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Modificações para o Jovens Lideranças foram discutidas em Brasília (DF), nesta segunda e terça feira (05 e 06/03). As propostas foram elaboradas por uma equipe do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), em conjunto com as unidades estaduais do Paraná (Sescoop/PR) e de São Paulo (Sescoop/SP). O objetivo é vincular a atuação dos jovens à estratégia das cooperativas, segundo explica a gerente de Formação e Qualificação Profissional do Sescoop, Andréa Sayar: “Trouxemos para discussão um novo formato para o programa, onde o jovem passa a atuar de forma mais efetiva no desenvolvimento na cooperativa”.
Foco na sustentabilidade - As alterações foram avaliadas e debatidas pelos coordenadores estaduais das unidades que já executam o programa e por representantes de estados que manifestaram interesse de, a partir de 2012, implantá-lo em suas regiões. Uma das principais mudanças é com relação ao objetivo geral do programa. Ficou definido que o Jovens Lideranças deve ter como foco a sustentabilidade das cooperativas e do cooperativismo. Para tanto, alguns pontos de intervenção foram elencados, conforme explica a gestora: “Serão revistos o perfil e a faixa etária dos participantes, bem como os critérios para formação dos grupos. Além disso, será definido o processo de prospecção de cooperativas e participantes, contemplando a negociação das ações em conjunto, com foco sempre em resultados concretos”.
Eixo estruturante - Os participantes acordaram, também, a adoção de um eixo estruturante, único, que viabilize a identidade nacional e sistêmica do programa. Porém, foi consenso que é necessário um grau de flexibilidade, respeitando as realidades de cada estado, cooperativa e grupo, visando os resultados esperados. “A flexibilidade irá contribuir com o desenvolvimento e atingimento dos resultados do programa”, avaliou a Ana Porto, da unidade de Pernambuco (Sescoop/PE). Na opinião de Márcio Oliveira, do Sescoop em Amapá (Sescoop/AP), será mais fácil, a partir de agora, o processo de argumentação das cooperativas, por ser possível a adaptação de terminados itens. A unidade de Mato Grosso (Sescoop/MT), que ainda não executa o programa, também vê como positiva a mudança: “Até então, tínhamos dificuldade em vislumbrar a execução do Jovens Lideranças. A partir do momento em que ele se torna flexível, vemos como totalmente possível a sua implantação em nosso estado, disse Luciana Silva.
Proposta endossada - De um modo geral, o grupo endossou a proposta. Segundo Andréa, foram adicionados ao programa resultados qualitativos que mensurem e justifiquem a sua execução, e a expectativa da equipe é que a reformulação propicie resultados concretos para as cooperativas e atratividade para os jovens, responsáveis pela sucessão nas entidades. (Informe OCB)
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A Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (06/03), uma sessão solene em homenagem póstuma ao deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), que morreu no último dia 30. A cerimônia contou com a participação da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro, do presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), senador Waldemir Moka, além de lideranças políticas e representantes do setor agropecuário e cooperativista, entre eles, o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nóbile, e o assessor da área de meio ambiente da Ocepar, Silvio Krinski.
Cooperativista - Cooperativista assumido, o parlamentar nasceu em Xanxerê (SC), em 1942, era casado e tinha três filhos, também presentes na cerimônia. Micheletto formou-se em Agronomia na Universidade Passo Fundo (RS), estava em seu sexto mandato como deputado federal e assumiu o cargo de presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) de 2003 a 2007. O deputado também presidiu, entre 2009 e 2011, a comissão especial que discutiu o novo Código Florestal na Câmara e era titular da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR).
Acidente - Micheletto faleceu em um grave acidente ocorrido na PR-239, próximo à Comunidade Santa Rita, que pertence a Assis Chateaubriand (Oeste do Estado do Paraná). (Com informações da Agência Câmara e do (Blog OCB no Congresso)
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O relator do Código Florestal (PL 1876/99), deputado Paulo Piau (PMDB-MG), pediu mais tempo ao presidente da Câmara, Marco Maia, e a votação do projeto ficou para a próxima terça-feira (13/03). Maia tinha anunciado a pretensão de votar o texto ainda nesta semana, mas o pedido do relator e dos líderes partidários transferiu a votação. Nesta quarta-feira (07/03), os líderes da base vão se reunir com Piau para discutir o relatório que ele deve apresentar.
Mudanças - A Câmara discute as mudanças aprovadas pelo Senado no ano passado com base em um texto votado pela Câmara. Nesta segunda votação, os deputados não podem mais fazer mudanças de mérito, apenas decidir qual texto vai prevalecer – se o aprovado pelo Senado ou o da Câmara. Também é possível retirar pontos da proposta.
Regras para cidades - Para o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), os principais problemas a serem discutidos na reunião da base são as regras criadas para as cidades, principalmente as áreas de expansão dos municípios. Também não haveria acordo sobre a parte inicial do texto, que trata de princípios. “Há deputados que acham não ser adequado o código trazer princípios que não poderão ser reproduzidos em lei e ficarão vagando e criando dificuldades de interpretação”, explicou.
Divergência - Ele negou que haja divergência no tema das florestas, como áreas de proteção em margens de rio e nascentes. “Existe uma grande unidade na Casa sobre o fundamental da votação do Senado, então não há risco de enfrentamentos exagerados”, opinou.
Áreas de proteção - Ainda assim, a definição das áreas de proteção ainda causa polêmica, principalmente entre os ambientalistas. O líder do PV e futuro presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, deputado Sarney Filho (MA), disse que o projeto vai anistiar desmatadores, condenar de vez a Mata Atlântica e favorecer o grande latifundiário. “Esse projeto não compatibiliza desenvolvimento com a questão socioambiental”, avaliou.
Situação difícil - O deputado reconheceu que o partido está numa situação difícil e pode até mesmo optar por não participar da votação e ler um manifesto contra a proposta. “Estamos ainda em processo de discussão para saber o que vamos fazer, porque votar a favor do que veio do Senado, embora a Casa tenha amenizado alguns absurdos que saíram da Câmara, não resolve o problema. E, se votarmos contra, é o mesmo que votar a favor do pior retrocesso, que foi o que saiu da Câmara.”
Conversando - Para o líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), se os líderes continuarem conversando, é possível votar a proposta já na semana que vem. “Mas não defendemos o açodamento na votação. Uma proposta que está em tramitação há tanto tempo no Congresso só pode ser aprovada se estiver perfeita”, argumentou. (Agência Câmara)
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Na edição do Jornal da Band desta segunda-feira (06/03), num editorial lido pelo jornalista Joelmir Betting, o Grupo Bandeirantes de Televisão pede aos parlamentares que irão votar, na terça-feira, dia (13/03), o Código Florestal na Câmara Federal, devem observar algumas mudanças que foram feitas no Senado e que podem colocar em risco a atividade agropecuária brasileira, especialmente de pequenos produtores. O editorial afirma da necessidade do retorno da Emenda 164, aprovada anteriormente pela própria Câmara e que agora proíbe o cultivo em encostas e que prejudicará milhares de produtores, especialmente em Minas Gerais, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Assista no link abaixo a íntegra do editorial da Band.
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O Brasil quer que a Rio+20 crie um órgão de desenvolvimento sustentável. Pode ser um conselho, comitê ou fórum, o formato é menos importante. A ideia do governo brasileiro é que a entidade facilite a implementação das convenções nos países e dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) que também serão criados na conferência das Nações Unidas no Rio, em junho.
Ecosoc - O Brasil defendia a reforma do Ecosoc, o conselho econômico e social da ONU que está em um alto nível no organograma das Nações Unidas mas não tem força. A proposta inicial era incluir o componente ambiental e fortalecê-lo, disse ao Valor o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, secretário-executivo da Comissão Nacional da Rio+20. "Não é necessariamente uma opção mais fácil porque seria preciso mexer na Carta da ONU", explica o diplomata que também é subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Itamaraty.
ONU - A outra opção será criar um órgão da ONU que seja aprovado pela Assembleia das Nações Unidas por recomendação da Rio+20. "É possível que este seja um dos resultados da conferência", diz. "A diferença está nas funções que querem dar a esse órgão. Alguns esperam que promova um monitoramento mais intensivo. Nós temos em mente um conselho que não atue com ingerência nos países, mas facilite a implementação das decisões das convenções e dos ODS", continua. "Seria um órgão para ajudar os países, não de punição."
Governança ambiental - Mudanças na governança ambiental do mundo são um dos focos da Rio+20. Europeus e africanos defendem transformar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em uma agência ambiental da ONU. O Pnuma tem 40 anos e produz relatórios ambientais que são uma referência mundial. Mas não tem autonomia em suas decisões e nem orçamento fixo. O Brasil defende o fortalecimento do Pnuma, mas teme que insistir nesta tecla possa não levar a resultado algum. "Não existe consenso na criação dessa nova agência. E se 10 países disserem que não querem, não será criada", disse Figueiredo ontem, durante palestra em seminário promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O evento, que termina hoje, reúne pesquisadores envolvidos com os programas de bioenergia, mudança climática e biodiversidade da Fapesp.
Monitoramento - "A criação de uma agência ambiental poderia começar a fazer um monitoramento de ações no mundo", defendeu o ex-deputado federal Fabio Feldmann. "Mas há muitos problemas aí, inclusive o Brasil", prosseguiu. "A diplomacia brasileira tem aversão ao risco. Tem medo do fracasso da Rio+20."
Sociedade civil - O secretário-geral da Rio+20 e subsecretário-geral das Nações Unidas para Assuntos Econômicos e Sociais, Sha Zukang, em visita ao Brasil para cuidar de aspectos logísticos do evento, ressaltou, em entrevista coletiva no Rio, a importância da sociedade civil na conferência. "Não importa quão poderoso seja um governo, ele não pode fazer o trabalho sozinho. Precisamos do setor privado. A sociedade civil deve trabalhar", disse. Para Sha, as discussões da Rio+20 devem girar em torno de sete pontos principais: energia, alimentação e agricultura, emprego e sociedades inclusivas, cidades sustentáveis, água, oceanos e desastres naturais. (Valor Econômico)
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O novo presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rubens Rodrigues dos Santos, toma posse nesta quarta-feira (07/03), às 15h, no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília.
Nomeação - A nomeação de Rubens Rodrigues dos Santos foi publicada em 17 de fevereiro no Diário Oficial da União. Bacharel em Direito e Ciências Econômicas e Contábeis, o goiano Rubens Rodrigues dos Santos, é funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal. Na instituição financeira, começou como escriturário e ocupou, recentemente, a Gerência Nacional na área de Habitação. Tem especialização em Administração de Negócios pelo Instituto Brasileiro de Mercados de Capitais (IBMEC).
Solenidade - A solenidade será no gabinete do ministro Mendes Ribeiro Filho para convidados. Em seguida, o presidente da Conab atenderá à imprensa na sala de reuniões do gabinete. (Mapa)
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A produção de alimentos no país deverá crescer 21,1% nos próximos anos, passando dos atuais 153,26 milhões de toneladas (t) ano para 185,60 milhões (t), um incremento de 35 milhões até 2021/2022. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS), nessa terça-feira (06/03).
Produtividade - O coordenador de Planejamento Estratégico do ministério, José Garcia Gasques, disse que a produtividade será o principal fator de crescimento da produção. Soja, trigo e milho estão entre as culturas que mais devem crescer no período, com variações de 25,1%; 22,1% e 18,1%, respectivamente. Outros produtos, entre os quais o açúcar, o café e o leite também terão crescimento expressivo no período.
Pecuária - O desempenho da produção pecuária, no caso as carnes, chama atenção pela projeção de incremento: mais 10,9 milhões de toneladas de carnes em 2022, um aumento de 43,2%, passando de 25,3 milhões, no período que compreende 2011/2012 para 36,2 milhões, em 2022. Os bons prognósticos são atribuídos ao consumo do mercado interno, às exportações e à produtividade, especialmente pelo incentivo à pesquisa e disponibilidade de crédito para o custeio.
Política agrícola - Programas e projeções para o agronegócio brasileiro também foram apresentadas aos produtores rurais que visitaram a Expodireto. O secretário de Política Agrícola (SPA), Caio Rocha, o coordenador do Programa ABC, Carlos Magno, e o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica, Derli Dossa, detalharam aos agricultores as ações implementadas pelo ministério ao longo de 2011 e início deste ano.
Controle de preços - Rocha destacou, por exemplo, os mecanismos de controle da variação de preços utilizados para atender às necessidades do produtor rural e as medidas de incentivo ao custeio, entre outros pontos. Segundo ele, o ministério vem atendendo as necessidades dos agricultores. Rocha citou os limites disponibilizados para custeio por meio do crédito (R$ 650 mil por produtor por safra); para estocagem (R$ 1,3 milhão); parceria e integração (R$ 70 mil); e crédito de investimento (R$ 300 mil). O secretário também reiterou a necessidade de se antecipar o anúncio da política agrícola para que ela esteja em sintonia com as cadeias produtivas.
Capacitação dos produtores - Durante a exposição do Programa ABC, o coordenador Carlos Magno, ressaltou a importância da capacitação dos produtores. "Precisamos avançar na divulgação do Programa ABC e da capacitação dos agricultores", salientou. O Código Florestal e a necessidade de o país ter uma legislação na área foi defendida pelo chefe da Assessoria de Gestão Estratégica do Mapa, Derli Dossa. No entendimento dele, o país não pode ficar sem regulamentar a questão, sob pena de perdas. (Mapa)
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A soja encontrou suporte na boa demanda internacional pelo produto americano, resistiu ao pessimismo em relação ao futuro da economia global que dominou os mercados e tornou-se a única commodity agrícola de grande liquidez a encerrar a terça-feira (06/03) em alta nas principais bolsas americanas.
Chicago - Em Chicago, onde os preços do grão são referenciados, os contratos com vencimento em maio fecharam a US$ 13,3525 por bushel, ganho de 10,25 centavos de dólar em relação à véspera — e isso apesar da valorização do dólar, que tira competitividade dos embarques americanos. A alta acumulada desses papéis em 2012 chegou a 10,56%, de acordo com cálculos do Valor Data.
Quebra na América Latina - Essa boa demanda pela soja dos EUA decorre, em parte, da quebra da produção na América do Sul na temporada 2011/12, em virtude de uma estiagem provocada pelo fenômeno La Niña. Em relação às estimativas iniciais, a colheita sul-americana, que está na reta final, será cerca de 20 milhões de toneladas menor.
Brasil - Segundo a publicação alemã “Oil World”, só no Brasil a quebra será de 7,3 milhões de toneladas. Os analistas da publicação inicialmente esperavam produção de 75,3 milhões de toneladas no segundo maior exportador mundial de soja em grão, mas passaram a estimar 68 milhões.
Procura - E a procura pelas exportações dos EUA é liderada por importadores da China, apesar de o governo do país asiático ter anunciado uma redução nas metas de crescimento da economia local em 2012. Não passou despercebida a greve de portuários na Argentina, segundo maior exportador de soja do planeta, mas o reflexo do movimento sobre as cotações foi irrisório. Em Chicago, milho e trigo recuaram. (Valor Econômico)
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