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O risco de os EUA voltarem à recessão cresceu bastante devido ao golpe duplo da desaceleração no crescimento e das oscilações vertiginosas nas bolsas mundiais, segundo economistas entrevistados pelo "Wall Street Journal" na última semana. Os 46 economistas que participaram da pesquisa - nem todos respondem a todas as perguntas - calculam uma chance de 13% de que os Estados Unidos já tenham entrado numa nova recessão, enquanto as chances de seguir por esse caminho ano que vem estão em 29% - ante 17% apenas um mês atrás.
Incerto - O retorno à recessão não é uma certeza. A bolsa subiu nesta quinta-feira (11/08), em parte por causa de indícios tranquilizadores de que o mercado de trabalho dos EUA ainda não descarrilou de vez. Os pedidos iniciais de seguro desemprego caíram semana passada para 395.000, deixando o total abaixo do piso de 400.000 pedidos, que geralmente indica que a economia está criando mais empregos do que perdendo. Os temores de uma crise de dívida soberana na Europa também diminuíram ligeiramente.
Desaceleramento - Mas o cenário mais amplo é o de uma economia em que o crescimento desacelerou tanto que não precisa muito para empurrá-la para uma contração total. Uma recessão - segundo a Comissão de Definição do Ciclo Empresarial do Birô Nacional de Pesquisas Econômicas (NBER, na sigla em inglês), o grupo sem fins lucrativos considerado o juiz oficial das recessões - "é um declínio significativo na atividade econômica disseminado na economia e que dura mais que alguns meses". A comissão estuda o PIB, os dados do emprego e a renda para determinar quando as recessões começam e terminam.
Declaração - O problema é que a comissão geralmente só declara o início da recessão bem depois de ela ter começado. O início oficial da última, em 2007, por exemplo, só foi anunciado em dezembro de 2008.
Insignificante - Para alguns economistas, a diferença entre uma recessão e o crescimento extremamente lento registrado até agora no ano é praticamente insignificante. "Provavelmente estamos discutindo apenas palavras a esta altura; a volta à recessão já está acontecendo", disse Paul Ballew, economista-chefe do Nationwide.
PIB - As revisões do PIB divulgadas no fim do mês passado mostram que a recuperação tem sido lenta, com crescimento no primeiro semestre menor que 1% a um índice anualizado e dessazonalizado. O segundo trimestre teve expansão de apenas 1,3% e, depois da divulgação ontem de um déficit comercial maior que o de junho, os economistas do Goldman Sachs sugeriram que o crescimento pode ser revisado ainda mais, para cerca de 0,9%. O crescimento mais lento do primeiro semestre levou os economistas entrevistados pelo WSJ a diminuir suas previsões para o restante do ano, bem como para o próximo. Eles calculam agora crescimento de apenas 1,6% para 2011 e meros 2,5% para 2012.
Choques - "A economia já foi atingida por uma série de choques este ano, então acho que só precisa mais um choque modesto para empurrá-la de volta à recessão", disse a economista Michelle Meyer, do Bank of America. Ela citou a turbulência na Europa como o choque mais provável por trás disso, com boas chances de contaminar os EUA. Outra possibilidade é a volatilidade recente em Wall Street.
Aumento do risco - "Com certeza, isso aumenta o risco de uma volta à recessão", disse Steve Blitz, economista sênior da ITG Investment Research, em Nova York. "É difícil que não contribua para isso." Grandes quedas nas bolsas, disse Blitz, podem levar as pessoas a diminuir o consumo, o que pode prejudicar ainda mais uma economia já enfraquecida. O efeito pode ser especialmente visível no consumo dos americanos ricos, que têm mais aplicações na bolsa - e cujos gastos até agora eram uma das poucas fontes de otimismo.
Mais otimistas - Alguns analistas estão mais otimistas. Maury Harris, economista-chefe do UBS para os EUA, afirmou que vê um risco relativamente pequeno de uma volta à recessão. Ela disse que muitos economistas estão concentrados demais na falta de opções do governo e ignoram os sinais de que a economia já está melhorando por conta própria. A cotação do petróleo está em queda, o que pode permitir às pessoas gastar menos no posto de gasolina e mais em outras coisas. Enquanto isso, os bancos estão aumentando a concessão de crédito tanto para pessoas físicas quanto para empresas.
Mercado de trabalho - Mas a pesquisa mostra como um elemento crucial da economia - o mercado de trabalho - continua sob forte pressão. Os economistas preveem que o desemprego ainda será de 9% no fim do ano, ante os atuais 9,1%. Eles calculam que a economia vai criar em média apenas 145.000 empregos por mês nos próximos 12 meses, praticamente suficiente para absorver o crescimento populacional, mas pouco para os 13,9 milhões que continuam procurando emprego no país.
Outros fatores - Outros fatores estão prejudicando a economia americana, como notou o Federal Reserve, o banco central do país, na previsão sombria divulgada em seu comunicado desta semana. O Fed apontou para o fraco consumo das famílias, a deterioração do mercado de trabalho e a desvalorização do mercado imobiliário.
Construção civil - De fato, os economistas continuam prevendo que a construção civil continuará num nível moribundo até 2012. Eles acham que o preço dos imóveis vai cair 3% este ano e subir apenas 1,5% ano que vem. O Fed também expressou temores de que fatores temporários como a alta no preço do petróleo no início do ano e os problemas de cadeia de suprimento causados pelo terremoto no Japão são apenas parte do que está enfraquecendo a economia. (Valor Econômico)
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Vários eventos estão sendo promovidos pelas cooperativas em todas as regiões do Estado, com apoio do Sescoop/PR. Clique aqui e confira a programação.
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Para o deputado estadual Augustinho Zucchi, o documento elaborado pela Ocepar com propostas ao aperfeiçoamento do atual Código Florestal Brasileiro traz informações fundamentadas na realidade da agricultura brasileira que contribuem para o aprofundamento da discussão sobre o tema. Ele recebeu o material das mãos do presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, na manhã desta quinta-feira (11/08), durante visita realizada à sede da entidade, em Curitiba. “É um documento extremamente importante porque muitas vezes as pessoas opinam sem ter nenhuma vivência com a realidade e, neste caso, muitos dos que falam sobre o tema não são agricultores e não tem conhecimento técnico sobre a questão. A Ocepar faz um trabalho imparcial, com dados incontestáveis, todos oficiais. É um estudo equilibrado, técnico e fundamental para que todos aqueles que forem discutir o assunto possam ter uma base sobre aquilo que estão falando”, afirmou o parlamentar.
Preocupação – Ele também comentou sobre a inquietação que o tema causa no meio rural pois algumas das regras da legislação ambiental em vigor podem inviabilizar a manutenção de famílias no campo. “Há uma preocupação muito forte por parte dos agricultores porque é algo que mexe com a vida dos agricultores e com a história de cada um. Tem gente que possui a propriedade desde que nasceu. Outros conseguiram adquirir uma a duras penas, seja uma pequena, média ou grande área. E eu acho que essa preocupação deve se estender aos agentes públicos. Nós, como deputados, técnicos, o Congresso Nacional, o Senado, onde o Código está sendo discutido, devemos nos atentar para aquilo que acontece de fato nas propriedades rurais do nosso país. E, sobretudo, buscar informações na organização dos agricultores, nas suas cooperativas e nos seus sindicatos, por exemplo, para ter uma base um pouco mais sólida e real para discutir essa questão e para que possamos ter um Código que atenda aquilo que é mais importante, que é a preservação aliada à sobrevivência e a produção dos nossos agricultores”, finalizou.
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O relator do projeto de lei que atualiza o Código Florestal Brasileiro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Luiz Henrique (PMDB-SC), disse nesta quarta-feira (10/08) à Agência Brasil que pretende apresentar seu parecer até o dia 24 e, se não houver pedido de vista, votá-lo até dia 31.
Conversas frequentes - Luiz Henrique, que também foi indicado para relatar a matéria nas comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia, disse que tem conversado “frequentemente” com o senador Jorge Viana (PT-AC), relator do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente, para organizar um calendário semelhante de apreciação e votação da proposta nas comissões. Uma vez aprovado o mérito do projeto na CCJ, Luiz Henrique garantiu que apresentará um só relatório nas outras duas comissões.
Rebelo - Já Jorge Viana disse à Agência Brasil que pretende convidar o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que relatou o Código Florestal na Câmara, para detalhar seu relatório aos senadores. “Vou seguir o que feito pelo Aldo, por isso acho importante que ele, como autor do relatório aprovado pelos deputados, participe da discussão no Senado”, argumentou o senador petista. (Agência Brasil)
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Relator na Câmara do projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/2011), o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) participa na próxima terça-feira (16/08) de audiência pública que reúne três comissões do Senado: Agricultura e Reforma Agrária (CRA); Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT); e Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).
Anúncio - O anúncio da audiência conjunta foi feito pelo presidente da CRA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), em reunião da comissão nesta quinta-feira (11/08). Após votação de requerimento de Waldemir Moka (PMDB-MS) propondo o debate na CRA, Gurgacz relatou entendimento feito com os presidentes das outras duas comissões, confirmando a realização do debate na terça-feira.
Substitutivo - O substitutivo de Aldo Rebelo foi aprovado na Câmara no fim de maio, em meio a acirrados debates que dividiram ambientalistas e ruralistas. A polêmica continuou com o envio do texto ao Senado, especialmente devido a modificações feitas em Plenário no dia da votação pelos deputados. Entre outros aspectos, os senadores querem discutir essas mudanças e esclarecer itens que podem levar a mais de uma interpretação.
Visão dos cientistas - Ainda para discutir as propostas de mudança na lei florestal, a CRA aprovou requerimento da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) para realização de audiência pública com Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); Jacob Palis Júnior, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC); Renato Sebastião Valverde, professor da Universidade Federal de Viçosa (UFG-MG); e Luís Carlos Silva de Moraes, procurador da Fazenda Nacional e autor do livro "Código Florestal Comentado".
Procurador - Na mesma reunião, os senadores da CRA aprovaram requerimento de Waldemir Moka que solicita à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional autorização para que o procurador Luís Carlos Silva de Moraes acompanhe os trabalhos da comissão relativos à tramitação do PLC 30/2011. (Agência Senado)
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O sistema cooperativista está trabalhando para sensibilizar os senadores da urgência de votação do PLC 30/2011, que propõe um novo Código Florestal para o país. Na manhã desta quarta-feira (10/09) a gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, participou de uma reunião com senador Luiz Henrique (SC) e técnicos da entidade que estão acompanhando o projeto. A audiência ocorreu no gabinete do parlamentar, no Senado Federal, em Brasília (DF).
Esclarecimentos - Segundo Tânia, o objetivo do encontro foi prestar esclarecimentos sobre a atribuição dada aos estados federativos, pelo PLC 30/11, para a produção de normas sobre questões ambientais. Segundo ela, a OCB entende que o projeto deve se restringir a estabelecer normas de “caráter geral”, garantindo-se aos estados o papel de produzir as de “caráter específico”, sendo inapropriada qualquer outra forma de divisão da competência acerca do tema.
Comissões - O texto que modifica o atual Código Florestal Brasileiro (PLC 30/2011) aguarda apreciação de quatro comissões do Senado Federal: a de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ); Agricultura e Reforma Agrária (CRA), Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). (Informe OCB)
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Trezentos e vinte e cinco alunos do 4º ano do ensino fundamental, além de diretores, orientadores e professores das escolas que integram o Programa Cooperjovem em Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais, participam, nesta quinta-feira (11/08), no Parque de Exposições Batavo, do Dia do Campo Limpo Cooperjovem, promovido pela Batavo Cooperativa Agroindustrial, em parceria com o InPEV, Assocampos e Secretaria Municipal de Educação e Cultura.
Programação - O evento conta com a apresentação teatral Plantando o 7, que ressalta a importância do uso correto e seguro dos produtos agroquímicos, estimulando a adoção de sete hábitos de atuação responsável: transporte seguro; aquisição do produto através de receituário agronômico; armazenamento; preparo da calda; uso do Equipamentos de Proteção Individual (EPI); destinação de sobras e embalagens vazias e tecnologia de aplicação. Os participantes também farão uma visita à maquete da Assocampos, que explica o processo de logística reversa das embalagens que vem do campo. Ainda como parte das atividades, os alunos participam do concurso de desenho e redação, valendo premiações. Um grupo de 235 estudantes participa das atividades na parte da manhã e outros 90 à tarde.
Dia Nacional do Campo Limpo – O Dia Nacional do Campo Limpo será comemorado no próximo dia 18 de agosto em todo Brasil. O principal objetivo da data é levar as comunidades do entorno das unidades de recebimento de embalagens à reflexão, conscientização e participação em atividades relacionadas à preservação do meio ambiente, por meio de um exemplo de sucesso que é o Sistema Campo Limpo (logística reversa das embalagens vazias de defensivos agrícolas). A iniciativa une escolas, agricultores, distribuidores, indústrias, autoridades e a comunidade para divulgar a preservação ambiental no campo e os bons resultados do programa de destinação de embalagens, que é referência no Brasil e exemplo para o mundo, ao destinar de forma ambientalmente correta 94% das embalagens plásticas vazias que são comercializadas anualmente.
Envolvimento - De acordo com Caio Fernandes, da inpEV - instituto que representa a indústria fabricante de agrotóxicos para a destinação das embalagens vazias de seus produtos -, desde a primeira edição do Dia Nacional do Campo Limpo, em 2005, foi contabilizado o envolvimento de mais de 500 mil pessoas nas ações coordenadas pelas unidades de recebimento de todo o pais. Ele ainda completa, “a data é a principal ação de mobilização promovida pelos diversos atores do Sistema Campo Limpo e reforça o comprometimento dos envolvidos com a educação ambiental das futuras gerações e com preservação do meio ambiente por um campo mais limpo”. Em 2011 estima-se que mais 150.000 pessoas sejam atingidas pelas ações.
Realização – O Dia Nacional do Campo Limpo é uma realização das centrais de recebimento de embalagens vazias e do inpEV, com apoio de seus associados e da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação das Empresas Nacionais de Defensivos Agrícolas (Aenda), Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), Associação Nacional de DefesaVegetal (Andef), Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag). Prefeituras, governos e diversos parceiros locais também somam esforços no apoio. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Cooperativa Batavo)
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Ano após ano a safra de grãos no Brasil cresce em ritmo acelerado. Com as novas tecnologias no campo, os mais de 5.000 cooperados da Coasul Cooperativa Agroindustrial alcançam cada vez mais altas produtividades. Além disso, conforme o gerente da divisão operacional, Darci Carlos Denardi, as previsões para a safra 2011/2012 apontam um plantio maior do milho – que demanda maior estrutura de beneficiamento que os demais grãos. Com este cenário, o produtor passa a se preocupar com o espaço para armazenagem de seu produto. Por isso, a cooperativa está investindo em recepção, beneficiamento e armazenagem, mais de R$ 12 milhões em cinco unidades entre ampliação e construção. No ano passado, a Coasul já havia investido R$ 3,5 milhões em seis novos silos. “Procuramos administrar os espaços da cooperativa com muito carinho e cautela, visando sempre diminuir o tempo de espera para entrega do produto e receber todo grão colhido pelos cooperados”, destaca Denardi.
Investimento - Do valor total investido, parte é da Coasul e o restante será financiado junto a entidades financeiras. Na unidade de São João-PR o investimento é de R$ 1,8 milhões e deve ser concluído até o fim novembro de 2011. Em Chopinzinho, o valor é de R$ 500 mil e com previsão de conclusão para o final de dezembro deste ano. Na unidade de São Jorge D’Oeste o valor a ser gasto é R$ 700 mil para término em outubro. Em Bom Sucesso do Sul, serão investidos R$ 2 milhões até dezembro.
Nova unidade – No entreposto da Coasul de Dois Vizinhos será construída uma nova unidade de recebimento, beneficiamento e armazenagem de grãos. Lá serão gastos mais R$ 7 milhões, com previsão para receber o produto dos cooperados em janeiro de 2012. Para o Gerente do entreposto, Luiz Carlos Walter, a nova unidade vai beneficiar todos os cooperados da região. “Hoje o produtor tem que entrar com os caminhos carregados pelo centro da cidade, passar lombadas e enfrentar trânsito. Isso causa morosidade na recepção e transtorno para o associado. Com a nova unidade não será mais preciso, já que ela será construída fora do perímetro urbano”, explica Walter.
Apoio - Para o gerente, outro benefício é demonstrar aos cooperados que a Coasul se instalou em Dois Vizinhos para ajudar o produtor. “Isso demonstra também a confiabilidade que temos em nosso associado”, confirma. O cooperado da Linha São Valentim, Pedro Antonio Chiodelli, confirma a necessidade do investimento. “Vai facilitar muito na safra. O atendimento vai melhorar muito”, aponta.
Para os próximos anos – Conforme explica Denardi é preciso constantes investimentos nessa área por parte da cooperativa. Por isso, está previsto nos próximos anos melhorias nas unidades de Porto Barreiro, Francisco Beltrão – Rio Tuna e Chopinzinho - Mato Branco. (Imprensa Coasul)
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No último dia 06 de agosto, a Cooperativa Lar completou 15 anos de atividades no Paraguai. A data foi comemorada com um encontro festivo em Hernandárias, reunindo cerca de 140 pessoas entre funcionários, fornecedores, parceiros comerciais e a diretoria executiva. Na oportunidade, o diretor presidente da cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues, falou sobre o objetivo da empresa naquele país, enalteceu o trabalho desenvolvido e a importância da busca pela exportação de grãos, que dá suporte também a toda cadeia produtiva de leite, frangos e suínos para a cooperativa no Brasil. "A Lar Paraguai é uma parceira especial e, mais que negócios, valoriza a modernização da agricultura, desenvolvendo a região e o país. O marco dos 15 anos é importante, mas o caminho a ser percorrido deverá ser trilhado sobre o conhecimento e a utilização de tecnologias para que possamos avançar ainda mais", ressaltou. O gerente da Lar Paraguai, Ovidio Zanquet , agradeceu o empenho dos colaboradores e cooperados, relembrou fatos importantes e números expressivos conquistados. "Somos gratos a todos e vamos juntos ao futuro, dentro do planejamento da Cooperativa Lar, mas neste campo fértil que é o Paraguai", disse.
Trajetória – A chegada da Lar no país vizinho ocorreu exatamente no dia 06 de agosto de 1996, iniciando o atendimento na unidade de Monday, km 8 da ruta 7. Na sequência, foram instaladas as unidades de Maracaju, Nova Esperança, Procópio, Tapé Porã, San Alberto, Margarita e Iguaçu. Hoje, a Lar Paraguai conta com uma capacidade estática de armazenamento de 100 mil toneladas e cumpre um papel fundamental no fomento agrícola, pois o leste do país é conhecido pela fertilidade de suas terras planas, lindeiras ao lago de Itaipu, que apresentam expressiva produção agrícola onde se destacam a soja, o milho e o trigo. No exercício de 2010 foram recebidas 303.000 toneladas, ou seja, mais de 5 milhões de sacas de soja, milho e trigo. Atualmente a Lar Paraguai possui 140 funcionários, dos quais 12 são agrônomos e técnicos que operam com mais de 700 produtores rurais.
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A Receita Federal do Brasil - RFB publicou o Parecer Normativo nº 1 de 29 de julho de 2011, declarando que as diferenças no cálculo da depreciação de bens do ativo imobilizado decorrentes do disposto no § 3º do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, com as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 2007, e pela Lei nº 11.941, de 2009, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) da pessoa jurídica sujeita ao Regime Tributário de Transição (RTT), devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. “Recomendamos a leitura por todos os contadores das cooperativas, pois pode esclarecer eventuais dúvidas sobre a forma de registro societários das depreciações e amortizações dos bens do ativo imobilizado, como também os ajustes necessários para apuração da base de cálculo tributável”, ressaltou o analista econômico e financeiro do Sescoop/PR, Devair Mem.
Clique aqui e acesse na íntegra o Parecer Normativo nº 1/2011, da Receita Federal
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A diretoria da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) recebeu,nesta quarta-feira (10/08), o novo presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), senador Waldemir Moka (MS). Ele sucede o ex-deputado Odacir Zonta, que agora exerce o cargo de coordenador político da frente. O evento ocorreu na sede da OCB, em Brasília, e contou com a presença de integrantes da Frencoop.
Apoio - "O senador, ao assumir o cargo, tem o apoio de todo o sistema cooperativista brasileiro. Temos uma pauta extensa e precisamos do engajamento de parlamentares comprometidos com a nossa causa. E Moka tem trabalhado, ao longo desses anos, pelo desenvolvimento do setor”, disse o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Confiança - Moka agradeceu a confiança depositada pela OCB e disse que terá muitos desafios este ano. Segundo ele, a Frencoop atuará pela aprovação do novo Código Florestal no senado Federal; pelo reconhecimento das cooperativas de trabalho ( PL 4622/04); e buscará adesão para conseguir avanços no PLS 40/11, que trata do acesso das cooperativas de crédito ao Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT) pelos bancos cooperativos, centrais e confederações de crédito.
Parceria - O senador enfatizou que atuará em parceria com o Zonta. Para definir a agenda de trabalho, a diretoria da Frencoop vai se reunir toda primeira terça-feira de cada mês. “Temos muitos matérias importantes para o setor e não pode deixar de mostrar à sociedade os benefícios do cooperativismo”, afirmou MOka.
Frencoop - A Frente Parlamentar do Cooperativismo é uma bancada suprapartidária, formalmente registrada, de natureza política e não ideológica, cujo objetivo é o de trabalhar solidária e coordenadamente na defesa dos interesses do cooperativismo em toda sua extensão e níveis de governo. Conta com a adesão de 250 parlamentares, sendo 224 deputados federais e 26 senadores da República, com representatividade de todos os estados da Federação, e do Distrito Federal, e da maioria dos partidos políticos. (Informe OCB)
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No segundo dia do evento, o tema “Obrigações Fiscais – principais e acessórias” tomou conta dos debates entre os participantes. O palestrante do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) Fábio Lira, especialista em Contabilidade e Controladoria, explicou em detalhes as mudanças ocorridas na legislação contábil, que o Sescoop passou a adotar a partir de 2011. Entre elas, a utilização do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital) e do Manad (Manual Normativo de Arquivos Digitais) para envio de informações contábeis e fiscais das unidades estaduais e nacional da instituição à receita Federal. Esses sistemas, na opinião do especialista, substituem, de forma ágil e prática, os antigos livros Diário e Razão, atendendo à atual realidade da Receita Federal, que caminha cada vez mais para um atuação totalmente digital.
Desafio - Carlos Eduardo Ferreira, contador da unidade nacional Sescoop, que assumiu a responsabilidade do cargo em julho deste ano, diz que o IV Encontro de Contadores representa um grande desafio, tanto do ponto de vista profissional quanto para o próprio sistema. “Estamos vivendo um momento de transição intensa, saindo da contabilidade pública para a societária (comercial), seguindo uma nova legislação, um novo formato. E essas alterações vão trazer mais dinâmica na geração de informações, aproximando-se cada vez mais da realidade atual do Sescoop”, afirma.
Aplicação - O contador explica que as alterações ocorridas na legislação já estão sendo aplicadas aos papéis de trabalho do Sescoop. “Nós, enquanto Serviço Social Autônomo, integrante do Sistema ‘S’, passamos a adotar a nova legislação no início de 2011. O objetivo do encontro é justamente a troca de experiências com as unidades estaduais, visando à obtenção das melhores práticas, para que todo o sistema possa se preparar e passar a falar a mesma língua”, explica.
Oficina de trabalho - E para possibilitar esse intercâmbio, o terceiro dia do IV Encontro de Contadores prevê na programação uma oficina de trabalho, onde os participantes verão e discutirão questões práticas de aplicação da legislação e suas alterações.Carlos Eduardo apresentará as boas práticas que a unidade nacional do Sescoop já vem aplicando desde o início do ano, como por exemplo relatórios sistêmicos mensais e relatórios legais (de balanço patrimonial, demonstrativo de fluxo de caixa, etc) para apresentação à diretoria e conselhos da instituição. Em seguida, os participantes terão a oportunidade de falar sobre as realidades nos estados, para que o grupo consolide um entendimento comum.
Transição - Carlos Eduardo ressalta que as unidades estaduais podem contar com todo tipo de apoio do Sescoop nacional nessa fase de transição: “nossa intenção é ajudar para que todos se sintam capazes e confortáveis para executar esse novo formato de contabilidade na instituição”. Está prevista a construção de um grupo Contábil para intensificar as discussões. (Informe OCB)
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Educadores cooperativistas estarão reunidos na próxima semana para discutir estratégias de inclusão da formação cooperativa nas escolas brasileiras. O senador Cristovam Buarque fará a palestra magna do evento, traçando um panorama sobre a educação no Brasil, essencial para situar o público nas discussões que serão travadas. O Encontro Nacional de Educação Cooperativa (Enec), promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), contará com a presença de profissionais das unidades estaduais e nacional da instituição e será realizado entre 16 e 18 de agosto, em Brasília (DF).
Iniciativas - “Existem várias iniciativas dentro do sistema para inserir o cooperativismo nas instituições de ensino. As discussões têm como objetivo a definição de um alinhamento estratégico para essas ações. Nossa intenção é fazer com que a doutrina e os princípios cooperativistas estejam cada vez mais presentes na formação da população brasileira”, afirma o presidente do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas. Ele explica que o debate vem atender às diretrizes traçadas no XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo (Setembro/2010) e as linhas definidas no planejamento estratégico da organização.
Palestra - A palestra do senador Cristovam Buarque ocorrerá na terça-feira (16/08), a partir das 9h30, e será aberta ao público, por isso as confirmações de presença devem ser encaminhadas para o e-mail
Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Os participantes do Enec assistirão, ainda, a apresentações como a da Fundação Dorina Nowill, entidade dedicada à inclusão social de pessoas com deficiência visual, abordando a questão da inserção de cegos nas escolas, mercado de trabalho e sociedade em geral.Programação - A programação do evento inclui dois dias de oficinas, onde os participantes poderão trocar experiências e informações sobre as ações realizadas em cada estado.
Serviço - Enec – Encontro Nacional de Educação Cooperativa / Data: 16 a 18/8/2011 / Horário: sempre a partir das 9h / Local: Sede do Sescoop - Brasília (DF). (Informe OCB)
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A Gerência Técnica e Econômica da Ocepar acaba de publicar o Informe Pecuário nº 10, com informações sobre o comportamento do mercado de carnes e leite no mês de julho. O levantamento foi realizado com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - ESALQ/USP).
Mercado - Carne Bovina
1.1. Mercado Externo
Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) as exportações de carne bovina in natura totalizaram US$ 316,2 milhões em julho, queda de 17,63% ante US$ 383,9 milhões de junho. Em volume, foram embarcadas 62,8 mil toneladas da proteína in natura, recuo de 19,18%. Em junho, os embarques somaram 77,7 mil toneladas. O preço médio por tonelada, por sua vez, aumentou 1,98%, para US$ 5.038.
Tabela 01. Resultados das exportações brasileiras de carne bovina in natura (2011/2010).
Valores
Périodo
Variação (%) jul/jun jul
Acumulado
jan - jul
Variação (%)
jun/11
jul/11
jul/10
2011
11/10
2011
2010
11/10
Volume
(mil ton)
77,7
62,8
101,7
-19,18
-38,25
469,9
580,0
-18,98
Valor
(milhões US$)
383,9
316,2
407,8
-17,63
-22,46
2.343,1
2.293,8
2,15
US$/ton
4.940
5.038
4.011
1,98
25,60
4.987
3.955
26,08
Fonte: MDIC, 2011. Elaboração: Ocepar/Getec, 2011.
1.2. Mercado Interno
A disponibilidade de animais para abate segue limitada na maior parte das regiões consultadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - ESALQ/USP). Assim, frigoríficos mostram dificuldades para o preenchimento das escalas, trabalhando na maioria das vezes abaixo da capacidade e/ou intercalando os abates. Esse cenário fez com que as cotações da arroba continuassem em alta nos últimos dias, conforme levantamentos do Cepea. Em julho, o Indicador acumulou alta de 6,1% e, no mesmo período do ano passado, 2,3% – no dia 30 de julho de 2010, o Indicador fechou a R$ 85,98 (em termos nominais).
Clima prejudicou pastagens paranaenses e produtores venderam gado antes da entressafra, aumentando oferta no mercado. O preço do quilo de carne sofreu redução média de 6,96% no varejo paranaense de janeiro a junho deste ano. Segundo a Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a maior queda foi registrada no filé mignon, que passou de R$ 34,52 para R$ 27,93 no mês passado.
2. Mercado - Carne Suína
2.1. Mercado Externo
Em julho, o volume de carne suína exportada registrou a mais forte redução deste ano, de quase 35%. No período, foram embarcadas apenas 30 mil toneladas de carne suína in natura, segundo dados da Secex/MDIC. Essa redução foi o reflexo efetivo da proibição das importações pela Rússia em meados de junho – esse país é o maior comprador da carne brasileira e o volume das suas compras possui grande impacto nos resultados do setor.
De janeiro a julho, o Brasil embarcou 258 mil toneladas, em relação a 270 mil toneladas no mesmo período de 2010, uma queda de 4,5%. Em faturamento, houve um crescimento de 6,2%: US$ 748,6 milhões nos primeiros sete meses de 2011 ante US$ 705,0 milhões em igual período de 2010. Em julho deste ano, o preço médio da carne suína aumentou 5%, em comparação com o mesmo mês do ano passado.
Tabela 02. Resultados das exportações brasileiras de carne suína in natura (2011/2010).
Valores
Périodo
Variação (%) jul/jun jul
Acumulado
jan - jul
Variação (%)
jun/11
jul/11
jul/10
2011
11/10
2011
2010
11/10
Volume
(mil ton)
46,0
30,0
38,2
-34,78
-21,47
257,9
270,1
-4,51
Valor
(milhões US$)
139,1
82,4
99,7
-40,76
-17,35
748,6
705,0
6,18
US$/ton
3.026
2.742
2.610
-9,40
5,06
2.903
2.610
11,20
Fonte: MDIC, 2011. Elaboração: Ocepar/Getec, 2011.
Em julho, as exportações para a Rússia foram de apenas 3.983 toneladas, em comparação com 19.420 t em julho de 2010, um declínio de 79,49%. A receita apurada em julho deste ano foi de US$ 11,68 milhões, em relação a US$ 53,32 milhões em julho do ano passado, uma queda de 78,09%. De janeiro a julho de 2011, o Brasil embarcou para a Rússia 112.646 t, em comparação com 142.709 t no mesmo período do ano passado, uma redução de 21,07% nos embarques em volume e de 10,40% em valor (US$ 351,11 milhões ante US$ 391,86 milhões).
2.2. Mercado Interno
O mercado suinícola apresentou forte recuperação nos preços no mês de julho. As cotações do vivo e da carne subiram com força no atacado da Grande São Paulo. O impulso veio da oferta de animais para abate, que se restringiu após a grande quantidade vendida no período de significativa queda nos preços. Além disso, a demanda por parte dos abatedouros esteve mais aquecida, já que muitos precisavam repor seus estoques depois das boas vendas nos mercados interno e externo em junho. No entanto, como produtores não tinham muitos animais para vender, alguns acabaram não aproveitando os reajustes. No acumulado do mês, a valorização do suíno vivo chegou a 60% na região de Rondonópolis (MT), onde a média de preços passou de R$ 1,45/kg para R$ 2,32/kg. No Sul do País, os aumentos mais significativos foram: de 50,7% em Braço do Norte (SC) com 2,65 R$/Kg, de 41% em Santa Rosa (RS) com 2,31 R$/Kg e de 40% em Arapoti (PR) com 2,76 R$/Kg. (Fonte – Cepea)
3. Mercado - Carne de Frango
3.1. Mercado Externo
Os dados da Secex/MDIC demonstram que as vendas externas de carne de frango in natura tiveram receita de US$ 555,5 milhões em julho, queda de 12,7% ante os US$ 636,4 milhões de junho, parcialmente prejudicada pela diminuição de 2% no preço médio praticado no período, que passou para US$ 2.006/tonelada. Em volume, os embarques totalizaram 276,9 mil toneladas, recuo de 11,1% ante as 310,9 mil toneladas de junho.
Tabela 03. Resultados das exportações brasileiras de carne de frango in natura (2011/2010).
Valores
Périodo
Variação (%) jul/jun jul
Acumulado
jan - jul
Variação (%)
jun/11
jul/11
jul/10
2011
11/10
2011
2010
11/10
Volume
(mil ton)
310,9
276,9
324,1
-10,94
-14,56
2.029,2
1.970,7
2,97
Valor
(milhões US$)
636,4
555,5
543,4
-12,71
2,23
3.997,7
3.206,6
24,67
US$/ton
2.047
2.006
1.677
-1,99
19,68
1.970
1.627
21,08
Fonte: MDIC, 2011. Elaboração: Ocepar/Getec, 2011.
3.2. Mercado Interno
Mesmo com a redução de quase 11% nos embarques de carne de frango de junho para julho, que pode ter elevado a quantidade disponível internamente, o mercado doméstico dessa carne segue em alta. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o impulso vem da demanda. As valorizações da carne bovina, e principalmente da suína no correr de julho, ajudam a explicar o interesse do consumidor pela carne de frango.
4. Mercado – Leite
Em julho, houve queda de preços pagos pelo leite aos produtores no Sul do País. No Rio Grande do Sul, a redução foi de 3,9% (3,2 centavos por litro) em relação a junho, ficando na média de R$ 0,7924/litro (valor bruto). Em Santa Catarina, a média foi de R$ 0,8223/litro, recuo de 3,1% (2,6 centavos por litro). Já no Paraná, o preço se manteve praticamente estável, com redução de apenas 0,9% (menos de 1 centavo por litro), com média de R$ 0,8630/litro. Em algumas mesorregiões paranaenses houve aumento de preços em julho. Em São Paulo, o preço médio foi de R$ 0,9247/litro, alta de 2,8% (2,5 centavos por litro) frente a junho. Em Minas Gerais, os preços se mantiveram praticamente estáveis, com leve aumento de 0,8% (menos de 1 centavo por litro) e média a R$ 0,8712/litro. Em Goiás, a média foi de R$ 0,8880/litro, ligeira alta de 0,9% em relação a junho. Na Bahia, o preço médio aumentou 0,6%, a R$ 0,7337/litro.
Tabela 4. Preços pagos pelos laticínios (brutos) e recebidos pelos produtores (líquidos) em Julho referentes ao leite entregue em Junho.
Fonte: Cepea-Esalq/USP
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