Notícias representação
- Artigos em destaque na home: Nenhum
"Estamos vendo um patamar de preço do suíno compatível com o custo de produção. Além disso, tradicionalmente, a partir do segundo semestre começa a perspectiva do aumento de consumo da carne, com a aproximação do final do ano. Dessa forma, temos esperança de que a suinocultura vai viver um segundo semestre equilibrado", afirmou o presidente da Cooperativa Frimesa, Valter Vanzella, na manhã desta quarta-feira (03/08), em sua passagem pela sede da Ocepar, em Curitiba.
Crise amenizada - Na avaliação dele, a crise gerada pelo embargo russo a frigoríficos brasileiros já foi amenizada. "Exportamos alguma coisa através de outros clientes internacionais. O mercado interno absorveu uma boa parte. A produção foi reduzida através do abate prematuro do animal. Ao invés de esperar para abater um animal com 110 a 120 quilos, eles forma abatidos com 80 a 90 quilos. Isso reduziu a oferta de carne e estabilizou o mercado", afirmou. De acordo com Vanzella, o mercado internacional apresenta variáveis preocupantes. "A Rússia, por exemplo, tem se tornado um cliente de volume, mas é um cliente instável e toda vez que eles dizem que, por algum motivo, não vão comprar e criam dificuldades, como essas barreiras sanitárias, isso acaba gerando uma oferta grande no mercado interno e, como consequência, uma crise na atividade, que afeta a indústria, o produtor, enfim, toda a cadeia. Isso é prejudicial porque você não monta uma estrutura de produção sazonal. É preciso ter constância e a carne é diferente da soja, por exemplo, que, se em determinado momento um grande cliente não compra esse produto, o grão fica estocado. A carne tem que fluir e, se isso não ocorre, gera uma preocupação muito grande".
Câmbio - Para Vanzella, no entanto, os clientes instáveis não são os principais fatores que afetam a venda externa da carne suína brasileira. "O grande vilão é a política cambial do Brasil e o Real supervalorizado. Não é possível exportar, mesmo que tenhamos clientes, com esse patamar de dólar", afirmou. "É uma situação bastante complicada. Ainda bem que nós não temos uma grande dependência do mercado externo. As exportações brasileiras de carne suína não são tão expressivas. O grosso é escoado no mercado interno. Eu acho também que o produtor brasileiro e a própria indústria tem que ter um pouco de cuidado em montar uma estrutura dependente do mercado internacional, principalmente no caso da carne suína", acrescentou.
Maior valor agregado - A Frimesa abate atualmente de 4 mil a 4 mil e 200 suínos por dia e produz cerca de
300 toneladas diárias de produtos industrializados, que geram um faturamento médio de R$ 80 a R$ 90 milhões por mês. De acordo com Vanzella, a cooperativa está investindo fortemente na transformação da carne suína em produtos de maior valor agregado e planeja aumentar essa produção. "A nossa meta é chegar ao abate de 6 mil suínos por dia, junto com as cooperativas filiadas, e atingir 600 toneladas por dia de produtos industrializados", ressaltou. Hoje, mais de 95% da produção da Frimesa é vendida no mercado interno. "Isso nos dá um certo conforto. Recentemente, o preço do suíno estava girando em torno de R$ 1,70 a R$ 1,80 o quilo e nós praticávamos o preço ao nosso produtor na casa de R$ 2,30 a R$ 2,40. Assim, ele praticamente não sentiu a crise da suinocultura porque quem bancou essa remuneração foi a indústria, devido a essa condição de agregar valor ao produto", ressaltou. "Estamos com o projeto de ultrapassar a casa de R$ 1 bilhão de faturamento neste ano e hoje a carne representa aproximadamente 60% do nosso faturamento", completou Vanzella.
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Um formato inédito de parceria na área de energia elétrica no Paraná, envolvendo a cooperativa Coopcana de Paraíso do Norte (PR) e a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) foi anunciado e formalizado na tarde de terça-feira (02/08) durante almoço naquela cidade paranaense, reunindo dirigentes das duas empresas.
Convênio - Pelo convênio, que demandou dois anos de conversações, a CPFL vai investir R$ 160 milhões na modernização do sistema de caldeiras da Coopcana que, com isto, elevará em menos de dois anos a sua capacidade de moagem de 2,5 para 4 milhões de toneladas de cana e de geração de energia de 21 para 67 megawatts. O acordo tem a duração de 20 anos, período em que o excedente de energia elétrica será repassado à CPFL. A companhia investirá também na construção de um sistema de transmissão até o município de Alto Paraná, para conexão à rede. A energia, segundo informou o presidente da Coopcana, Fernando Elias Vizotto, será suficiente para suprir uma cidade de 160 mil habitantes.
Novas fontes - O presidente da CPFL Renováveis, Miguel Saad, disse em Paraíso do Norte que grandes empresas brasileiras de energia estão deslocando seus investimentos para novas fontes de eletricidade. A CPFL Energia, uma das empresas protagonistas dessa nova tendência, saiu na frente ao anunciar a fusão de seus ativos de energia alternativa renovável com a Ersa, empresa focada nesse segmento de energia, criando a CPFL Renováveis, com um portfólio de projetos que terá pequenas centrais hidrelétricas, parques eólicos e termelétricas movidas a bagaço de cana-de-açúcar. "Temos capacidade para 650 megawatts e estamos ampliando em mais 600. Nossa meta, em quatro anos, é chegar a 2 mil megawatts", disse Saad, em pronunciamento.
Biomassa - No futuro, segundo ele, a participação da biomassa na geração vai atingir 13 mil MW médios, suficientes para abastecer 20 milhões de brasileiros, o que equivale a três usinas do porte de Belo Monte. "O país responde ao novo quadro com uma proposta moderna, que alia desenvolvimento a qualidade de vida, segurança e bem-estar. As energias renováveis fazem parte da resposta aos desafios de infraestrutura que um país continental, com quase 200 milhões de habitantes, precisa ultrapassar", citou.
Sem riscos - Para o presidente da Coopcana, o convênio "é um bom negócio" por várias razões: a cooperativa vai modernizar sua estrutura de caldeiras sem correr riscos com investimentos, ampliar sua capacidade de esmagamento de cana e de cogeração e, ao final dos 20 anos do acordo, ficará com o ativo. "Sem contar que vamos dar uma destinação nobre para o excedente de bagaço, que hoje é comercializado", disse Vizotto. Ele acrescentou, ainda, que a estrutura de caldeiras que ficará em desuso poderá ser aproveitada na construção da segunda unidade da Coopcana, ainda sem prazo definido, que foi projetada para o município de Amaporã, a 20 quilômetros de Paraíso do Norte. (Jornal Paraná)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Para formar lideranças e alinhar estratégias, a Cocamar promove todos os anos dois eventos com coordenadoras dos núcleos femininos mantidos pela cooperativa em sua região de abrangência. Nesta quinta-feira (04/08) acontece o segundo encontro do ano, das 9 às 16 horas, no Auditório Cocamar, em Maringá, com 80 participantes. O primeiro ocorreu em abril. "A atuação das coordenadoras é muito importante para o sucesso de todo o trabalho. São elas que motivam as demais. Por isso buscamos fortalecer e desenvolver essas lideranças", afirma Cecília Adriana da Silva, coordenadora de Relação com o Cooperado.
Programação - No programa desta quinta-feira, uma avaliação das atividades realizadas em 2011 e o planejamento para 2012. Na parte da tarde haverá uma palestra sobre marketing pessoal com a fonoaudióloga e mestre em distúrbios da voz, Maria Luísa Zapata Leonel. Dias 24 a 26 de agosto, haverá uma viagem de imersão pela Rota Eslavo-Germânica, visitando as cooperativas Witmarsun e Agrária.
Setembro - E, de 12 a 14 de setembro, acontece a primeira pescaria dos núcleos em uma pousada no município de Presidente Epitácio (SP), promovendo com isso maior integração entre as coordenadoras dos núcleos e também as colaboradoras responsáveis por esse trabalho nas unidades. A Cocamar conta com 25 núcleos em atividade e a participação de mais de 550 cooperadas e esposas de cooperados. (Imprensa Cocamar)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
A lei geral do cooperativismo brasileiro e o Código Florestal, que aguardam votação no Senado Federal, foram assuntos tratados na manhã desta terça-feira (02/08), na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF), representantes da entidade e o senador José Pimentel (CE). Ele foi recebido pelo presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Movimento nacional - "Precisamos construir um movimento nacional para aprovar essas duas leis que são fundamentais à continuidade de crescimento do cooperativismo em nosso país", disse Pimentel, entusiasta da causa cooperativista, com a experiência de quem liderou a aprovação do Simples Nacional, que beneficia mais de 4,8 milhões de pequenas empresas com redução de impostos e aumento de incentivos.
Destaque - O Código Florestal foi outro ponto destacado pelo senador. "A parte mais difícil já ocorreu na Câmara dos Deputados. Vamos fazer no Senado um ajuste fino para dar mais segurança jurídica", ressaltou. Na oportunidade, o presidente da OCB agradeceu a disposição do parlamentar e pontuou as principais demandas e conquistas que o cooperativismo precisa alcançar a curto prazo.
Urgência - Freitas enfatizou que a entidade tem urgência na aprovação dos dois projetos, uma vez que os mesmos definirão marcos regulatórios importantes para o desenvolvimento do setor. Especificamente sobre a necessidade de uma nova legislação ambiental, ele comentou sobre o trabalho realizado por todo o sistema, de sensibilização quanto à relevância da matéria, citando a reedição da cartilha "Revisão do Código Florestal: o desafio de preservar e produzir"que, em breve, chegará a todos os senadores.
Reunião - A reunião foi realizada a partir de um convite feito pelo presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Ceará (OCB/CE), João Nicédio Alves Nogueira, ao senador José Pimentel. Também participaram o superintendente da OCB, Renato Nobile, e a gerente de Relações Institucionais, Tânia Zanella.
Sobre o senador - Cooperado desde a década de 70 e fundador da Cooperativa de Crédito do Banco do Brasil, Pimentel tem um mandato voltado especialmente para as áreas do empreendedorismo, agricultura familiar, educação e desenvolvimento regional. O senador é coordenador político da região Nordeste na Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop)
Radiocoop - Em visita à Casa do Cooperativismo, o senador José Pimentel concedeu entrevista à RádioCoop. Entre os assuntos tratados, ele falou sobre o Código Florestal. Para eo parlamentar, o Senado deve analisar o caso e sugerir ajustes para dar mais segurança jurídica aos agricultores. Confira a íntegra da entrevista. (Informe OCB)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) recebeu até a última sexta-feira (29/7) as planilhas atualizadas contendo informações referentes às cooperativas, escolas e professores integrantes do programa Cooperjovem. Em 2010, mais de 77 mil crianças, do 4º ao 9º anos, participaram da iniciativa em 15 estados. O programa fomenta a educação cooperativa nas escolas, tendo como fundamentos principais, a cooperação, o voluntariado, a solidariedade, a democracia, entre outros.
Atualização de informações - A gerência de Promoção Social do Sescoop (Geprom) está responsável pela atualização dessas informações. A analista Ana Luiza Naves ressalta que o cadastro em dia de professores, escolas e cooperativas favorece, por exemplo, a participação em premiações promovidas pelo Sescoop, como o Prêmio Nacional de Redação e o Prêmio Professor Cooperjovem. Além disso, fundamenta discussões sobre futuras melhorias do programa.
Consolidação dos dados - Os dados prestados pelas unidades estaduais serão consolidados a fim de compor relatórios de atendimento e acompanhamento de desempenho. As unidades estaduais que ainda não enviaram as planilhas devem fazê-lo com urgência pelo e-mail
Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Qualquer dúvida ou dificuldade no preenchimento, a Geprom está à disposição pelo telefone: (61) 3217-1549. (Informe OCB)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O setor de Medicina Preventiva da Unimed Apucarana realizou, nos dias 26, 27 e 28 de julho, o Curso para Cuidadores. As palestras realizadas no Auditório da Unimed capacitaram familiares e trabalhadores domiciliares que atuam no atendimento de pessoas debilitadas que os tornem dependentes de terceiros. Esta edição contou com a participação de 55 pessoas, que receberam orientações e trocaram informações importantes à saúde e promoção da qualidade de vida.
Qualidade das informações - A abertura do evento foi realizada pelo vice-presidente e coordenador dos programas de Medicina Preventiva da Unimed Apucarana, Daniel Blanski, que ressaltou a importância de informações com qualidade para pessoas que necessitam de cuidados. "O objetivo desses cursos é levar informações e capacitar as pessoas que realizam a atividade de cuidado com o outro a identificar sinais importantes à qualidade de vida, favorecendo o trabalho do cuidador e proporcionando o acesso à profissionais especializados", explica Blanski.
Pessoas com demência - O médico neurologista, Eudilson Mendonça, destacou os cuidados necessários para pessoas com demência. Apontou as causas, as etapas e as alterações de comportamento no desenvolvimento das doenças neurológicas. "Compreensão, aceitação, carinho e solidariedade são importantes e fazem diferença", ressaltou o médico. A doença de Alzheimer e os cuidados específicos precisam ser compreendidos dentro do contexto em que se manifestam.
Aspectos psicológicos - A psicóloga Ana Maria Toth contribui com a abordagem de aspectos psicológicos do cuidador. Ressaltou que além das técnicas que o cuidador precisar dominar é preciso que ofereça suporte emocional ao outro. "É preciso ser realista, há um custo emocional de quem cuida", observou a psicóloga. O estresse, os sentimentos e a culpa fazem parte de um processo que necessariamente chegará ao fim.
Relato de experiências - A segunda noite do curso para cuidadores teve início com o relato de experiência da cuidadora Lúcia Faria de Carvalho, cuidando a 9 anos de sua mãe ela aproveitou a oportunidade para buscar informações importantes sobre a fase que está passando, além de compartilhar com os outros participantes as dificuldades que já superou.
Alerta - Os sinais e sintomas de alerta foram os temas da palestra realizada pelo vice-presidente da Unimed Apucarana, Daniel Blanski, interagindo com o público de forma dinâmica ele apresentou os problemas clínicos mais comuns nos idosos. "São sinais de alertas que vocês precisam estar atentos e que podem salvar vidas", enfatizou Blanski.
Abordagem multidisciplinar - A fisioterapeuta Hébila Duarte destacou a abordagem multidisciplinar, observando que determinados cuidados podem evitar complicações futuras e garantem a qualidade de vida do cuidador e do paciente. "O papel do cuidador é estimular o potencial do paciente, pensando no bem-estar e no auxilio das atividades do dia-dia", explicou a fisioterapeuta.
Reflexão - O cuidador Luiz Batista Junior a seis meses exerce a atividade. Seu paciente continua ativo, mas se prepara para o futuro. "Eu vim em busca de orientações, o curso é muito importante para a gente refletir para nós mesmo", disse Junior. A senhora Maria Clara Bueno Lucchesi cuida da mãe de 90 anos e aprendeu dicas importantes. "É a oportunidade de mostrar que há solução para nossas dificuldades", comentou Maria.
Alimentação - No último dia de curso a nutricionista Lorayne Verona realizou orientações alimentares, considerando características do idoso e alterações inerentes do processo de envelhecimento. "A alimentação deve ser equilibrada, não podemos eliminar o prazer de comer", observou. A alimentação por sonda exige cuidados específicos e dietas controladas, indispensável na prevenção de complicações.
Necessidades especiais - A enfermeira Shyrlei Chiezi finalizou o curso com noções de cuidados a pessoas com necessidade especiais. Reforçando aspectos relacionados ao processo de cuidar, lembrou os participantes da importância do bem-estar e da satisfação no atendimento ao paciente. Com sua experiência profissional de atendimento em hospitais, realizou demonstrações práticas de como agir em situações de rotina e emergência, administrando cuidados indispensáveis a saúde do paciente.
Condição de saúde - A cuidadora Maria das Dores teve sua primeira experiência na profissão quando precisou cuidar da mãe, nas visitas diárias ao hospital aprendeu com a experiência como cuidar de um paciente. Após a morte da mãe passou a atuar profissionalmente como cuidadora. "Participar do curso foi importante, muita coisa já aplicava, mas foi importante para saber que nem tudo é manha, que faz parte da condição de saúde," finalizou Maria. (Assessoria de Comunicação Unimed Apucarana)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Entre as ações da área de Responsabilidade Social da Unimed do Brasil para este ano está o incentivo para redução e neutralização de carbono. Para isso, uma empresa foi contratada com o objetivo de desenvolver uma ferramenta para calcular a emissão de carbono no Sistema Unimed. A partir dela, será possível avaliar quais são as fontes emissoras e quais as formas para diminuir o impacto das mesmas, depois, neutralizar o restante por meio do plantio de árvores.
Levantamento - Em maio deste ano, o levantamento das fontes emissoras começou a ser feito. O projeto piloto está ocorrendo no Hospital Santa Helena e na Central Nacional Unimed, em São Paulo. Até o final de outubro a ferramenta, que será lançada com o inventário de neutralização da 41ª Convenção Nacional Unimed, deve ser disponibilizada às Cooperativas. A princípio, o recurso poderá ser utilizado para o levantamento das fontes emissoras em três áreas de atuação do Sistema Unimed: operações, recursos próprios e eventos.
Mas, afinal, o que é a neutralização de carbono? - A neutralização de carbono é a tentativa de compensar a emissão de gás carbônico com o plantio de árvores, já que elas são os únicos seres vivos capazes de consumir o CO2 da atmosfera para fazer a fotossíntese. Assim, calcula-se a quantidade de carbono emitida nas atividades e quantas árvores precisam ser plantadas para neutralizar esse valor. Empresas especializadas são responsáveis por fazer essa conta. A preocupação em neutralizar carbono ganhou força com a preocupação com o aquecimento global porque este gás forma uma espécie de barreira que não deixa o calor sair do planeta. Mas, é importante enfatizar que o gás carbono sempre exisitiu na atmosfera, o problema é o excesso dele. (Unimed do Brasil, com informações do Planeta Sustentável)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Após sofrer novas advertências de autoridades da Rússia por não responder a vários questionamentos técnicos que poderiam encerrar o embargo às carnes brasileiras, o Ministério da Agricultura solicitará o adiamento de restrições temporárias à exportação, feitas a seu pedido, de uma lista de 37 unidades frigoríficas. Uma comitiva brasileira entregou, no dia 6 de julho, em Moscou, uma lista de estabelecimentos que passariam a ter restrições voluntárias e imediatas de embarque. Agora, após reclamações de várias indústrias do setor, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) pediu a prorrogação do prazo até 30 de agosto. Com autorização expressa da SDA, JBS e BRF já tinham embarcado cargas à Rússia após 6 de julho.
Critérios - O ministério tenta convencer os russos de que a lista de restrição voluntária seguia dois critérios: estabelecimentos que não exportavam há mais de um ano e aqueles que pediram, de forma unilateral, a retirada da lista de habilitação. A SDA afirma que a lista de restrição estaria condicionada à liberação dos 85 frigoríficos embargadas no Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.
Lista - O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) informou nesta terça-feira (02/08), em circular interna, que a lista de 37 unidades teria sido "divulgada" pelo Serviço Veterinário da Rússia. Na verdade, a lista foi sugestão da delegação brasileira, composta pelo secretário Francisco Jardim e o diretor Luiz Carlos Oliveira.
Novas explicações - Na semana passada, as autoridades russas cobraram novas explicações da SDA e condicionaram o fim das restrições a "maiores esclarecimentos" das autoridades brasileiras e à apresentação de "documentos adicionais", além da tradução para o russo de textos entregues pelo Brasil. Em carta ao ministério, o vice-chefe do serviço russo, Alexey Saurin, afirmou que manterá as restrições até que sejam resolvidas essas pendências. Os russos apontaram irregularidades como a falta de comprovação de controle em 32 empresas listadas pela SDA.
Erro de interpretação - O diretor do Dipoa, Luiz Carlos de Oliveira, disse que o problema ocorreu por um "erro de interpretação" da documentação por parte dos russos. "Fizemos uma relação de empresas que estavam fora dos padrões. Os 37 frigoríficos tinham problemas graves e sofreram intervenção. Por isso, nós combinamos, no dia 6 de julho, que as empresas ficariam suspensas temporariamente para vendas e os russos dariam a resposta. Depois nós vimos que eles haviam restringido".
Mais prazo - O diretor afirmou que o ministério enviará nesta quarta-feira (03/08) a carta aos russos pedindo mais prazo para uma nova vistoria nos 37 frigoríficos. Oliveira disse ter havido confusão com as datas. "Eles publicaram uma carta no dia 29 de julho dizendo que a restrição para as 37 plantas valeria a partir do dia 6 de julho. No dia 6, ainda estávamos lá. Estamos mandando um documento para pedir que seja mantido o que foi combinado em Moscou", disse.
Propostas - A proposta do Brasil à Rússia foi feita com base em duas listas: de empresas aptas a exportar e as com restrições temporárias. "Quando verificássemos que estava tudo certo liberaríamos as vendas para os russos. O problema é que eles querem critérios de análise laboratorial que não seguem os exames de praxe", afirmou Oliveira. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Com renúncia fiscal estimada em R$ 24,5 bilhões até o fim de 2012, o governo lançou, nesta terça-feira (02/08), 35 medidas para estimular investimentos e diminuir os efeitos negativos do câmbio sobre a indústria, após uma queda de braço entre a equipe econômica e a ala desenvolvimentista. A medida provisória e os decretos que compõem o Plano Brasil Maior não haviam sido divulgados até o fechamento desta edição.
Reintegra - A medida mais elogiada pelos empresários só foi sacramentada no fim de semana: a restituição em espécie, aos produtores de bens manufaturados, do equivalente a 3% de suas exportações como forma de compensar o pagamento de tributos ao longo da cadeia que não são desonerados pelos benefícios em vigência. O mecanismo, batizado de Reintegra, tem aplicação imediata e os pagamentos devem começar em 90 dias. Com base nas atuais vendas ao exterior, devolverá cerca de R$ 4 bilhões por ano aos exportadores.
Devolução imediata - "Não é crédito tributário. É devolução imediata", disse o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. Pesos-pesados da indústria, convidados a assistir ao lançamento do Plano Brasil Maior, deixaram o Palácio do Planalto perguntando-se se a restituição pode gerar questionamentos na Organização Mundial do Comércio (OMC). "Tomamos toda a cautela para que as medidas não sejam interpretadas como subsídio", disse Pimentel.
Mantega - Considerado um dos mais resistentes a ampliar o leque de medidas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi quem apresentou os detalhes do plano. Para ele, a atual situação de crise econômica nos países ricos "será prolongada" e não deverá melhorar, pelo menos, nos próximos dois anos. Por isso, o governo buscará garantir que o mercado interno "pertença à indústria brasileira e não aos aventureiros que vêm de fora."
Margem de preferência - Além de reforçar sua estrutura de defesa comercial, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto para regulamentar a lei que institui margem de preferência de até 25% para produtos e serviços nacionais nas licitações públicas. O foco maior será dado nas indústrias de defesa, medicamentos, têxteis, calçados e tecnologia de informação. Bancos estatais foram orientados a exigir o uso de fornecedores locais. Um exemplo são os financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Construtoras que tomarem linhas oferecidas pela Caixa não poderão mais usar materiais importados.
Desoneração tributária - No entanto, os anúncios que mais chamaram a atenção foram as desonerações tributárias, principalmente a restituição de 3% aos exportadores de manufaturados. "Mais importante que o percentual é o mecanismo", definiu o vice-presidente executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Ralph Lima Terra. O próprio mecanismo, porém, ainda não está detalhado. O sistema será montado, pela Receita Federal e pelo Ministério do Desenvolvimento, em até 90 dias. Haverá uma lista, com restituição de 0,5% até 3%, restrita a bens manufaturados. Os pedidos de reembolso devem ser feitos à Receita.
Outras medidas - Além do Reintegra, houve outras três grandes medidas de desoneração. A isenção de IPI para bens de capital, material de construção e caminhões e veículos comerciais leves, com vigência até o fim de 2011, foi estendida por mais um ano. Haverá ainda a possibilidade de usar imediatamente, e não mais em 12 meses apenas, o crédito de PIS/Cofins sobre as compras de bens de capital. Finalmente, o governo prometeu zerar o passivo estimado em R$ 19 bilhões de pedidos de ressarcimento de PIS/Cofins cobrados nas exportações.
Processamento automático - Como sinal de que as exportações não vão se decepcionar novamente, Mantega anunciou que, a partir de outubro de 2011, empresas com escrituração fiscal digital terão processamento automático dos pedidos de ressarcimento e pagamento em 60 dias. A partir de março de 2012, a escrituração digital será obrigatória para todas as companhias.
Cálculo - Mas o alívio tributário total pode ser relativizado. Embora o cálculo de desonerações divulgado oficialmente atinja R$ 24,5 bilhões, o governo inclui na conta a renúncias já feitas de R$ 3,8 bilhões até julho. Ou seja, o pacote ficou em R$ 20,7 bilhões. Outras medidas, como a adoção de uma "estratégia nacional de exportações" e a criação de um "conselho nacional de desenvolvimento industrial", foram interpretadas pelos empresários mais como um pacote de boas intenções do que como benefícios concretos. "É matéria requentada", disse o executivo da Abdib.
2014 - O Plano Brasil Maior define dez metas até 2014. A primeira delas busca ampliar o investimento fixo de 18,4% para 22,4% do PIB. Os gastos da iniciativa privada com ações de pesquisa e desenvolvimento devem saltar dos atuais 0,59% para 0,90%. A participação brasileira nas exportações mundiais, de 1,36% do total, chegaria a 1,60%.
Eixos - Um dos eixos da nova política industrial, o BNDES prorrogou prazos e ampliou linhas existentes. Pimentel afirmou que o governo usará a autorização legal já concedida ao Tesouro de emitir títulos públicos para fazer novos aportes de recursos ao banco. O Congresso liberou o Tesouro a se endividar em R$ 55 bilhões para esta finalidade. Mas, desse total, somente R$ 30 bilhões foram efetivamente usados. Segundo ele, a intenção é emitir todo o valor restante, ou R$ 25 bilhões.
BNDES - O BNDES estendeu, até o fim de 2012, o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e incluiu setores como o de equipamentos de TIC (tecnologia da informação e comunicação) produzidos no país com tecnologia nacional e o de ônibus híbridos. Em outro programa, o BNDES Revitaliza, promete apoio a setores mais afetados pela valorização cambial, com orçamento de R$ 6,7 bilhões e taxa fixa de juros de 9% ao ano, válido até dezembro de 2012.
Mercosul - O governo incluiu nas medidas duas discussões ainda indefinidas no âmbito do Mercosul: a negociação de um novo acordo automotivo e o aumento das tarifas de importação do bloco contra mercadorias nas quais há surtos de importação, principalmente da China. A proposta brasileira é aumentar, de cem para 200 produtos, a lista de exceções à tarifa externa comum (TEC). O governo argentino vê a ideia com cautela. (Valor Econômico)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Congresso dos Estados Unidos enterrou a possibilidade de uma moratória dos EUA ao aprovar um pacote para redução no déficit nesta terça-feira (02/08). Mas as incertezas permanecem sobre uma possível redução no rating do crédito do país norte-americano. O presidente dos EUA, Barack Obama, saudou o comprometimento em cortar o déficit, obtido com dificuldade, como "um primeiro passo importante". O acordo eleva o teto da dívida de 14,3 trilhões de dólares após a aprovação do plano pelo Senado norte-americano em uma votação de 74 a 26.
Sacrifícios partilhados - Porém, sinalizando possíveis batalhas políticas sobre cortes nos gastos e reformas tributárias adiante, Obama disse que os sacrifícios precisam ser partilhados equitativamente pela sociedade norte-americana, incluindo os mais ricos."Todos terão que contribuir, e isso é apenas o justo", disse o presidente em um pronunciamento da Casa Branca após o Senado aprovar o acordo para redução da dívida.
Aprovação final - A aprovação final do Congresso foi concluída apenas algumas horas antes da expiração do prazo para que o Tesouro pudesse fazer empréstimos. Esperava-se que Obama, que buscará obter um segundo mandato no ano que vem, lavrasse imediatamente o acordo nesta terça-feira. Sua assinatura traçaria uma linha abaixo de meses de disputas partidárias sobre a estratégia a ser adotada sobre a dívida, que ameaçou levar os mercados financeiros ao caos e pôs em xeque a posição dos norte-americanos como a superpotência econômica mundial.
Maior obstáculo - Havia pouco suspense sobre o desenrolar da votação no Senado, controlado pela maioria democrata. O projeto superou seu maior obstáculo no fim da segunda-feira, quando a Câmara dos Deputados, com maioria republicana, aprovou o plano, apesar de alguma resistência dos conservadores do Tea Party e do desapontamento de liberais democratas.
Alcance - A incerteza permanece, no entanto, sobre o alcance do acordo orçamentário na contenção do déficit a fim de satisfazer as principais agências de classificação de risco, que ameaçaram reduzir a nota de "AAA" dos EUA. Tal piora na nota elevaria os custos de empréstimos e funcionaria como outro peso para a hesitante economia. A agência Standard and Poor's afirmou em meados de julho que havia 50 por cento de chance de um corte no rating dos EUA nos próximos três meses caso formuladores de polícias fracassassem em formular um plano de cortes expressivos no déficit. (Reuters / Gazeta do Povo)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Será realizada, na sexta-feira (05/08), na sede da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu, a aula inaugural da Pós graduação em Energias Renováveis, com ênfase em Biogás. A abertura oficial do curso acontece com a presença do diretor presidente da Itaipu Binacional, Jorge Miguel Samek, do diretor presidente do Parque Tecnológico de Itaipu, Juan Carlos Sotuyo, do superintendente da Ocepar, José Roberto Ricken, e do Superintendente ISAE/FGV, Norman de Paula Arruda Filho. Na sequência, o superintendente da Coordenadoria de Energias Renováveis, Cícero Bley Junior, fará a apresentação do curso. No sábado (06/08), os alunos terão uma aula sobre cooperativismo.
O curso - Cerca de 30 profissionais de cooperativas do Paraná estão matriculados na especialização, que é resultado de parceria entre o Sistema Ocepar, Fundação Getúlio Vargas e Itaipu Binacional. O curso terá duração de aproximadamente 20 meses, totalizando 446 horas/aula.
- Artigos em destaque na home: Nenhum
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Uma média de 27 novos pontos de atendimento de cooperativas de crédito é inaugurada todos os meses. É o que indica um levantamento feito pela Gerência de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), divulgado nesta segunda-feira (01/08), em Brasília (DF). Os números são relativos ao primeiro semestre de 2011 e mostram que, de janeiro a junho deste ano, foram criados mais de 160 novos pontos.
Elevação da média - "Com isso, elevamos a média mensal registrada nos últimos dois anos, de 20 pontos para 27. Entre dezembro de 2009 e 2010, por exemplo, inauguramos um total de 249 espaços, ou seja, um novo ponto a cada dia útil", explica Sílvio Giusti, gestor da área na OCB. Para ele, os indicadores mostram uma expansão significativa do cooperativismo de crédito, que amplia gradativamente sua participação no Sistema Financeiro Nacional. "Assim, levamos os produtos e serviços a número maior de pessoas. Sem falar na ampliação de acesso ao crédito e à poupança", diz Giusti.
Papel social - Para o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, os resultados também confirmam o papel social desempenhado pelo setor. "Estamos em 45% dos municípios brasileiros, com praticamente 4,7 mil pontos de atendimento, em locais onde outras instituições financeiras dizem não ter interesse em atuar. Todos esses dados mostram que o cooperativismo de crédito tem sim uma participação importante no desenvolvimento socioeconômico do país, estimulando o empreendedorismo local e auxiliando diretamente na criação de oportunidades de negócio e distribuição de renda com inclusão financeira", ressalta.
Potencialização - Freitas destaca ainda a contribuição do segmento para potencializar ainda mais o setor produtivo. "Colaboramos também para uma tomada de um crédito produtivo orientado, com a canalização, inclusive, de recursos das linhas de crédito oficiais. Além disso, oferecemos um atendimento mais personalizado, mais dos nossos associados", comenta.
Cooperativismo de crédito - Hoje, as 1.370 cooperativas de crédito do país atendem a 5,1 milhões de associados e geram 56.178 empregos diretos. (Informe OCB)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
O Programa Minha Casa, Minha Vida 2 foi discutido na tarde desta segunda-feira (01/08) pelo superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) , Renato Nobile, e a gerente de projetos da Secretaria de Habitação do Ministério das Cidades, Maria do Carmo Avezani. O objetivo do encontro foi debater a forma de participação das cooperativas de crédito nas ações, autorizada em junho deste ano, com a sanção da Lei 12.424/11 pela presidente Dilma Rousseff. A legislação permite às organizações operar no financiamento de habitações e obras previstas no programa.
Portaria - Na reunião, Maria do Carmo reconheceu a importância do setor nesse cenário e disse que dentro de 60 dias deve ser publicada uma portaria regulamentando a operacionalização do setor. A iniciativa, que prevê a construção e reforma de dois milhões de moradias até 2014, poderá beneficiar mais de 5 milhões de associados das cooperativas de crédito, segundo levantamento feito pela OCB. Também participaram da reunião a assessora Parlamentar da instituição, Tânia Zanella, e o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito Sílvio Giusti. (Informe OCB)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
"A intenção é alinhar questões estratégicas da unidade nacional com os estados, relacionadas à área contábil", afirma o coordenador de Processos Financeiros do Sescoop, Carlos Baena. O IV Encontro Nacional de Contadores, organizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), vai reunir contadores, auditores e técnicos das áreas financeiras das unidades estaduais e nacional entre os dias 8 e 10 de agosto, em Brasília (DF).
Mudanças nas regras - Baena explica que com a promulgação da lei nº 11.638/2007, que aperfeiçoou os mecanismos contábeis previstos no normativo anterior (lei 6.404/1976), algumas regras mudaram. "Por isso, surgiu a necessidade de aprofundar os conhecimentos sobre o assunto, para que empresas e profissionais possam se adequar à nova realidade", avalia. As alterações atingem, fundamentalmente, os itens forma de classificar, contabilizar e elaborar demonstrações contábeis.
Programação - Na programação do evento estão previstas palestras sobre as novas regras contábeis e legislações vigentes, destacando as alterações estruturais em pontos como ativo imobilizado e intangível, práticas contábeis aplicadas ao Sescoop e procedimentos e obrigações acessórias, pertinentes ao Sistema "S". Haverá, também, debates entre os 45 profissionais das áreas contábil, financeira e de auditoria das unidades estaduais e nacional participantes do encontro.
Expectativas - De acordo com Baena, o encontro, que tem o conteúdo programado para atender demandas das unidades estaduais do Sescoop, este ano superou as expectativas da organização. Foram disponibilizadas dez vagas a mais que o inicialmente planejado, totalizando 45 inscritos. Os participantes podem contar com o apoio logístico da gerência Financeira da instituição para a reserva de hotéis, marcação de passagens, detalhes sobre a programação e material didático entrando em contato com a técnica Alessandra Araújo, pelo e-mail
Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Igualmente, dúvidas e sugestões sobre o conteúdo a ser abordado no encontro, devem ser encaminhadas para o colaborador Carlos Eduardo Ferreria, pelo endereçoEste endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . (Informe OCB)
- Artigos em destaque na home: Nenhum
Em sua 15ª edição, o Prêmio da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) já se consagrou como um reconhecimento das ações de educação, boas práticas agrícolas e de responsabilidade socioambiental realizadas junto a trabalhadores rurais e suas famílias. Para aprimorar tal iniciativa, a Gerência de Desenvolvimento de Ramos e Mercados da Organização das Cooperativas Brasileira (OCB), instituição apoiadora da ação, recebeu nesta segunda-feira (01/08) o gerente de Educação da associação, José Annes Marinho.
Aperfeiçoamento constante - Para o gestor de Mercados da OCB, Gregory Honczar, "o processo é dinâmico e exige aperfeiçoamento constante, afinal, trata-se de uma premiação importante, que, ao longo do ano, mobiliza canais de distribuição, cooperativas e centenas de profissionais que têm um objetivo em comum: difundir os princípios das boas práticas agrícolas", diz.
Estímulo - A premiação, que já existe há 14 anos, estimula esses profissionais a percorreram fazendas e pequenas propriedades agrícolas a procura de exemplos que divulguem a saúde no campo e a importância da conscientização socioambiental, da sustentabilidade. (Informe OCB)