.
Sintoma - Kevin Norrish, diretor gerente de pesquisa em commodities do Barclays, afirma que a correlação elevada é um "sintoma" de condições econômicas extremas e não deve se manter no longo prazo. Para ele, os investidores que aplicam em commodities buscam um elemento de diversificação aos mercados tradicionais. "Os fundamentos explicam a diferença no comportamento entre os ativos", afirma.
Oferta e demanda - Os preços das commodities, diz Norrish, refletem a interação "em tempo real" entre oferta e demanda. E os das ações, as projeções de fluxo de caixa para 12 meses ou mais. Portanto, sustenta o analista, a tendência natural do mercado seria um retorno ao padrão histórico de correlação -"algo próximo a zero" - tão logo o cenário de incertezas fique para atrás.
Fenômeno recente - A inserção das commodities na lógica das expectativas dos agentes financeiros é um fenômeno relativamente recente e acompanha o aumento do interesse dos grandes investidores. O volume de capital especulativo aplicado nos mercados futuros de petróleo, metais e produtos agrícolas era de apenas US$ 15 bilhões por volta do ano 2000, mas chegou próximo a US$ 270 bilhões às vésperas da crise financeira. E embora tenha caído quase à metade após a quebra do Lehman Brothers, ultrapassou a barreira dos US$ 450 bilhões em abril deste ano.
EUA - O estouro da bolha da internet e os ataques terroristas aos EUA, em 2001 - que deram início à flexibilização da política monetária americana e à debacle do dólar no mundo - combinados com a ascensão da China - que mudou a dinâmica do crescimento global e seu impacto sobre a demanda por matérias-primas - tornaram as commodities uma opção de investimento atraente aos grandes fundos de pensão e de hedge, fosse em busca de proteção contra um cenário inflacionário, fosse como elemento de diversificação de suas carteiras no longo prazo.
Ativos financeiros - "Os juros baixos estimularam o investimento, a tomada de risco e a adoção de estratégias para as commodities muito semelhantes às dos ativos financeiros. A crise de 2008 trouxe uma desalavancagem, mas a resposta do Federal Reserve, (o banco central dos EUA), que injetou mais de US$ 2 trilhões no mercado, contribuiu de vez para a financeirização dos ativos - ironicamente, mais agora do que antes da crise", afirma Vinícius Ito, analista do Jefferies Bache, em Nova York.
Mal necessário - Ito diz que a maior participação dos fundos nesse mercado provocou movimentos de preço "exagerados", especialmente em períodos mais intensos de entrada e saída de dinheiro, mas pondera que o capital especulativo tornou-se um "mal necessário" em um mundo onde a relação entre os estoques e o consumo caiu pela metade nos últimos anos. "É esse capital que 'financia', via aumento de preço, a expansão da produção", afirma. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Com o aumento da área plantada, a safra 2011/12 de soja deve bater o recorde de produção alcançado na temporada passada, informou a Safras & Mercado em estimativa divulgada hoje. A colheita da oleaginosa deve atingir 75,3 milhões de toneladas, incremento 1% sobre o ciclo anterior, que a foi de 74,3 milhões de toneladas. Em seu último levantamento, a consultoria previa colheita de 75,2 milhões de toneladas.
Área plantada - Segundo a Safras & Mercado, a área plantada com o grão deve crescer 3%, passando de 24,2 milhões de hectares em 2010/11 para 24,8 milhões. Em junho, a previsão de plantio era de 24,6 milhões de hectares. A produtividade deve chegar a 3,03 quilos por hectare, ante os 3,07 do ciclo anterior. O Mato Grosso deve continuar como o principal Estado produtor do grão no país, com safra estimada de 21,4 milhões de toneladas, crescimento de 5% sobre o período 2010/11, previu a consultoria.
Exportação - De acordo com a previsão da consultoria, as exportações de soja também devem crescer passando das 32 milhões registradas em 2011 para 34 milhões no próximo ano, alta de 6% no volume embarcado.
O levantamento prevê ainda incremento de 6% da demanda, totalizando 75,5 milhões de toneladas, e oferta total de 79,7 milhões de toneladas, aumento de 5% sobre o ano anterior. Com isso, os estoques finais devem recuar 2%, para 4,2 milhões de toneladas, estima a consultoria. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou um grupo de trabalho para debater e propor ações necessárias à articulação da pasta na organização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20. O objetivo é participar ativamente do evento marcado para ocorrer de 4 a 6 de junho de 2012, no Rio de Janeiro. A criação do grupo foi oficializada no Diário Oficial da União (DOU) dessa quinta-feira, 20 de outubro, por meio da Portaria nº 871.
Representantes - O grupo será composto por representantes da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A coordenação cabe à SDC.
Atribuições - Entre as atribuições iniciais do comitê está prevista a realização de um texto em nome do governo federal sobre a interface entre economia verde e o combate à pobreza. O documento será elaborado em conjunto com todos os ministérios e deverá ser entregue até o dia 1º de novembro. Outra tarefa é preparar um material específico do setor agropecuário – em parceria com órgãos e entidades agrícolas – abordando a importância da agricultura para a questão ambiental. Na carta, serão citadas iniciativas como o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), trabalhos da pesquisa agropecuária para a sustentabilidade, compromissos do segmento com a biodiversidade e ações para reduzir o aquecimento global.
Apreciação - Os temas e encaminhamentos da equipe serão informados e submetidos à apreciação da Secretaria-Executiva do Mapa. O grupo se reunirá mensalmente e poderá convidar outros representantes e especialistas de entidades públicas e privadas para as reuniões com o objetivo de auxiliar em suas atividades.
Informações- Para ter mais informações sobre o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) acesse: http://www.agricultura.gov.br/abc/. (Mapa)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) lançam em San José, capital da Costa Rica, a Plataforma América Latina e Caribe-Brasil de Inovação Agropecuária (LAC-Brasil Agricultural Innovation Marketplace). A iniciativa destina-se a contribuir para as ações de desenvolvimento agrícola nos países da região, envolvendo sobretudo pequenos agricultores. A LAC-Brasil seguirá um cronograma para inscrição, seleção e execução de projetos. Entre as áreas abordadas estão a melhoria da produtividade, da gestão de recursos naturais, do fortalecimento da política (institucional e de mercado) e a gestão do conhecimento e de tecnologias para a agricultura familiar (que possibilitem a melhoria do fluxo de caixa na pequena propriedade, por exemplo). (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, atualizou na sexta-feira (21/10) a situação das análises a respeito dos estudos entregues por concessionárias de ferrovias sobre trechos subutilizados. Segundo ele, o governo negociará para que, além de simplesmente reformados, parte dos trechos seja “renovada”, diz.
Plano de recuperação - América Latina Logística (ALL), Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) e Transnordestina Logística entregaram à agência neste ano um plano de recuperação de 3,78 mil km de trechos hoje subutilizados. Segundo o governo, atualmente vários desses trechos estão abandonados, inclusive com trilhos desgastados e dormentes podres. A ANTT havia dado duas opções: ou as concessionárias recuperam e passam a operar esses trechos ou os devolvem à União. Foram avaliados pela ANTT como subutilizados 5,54 mil km em todo o Brasil. Desse número, as concessionárias propuseram a devolução de 32% (1,76 mil km) e a recuperação dos 68% restantes (quase 3,8 mil km).
Obrigação - Agora, segundo Figueiredo, além da reforma, vários trechos terão de “subir de nível”. “A obrigação é fazer a reforma, e é isso que elas estão propondo. Mas em alguns pontos a ferrovia precisa de uma renovação”, diz ele. Segundo Bernardo, são ferrovias que podem ter um “papel importante”. Com apenas uma reforma, explicou, a ferrovia não atingiria esse patamar. Como não são obrigadas a fazer esse novo tipo de investimento, Figueiredo diz que o governo negociará com as empresas. Entre os exemplos, ele citou duas malhas da ALL. Uma delas liga o Brasil à Argentina e outro trecho liga a malha paulista a Mato Grosso. (Valor Econômico)